Paulo Scott abre a 3ª Festa Literária em Jundiaí – TV Cultura

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.
Rua Cenno Sbrighi, 378 – Caixa Postal 66.028 CEP 05036-900
São Paulo/SP – Tel: (11) 2182.3000
Autor do premiado romance “Marrom e Amarelo”, Scott irá abordar temas como o colorismo, a discriminação racial e a presença negra na literatura brasileira
Ouça a entrevista com Paulo Scott!
Romancista, poeta, professor e mestre em Direito Público, Paulo Scott sustenta que “a literatura brasileira é principalmente negra”. Ele irá abordar o tema neste sábado (17), às 11h, na mesa de abertura da 3ª Festa Literária Internacional de Jundiaí, com mediação de Caroline Ferreira. Segundo Paulo Scott, a conversa será em torno de uma maturidade recente na nossa literatura, que conseguiu perceber nas vozes e no protagonismo negro a realidade brasileira. “O Brasil, na sua tragédia do mercantilismo, é um país construído em cima da escravidão”, afirma.

O escritor gaúcho é autor de “Marrom e Amarelo” (Alfaguara, 2019), sobre a história de dois irmãos marcados pela discriminação racial no Brasil. Vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura 2020, o título já foi publicado em Portugal, Inglaterra e Estados Unidos, e será lançado na Espanha, Grécia, Chile, Polônia e Países Árabes.

A Festa Literária de Jundiaí inclui temas como a mulher na literatura, a participação indígena no processo de formação do Brasil, a literatura fantástica, e várias outras atividades de formação e de incentivo à leitura. A programação vai até 25 de setembro na Biblioteca Municipal Professor Nelson Foot e em praças da cidade. Confirma a programação completa.

O programa “Estação Cultura“, com apresentação de Teca Lima, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM e 77.9 FM estendida, de segunda a sexta-feira, às 10h. O programa é transmitido também na Rádio Cultura Brasil AM 1200 e no aplicativo Cultura Digital.
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Parada LGBTI+ do Rio prepara volta após pandemia e dificuldades – Istoé Dinheiro

Giro
Agência Brasil


“Mesmo nos momentos de discussão da insegurança alimentar, acabávamos no fim da fila. Entendemos que agora é um momento estratégico e importantíssimo para trabalhar a questão da saúde mental e da inclusão da população LGBTI+, e de retomada e ocupação das ruas, porque isso fortalece a autoestima de um coletivo e de cada indivíduo que vai estar no evento”.
Além de anunciar a data da 27ª edição da parada neste ano, o Grupo Arco-Íris divulgou que, em 2023, a 28ª edição será em 24 de setembro. Nascimento explica que a ideia é gerar mais credibilidade e permitir que a população, os turistas e a indústria do turismo se programem, já que as últimas edições da parada, em 2017, 2018 e 2019, enfrentaram dificuldades financeiras causadas pelo corte do patrocínio e do apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro.

