Órgão de discriminação racial da ONU pede que EUA façam mais sobre acesso ao aborto – Época NEGÓCIOS

Manifestantes pró-aborto em protesto em Washington D.C. (Foto: Gayatri Malhotra/Unsplash)
Um comitê da ONU condenou nesta terça-feira a derrubada do direito constitucional ao aborto nos Estados Unidos, dizendo que a decisão atinge mais duramente as minorias raciais e étnicas e pediu ao governo norte-americano que tome medidas de mitigação.
O Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação Racial disse estar “profundamente preocupado” que a decisão da Suprema Corte dos EUA de junho, que encerrou o direito nacional ao aborto, tenha um “impacto díspar na saúde sexual e reprodutiva e nos direitos das minorias raciais e étnicas, especialmente naqueles de baixa renda.”
A integrante do comitê Pansy Tlakula disse que o comitê de 18 membros pediu aos EUA durante as consultas em Genebra neste mês para tomar medidas específicas para impedir que mulheres e prestadores de serviços de aborto sejam processados na esfera criminal.
“Houve uma vontade dos Estados Unidos de analisar algumas das questões que levantamos com eles”, disse ela em uma coletiva de imprensa, dizendo que pediu a Washington que relatasse o progresso na questão dentro de um ano.
O órgão também pediu reparações para norte-americanos negros, como parte de um esforço mais amplo para lidar com séculos de escravidão, e disse que os EUA foram receptivos à ideia, possivelmente por meio de legislação ou de decretos presidenciais.
O presidente dos EUA, Joe Biden, já havia manifestado apoio à ideia de um estudo sobre reparações para os descendentes de escravizados. Tais medidas foram usadas no passado para compensar grandes dívidas morais e econômicas, por exemplo, com nipo-americanos confinados durante a Segunda Guerra Mundial, mas pesquisas sugerem que a ideia não é muito popular e pode custar trilhões de dólares.
“Teria sido impossível ter um diálogo honesto e interativo com os Estados Unidos sem incluir a questão da justiça reparatória”, disse a presidente do comitê, Verene Shepherd.
A Casa Branca não respondeu imediatamente para comentar as conclusões do grupo.
As recomendações vêm de uma equipe de 18 especialistas independentes em direitos que revisam o registro de cada um dos 182 Estados Partes da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial a cada poucos anos. Existem procedimentos oficiais de acompanhamento, mas não há sanções para os estados não conformes.

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Racismo e distúrbios sob investigação da UEFA no Marselha-Frankfurt – RTP

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A UEFA anunciou hoje a abertura de um processo disciplinar contra Marselha e Eintracht Frankfurt por várias infrações, entre elas racismo pelos adeptos alemães, nas bancadas do jogo de terça-feira para a Liga dos Campeões de futebol.

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Patrocinador ameaça deixar Suns caso franquia mantenha Robert Sarver – The Playoffs

robert sarverPatrocinadora do Phoenix Suns, a empresa PayPal ameaçou deixou a equipe se o proprietário Robert Sarver continuar fazendo parte da franquia quando sua suspensão terminar. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (16), quando a empresa também lembrou a equipe que o vínculo contratual entre as partes termina após a temporada 2022-23, o que significa que expirará durante a suspensão de um ano de Sarver da NBA.
Robert Sarver acabou suspenso pela liga essa semana e multado em US$ 10 milhões, depois que uma investigação apontou que o dirigente violou as políticas relativas a condições no ambiente de trabalho para funcionários das franquias.
Sarver foi acusado em 2021 de racismo, assédio sexual e discriminação de gênero por mais de 70 funcionários e ex-funcionários dos Suns e Mercury. A NBA diz ter indícios de que ele “claramente violou” as regras de conduta da liga.

