Aberta votação para concurso de curtas-metragens sobre discriminação – Luxemburger Wort – Contacto

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A Maison des Associations abriu a votação online para o concurso nacional de curtas-metragens sobre discriminação. Trata-se do projeto educativo ‘Discriminations off the pocket’ (Discriminações fora do bolso), que conta com 16 vídeos finalistas, cujo objetivo é sensibilizar os jovens a lutar contra a discriminação.

A votação online do público poderá ser feita até à próxima quinta-feira, dia 29 de setembro, no site pocketfilms.lu. A sessão de divulgação dos vencedores e entrega dos prémios vai decorrer no dia seguinte, dia 30, pelas 19h, no cinema Kinepolis.
O primeiro classificado vai participar numa das fases de produção de um filme da produtora Tarantula, com o realizador Donato Rotunno, presidente do júri. O segundo premiado vai receber um passe completo para o festival Luxembourg City Film 2023. Já o terceiro premiado, escolhido pelo público, vai receber bilhetes de cinema.
‘Discriminations off the pocket’ é um projeto da Maison des Associations e conta com o apoio do Ministério da Família e Integração.
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Seminário da Cátedra Sérgio Vieira de Mello discute a discriminação sobre refugiados no Brasil – ACNUR

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Evento acadêmico organizado pela Universidade Federal de Goiás será realizado entre os dias 28 e 30 de setembro, com transmissão simultânea em três idiomas e contanto com a participação de representantes do ACNUR, acadêmicos, sociedade civil e autoridades públicas.
26 Sep 2022

São Paulo, 26 de setembro de 2022 (ACNUR) – O XIII Seminário Nacional da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM) do ACNUR discute, a partir desta 4ª feira, o tema do racismo e da xenofobia no contexto do deslocamento forçado. Organizado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), o seminário contará com pesquisadores brasileiros e refugiados entre os dias 28 e 30 de setembro, contando com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). O site oficial do evento com a programação completa é o https://csvm.ufg.br
O seminário acadêmico será transmitido virtualmente (www.youtube.com/watch?v=AaJWkkfs4sg) e terá tradução em português, inglês e espanhol. A abertura oficial, a ser realizada no dia 28/09, às 18h00, contará com representantes da Reitoria da UFG, da CSVM-UFG, do ACNUR e autoridades públicas. Na sequência da mesa de abertura, serão apresentados os dados do Relatório Anual da CSVM 2022, contemplando os avanços acadêmicos (nos campos do ensino e pesquisa) e dos serviços de extensão de 35 universidades conveniadas à Cátedra que contemplam de forma transversal diversos serviços e conteúdos acadêmicos para e sobre as pessoas que foram forçadas a deixar seus lares em busca de proteção.
Durante as tardes e noites dos dias 29 e 30 de setembro, temas como fronteiras e identidades, raça, classe e resistências, assim como os 25 anos da Lei Nacional sobre a Proteção de Refugiados serão discutidos em mesas redondas com professores da CSVM, profissionais do ACNUR e professores pesquisadores de universidades internacionais. Compondo a programação destes mesmos dias, cinco grupos de trabalho sobre políticas de ingresso e permanência na academia, acesso a direitos e acolhimento, arte e gênero, assim como a educação serão discutidos por diferentes pesquisadores inscritos.
“O 13º Seminário Nacional da Cátedra Sérgio Vieira de Mello propõe uma ampla e valiosa discussão sobre um dos temas que mais afetam o processo de integração local das pessoas refugiadas nos locais de acolhida: a discriminação e o preconceito. Estes fatores são limitadores de todo o potencial que as pessoas refugiadas têm a contribuir para o desenvolvimento das comunidades que passam a fazer parte”, afirma o Representante Interino do ACNUR, Oscar Pineiro.
A relação institucional entre o ACNUR com as Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil iniciou-se em 2003, por meio da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM). Trata-se de um acordo de cooperação em que o ACNUR estabelece um Termo de Referência com as universidades, estabelecendo responsabilidades e critérios para adesão à iniciativa dentro das três linhas de ação: ensino, pesquisa e extensão.
Atualmente, 35 universidades públicas e privadas localizadas em 13 Unidades da Federação e no Distrito Federal integram a CSVM. Além de difundir o ensino universitário sobre temas relacionados ao Direito Internacional dos Refugiados, a Cátedra também visa promover a formação acadêmica e a capacitação de professores e estudantes na temática. O trabalho direto com os refugiados em projetos de extensão também é definido como uma grande prioridade, assim como processo de ingresso e reingresso nas universidades por meio de editais específicos.
Mais informações estão detalhadas na página da CSMV do ACNUR: www.acnur.org.br/catedra-sergio-vieira-de-mello
XIII Seminário Nacional da Cátedra Sérgio Vieira de Mello do ACNUR (CSVM)
Local: Universidade Federal de Goiás (UFG) l Centro de Aulas D – 1199, 1ª Avenida, 815 – Setor Leste Universitário, Goiânia – GO
Data e horário: entre os dias 28 e 30 de setembro, com abertura às 18h00 do dia 28
Link de transmissão do evento em português: www.youtube.com/watch?v=AaJWkkfs4sg
Mais informações sobre o seminário: https://csvm.ufg.br/n/seminario
Assessoria de imprensa: Thiago Franco [email protected]