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A programação da parada deste ano vai contar com atividades culturais ao longo do mês de novembro, como cinema, teatro e apresentações musicais, além de discussões sobre diversos temas, como economia, política e cultura. Entre as novidades, uma que ainda é mantida em segredo deve envolver a gigantesca bandeira arco-íris da parada, que tem 124 metros de comprimento por 10 de largura.
Além do apoio da prefeitura, Cláudio Nascimento já conversa com patrocinadores privados, mas afirma que as empresas cariocas precisam se envolver mais com a causa. 
“Está na hora de as empresas no Rio de Janeiro atuarem mais próximas do evento, como já acontece em São Paulo há algum tempo”, disse. “Esse evento é importante para o enfrentamento da discriminação e para a construção de um novo marco civilizatório, em que as diferenças não sejam um instrumento para desigualdades, mas para ser celebradas como uma possibilidade plural das existências humanas. A diferença é potência, ela não pode ser conflito ou disputa”.
A reaproximação com a Parada LGBTI+ de Copacabana é um movimento para mostrar que a prefeitura se importa com a pauta, afirma o secretário municipal de turismo, Antônio Mariano, que destaca que o ato está no top 5 dos grandes eventos da cidade, ao lado do Réveillon, do Carnaval e do Rock in Rio. Com a antecedência para a organização do ato em 2023, ele acredita que haverá um número maior de turistas estrangeiros participando do evento. 
“O Rio de Janeiro teve muitos turistas internos, do Brasil, do inicio do ano até agora. Com a redução das medidas sanitárias a nível global, a tendência é ter mais turistas estrangeiros. E esse turista não resolve pra onde vai tirar férias da noite para o dia”.   
O secretário acrescenta que o Rio de Janeiro é reconhecido internacionalmente como um destino turístico que acolhe a diversidade, e por isso está na lista das cidades preferidas de turistas LGBTI+. A Parada LGBTI+ de Copacabana, por sua vez, também tem visibilidade internacional.
“O turista LGBT, em especial, é um turista que tem um potencial de gasto maior que o turista não LGBT, porque ele costuma ficar em lugares mais caros, ir a lugares mais caros, ter experiências mais caras, então, ele acaba girando mais essa roda”, disse.  “Para nós, é importante nesse sentido também, além de ser reconhecido como uma cidade diversa e inclusiva, que respeita os outros”. 
O coordenador da Coordenadoria Executiva da Diversidade Sexual (CEDS) da Prefeitura do Rio de Janeiro, Carlos Tufvesson, afirma que se reunirá com os órgãos municipais de diversas áreas para que seja definido como se dará a promoção de políticas públicas durante a parada. 
“Posso adiantar que nossa gestão sempre viu a Parada como uma excelente aproximação dos serviços da Prefeitura Rio do cidadão e cidadã lá presente”, afirma ele, que afirma que a reaproximação com a parada faz parte da retomada do programa Rio Sem Preconceito. “Isso inclui o apoio e, mais do que isso, a participação dos órgãos da Prefeitura Rio atendendo os cidadãos e cidadãs na Parada LGBT do Rio”.
O coordenador da CEDS, lembra que a Parada LGBTI+ é um momento de luta contra o preconceito e a discriminação, e por um país mais igual em oportunidade para todos. “Acredito que, como vimos no Rock in Rio, na Parada teremos a volta do público presente”, disse.
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Os títulos do DN desta sexta-feira – Diário de Notícias

Veja já em pormenor a primeira página do jornal que encontra de manhã nas bancas.
O pacote de ajuda às empresas anunciado esta quinta-feira faz manchete do DN. 1,4 mil milhões de apoios “não chega e vem tarde”, alertam empresários, é o título.
Associações empresariais criticam a demora das ajudas para mitigar o impacto da inflação e custos de produção. Apesar de notarem sinais positivos no pacote apresentado pelo governo, defendem que as medidas são insuficientes. E voltam a pedir a descida do IVA da luz e do gás.
Também em destaque está a entrevista DN/TSF ao secretário-geral da Apetro, António Comprido: “Podemos ter problemas de falta de gasóleo na Europa”.
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Este responsável lembra que estamos muito dependentes do diesel russo, não descarta racionamento de energia no inverno e deixa a porta aberta para uma negociação entre petrolíferas e governo quanto à taxa sobre lucros excessivos.
O destaque fotográfico vai para o encontro entre Xi Jinping e Putin. Amizade reforçada, apesar das dúvidas sobre a Ucrânia.
E sublinha-se ainda, no ténis: O adeus à lenda e ao exemplo no court. Federer vai jogar uma última vez em Londres.
Saúde. Margarida Tavares e Ricardo Mestre são os novos secretários de Estado
Metadados. Chumbo da lei é um “retrocesso civilizacional”, diz o diretor nacional da Polícia Judiciária
Angola. João Lourenço promete ser presidente “de todos os angolanos” e “melhores soluções para os problemas do país”. Hoje tomam posse os deputados
Brasil. Nara Vidal, escritora, denuncia discriminação das mulheres

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Discriminação e música negra são debatidas em encontro na FEA-USP – Jornal da USP