Em um comunicado, o presidente e CEO do PayPal, Dan Schulman, destacou o “forte histórico de combate ao racismo, sexismo e todas as formas de discriminação” de sua empresa e disse que a conduta de Sarver é “inaceitável e em conflito com os valores da empresa”.
“À luz das descobertas da investigação da NBA, não renovaremos nosso patrocínio se Robert Sarver continuar envolvido com a organização Suns, depois de cumprir sua suspensão”, disse Schulman.
Schulman disse ainda que o PayPal continuará apoiando a equipe, seus jogadores “e os talentos experientes e diversificados que agora lideram a organização”, incluindo o técnico Monty Williams, o gerente geral James Jones, o gerente geral assistente Morgan Cato e o vice-presidente sênior de pessoas e cultura Kim Corbitt.
A declaração do PayPal veio um dia depois que o vice-presidente dos Suns, Jahm Najafi, pediu a renúncia de Sarver, dizendo que deveria haver “tolerância zero” para conduta lasciva, misógina e racista em qualquer local de trabalho. Alguns jogadores, incluindo o armador de Phoenix Chris Paul e a estrela do Los Angeles Lakers LeBron James, também disseram que as sanções da NBA a Sarver não foram suficientemente longe.
O PayPal está sediado em San Jose, Califórnia. A plataforma de tecnologia e empresa de pagamentos digitais também é parceira do Phoenix Mercury da WNBA e de um time de futebol espanhol, ambos de propriedade de Sarver.
(Foto: Reprodução Twitter/Phoenix Suns)

Rafael Barbosa
@rafaelstbarbosa
Jornalista e redator publicitário, paulista, mas com raízes no Sul de Minas Gerais, 33 anos e amante de esportes em geral, com destaques para soccer, NBA e NFL. Torcedor fanático do Los Angeles Lakers, do New England Patriots, do Corinthians e com carinho especial pela seleção holandesa de futebol. Fã incondicional das lendas Kobe Bryant, Tom Brady e Dennis Bergkamp. Kobe foi mais completo que LeBron e Brady mais completo que Peyton Manning. Por fim, não vi Pelé, mas vi Bergkamp e aquele gol contra a Argentina em 98.
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Irving diz que Nets precisavam da derrota contra os Celtics nos playoffs
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NBA e NBPA discutem regredir idade de elegibilidade para o Draft em novo acordo trabalhista

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UEFA: Ceferin pede «ação conjunta» para melhorar o desporto – Maisfutebol

O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, pediu esta quinta-feira «ação conjunta» em prol de um desporto melhor, da luta contra o doping e contra a discriminação à proteção de jogadores e adeptos.
«Uso esta oportunidade para lembrar todos de que os desafios que a sociedade enfrenta não podem ser ultrapassados com ação individual, mas com trabalho conjunto», referiu o dirigente do organismo máximo do futebol europeu.
Numa mensagem em vídeo, o esloveno destacou como «liderar pelo exemplo é o principal princípio da boa governança», com a UEFA como «um parceiro de sempre» na luta pela integridade no desporto.
«Sabemos quanto tem de ser ainda feito, para proteger a saúde e dignidade de jogadores, adeptos e competições. Isto são as batalhas nas quais vamos vencer», acrescentou.
Sobre o trabalho da instituição que lidera, apontou a «luta contra o doping, a manipulação de resultados e discriminação», bem como a parceria com a SIGA, que organizou a Sport Integrity Week na qual o vídeo foi divulgado, em Cascais.

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Putin ignora generais e Rússia fica dependente de voluntários – Observador

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Siga o tópico Guerra na Ucrânia e receba um alerta assim que um novo artigo é publicado.
O Instituto para o Estudo da Guerra asssegura ter provas de que as Forças Armadas russas estão a recorrer cada vez mais a voluntários e mercenários em vez de unidades convencionais.
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Ao mesmo tempo, denuncia o relatório, mantêm-se as situações de discriminação dentro de alguns regimentos, em que, por exemplo, os líderes chechenos destacam não-chechenos para partir para a linha da frente
SERGEI BOBYLEV / SPUTNIK / KREMLIN POOL/EPA
Ao mesmo tempo, denuncia o relatório, mantêm-se as situações de discriminação dentro de alguns regimentos, em que, por exemplo, os líderes chechenos destacam não-chechenos para partir para a linha da frente
SERGEI BOBYLEV / SPUTNIK / KREMLIN POOL/EPA
Siga aqui o nosso liveblog sobre a guerra na Ucrânia:
Central nuclear no sul da Ucrânia atacada com míssil horas antes de Kremlin rejeitar acusações de crimes de guerra em Izium. “É o mesmo cenário que em Bucha. É uma mentira”, diz Peskov

