Marcelo rejeita dissolução da AR, enfermeiros do IPO queixam-se … – TSF Online

O Presidente da República diz que não se pode ter eleições todos os anos.
Marcelo Rebelo de Sousa
© António Pedro Santos/Lusa
O Presidente da República rejeitou esta sexta-feira o cenário de dissolução da Assembleia da República e eleições antecipadas. “Nós tivemos eleições há um ano. Não podemos ter eleições todos os anos”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.
Um grupo de enfermeiros do IPO de Lisboa acusou a instituição de “discriminação”, já que os profissionais que trabalham 40 horas recebem menos do que aqueles que com um horário semanal de 35 horas.
O funeral de Pelé, que morreu esta quinta-feira, vai realizar-se no Vila Belmiro, estádio do Santos, na terça-feira.
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Com a guerra contra a Ucrânia em curso, o Presidente russo, Vladimir Putin, falou com o homólogo chinês, Xi Jinping, onde disse querer reforçar a cooperação militar entre os dois países. No lado ucraniano, Zelensky alega que os russos têm cada vez menos mísseis. Enquanto isso, a autoproclamada República Popular de Lugansk aprovou uma nova constituição.
O ano está a acabar, mas a TSF faz um resumo do que foi o mundo além da guerra na Ucrânia. Leia o balanço do ano e conheça as notícias mais lidas do site da TSF.

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"Pelé sempre foi vítima de racismo", diz jornalista Paulo Cesar … – Brasil de Fato

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"Eu acho que o Brasil tem pouca representatividade negra no congresso. Por felicidade, por respeito ou por tudo o que eu fiz, eu sou um dos negros que têm um cargo alto no governo. Eu acho que eu sou um grande exemplo. Acho que o negro tem que se unir e tem que votar em negro para termos mais representatividade no governo." 
A fala do parágrafo acima saiu da boca de Pelé, então ministro do Esporte, em entrevista ao apresentador Jô Soares. A entrevista, em 1995, contradiz um dos muitos lugares-comuns sobre o ex-jogador: de que ele evita se posicionar politicamente.

O jornalista esportivo Paulo Cesar Vasconcellos, comentarista dos canais SporTV, é enfático ao afirmar que "Pelé sempre foi vítima de racismo".
"Eu sou um negro, um homem negro, que cresceu tendo Pelé como ídolo. Acho que ele teve um papel, se não foi do ponto de vista discursivo, se não foi do ponto de vista oral, foi do ponto de vista corporal extremamente afirmativo para pretos e pretas", disse ele em entrevista ao Brasil de Fato.
Vasconcellos citou outro momento em que o ídolo deixou clara sua postura democrática. Em 1984, ele vestiu camisa da Seleção Brasileira com mensagem de apoio ao movimento "Diretas Já". A imagem estampou a capa da revista Placar, maior publicação esportiva do país na época.