 
© UNHCR 2001-2022

Inundações devastadoras causadas por chuvas de monções mataram mais de 1.000 pessoas no Paquistão.
O ACNUR já forneceu mais de 71.000 itens de emergência às aldeias de refugiados e às comunidades anfitriãs, incluindo tendas, lonas plásticas, produtos sanitários, fogões, cobertores, lâmpadas solares e colchonetes.
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Assembleia Municipal de Terras de Bouro aprovou por unanimidade estratégia para habitação ⋆ RÁDIO ALTO AVE – SAPO

No passado dia 24 de setembro, o Salão Nobre dos Paços do Concelho de Terras de Bouro, acolheu a quarta sessão ordinária deste ano da Assembleia Municipal.
A sessão ficou marcada pela apresentação das obras em curso, projetos e candidaturas em andamento, nomeadamente, a requalificação da EM 536 entre Moimenta/Chorense/ Balança/Ribeira e Souto, o projeto da Eficiência Energética para edifícios municipais e sedes das juntas de freguesia; a Ecovia de Souto em fase de concurso no valor de 400.000, euros e a apresentação da Estratégia Local de Habitação no Município de Terras de Bouro que terá por objetivos os seguintes pontos:
• Assegurar o Acesso a uma Habitação Condigna de Todas as Famílias do Concelho;
• Estimular a Reabilitação Urbana e Habitacional;
• Apostar na Habitação para Promover o Desenvolvimento e a Qualidade de Vida.
As deliberações constantes da ordem de trabalhos foram:
Av. Prof. Carlos Teixeira, 44 1º Andar Loja 10
4850 – 527 Vieira do Minho
Telf.: 253 647 755 / 253 647 077
geral@radioaltoave.pt

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Associações em guerra sobre restrição à competição para a concessão do Porto de Itajaí – Agência iNFRA

Agência Infra
Infraestrutura com informação
Dimmi Amora, da Agência iNFRA
Associações empresariais de Santa Catarina e a ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários), uma das maiores associações de empresas do setor portuário do país, estão em guerra por causa da proposta de concessão do Porto de Itajaí (SC).

A ABTP apresentou contestação a parte da proposta do governo para a concessão do porto catarinense, pedindo que sejam impostas maiores restrições à participação dos dois maiores armadores (donos de navios), Maersk e MSC, na concessão e também às suas empresas coligadas no setor portuário, TiL e APM Terminals.

O documento da ABTP foi encaminhado à agência, ao governo e também ao ministro relator no TCU (Tribunal de Contas da União), Walton Alencar, que analisa os estudos para a concessão do porto, o que o governo espera fazer ainda neste ano. 

A associação alega que a restrição imposta pelo governo no leilão para a futura concessão, dos armadores não poderem atuar em consórcio nessa disputa, será insuficiente para evitar os problemas de concentração de mercado que o próprio estudo indica que poderá ocorrer.