Rincon Sapiência- Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Evento promovido pelo Cursinho da FEA contou com o rapper Rincon Sapiência e com a historiadora Laíza Oliveira, doutoranda da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP
Uma plateia jovem e diversa, com seus cabelos coloridos, lisos, cacheados e black power, entre outros estilos, marcou presença no início da noite desta quarta-feira (14) no bate-papo A segregação racial na construção da música brasileira, que teve a participação do rapper Rincon Sapiência e da historiadora Laíza Santana Oliveira.
O encontro, realizado no auditório Safra, da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) da USP, foi promovido pelo Cursinho da FEA e teve o objetivo de arrecadar fundos para arcar com os custos das taxas de inscrição na FUVEST dos alunos do cursinho que tiveram seus pedidos de isenção negados.
Uma plateia diversa marcou o encontro no auditório Safra – Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Até que os principais convidados chegassem ao auditório, por volta de 18 horas, podia se perceber um clima de descontração, sorrisos, conversas animadas. Depois das apresentações formais, a descontração ainda prevaleceu, mas os olhos já estavam mais atentos e observadores. Logo aquele silêncio “formal” foi quebrado por Rincon Sapiência: “Estou feliz de estar aqui com vocês”. Daquele momento em diante, todos ouviram atentamente as respostas do rapper a questões formuladas por três alunos da comissão organizadora do evento, e os comentários de Laíza.
 Laíza e Rincon responderam a questões sobre discriminação e música, entre outros temas – Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Antes mesmo de entrar no tema principal do bate-papo, Rincon respondeu sobre suas origens e inspirações até se tornar um dos principais nomes do rap nacional. “Depois de muitas idas e vindas, ainda continuo no meu bairro de origem, a Cohab 1”, citou o artista. Foi lá que, no final dos anos 1990, Rincon ouvia o samba. Sim, o samba, o pagode…! Katinguelê, Sensação, Arte Popular e outros. “Foram as minhas referências iniciais”, afirmou. Além de ter sido para ele um estímulo, Rincon via nesses grupos a “representatividade preta”. E essa “representatividade” ele considerava importante porque nas mídias, de um modo geral, “os pretos eram tratados de forma caricata”.
E foi a partir dos anos 2000, quando começou de fato a sua carreira, que Rincon trouxe consigo esse sentimento da representatividade preta positiva. E o músico também citou a influência do gosto musical da família. Sendo o mais novo de três irmãos, lembra que seus pais e irmãos curtiam a música negra, nacional e internacional.
Simples em suas respostas, o artista descreveu sobre o momento de afirmação destacando a participação positiva de negros e negras na publicidade, nas artes, principalmente na música, em geral. “Mas no topo disso tudo, ainda não é tão marcante a presença negra”, destacou. “Ainda se reproduz por aqui muita diferença, onde a mulher branca ganha menos que o homem branco; onde o homem preto recebe menos que o branco… e a mulher negra então… fica na última escala”, lamentou, ressaltando que, na música, “não é muito diferente”.
O rapper também falou de diferenças que podem ser observadas em suas músicas. Ele disse preferir compor um rap mais diverso e mais leve. Mas sempre respeitando todos os estilos e artistas. Até mesmo o funk, que já pode ser visto na periferia paulistana. “Considero positivo”, pontuou.