Pelé veste camisa em defesa do movimento "Diretas Já" em foto que estampou a capa da revista Placar em 1984 / Reprodução
Para o jornalista, a foto icônica, tirada pelo fotógrafo Ronaldo Kotscho, é bem menos lembrada do que deveria. Nas últimas semanas, com o ídolo internado para o tratamento de câncer em São Paulo, o clique passou a ser bastante compartilhado nas redes sociais.
Vasconcellos afirma que o craque brasileiro foi cobrado para que tivesse, por exemplo, postura semelhante à do boxeador estadounidense Muhammad Ali, que foi contemporâneo do Pelé e se tornou protagonista da luta antirracista nos Estados Unidos a partir da década de 1960. Ele morreu em 2016.
:: O milésimo gol de Pelé, uma saga ::
"O preconceito nos Estados Unidos sempre foi algo muito debatido e muito explícito, e o Brasil sempre foi muito cínico. Então são formações distintas, não cabe comparação entre um e outro", pondera.
Outro especialista no tema, o diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, afirma que Pelé é muito mais criticado que pessoas brancas. Ele cita como exemplo a postura pouco combativa do jogador perante à ditadura militar que governou o país entre 1964 e 1985.
"Parece que a gente sempre olha para uma figura negra e acha que ela tem que ser completa, né? Não basta ter seus talentos na sua área específica. Também precisa ter um posicionamento político, uma índole correta, não pode errar. É muito pesado esse fardo que a gente coloca nas costas das pessoas negras", destaca.
A filha
Um episódio que marcou a vida do ex-jogador, já depois de aposentado, foi a relação com a filha Sandra Regina, que precisou enfrentar uma batalha judicial no início dos anos 1990 para ter o reconhecimento da paternidade. O caso ainda é muito lembrado por críticos de Pelé. Para Carvalho, a questão racial tem um importante componente nessas críticas.
"Eu não vou 'passar pano' para a questão da filha dele, mas a gente vai diminuir o tamanho que o Pelé foi por conta disso? Será que isso é o ponto que não deixa Pelé ser um homem 100% venerado? É algo muito mais racial que de fato o problema que ele teve com a filha", diz. Sandra morreu em 2006, vítima de câncer.  
"O Pelé sempre foi vítima de racismo, e tudo o que o Pelé fazia e dizia, por ser ele um homem negro, sempre foi levado num outro sentido, de desqualificação do que ele estava dizendo", complementa Paulo Cesar Vasconcellos.
O jornalista cita, por exemplo, o famoso discurso do jogador instantes após marcar seu gol de número 1.000, em 1969: "Pelo amor de Deus, o povo brasileiro não pode esquecer das crianças, as crianças necessitadas, as casas de caridade. Vamos pensar nisso", afirmou a jornalistas que invadiram o campo.
"Pois bem, aquela afirmação à época só foi ironizada, só foi depreciada. O que nós temos no Brasil de hoje? Os netos daquelas crianças que estavam no sinal, nas ruas, pedindo dinheiro, estão agora pedindo dinheiro. Se tivesse sido pensado e elaborado de outra forma, será que não poderia ter contribuído? Sempre que o Pelé abriu a boca houve uma questão de desqualificar o que ele dizia", afirma.
Mesmo com todo o sucesso dentro de campo – fez mais de 1.200 gols na carreira, conquistou três Copas do Mundo e dezenas de títulos com o Santos – Pelé demorou a conquistar aceitação, segundo o jornalista.
"Para muitas pessoas, dentro do modelo do racismo brasileiro, o Pelé deixou de ser um homem negro para ser 'O Pelé'. Ele não era um homem negro, ele era 'O Pelé'. E com isso ele foi sendo aceito por que não havia como não aceitá-lo", avalia Vasconcellos.
Marcelo Carvalho concorda, e lembra que até atingir o status de maior jogador da história do futebol, o ex-jogador foi chamado por diversos apelidos que remetiam à cor da pele. Porém, mesmo após ser eleito o Atleta do Século por jornalistas de todo o mundo, ainda carece de reconhecimento dentro do próprio país.
"Agora a gente viu isso na Copa do Mundo: o quanto os outros países veneram seus jogadores, seus ídolos. E quanto o Brasil não faz isso. Basta ver, por exemplo, o tanto de bandeirão que tinha da Argentina, dos torcedores levando Diego Maradona para o estádio, e colocando Messi no mesmo patamar, e a gente nunca viu algo nem perto disso com o Pelé", aponta.
Para o diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial, Pelé é mais reconhecido no exterior que no Brasil, e de tempos em tempos são lançados novos nomes que, quem sabe, poderão desbancá-lo no futebol do país – como Zico, Ronaldo, Ronaldinho. Nenhum deles conseguiu, e é provável que nenhum consiga.
"A cada vez que esses outros jogadores aparecem, e não conseguem chegar nesse tamanho que o Pelé foi, a gente vai reconhecendo que ele é acima de todos esses. Ninguém chegou perto do Pelé, olhando para o futebol brasileiro. E aí que eu acho que a gente não dá o devido valor. O brasileiro não dá o devido valor para o Pelé", conclui.
Edição: Rodrigo Durão Coelho
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Portal de Cultura e Entretenimento – Resenhando.com