A alegação é que os dados do estudo que baseou a concessão estão defasados e, atualmente, o volume de carga conteinerizada que essas duas empresas movimentam juntas ou em parceria está maior que o do período considerado no levantamento. Por isso, a necessidade de uma maior restrição para evitar o que a associação considera a formação de um oligopólio no setor.

Discriminação arbitrária
Mas a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) reagiu ao pedido da ABTP, criticando o documento. Segundo a carta assinada pelo presidente da associação, Mário Cézar de Aguiar, o próprio TCU tem regras pelas quais não é possível impor discriminação arbitrária em licitações.

A federação defende que ter a garantia de linhas de navios para os principais portos do mundo com custos competitivos é essencial para o estado e para o Brasil se desenvolverem. E defende, ainda, que é necessário defender a livre concorrência e garantir a atuação da agência reguladora “contra abusos”.

Egídio Martorano, secretário-executivo da Câmara de Transporte e Logística da Fiesc, diz que o oligopólio no setor de transporte marítimo é mundial e que não será resolvido com a concessão de Itajaí. Para ele, será preciso ter o processo aberto e usar a agência para coibir abusos.

Ele diz ainda que a eficiência na operação verticalizada em Santa Catarina é notória e que, sem ela, pode haver prejuízo tanto para a indústria local como para o comércio de todo o país.

Alerta
O presidente da ABTP, Jesualdo Silva, disse que esteve num evento na semana passada no estado para alertar à federação das indústrias sobre o risco com o modelo de verticalização no setor de contêineres.

Ele ressaltou que a associação não é contrária à participação de outros armadores na disputa e à verticalização quando a carga pertence ao operador dos terminais. Mas, segundo ele, no caso específico já está demonstrando que há desvio de carga para beneficiar os terminais dos próprios armadores, o que aumenta o custo do transporte. Para ele, não há “remédios regulatórios” que resolvam o problema depois que ocorrerem.

Preocupação com a transição
O processo de privatização do Porto de Itajaí enfrenta resistência também na prefeitura local, que é a autoridade portuária. A prefeitura quer manter o modelo atual, de autoridade portuária pública com arrendamento de área.

O Cofem (Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina) manifestou preocupação tanto com o pedido da ABTP como também com a forma como a prefeitura está fazendo a transição do contrato com o atual arrendatário, a APM Terminals, que vence no fim do ano.

Documento encaminhado pela organização a órgãos do governo alerta para problemas na forma como a licitação para a escolha do novo operador está sendo realizada pelo governo municipal, sob risco de a operação portuária ser paralisada na cidade.

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Richarlison se pronuncia após ser alvo de racismo: "Enquanto não punirem, vai continuar assim" – QUEM Acontece

Richarlison se pronuncia após caso de racismo (Foto: Reprodução/Twitter)
O jogador Richarlison, de 25 anos, se pronunciou em seu Twitter após ser vítima de racismo no jogo entre Brasil e Tunísia nesta terça-feira (27). Após marcar seu gol na partida, que terminou em 5 a 1 para o Brasil, foi arremessada uma banana em direção a Richarlison e durante a comemoração, o que ele lamentou e cobrou justiça.
ASSISTA AO VÍDEO:
“Enquanto ficarem de ‘blá, blá, blá’ e não punirem, vai continuar assim, acontecendo todos os dias e por todos os cantos. Sem tempo, irmão! #racismonão”, escreveu Pombo.
Seguranças do estádio Parc des Princes, em Paris, tentaram identificar o torcedor que jogou a banana, mas até o momento ninguém foi identificado. Uma câmera da análise de desempenho da CBF filmou o momento e poderá divulgar após a partida. No terceiro gol, marcado por Raphinha, mais objetos foram arremessados no campo. O jogador recolheu e entregou ao juiz.
Richarlison se pronuncia após caso de racismo (Foto: Reprodução/Twitter)
Richarlison também repostou a frase da exibida pelos jogadores antes da partida, que diz “Sem nossos jogadores negros, não teríamos estrelas na camisa. A Seleção brasileira é contra o racismo”.
A mensagem da CBF foi compartilhada após Vini Jr. ser alvo de racismo por comemorar gols fazendo dancinhas, onde uma TV espanhola disse que se ele “quisesse dançar e ‘fazer macaquice’, que fosse ao sambódromo no Brasil”. Após a repercusão, o atleta também se pronunciou: “Dizem que felicidade incomoda. A felicidade de um preto brasileiro, vitorioso na Europa, incomoda muito mais. Mas a minha vontade de vencer, meu sorriso, meu brilho nos olhos são muito maiores do que isso. Fui vítima de xenofobia e racismo numa só declaração”.
Richarlison se pronuncia após caso de racismo (Foto: Reprodução/Instagram)