A professora Laíza Santana, que ministra aulas de história no Cursinho da FEA, lembrou o quanto o funk foi discriminado. Ela estudou o gênero em seu mestrado desenvolvido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. “Me recordo de parte da imprensa aqui de São Paulo publicar matérias discriminando o funk carioca”, destacou a professora, que, atualmente, cursa o programa de doutorado na mesma FFLCH.
Aliás, com toda a sua história acadêmica na FFLCH, Laíza elogiou a iniciativa do Cursinho da FEA. Esta é a segunda participação dela em eventos do Cursinho. “Essas iniciativas mostram muito bem o novo papel dos estudantes desta faculdade”, ressaltou.
Laíza Santana – Foto: Marcos Santos
 Laíza e Rincon – Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Já Rincou elogiou a oportunidade de disseminar ainda mais o rap e a sua arte. O artista não chegou a interpretar nenhum de seus sucessos, mas se mostrou feliz em poder debater temas tão atuais. “A música humaniza as pessoas”, declarou.
Victoria Almeida – Foto: Marcos Santos
Victoria Almeida Ferreira é estudante de Nutrição, na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. O interesse dela em participar no evento ficou claro quando a organização do encontro abriu para algumas questões do público. A estudante declarou ser contra qualquer tipo de racismo e discriminação. “Mesmo sendo contrária, ainda não me sinto totalmente à vontade para encarar essa luta. Tenho receio de ultrapassar limites.” E questionou: “Até onde eu posso militar?”. E o motivo de sua participação no encontro foi justamente essa busca pela informação.
Fernanda Amorim de Sousa – Foto: Marcos Santos
Fernanda Amorim de Sousa é estudante da FEA e membro da comissão organizadora que promoveu o encontro. Aluna do segundo semestre de Administração, Fernanda é coordenadora de Marketing do Cursinho da FEA e foi uma das responsáveis por toda a divulgação. Ela acredita que o encontro atingiu seu objetivo e a arrecadação será suficiente para a demanda. Ela avaliou a palestra como positiva e disse ser uma admiradora da obra do artista.
Com relação ao racismo, Fernanda lamenta que ainda é notório e presente na nossa sociedade. “Há raízes profundas na história, mas as pessoas pretas estão cada vez mais se expondo, lutando e conquistando espaços”, disse. “Eu gostaria muito que não tivesse campanhas para inclusão de pessoas pretas e só tivesse pessoas, independente da cor da pele. Mas ainda não evoluímos tanto e precisamos dessas visibilidades.”
Pedro Demori – Foto: Marcos Santos
Segundo o estudante do primeiro ano de Economia da FEA-USP e coordenador do Cursinho da FEA, Pedro Demori, o encontro atendeu às expectativas. “Nossa meta era arrecadar algo em torno de R$ 9 mil. Acredito que, ao final da Semana do Cursinho atingiremos esse objetivo”, disse. Além do bate-papo, Demori destacou que a entidade pode ainda arrecadar com doações, que poderão ser feitas via Pix (informações abaixo). Esta não é a primeira vez que o Cursinho da FEA promove esse tipo de encontro. Ano passado, devido à pandemia de covid-19, o bate-papo foi virtual e contou com a participação do MC Hariel.
O encontro integra a Semana do Cursinho da FEA, que vai até o dia 16 de setembro. O objetivo é dar visibilidade ao trabalho do cursinho e arrecadar fundos para arcar com os custos das taxas de inscrição na Fuvest dos alunos da iniciativa que tiveram seus pedidos de isenção negados. A Semana do Cursinho contará com atividades e eventos na FEA, além de divulgação nas redes sociais e nos ambientes da Universidade, como a Vivência da FEA e o Centro Acadêmico Visconde de Cairu (CAVC).