Mais do que nunca é fundamental discutir a questão da imigração, sobretudo diante de episódios trágicos como a guerra na Ucrânia e o refúgio de milhares afegãos fugidos do Talibã. Este é justamente foi o tema escolhido pelo ator e autor Eduardo Mossri como ponto de partida para o solo “Boa Noite Boa Vista”, com direção de Antônio Januzelli, que estreia no Sesc Pompeia no dia 17 de janeiro de 2023. 
O trabalho encerra uma trilogia de solos teatrais estrelada por Mossri sobre imigração, interculturalidade e a valorização dos Direitos Humanos. A sequência é composta ainda pelos bem-sucedidos monólogos “Ivan e os Cachorros” (2012), da inglesa Hattie Naylor, e “Cartas Libanesas” (2015), do paulista José Eduardo Vendramini, que foram apresentados em diversos festivais no Brasil e no exterior e concorreram a prêmios como Shell, APCA e Aplauso Brasil.
A dramaturgia de “Boa Noite Boa Vista” surge da experiência vivida pelo próprio Eduardo Mossri, que, em 2020, viajou a Roraima com apoio do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados do Brasil para conhecer de perto a vida de imigrantes, em sua maioria venezuelanos, que deixaram sua terra-natal fugindo da grave crise socioeconômica e política enfrentada pelo país nos últimos anos. Na ocasião, o ator tinha acabado de encerrar sua participação na novela “Órfãos da Terra” (2019), de Duca Rachid e Thelma Guedes, da Rede Globo, que também tratou dessa questão.
O solo ainda é motivado pelas comemorações aos 75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2023. Esse documento é fundamental para nos lembrar sobre os horrores ocorridos durante a II Segunda Guerra Mundial para que algo assim não se repita no futuro. “A julgar, infelizmente, por esse movimento atual e mundial de força retrógada e antidemocrática, a necessidade de reavivar os direitos essenciais a todos os seres humanos se faz ainda mais vital, como: o direito à vida, à liberdade, à segurança pessoal, o direito de não ser mantido em escravidão ou servidão, nem submetido a tortura”, filosofa Mossri.

Sobre a encenação
Apoiada em um encontro entre os relatos de imigrantes, as reflexões de Mossri sobre essa questão da imigração e a recriação poética das histórias, a dramaturgia surge com o intuito de lançar um olhar sensível para as milhares de pessoas que são obrigadas a saírem de seus países e enfrentam a xenofobia e condições precárias para tentarem sobreviver em sua nova terra. 
Estruturalmente, a dramaturgia segue um caráter de saga, jornada, uma grande viagem que tem como guia esse narrador que conta e que recria, que narra e revive, em um refinado jogo de épico e dramático. Para tal, o texto é dividido em três camadas: o diário de bordo, a recriação das histórias vividas e as histórias criadas com o público.
O ator, em um palco totalmente vazio, recebe esse público e estabelece desde o início uma relação franca e direta com a plateia, baseando-se em uma presença viva de convívio mútuo, um “eu, nós, aqui e agora”. O que permitirá desenvolver o conceito de “peça-conversa”, que por vezes conta, por outras vive, para em seguida ouvir esse público, numa profunda comunhão. 
O convite à imaginação é um forte aliado dessa encenação, sob o comando do diretor Antônio Januzelli, em mais um trabalho que faz uso do “laboratório do ator”, como busca de uma memória original. Abrindo mão de qualquer efeito espetaculoso, o intérprete se concentra no uso da palavra e de sua imediata corporificação, dividindo-se entre os inúmeros personagens, variando músicas e modulações vocais, sem nunca perder de vista a comunicação com o outro.

Sinopse
Um ator faz uma viagem-intervenção a Roraima, conhece a realidade das pessoas em situação de refúgio, cria um diário de bordo e o abre ao público. Dando continuidade à pesquisa sobre a migração, as cartas são atualizadas, e um novo espetáculo ganha vida: “Boa Noite Boa Vista”.  Com uma dramaturgia inédita, o intérprete faz uso dessa experiência vivida para falar de temas como: ancestralidade, xenofobia, empatia e celebração à vida.

Ficha técnica
“Boa Noite Boa Vista”
Texto:
Eduardo Mossri
Direção: Antonio Januzelli
Atuação: Eduardo Mossri
Iluminação: Marisa Bentivegna
Figurinos: A Equipe
Interlocução dramatúrgica: José Eduardo Vendramini, Camila Valiengo, Karen Menatti e Carolina Fabri
Designer
gráfico: Filipe Anjo
Fotos: Soraia Costa
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Produção executiva: Myriam de Queiroz Telles
Produção: Eduardo Mossri e BOBOX Produções
Idealização: Eduardo Mossri e Antonio Januzelli

Serviço
“Boa Noite Boa Vista”, de Eduardo Mossri
Temporada:
17 de janeiro a 17 de fevereiro de 2023
Terça a sexta, às 20h30
25 de janeiro: sessão às 17h30 
Ingressos: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada) e R$ 9 (credencial plena).
Sessão com intérprete de libras no dia 8 de fevereiro.
Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93, Água Branca
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Acessibilidade: espaço acessível a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. 