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Para adolescentes novo presidente deve priorizar educação e emprego – Agência Brasil

Ex.Saúde, Presidente, Governo

Para quase mil jovens que participaram de grupos de discussão realizados pela Agenda 227, movimento da sociedade civil, o próximo presidente brasileiro deve dar prioridade a políticas de educação e de geração de emprego e renda.
Para eles, o futuro presidente deve investir na qualidade de ensino, valorizar os professores e melhorar a infraestrutura nas escolas, além de incluir iniciativas de combate à discriminação. Também é preciso investir, de forma urgente, em programas de emprego e de geração de renda para aqueles que concluíram o ensino médio. Os jovens também defendem igualdade de oportunidades para todos.
E sustentam ainda que o próximo presidente deve combater efetivamente o trabalho infantil e prevenir a violência. Para eles, as maiores violações aos direitos dos jovens são registradas na educação e ocorrem também com a exploração da mão de obra infantil e a discriminação, na segurança pública e na saúde. Muitos lembram aqueles que precisam deixar de estudar para trabalhar e ajudar no sustento da casa.
Participaram do estudo, realizado nos meses de abril e maio, 947 adolescentes e jovens de várias regiões brasileiras. A pesquisa foi conduzida pelo Grupo de Trabalho de Profissionalização e Acesso ao Mundo do Trabalho da Agenda 227, composto pelo Unicef, América Solidária, Instituto Aliança com o Adolescente e Rede Cidadã.
O resultado dos grupos de discussão vai complementar o Plano País para a Infância e a Adolescência. O documento com 148 propostas que foi entregue aos candidatos à Presidência da República.
*Com informações da Agência Brasil
Edição: Agência Brasil

Como não há regulamentação sobre o tema, a proibição da venda de bebidas alcoólicas costuma ser definida pelas secretariais de segurança ou pela Justiça Eleitoral.

A meta é imunizar contra a paralisia infantil 95% do público-alvo, formado por 14,3 milhões de crianças menores de 5 anos.

Segundo a Fiocruz e a Unifase, são 678 bebês e crianças menores de cinco anos que foram hospitalizados com Covid-19 no Brasil apenas entre 14 de agosto e 10 de setembro, quase o dobro dos 387 maiores de 60 anos 

A Santa Casa iniciou uma campanha de doação de órgãos com objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância desse ato e de sensibilizar a população a conversar com familiares e amigos sobre o assunto.

A Organização Mundial da Saúde alerta que as doenças crônicas não transmissíveis as DCNT ultrapassam as doenças infecciosas e causam quase 75% das mortes globais, com 41 milhões de vítimas a cada ano.