Doações: Pix: semanadocursinho@gmail.com 
Milena Souza, Beatriz Hirata e Pedro Demori – Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Na ativa há 22 anos, o Cursinho da FEA é um curso pré-vestibular, sem mensalidades, gerido e fundado com a iniciativa de alunos da FEA, com o apoio do CAVC e da então diretoria da faculdade. Sua missão é promover a mobilidade social através da democratização do acesso ao ensino superior.

Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.

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Basta! Vini Jr. é alvo de racismo: listamos casos em que brasileiros foram vítimas na Europa – LANCE!

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Irmandade do Anel junta-se contra racismo dirigido a Anéis do Poder – IGN Portugal

Portugal
A Amazon, o elenco de The Lord of the Rings: The Rings of Power e da trilogia do Senhor dos Anéis uniram forças para defender a nova série dos ataques racistas de que tem sido alvo.
Mesmo antes da estreia da série, uma minoria vocal tem tecido insultos racistas ao elenco diverso da série da Amazon. A título de exemplo, o ator Ismael Cruz Cordova confessou à Esquire que tem sido alvo de “discurso de ódio puro” nos últimos anos, depois de ter assumido o papel de Arondir.
Agora, Elijah Wood, Dominic Monaghan, e Billy Boyd deram um novo significado à irmandade do anel e uniram-se para apoiar o elenco da nova produção do Senhor dos Anéis com uma mensagem simples e clara: “São todos bem-vindos aqui.”
You Are All Welcome Here @LOTRonPrime @DonMarshall72 #RingsOfPower https://t.co/8txOhlHa2f pic.twitter.com/nWytILT0zG
Jen Salke, líder do Amazon Studios, também disse que qualquer forma de racismo não é aceitável: “Estamos realmente orgulhosos do elenco que temos na série. Congratulamo-nos com a discussão e mesmo com as críticas em torno da série; no entanto, não vamos tolerar qualquer tipo de racismo”.
A conta oficial de Twitter da série The Rings of Power também deixou uma mensagem assinada pelo elenco: “Nós, o elenco de The Rings of Power, estamos unidos em absoluta solidariedade contra o implacável racismo, ameaças, assédio e abusos que alguns dos nossos companheiros de cor estão a ser sujeitos diariamente. Recusamo-nos a ignorá-lo ou a tolerá-lo.”
Rings of Power foi a maior estreia do Prime Video, mas parece não ter agradado a todos os fãs da série, mesmo depois dos seus criadores terem confirmado que a história não irá divergir da obra de Tolkien.

Pedro Pestana é viciado em gaming, café e voleibol, sensivelmente nesta ordem. Podem encontrar alguns dos seus devaneios em @pmnpestana

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"A psicologia é uma aliada fundamental para cuidar dos efeitos do racismo", afirma especialista – Site Mundo Negro