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Novo governo de Netanyahu, o mais à direita da história do país, toma posse em Israel – RFI Brasil

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Publicado em: 29/12/2022 – 15:02
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu toma posse nesta quinta-feira (29), em Jerusalém, quase dois meses após as eleições de 1° de novembro. Ele estará à frente de um governo formado por uma coalizão de direita ultranacionalista, cuja postura conservadora gera preocupações.
Daniela Kresch, correspondente da RFI em Jerusalém
Netanyahu apresentou nesta manhã sua equipe ministerial aos deputados do Knesset, o Parlamento em Jerusalém, antes de um voto de confiança que esperado sem muito suspense, já que sua coalizão tem a maioria das cadeiras.
O futuro primeiro-ministro anunciou a nominação do ex-ministro de Inteligência Eli Cohen à frente das Relações Exteriores. Na véspera, ele tinha indicado que Yoav Gallant, um ex-comandante das Forças Armadas de Israel, próximo do movimento pró-colonização na Cisjordânia ocupada, para a pasta da Defesa.
A missão do governo será de “combater os esforços do Irã para obter arsenal nuclear”, “de garantir a superioridade militar de Israel na região” e ao mesmo tempo “aumentar o círculo de paz” com os países árabes, declarou Netanyahu ao Parlamento.
Esta é a sexta vez que Netanyahu, do partido conservador Likud, ocupa o cargo de primeiro-ministro. Ele volta ao poder após dois anos na oposição.
Mas Netanyahu já enfrenta críticas internas e externas após costurar a coalizão mais direitista dos 75 anos de Israel, apenas com partidos ultranacionalistas e ultraortodoxos, cujas plataformas incluem leis que, para os críticos, podem estremecer as bases democráticas do país.
Uma delas, chamada de “Lei da Discriminação” poderá dar a comerciantes e prestadores de serviços o direito de não atender clientes por motivos ideológicos ou religiosos.
Permitirá que um médico se recuse a atender a um paciente se isso violar sua crença ou que um dono de hotel homofóbico rejeite clientes da comunidade LGBTQI+.
O assunto mobiliza a sociedade civil e coloca na berlinda o próximo presidente do Knesset, Amir Ohana, que é abertamente gay e faz parte de uma coalizão com pouquíssimas mulheres: apenas 14 entre os 64 membros.
A nova coalizão também dará ao novo ministro da Segurança Nacional, o ultranacionalista Itamar Ben-Gvir, um controle sem precedentes sobre a Polícia – o que inquieta a minoria árabe.
O novo governo também deve promover políticas para anexar partes da Cisjordânia, o que preocupa setores mais à esquerda e aliados externos como os Estados Unidos.
No exterior do Parlamento, uma manifestação foi organizada para expressar a decepção e a preocupação de uma parte da população. “O goveno da vergonha”, gritavam os manifestantes durante o debate da posse da nova coalizão.
“É terrível. Esta é a única palavra que eu posso dizer, é o que está acontecendo em Israel e eu fico impressionada que as pessoas achem isso normal, que o Likud siga como ovelhas Benjamin Netanyahu”, diz Edna, uma manifestante. 
A mobilização organizada por 40 associações da sociedade civil a favor da paz, pelas liberdades, contra a coerção religiosa, da qual também participaram militantes de organizações LGBT.  
(RFI e AFP)
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Autoridade Palestiniana rejeita novo Governo de Israel "racista e … – RTP