As seções especiais de votação vão ser montadas em estabelecimentos penais e em unidades de internação de 19 estados e no Distrito Federal.
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Seleção do Brasil denuncia ato de racismo contra Richarlison – Renascença

28 set, 2022 – 10:51 • Redação com Lusa
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) denunciou um ato de racismo cometido na terça-feira, em Paris, quando um adepto atirou uma banana a Richarlison durante um jogo da seleção.
“A CBF reforça a sua posição contra a discriminação e repudia veementemente mais um capítulo do racismo no futebol”, disse o organismo no Twitter, após a vitória do Brasil, por 5-1, sobre a Tunísia, no último jogo amigável de preparação para o Mundial do Qatar 2022.
A banana foi arremessada quando Richarlison celebrava o terceiro golo do Brasil, aos 19 minutos. O momento foi gravado em vídeo e partilhado nas redes sociais. A própria CBF publicou fotos do sucedido.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, também expressou o seu “repúdio” pelo ato de racismo e recordou que todas as pessoas são “iguais, independentemente da cor, raça ou religião”.
Antes do início da partida, a seleção brasileira levou para o campo de Paris uma faixa com a mensagem “sem os nossos jogadores negros, não teríamos estrelas nas nossas camisas”, em homenagem aos jogadores negros que brilharam nos cinco títulos mundiais do Brasil.
“Combater o racismo não é uma causa, mas é uma mudança fundamental para varrer este tipo de crime do planeta. Insisto em dizer que as punições têm de ser mais severas”, disse Rodrigues.
Vários jogadores brasileiros foram vítimas de atos de racismo, mais recentemente em Espanha, onde insultos racistas foram lançados a Vinicius Junior por um jornalista e fãs rivais antes do jogo do Real Madrid contra o Atlético de Madrid.
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Afroconveniente ou afroindecente? – Folha

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Jornalista especializada em comunicação pública e coordenadora da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPÚBLICA) – Seção Distrito Federal.
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O maestro Tom Jobim tinha razão ao afirmar que o Brasil não é um país para principiantes. Não por acaso, a eleição com o maior número de candidaturas de pretos e pardos segundo os registros do TSE (o percentual de candidatos autodeclarados negros superou o de brancos) é também a primeira em que os partidos foram obrigados a destinar verba de campanha proporcionalmente às candidaturas negras.
O que à primeira vista pode parecer motivo para comemoração, uma evolução rumo à construção de uma democracia racial, na prática tem se mostrado reflexo de uma sociedade racista a ponto de fraudar uma política pública voltada à população negra.
Em tempos de pós-verdade, em que um número considerável de pessoas tende a construir uma realidade própria e alheia aos fatos, o que não falta é político camaleão concorrendo a senador, governador e aos parlamentos. Da eleição geral de 2018 para cá, são tantos os candidatos que mudaram de cor para não correr o risco demudar o status quo —”deixaram de ser brancos“— que fica difícil não ver nisso uma atitude afroconveniente. Ou, como classifica o professor Hélio Santos, “afroindecente”.
Para quem não sabe do que se trata, é a evocação de uma pretensa ascendência africana com a intenção de tirar proveito de uma ação afirmativa que deveria beneficiar a parcela de brasileiros pretos e pardos, historicamente preteridos.
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Como bem observou o sociólogo Oracy Nogueira, o preconceito no Brasil é racial de marca, discrimina pela presença de traços e marcas aparentes, fenotípicas, principalmente pela cor da pele. Quem é preto ou pardo não precisa “se sentir”, pois a sociedade faz questão de deixar a negritude evidente por meio do desrespeito, do preconceito, da desconfiança, da discriminação, do ódio gratuito, da falta de oportunidades, da crueldade.
Sobretudo quem é negro sabe que nunca poderá “se dar ao luxo” demudar de cor para “sentir-se branco”.

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Visão do Correio: Extrema-direita é ameaça à Europa – Correio Braziliense