O Instituto para o Estudo da Guerra acredita que o Presidente russo, Vladimir Putin, está a ignorar os altos comandos militares e é cada vez mais dependente de voluntários e mercenários para manter a invasão na Ucrânia.
No seu mais recente relatório, o Instituto para o Estudo da Guerra (ISW, na sigla em inglês), um think tank com sede em Washington, diz ter provas de que as Forças Armadas russas estão a recorrer cada vez mais a voluntários e mercenários, em vez de unidades convencionais, como resultado de um difícil relacionamento entre o Kremlin e os seus generais.
Esta situação estará a causar desconforto entre os altos comandos militares russos, que se sentem cada vez menos ouvidos pelo Presidente, em particular nesta fase do conflito, quando a Ucrânia procura a contra-ofensiva na região de Kharkiv.
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O relacionamento difícil de Putin com o comando militar russo pode explicar, em parte, o foco crescente do Kremlin no recrutamento de voluntários mal preparados para unidades irregulares ad hoc, em vez de usar reservas de substituição para unidades regulares de combate russas”, explica o ISW no seu relatório.
O documento cita uma mensagem de um especialista russo que dá conta de que o 4.º Regimento do Exército iniciou a formação de novos soldados a partir de unidades regionais de voluntários, bem como de prisioneiros nas regiões ocupadas de Donbass.
“A formação destas unidades ad hoc criará mais tensões, desigualdade e uma total falta de coesão entre as forças”, avisa o ISW, que cita fontes ucranianas e russas que relatam casos em que as Forças Armadas russas estão a recusar-se a pagar bónus de alistamento ou a recusar tratamento médico a militares na reserva, provocando o descontentamento entre estes setores militares.
Ao mesmo tempo, denuncia o relatório, mantêm-se as situações de discriminação dentro de alguns regimentos, em que, por exemplo, os líderes chechenos destacam não-chechenos para partir para a linha da frente.
Por outro lado, há também relatos de “problemas comportamentais entre os prisioneiros recrutados”, o que está a provocar dificuldades adicionais de coordenação entre unidades militares russas.
Sobre a contra-ofensiva ucraniana que decorre neste momento a oeste da cidade de Kherson, o ISW diz reconhecer sinais de que “as forças russas estão a tentar realizar uma retirada mais deliberada e controlada (…) para evitar a fuga caótica que caracterizou o colapso das posições defensivas russas em Kharkiv, no início deste mês”.
A diferença, dizem os especialistas do think tank norte-americano, deve-se ao facto de as forças russas nos arredores de Kherson “demonstrarem um desempenho significativamente melhor” do que as forças que estavam em Kharkiv.
O ISW diz que as forças russas tentam tudo para “retardar a progressão” da contra-ofensiva ucraniana e cita um estratego russo que, nas redes sociais, disse que o comando russo emitiu, na passada semana, uma ordem de não-retirada para todas as unidades no Donbass.
Kharkiv. O plano ucraniano que afugentou os russos
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Justiça condena INSS a fornecer salário-maternidade a mãe não gestante – InfoMoney

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Não deve haver discriminação para fins de pagamento do benefício decorrente da origem do vínculo que une a segurada aos filhos dela, decide juiz federal
Uma mulher, mãe não gestante de gêmeos, obteve no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, com sede em São Paulo, salário-maternidade pago pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A mulher disse nos autos que solicitou o benefício de licença-gestante, primeiro, à sua empregadora, mas teve o pedido negado sendo recomendado a ela que procurasse a oferta do benefício no INSS.
Já no INSS, o requerimento para o benefício não pôde seguir trâmite, e a solicitante foi mais uma vez orientada a fazê-lo junto ao seu empregador.
Na análise do processo, o juiz federal Fabiano Lopes Carraro, da 7ª Vara-Gabinete do Juizado Especial Federal de São Paulo, afirmou que o sistema do INSS e os departamentos de recursos humanos/jurídicos das empresas não estão preparados para atender à nova realidade que se impõe na sociedade brasileira.
“Exsurge desse vexatório jogo de empurra a pretensão resistida a autorizar o ajuizamento da ação e o conhecimento da matéria pelo Poder Judiciário, como último refúgio da cidadania.”
Fabiano Carraro destacou que o benefício precisa ser concedido para zelar do interesse dos gêmeos recém-nascidos, “ainda mais quando existe prova nos autos que demonstram que, embora mãe não gestante, terá atuação destacada na nobre missão de amamentação de seus filhos”.
Em seu despacho, o magistro salientou que, segundo as Leis nº 10.421/2002 e nº 12.873/2013, não deve haver qualquer discriminação para fins de pagamento do salário-maternidade decorrente da origem do vínculo que une a segurada aos seus filhos — seja ele sanguíneo ou adotivo.
“A nova legislação, embora bem-vinda, não foi suficiente para debelar, por si, outra forma não menos odiosa de discriminação: aquela atrelada à orientação sexual dos segurados e, por extensão, às mais modernas formas de exercício da parentalidade”, observou.
O juiz federal acrescentou ainda que se trata de segurada não gestante e não adotante. “É preciso reconhecer que a maternidade, na sociedade moderna, abrange a situação retratada nestes autos.”
“A manutenção do estado de coisas, sem a proteção da tutela judicial, imporá à autora o imediato retorno às suas atividades em sua empregadora, privando-a do contato permanente com os recém-nascidos”, destacou.
Para o juiz federal, a lei previdenciária deve ser interpretada de maneira a ver contida a maternidade exercida pela mãe não gestante, dando a ela a mesma proteção social “rotineiramente conferida às formas mais tradicionais”, disse.
Ainda de acordo com o juiz federal, “trata-se de interpretação constitucionalmente adequada, à luz da isonomia, pois é discriminatória a exclusão de toda e qualquer forma de maternidade da proteção previdenciária”.
O magistrado deferiu, no dia 6 de setembro, a tutela de urgência e determinou ao INSS a imediata implantação do benefício à autora da ação.