Psicóloga orienta sobre medidas que ajudam nos cuidados com a saúde mental, em especial de pessoas negras
Quantas vezes você priorizou sua saúde mental? Muitas pessoas, em especial àquelas que estão mais acostumadas a cuidar, possuem dificuldades de se colocar no centro dos cuidados, principalmente quando esses são relativos à saúde mental. A rotina atribulada pode fazer com que deixemos de lado o assunto, chegando a momentos extremos para dar a devida atenção a ele.
Mas com tantas campanhas importantes sobre o tema, em especial o Setembro Amarelo, podemos jogar luz às informações que ajudam não só a apagar incêndios, mas que possam colaborar para que tenhamos mais saúde mental dentro da nossa rotina.
Em conversa com Marleide Soares, psicoterapeuta, supervisora clínica e institucional, com enfoque antirracista, falamos sobre como é fundamental que pessoas negras olhem para suas questões emocionais e que consigam cuidar da saúde mental.
Quais medidas podemos adotar na nossa rotina que ajudam a manter a mente saudável? Isso é possível?
Eu poderia listar aquilo que é básico para uma vida adequada: alimentação, cuidados com a saúde global, lazer ou consumo de cultura e arte. Mas, isso não é o suficiente para evitar o adoecimento emocional e mental.
Para isso, também se faz necessário sempre atentar-se aos próprios sentimentos e as emoções cotidianas, pois são elas que afetam positiva ou negativamente a nossa saúde mental. Entender como determinada pessoa ou situação interfere no bem estar emocional e a forma como se absorve isso é o que determina o equilíbrio e previne uma sobrecarga emocional. Isso é possível? É sim. Olhe e respeite o que sente, dialogue e encaminhe no objetivo de que aconteçam as mudanças daquilo que desequilibra, ainda que a mudança não seja de imediato como gostaria.
Pensando na maioria da população, que acorda cedo e tem pouco tempo ou dinheiro, como cuidar da saúde mental mesmo com limitações? 
O cuidado com a saúde mental começa com a identificação dos fatores que desencadeiam o desequilíbrio emocional e que tiram a pessoa do seu eixo de bem-estar, para que possa seguir no dia a dia sem grandes impactos no seu estado psicológico. A identificação pode ser feita no momento da locomoção para os compromissos diários ou na hora banho, por exemplo, se o fator for o tempo escasso. Se não possuir recursos financeiros para cuidar da saúde mental e, considerando que saúde é um direito de todas as pessoas, e que o Estado tem por dever a promoção do acesso, busque as Unidades de Saúde e já tenha consigo a compreensão de que cuidar da saúde mental é igual a cuidar de outras áreas de sua saúde, para tanto, recorra a esse direito. Mas, se nos referimos à prevenção de doenças mentais, procure espaços públicos de convivência social que promovam lazer, arte, cultura e sobretudo o importante sentimento de ser pertencente a um grupo e que sua vida faz mais sentido junto as outras pessoas. 
Sabemos que o racismo afeta a saúde mental. Mas existe uma forma de estarmos psicologicamente preparados para lidar com possíveis situações racistas? Como é possível trabalhar essa questão do ponto de vista da psicologia?
Sim, já está amplamente divulgado para a sociedade o quanto o racismo adoece as pessoas atingidas por esta violência, seja de maneira direta ou indireta como nos casos das pessoas inseridas em relações interraciais e que tenham consciência e letramento racial. Há ainda uma grande parcela da população que nega a existência do racismo e das consequências deste, porém ainda assim existem prejuízos nas relações sociais que desembocam em consequências psicológicas ruins. 
Dizer-se preparado psicologicamente para o enfrentamento de agressões e situações do racismo é uma resposta bastante relativa que depende do nível e do ineditismo da agressão. Sendo algo acima do esperado ou previsto e que não se tenha estrutura emocional para suportar, estamos diante de um fator traumático, me oriento pela teoria psicanalítica de Masud Khan e faço um paralelo de que as pequenas agressões do cotidiano, são como microtraumas cumulativos. Sendo assim, podemos nos preparar para as situações previstas no contexto do racismo estrutural, e esse preparo vem da autoconsciência racial, com um letramento racial sempre em construção e sobretudo com o autoconhecimento, fator este do qual a psicoterapia pode auxiliar muito. Com relação aos casos inesperados, não há controle, porém toda base já construída fornece um subsídio psicológico e principalmente político para lidar com a situação. Ressalto que consciência política e letramento racial não são adquiridos apenas e exclusivamente nos espaços acadêmicos. Não me refiro à letra que vem só por meio dos livros, e sim à que vem principalmente por meio de discussões em qualquer lugar em que duas ou mais pessoas estejam reunidas para falar sobre racismo, seja na escola das nossas crianças, no trabalho de nossas filhas, filhos e filhes jovens, no nosso trabalho ou na comunidade em que vivemos! 
A psicologia é uma aliada fundamental para cuidar dos efeitos altamente nocivos do racismo na vida das pessoas, uma vez que afeta primeiramente a subjetividade e o sentimento existencial, que imprime na pessoa atingida o sentimento do não-ser existencial, do não se sentir pessoa como são todas as outras. Por ser a psicologia uma ciência que tem como premissa básica o entendimento da mente e comportamento humano e a relação destes com o ambiente externo no âmbito físico e emocional, é um dever profissional atentar-se às consequências do racismo e trabalhar considerando este importante fator. No Código de Ética do profissional de psicologia, consta como princípio básico que “O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. Mais uma vez é reforçado o quanto todas/os/es profissionais da psicologia precisam trabalhar estas questões, tendo como principal ferramenta o conhecimento sobre o racismo na vida das pessoas e, ao prestar serviço a uma pessoa, sendo ela de um grupo racial ou étnico vulnerável ao racismo, atente-se ao quanto ela é afetada, ainda que nem mesmo essa pessoa tenha consciência disto.
A terapia pode ser adotada como um cuidado preventivo para o desenvolvimento de doenças que afetam a saúde mental, como a depressão?
Sim, a psicoterapia é um excelente recurso preventivo a qualquer doença mental incluindo a depressão, que uma vez diagnosticada deve ser tratada com medicamentos e tendo a psicoterapia como forte aliada. É na psicoterapia que as pessoas têm a preciosa oportunidade de ter a consciência dos fatores, lugares e pessoas que afetam sua saúde mental, e também de se perceberem como sujeito de sua própria história, assim como a forma como deve lidar nas relações sociais e intrapessoais (relação consigo mesma).