Há motivos de sobra para o comando da União Europeia e o restante do mundo civilizado verem com muita cautela a vitória do partido da ultradireitista Giorgia Meloni, o Irmãos de Itália, nas eleições realizadas no domingo. Ainda que a futura primeira-ministra, que foi formada na escola do fascismo, tenha moderado o tom nas últimas semanas de campanha e contrariado um de seus principais aliados, Matteo Salvini, e se posicionado contra a Rússia na invasão à Ucrânia, sua gestão é uma incógnita. E, mais importante, não se sabe até que ponto ela está disposta a trabalhar por uma Europa dominada pela extrema-direita.
Não é de hoje que esse movimento extremista vem ganhando corpo na Europa. Deu as caras na França, na Alemanha, na Áustria e na Espanha. Alojou-se no comando de países periféricos, como Hungria e Polônia. Avançou sobre o governo da Suécia e já tem a terceira maior bancada no Parlamento de Portugal. Agora, dará as cartas na Itália, 100 anos depois de Benito Mussolini ascender ao poder por meio do movimento denominado a Marcha sobre Roma. Foi dali que nasceu o fascismo no qual vários países bebem na fonte e cujo lema é “Deus, pátria e família”.
Terceira maior economia da União Europeia e uma das fundadoras da zona do Euro, a Itália não pode ser olhada com descaso. Muito pelo contrário. Como ressaltou o escritor Roberto Saviano, a ascensão da ultradireita italiana assusta por muitos motivos. O país sempre foi um tubo de ensaio para aberrações que custaram caro ao mundo. Gerou Mussolini antes de Adolf Hitler. Foi o nascedouro do terror esquerdista com as Brigadas Vermelhas, onda que varreu a Europa nos anos de 1970. Pariu Silvio Berlusconi e o Movimento 5 Estrelas, embriões de Donald Trump.
São muitas as justificativas apontadas por especialistas para explicar a vitória da extrema-direita na Itália e seu crescimento na União Europeia. O país a ser chefiado por Giorgia Meloni é o mais afetado pela imigração, alimentando a xenofobia e o racismo. O empobrecimento da população é claro, e os mais atingidos, homens da classe média baixa, culpam os “estrangeiros invasores por seus martírios”. A Itália não cresce há décadas, carrega uma dívida pública imensa e enfrenta o inverno demográfico, ou seja, o envelhecimento da população. Mais recentemente, deparou-se com uma elevada inflação, que atormenta as famílias. Muitos desses problemas se replicam pela Europa.
A cúpula da União Europeia, que busca manter a região aberta à imigração e à integração e tenta evitar a implosão do modelo de bem-estar social construído no pós-guerra, acredita que tem instrumentos para evitar uma ruptura da Itália com o bloco. O país foi contemplado com um plano de socorro de 200 bilhões de euros (R$ 1,1 trilhão) e é beneficiado por um mecanismo que limita os juros que incidem sobre um endividamento que supera os 150% do PIB. Abrir mão disso significa empurrar a Itália para o abismo, o que não interessa a Meloni, pois resultaria na sua queda.
Nada disso, porém, garante que a extrema-direita italiana se comportará dentro dos limites. Há um movimento coordenado por trás dessa radicalização, que levou, por exemplo, ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia. Esse processo de desestruturação da Europa interessa, sobretudo, a Vladimir Putin, o todo-poderoso da Rússia e amigo de primeira hora de dois dos principais aliados de Meloni, Salvini e Berlusconi. Para Bruxelas, onde está o comando da UE, a hora é de manter os pés no chão e dar um voto de confiança ao futuro governo da Itália. Mas é confiar desconfiando, pois a extrema-direita não brinca em serviço.
 

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Índia. Professor acusado de espancar aluno até à morte por erro ortográfico – SAPO Lifestyle

Nikhil Dohre foi espancado com uma vara ao pontapé pelo seu professor do ensino básico até ficar inconsciente por ter escrito errado uma palavra numa prova no início do mês, segundo a denúncia apresentada pelo pai.
O jovem de 15 anos morreu na segunda-feira num hospital do norte do estado de Uttar Pradesh por causa dos ferimentos. O professor está foragido.
“Está em fuga, mas prendê-lo-emos em breve”, disse à AFP o oficial de polícia Mahendra Pratap Singh.
Dohre era membro da comunidade Dalit, que está na base do sistema de castas da Índia e está sujeita a preconceito e discriminação há séculos.
Centenas de pessoas saíram às ruas na segunda-feira depois de as notícias da morte de Dohre se espalharam no distrito de Auraiya, onde o incidente ocorreu.
A multidão exigiu a prisão do professor e incendiou uma viatura da polícia. Uma dúzia de manifestantes foram detidos, disse Singh.
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