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A Autoridade Nacional Palestiniana (ANP) rejeitou as “diretrizes políticas racistas e de anexação” do novo Governo de Israel, liderado por Benjamin Netanyahu e apoiado por parceiros ultranacionalistas e antiárabes, que defendem a anexação da Cisjordânia ocupada.
Num comunicado divulgado na noite de quinta-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da ANP "rejeita as políticas de anexação, violentas, racistas e de incitação à limpeza étnica do novo Governo israelita", cuja agenda representa uma "ameaça existencial" para o povo palestiniano e seus direitos inalienáveis".
"A paz e a segurança internacionais estão sob ataque, o que requer mobilização internacional rápida e inequívoca nos níveis bilateral e multilateral, inclusive no Conselho de Segurança, para garantir a proteção do povo palestiniano da campanha israelita de espoliação e deslocamento, colonização, anexação, limpeza étnica e perseguição", afirmou a ANP.
Considerando que o novo Governo israelita "encarna a antítese dos princípios de integridade territorial, soberania e independência política", a ANP alertou que "o povo palestiniano não desistirá da sua legítima busca pela liberdade e autodeterminação".
Benjamin Netanyahu foi empossado pela sexta vez como primeiro-ministro de Israel na quinta-feira, liderando uma coligação com formações supremacistas judaicas de extrema-direita, que forma um Governo considerado o mais à direita no país desde a fundação, em 1948.
Entre os seus principais aliados estão Bezalel Smotrich, que lidera o partido Sionismo Religioso, e o antiárabe Itamar Ben Gvir, líder do partido Poder Judaico e que já foi condenado por incitação ao racismo e apoio a grupo terrorista. Ambos vivem em colonatos judaicos na Cisjordânia ocupada e sua base política é composta principalmente por colonos.
No acordo de coligação com o Sionismo Religioso, Netanyahu compromete-se, em princípio, a anexar a Cisjordânia ocupada ao afirmar que "a soberania israelita se estenderá à Judeia e Samaria" (designação para Cisjordânia), embora esteja condicionada ao "equilíbrio dos interesses nacionais e direitos internacionais de Israel", a critério do primeiro-ministro.
No que foi acertado com o Poder Judaico – partido em cujos comícios grita-se "morte aos árabes" -, está a proibição da bandeira palestiniana em instituições educacionais e locais, bem como o estabelecimento da pena de morte para os condenados por terrorismo, acusações que costumam pesar sobre os palestinianos que cometem atentados contra alvos israelitas.
O conflito israelo-palestiniano intensificou-se durante 2022, tornando-se o ano mais mortal desde 2006, com 170 palestinianos mortos em incidentes violentos com Israel, de acordo com um levantamento realizado pelo Ministério da Saúde da Palestina.
Cerca de trinta vítimas foram contabilizadas do lado israelita em ataques realizados por palestinianos e árabes israelitas.
Israel assumiu o controlo da Cisjordânia em 1967, na Guerra dos Seis Dias, e mantém uma ocupação militar deste território desde então.

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Justiça ambiental e racismo ambiental – JOTA

Racismo Ambiental
O caso da carta aberta da Coalizão Negra por Direitos ao Supremo Tribunal Federal
O presente texto apresenta a atuação da Coalizão Negra por Direitos através de carta dirigida ao Supremo Tribunal Federal (STF), no mês de março deste ano de 2022, na qual solicita que sejam racializadas as ações constitucionais que versam sobre justiça climática. Ou seja, pedem a inclusão do conceito de racismo ambiental na agenda da […]
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Em Vila Nova de Gaia, esta é a "Praia + Acessível" de 2022 – Expresso

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Boa Cama Boa Mesa
26 dezembro 2022 12:45
Praia de Salgueiros
cm vila nova de gaia
26 dezembro 2022 12:45
A praia de Salgueiros, no concelho de Vila Nova de Gaia, foi a mais bem classificada para o Prémio Praia + Acessível 2022, tendo a praia fluvial de Alqueva, em Portel, ficado em segundo lugar, foi hoje divulgado.
Num comunicado conjunto, o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Turismo de Portugal (TP) indicam ainda que foram analisadas 27 candidaturas e que à praia de Pedrógão – Centro, no concelho de Leiria, foi atribuída uma Menção Honrosa “pelo trabalho demonstrado na melhoria das condições de acessibilidade”.
O Prémio “Praia + Acessível” distingue, desde 2009, as zonas balneares com as “melhores práticas”, ao nível da “qualidade das condições de acessibilidade e apoios disponibilizados às pessoas com mobilidade condicionada e seus acompanhantes”, bem como ao nível “das soluções inovadoras adotadas, para prevenir a discriminação destes cidadãos e aumentar o seu grau de satisfação”.
A empresa IACESS — produtos de apoio / ortopedia patrocina o prémio, atribuindo anualmente às zonas balneares vencedoras equipamentos de apoio ao banho para “melhorar a (sua) oferta de acessibilidade”.
Além dos organismos e da empresa referidos, fazem parte do júri nacional desde prémio representantes da Direção-Geral da Autoridade Marítima/Instituto de Socorros a Náufragos (DGAM/ISN) e da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).
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Paulo Vieira expõe racismo e ameaças após piadas com … – Correio Braziliense