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Suprema Corte dos EUA volta atrás em caso entre universidade judaica e grupo LGBT+ – SAPO Brasil

A Universidade Yeshiva de Nova York recorreu em caráter de urgência à Suprema Corte depois que um juiz ordenou que a instituição registrasse o clube estudantil “Yeshiva Pride Alliance” no retorno às aulas de 2022, o que daria ao grupo acesso a algumas salas e serviços.
Na sexta-feira, a Suprema Corte havia se colocado ao lado da instituição, mas agora anulou essa decisão argumentando que a universidade não esgotou todas as suas opções legais a nível do estado de Nova York.
Se a universidade não ganhar o caso nesse nível, “poderá voltar a esta Corte”, acrescenta, sugerindo que a batalha legal está longe de terminar.
Quatro dos nove membros do mais alto tribunal dos Estados Unidos se desvincularam da decisão.
“A Primeira Emenda garante o direito ao livre exercício da religião e (…) proíbe o Estado de impor sua própria interpretação às Sagradas Escrituras”, alegam esses juízes conservadores. “É nosso dever proteger a Constituição, ainda que seja controverso”, dizem.
A Universidade Yeshiva, fundada no século IXX para “promover o estudo do Talmud”, tem cerca de 5.000 alunos e outorga títulos em uma variedade de áreas não religiosas como biologia, psicologia e contabilidade.
Em 2018, estudantes LGBTQ+ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer) formaram o grupo YU Pride Alliance e pediram reconhecimento formal para poder organizar conferências e encontros, entre outras coisas.
Diante da negativa do estabelecimento, abriram um processo judicial. Um juiz de Nova York os deu razão em nome de uma lei local que proíbe a discriminação. A universidade, então, recorreu à Suprema Corte.
“Como uma universidade judaica profundamente religiosa, a Yeshiva não pode cumprir essa ordem porque isso violaria suas convicções religiosas sinceras sobre como educar seus alunos nos valores da Torá”, declarou em seu recurso.
Esse confronto se insere em um debate mais amplo nos Estados Unidos sobre o equilíbrio entre o respeito às liberdades religiosas e os princípios de não discriminação.
A Suprema Corte, que passou por uma forte transformação sob a administração do ex-presidente Donald Trump, tomou várias decisões mais conservadoras nos últimos meses.
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Portugal: Brasileira acusa motorista da Uber de xenofobia – 30/07/2022 – Mundo – Folha