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Estudante denuncia caso de racismo em escola de Araraquara – ACidade ON – Araraquara, Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos

Um estudante, de 17 anos, procurou o Plantão Policial na última sexta-feira (16) para denunciar ter sido vítima de injúria racial praticada dentro da sala de aula, na escola estadual Professora Letícia de Godoy Bueno, na Vila Sedenho, em Araraquara.

À Polícia, o jovem relatou que na apresentação de uma nova aluna para os integrantes da sala foi chamado de “macaco, chimpanzé e escravo” e caso não saísse da frente seria queimado “na senzala”. A vítima foi apresentada como “macaco”, enquanto uma aluna loira “humana”.

No registro da ocorrência, acompanhado de sua mãe, o rapaz ainda disse não ser a primeira vez que os estudantes se utilizam de agressões racistas contra seus colegas de classe. Segundo ele, outro colega foi chamado de “gorila” pela dupla de agressores.
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Procurada, a secretaria de Estado da Educação disse repudiar qualquer ato de racismo dentro ou fora do ambiente escolar. Segundo a Seduc, assim que a direção da escola soube do episódio chamou os responsáveis para uma reunião de mediação.

“Durante esta semana os estudantes envolvidos irão acompanhar as aulas pelo Centro de Mídias de São Paulo. O estudante agredido está acompanhando as aulas normalmente e recebendo acolhimento”, informou em nota.

 
A secretaria de Educação reforçou ainda que o programa Psicólogos na Educação está à disposição do aluno, se autorizado por seus responsáveis. O caso, segundo o Estado, foi inserido em plataforma para registrar as ocorrências escolares, chamado Conviva-SP.

“As diretrizes da Trilha Antirracista, presente em todas as escolas da rede estadual, seguem sendo reforçadas. Com o ocorrido, a gestão e professores da unidade já realizam estratégias para atividades pedagógicas antirracistas voltadas para todos os alunos, tais como: roda de conversa, ação de conscientização e amplo diálogo na unidade escolar; bem como trabalho de aprendizado sobre vocabulário antirracista com estudantes e colaboradores”, completou.
 
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Conheça 16 torcidas LGBT de futebol de todas regiões do Brasil – Guia Gay São Paulo