O humorista Paulo Vieira usou as redes sociais nesta quarta-feira (28/12) para expor ataques racistas e ameaças que tem sofrido por conta de piadas com apoiadores de Bolsonaro durante o Melhores do Ano no Domingão com Huck.
No Twitter, Paulo Vieira compartilhou uma série de prints com fotos e textos com ofensas racistas e desejos de morte. Em uma delas, a pessoa chegou a dizer que ele deveria “morrer como Marielle Franco” — vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 2018.

“São centenas de comentários assim. Fora as ligações para mim, para minha equipe, minha família?”, escreveu ao compartilhar os prints. “E eu estou bem, tá? Sei que isso é só reação ao poder incontestável do humor. Estou forte e cada vez mais certo do meu papel”, completou ele.
e eu tô bem, tá?

sei que isso é só reação ao poder incontestável do humor

tô forte e cada vez mais certo do meu papel

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Durante a premiação de Melhores do Ano no Domingão do Huck, Paulo Vieira ironizou diversas vezes as manifestações antidemocráticas contra o resultado das eleições, além de citar o empresário Luciano Hang, dono da franquia de lojas Havan.

“Chorei quando o Velho do Rio (personagem de Pantanal) morreu. Eu fiquei revoltado. Que Deus é esse que leva o Velho do Rio e deixa o ‘Véio’ da Havan?”, brincou.
Em outro momento, Paulo Vieira fez referência aos apoiadores de Bolsonaro acampados em quartéis generais pelo Brasil após vitória de Lula nas eleições e ironizou os eleitores que questionaram os resultados das urnas eletrônicas.
“Se eu não ganhar [como Melhor Humorista], eu não vou aceitar a derrota. Não vou, meu bem. Eu vou pedir voto impresso, eu vou derrubar os carrinhos da Globo, eu vou botar fogo no carrinho. Eu vou na porta do quartel para pedir a volta do Faustão. Eu vou ficar aqui plantado. Não me dê esse prêmio para você ver”, ironizou.
PAULO VIEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA ??????????????????????????????????????????????????????????????????????????? #Domingão #MelhoresDoAno pic.twitter.com/g81a7uR2kt
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Neste Natal, a Liga Portuguesa Contra a SIDA quer acabar com o … – SAPO

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Continuar a fazer diferente em 2023
2022: O ano de causas?
A opinião de Sandra Alvarez (PHD): Era uma vez… um marketeer!
Dezembro 2022
“Na SIDA existe VIDA” é o mote da campanha de Natal da Liga Portuguesa Contra a SIDA que já está no ar com dois spots de prevenção. Com criatividade da agência McCann, a aposta publicitária pretende sensibilizar a população para o estigma e a discriminação que ainda persiste quando se fala do VIH e da SIDA.
Os vídeos serão transmitidos nos cinemas, canais generalistas de televisão, nas redes sociais e ainda no Congresso Nacional do VIH (até dia 3 de Dezembro, em Peniche).
«As Infecções Sexualmente Transmissíveis, como o VIH, as Hepatites Víricas, HPV, ocorrem, na sua maioria, após relações sexuais desprotegidas e os estudos indicam que ainda há muito trabalho a fazer junto dos mais jovens, e também dos menos jovens», afirma, em comunicado, Maria Eugénia Saraiva, presidente da Direcção da LPCS.
A profissional acrescenta que é com o intuito de fomentar o uso do preservativo que a LPCS tem desenvolvido ao longo dos seus 32 anos, campanhas de informação e sensibilização. «Contudo, é importante valorizar a inovação do tratamento, como a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV, e o sucesso da quebra de transmissão de mãe para filho, uma vez que hoje se a carga viral estiver indetectável é intransmissível.»

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