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O último dia das férias da comunicadora Barbara Thomaz, 37, em Portugal foi marcado por um episódio de humilhação e violência que transformou —para pior— a reta final da viagem. Ela conta que foi xingada em um ataque xenofóbico de um motorista da Uber.
O relato engrossa um número crescente de queixas do tipo. A questão foi reconhecida pela ministra de Assuntos Parlamentares de Portugal, Ana Catarina Mendes, em entrevista recente à Folha.
Barbara conta que na madrugada de quinta-feira (28) pediu, com duas amigas também brasileiras, um carro por aplicativo depois de um jantar em Lisboa. O motorista logo passou a dirigir em alta velocidade e de forma imprudente, fazendo curvas bruscas e ignorando semáforos vermelhos —a ponto de, segundo ela, não permitir que as passageiras afivelassem o cinto de segurança, travado com o movimento.
Ainda de acordo com o relato, feito também nas redes sociais, a comunicadora e as amigas pediram ao motorista para que diminuísse a velocidade, mas foram ignoradas, o que as deixou aparavoradas, “se sentindo em uma roleta russa”.
Diante da insistência, “ele brecou repentinamente numa avenida completamente deserta e, aos berros, bradou: ‘aqui não é o Brasil, voltem para aquela merda de país’“, conta Barbara. Depois de xingar as passageiras, o motorista chegou a sair do veículo e abrir uma das portas, para tentar arrancá-las à força. “Eu saí pelo outro lado e fui puxando minhas amigas, porque ele estava descontrolado e agressivo.”
Segundo ela, por sorte um táxi estava passando do outro lado da avenida —e as três, nervosas, praticamente se jogaram na frente do veículo, para chamar a atenção e conseguir embarcar. “Passei o dia chorando. O último dia da viagem virou o enterro da minha alegria. Estamos vivas, mas definitivamente não estamos bem. Nossa nacionalidade, gênero e segurança foram atacados“, escreveu a comunicadora.
De volta ao Brasil, ela tenta agora denunciar o motorista, mas alega que ainda não recebeu da Uber os dados completos dele —sem os quais, diz, não consegue abrir um boletim de ocorrência.
Procurada, a Uber Portugal afirmou em nota que não tolera qualquer forma de discriminação. “Sempre que temos conhecimento, através do aplicativo, de situações como a indicada, o usuário e o motorista são contatados com o objetivo de tomar as medidas adequadas, que podem passar pela remoção do acesso do motorista.” A empresa informou ainda ter criado, no app, canais de denúncia contra casos de discriminação ou racismo.
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Carregando…
Diante da repercussão do caso, Barbara conta ter sido contatada pela Uber do Brasil, que prometeu ajudar nas investigações. A equipe, porém, ainda não informou que medidas serão tomadas.
A comunicadora afirma que foi a primeira vez que se sentiu tão humilhada em uma viagem. Dias antes, também em Portugal, onde havia chegado no dia 21 de julho, passou por outro momento constrangedor ao ouvir, em conversa com um português, a sugestão para virar prostituta, em um tom supostamente de brincadeira.
Os relatos de xenofobia contra brasileiros em Portugal acompanham o crescente interesse pelo país europeu. Em 2021, atingiu-se o recorde de 209.072 brasileiros residindo legalmente no país —mas a cifra não inclui quem tem dupla cidadania nem os que estão em situação irregular.
Diante da escassez de mão de obra no país, sobretudo nos setores de turismo e serviços, o Parlamento português aprovou na semana passada um programa que amplia e facilita a concessão de vistos de trabalho a cidadãos dos países da CPLP (Comunidades dos Países de Língua Portuguesa), incluindo brasileiros. Nesta sexta (29), o presidente Marcelo Rebelo de Sousa prometeu rapidez para sancionar as mudanças na lei de Estrangeiros.
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Braga analisa Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação – Braga TV

O Executivo Municipal de Braga irá analisar na próxima segunda-feira, em sede de reunião de câmara, o Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação 2022-2027.
Os Planos Municipais para a Igualdade e Não Discriminação são instrumentos de planeamento de políticas públicas que estabelecem estratégias de transformação das assimetrias de género reveladas pelo diagnóstico realizado a nível local e promovem diversas medidas e acções específicas, fixando objetivos, indicadores, metas a alcançar e a respetiva avaliação.
A Câmara de Braga e a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado identificaram as vulnerabilidades e fragilidades do Município nesta área e, ao mesmo tempo, as suas potencialidades e recursos.
O objetivo do documento passa por produzir uma mudança consciente e proativa, com base numa auscultação real e efetiva da comunidade, em áreas como a educação e desporto, respostas sociais, emprego, saúde, justiça, participação pública, diversidade ou violência.
O Município, pela sua proximidade social aos cidadãos, possui um papel preponderante nesta matéria, tornando-se muitas vezes no “motor operacional das políticas públicas e o maior influenciador das boas práticas, com impacto direto e real nas comunidades”.
O plano estrutura-se em três partes centrais do processo de planeamento estratégico neste domínio de intervenção, começando na realização de uma análise diagnóstica (quantitativa e qualitativa), passando pela definição dos alicerces do plano municipal para a igualdade (eixos prioritários, objetivos, linhas de acção, parcerias e calendarização) e finalizando com o sistema de monitorização e avaliação da execução do plano.
As respostas às necessidades de populações serão concretizadas através de parcerias locais envolvendo as várias instituições representativas e intervenientes na comunidade, tendo o Plano previstas diversas acções orientadas para a capacitação técnica, sensibilização, conhecimento, comunicação, conciliação e promoção de parcerias nos eixos de intervenção referidos.
Note-se que o Plano é desenvolvido tendo em vista um horizonte temporal de cinco anos (2022-2027), estando sujeito às alterações necessárias por via de condicionalismos estruturais ou institucionais, financiamento das atividades e avaliação efetuada a cada uma das atividades que o compõem.
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