Elas não querem apenas o gol. As torcidas LGBT de times de futebol no Brasil exigem estádios e sociedade em que possam dar força às suas agremiações de coração sem serem vítimas de preconceito. 
Curta o Guia Gay no Instagram
Nos últimos anos, a mobilização por essa causa tem ganho muito espaço. Isso pode ser verificado tanto pelo aumento do número de coletivos com esse objetivo quanto pela criação do Canarinhos LGBTQ+, que as reúne. 
Muita coisa tem avançado. Seguem os anos em que times postam mensagens nas redes sociais a favor da inclusão de LGBT, alguns deles convidaram as torcidas LGBT para dialogar, há crescimento no número de casos de homofobia analisados pela Justiça Desportiva e até a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) hoje debate o assunto. 
E se você quer fazer o respeito entrar em campo e levantar as cores do seu time, veja abaixo 16 grupos que desejam a vitória da diversidade e una-se ao grito por igualdade.
LGBTricolor
Coletivo de torcedores do Bahia fundado em setembro de 2019. Dentre suas conquistas, está o manifesto feito durante as eleições do clube com o compromisso de diversos pontos relacionados ao respeito à população LGBT. Das dez candidaturas, nove assinaram. 
Marias de Minas
Reúne fãs do Cruzeiro, de Minas Gerais. Fundado em 2019, já contou com parcerias com o Estádio do Mineirão, América-MG, o time gay Bharbixas e Estádio do Independência.
Papão Livre
Defende as cores arco-íris do Paysandu, do Pará. Fundado em 15 de maio de 2015, surgiu como ideia do jogador Gleyson, que achava fundamental livrar o time da discriminação.
Tigrão LGBT
Impulsiona o Vila Nova, de Goiás. Recente, fundado ano passado, o grupo pretende reunir torcedores para ser referência no combate à discriminação contra LGBT no futebol do centro-oeste brasileiro.
Orgulho Rubro Negro
Grupo de torcedores do Vitória, clube baiano. Criado em dezembro de 2019, seu objetivo é participar ativamente nos espaços deliberativos do time para garantir o direito de torcer sem ser insultado, agredido e/ou expulso por conta da orientação sexual e/ou identidade de gênero.
Vasco LGBTQ+
vasco camiseta arco-íris gay

Nasceu em julho de 2020. Recentemente, foi acionado pela atual gestão do time para falar e participar do setor de história e responsabilidade social. O clube quer combater não só a discriminação contra LGBT como também o racismo e o sexismo.
Vozão Pride
O coletivo que torce pelo Ceará Sporting Club surgiu em janeiro de 2020 e não possui apoio direto do time. Seu objetivo é criar espaço confortável e acolhedor no qual todos os torcedores alvinegros possam conversar sobre futebol sem sofrerem desrespeito.
Torcida Porcoíris
O verde do Palmeiras, de São Paulo, ganha o arco-íris com esse agrupamento fundado em 2019. Tem placar favorável por ter boa relação com a diretoria do clube. Uma das conquistas do coletivo foi a colocação da bandeira da Porcoíris no Allianz Parque por dois jogos, algo inédito.
Furacão LGBT
A força do Clube Athletico Paranaense conta com esse grupo. Surgiu em 2019, quando o seu fundador foi ao estádio com o namorado e se sentiu incomodado com olhares e atitudes desconfortáveis de outros torcedores. O coletivo já conseguiu fazer com que o Athletico se posicionasse contra a homofobia.
Frasqueira LGBTQ
Formado por torcedores do ABC, do Rio Grande do Norte. Criado em 2020 depois de nota de conteúdo homofóbico lançado por torcida organizada do time e que tomou proporção nacional. 
Coral Pride
Dá força ao Santa Cruz Futebol Clube, de Pernambuco. Formado em 2020 logo após o aniversário da agremiação. Tem como base de atuação ajudar a formar outras torcidas no Estado com o mesmo propósito.
Leões com Orgulho
Coletivo de torcedores LGBT do Clube do Remo, do Pará. Criado em 2021, possui o objetivo de "busca criar diálogos, sensibilizar e lutar por vitórias, como a que cada LGBT, individualmente, teve ao se reconhecer".
Fiel LGBT
Coletivo de torcedores do Corinthians, de São Paulo. Surgiu em 2019 e possui bom relacionamento com o time. Soma mais de 6 mil seguidores no Twitter.
Fla Gay
A maior torcida de futebol do Brasil tem arco-íris. A Fla Gay foi fundada em 2016 como homenagem ao primeiro agrupamento LGBT do Flamengo, de mesmo nome, criado em 1979.
Torcida LGBTQIA Botafogo
A torcida LGBT do Botafogo, time do Rio de Janeiro, foi fundada em 2020. Possui apoio do clube e está no início de captação de integrantes.
Fora da Toca
Fundado este ano, é torcida pelo América Futebol Clube de Belo Horizonte. A ideia veio de 2018, ano em que o América se posicionou fortemente para superar a discriminação contra LGBT no esporte. Graças ao apoio do clube, o grupo foi incluso em rodas de debates sobre estratégias para vencer o preconceito nas partidas do time.
 
Você já ouviu os lançamentos de artistas LGBT ou com foco na comunidade? Siga nossa playlist Rainbow Hits 2022 no Spotify que é atualizada constantemente com as melhores do ano do pop, eletrônico e MPB de várias partes do mundo.
 

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Crises globais deixam Objetivos de Desenvolvimento Sustentável "fora de alcance" – Guterres – Canal S+

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse hoje que as crises globais “atiram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para fora de alcance” e pediu unidade aos líderes internacionais para “recolocar o mundo nos eixos”.
O pedido de Guterres foi feito em Nova Iorque, na abertura do “Momento ODS”, um dos eventos mais importantes da 77.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU e visto como uma oportunidade para reorientar a atenção para os objetivos da Agenda 2030 das Nações Unidas.
Guterres avaliou que os ODS estão cada vez mais longe de serem atingidos, com o mundo em “grande perigo”, afetado por “conflitos e catástrofes climáticas, “desconfiança e divisão”, “pobreza, desigualdade e discriminação”, “aumento dos custos de alimentos e energia”, “desemprego e rendimentos em declínio”, “deslocamentos em massa”, “efeitos contínuos de uma pandemia global” e “falta de acesso a financiamento para os países em desenvolvimento recuperarem da maior crise numa geração”.
“Diante de tais perigos, é tentador deixar de lado as nossas prioridades de desenvolvimento de longo prazo, deixá-los para tempos mais favoráveis. Mas o desenvolvimento não pode esperar”, frisou, apontando para a urgência de avanços na Educação, emprego digno, igualdade total para mulheres e meninas, Saúde, ação climática significativa e proteção da biodiversidade.
De acordo com o ex-primeiro-ministro português, os jovens – e as gerações futuras – exigem ação por parte dos líderes internacionais e “não podem ser dececionados”.
Num momento em que chefes de Estado e de Governo de todo o mundo se encontram reunidos na sede da ONU, em Nova Iorque, Guterres tem nessa reunião “esperança de que possam colocar a mão na roda do progresso e seguir um novo rumo”.
Numa longa lista de necessidades e objetivos, o líder da ONU advogou ser preciso um maior financiamento e investimento dos setores público e privado; uma arquitetura financeira reformada que beneficie os países em desenvolvimento através de financiamento crítico e alívio da dívida; que Governos invistam fortemente na saúde, educação e bem-estar de todas as pessoas – incluindo refugiados e migrantes; assim como uma proteção social universal expandida para proteger os cidadãos contra choques económicos, ao mesmo tempo em que aumenta a criação de empregos.
Em relação ao clima, uma das maiores prioridades de Guterres, este exortou para que seja travada a “dependência suicida de combustíveis fósseis e iniciada a transição de energia renovável em todos os países”.
“Precisamos de salvar o nosso planeta – que está literalmente a arder. Isso significa enfrentar a tripla crise planetária de colapso climático, perda de biodiversidade e poluição”, sublinhou.
Sem referir diretamente a guerra da Rússia na Ucrânia, António Guterres salientou que “acima de tudo, não pode haver futuro sustentável sem paz”.
“A tarefa diante de nós é imensa. (…) Vamos ao trabalho. Vamos colocar o nosso mundo de volta nos eixos”, conclui o chefe das Nações Unidas, apontando a necessidade de unidade perante “os perigos que enfrentamos”.
Também o presidente da 77ª Assembleia-Geral, Csaba Korosi, discursou no “Momento ODS”, avaliando que este não é um evento político comum, mas um alerta anual, um “lembrete para todos nós do que deveríamos ter feito e, mais importante, o que devemos fazer para tornar realidade a visão da Agenda 2030”.
Com um discurso mais duro do que o de Guterres, o diplomata húngaro recordou que quando os ODS foram criados, foi alcançada uma “união entre o sul e o norte do globo para um acordo histórico”, mas advogou que os Estados-Membros estão hoje a falhar nos seus objetivos.
“Aceito que tivemos a covid-19 a varrer o mundo, mas isso não pode ser desculpa para a inação nos restantes ODS”, disse.
“Precisamos de iniciativas da sociedade civil, da voz e da paixão da juventude, do apoio do setor privado mas, sobretudo, a vós, Estados-Membros, para cumprir as promessas feitas. Os 17 Objetivos Globais são a nossa ‘Lista de Tarefas’. Eles devem ser a lista de tarefas de todos os líderes nesta sala. Nós somos as pessoas que podem fazer isso”, concluiu Korosi.

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