CIDADANIA – Ala contra o preconceito e a intolerância foi destaque no desfile de Sete de Setembro – Prefeitura de Montes Claros

No desfile especial para a comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil, a Prefeitura de Montes Claros inovou com uma Ala de Combate ao Preconceito, que teve a participação de grupos de catopês, capoeiristas, mulheres negras, população LGBTQIA+ e seguidores de religiões de matriz africana. A ala foi coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, através da Coordenadoria das Políticas de Promoção da Igualdade Racial, com apoio do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial, para mostrar à sociedade que é preciso combater a discriminação para promover a verdadeira liberdade.
“Marchamos em defesa da vida, da democracia e dos direitos, pedindo respeito para as pessoas de todas as raças, religiões, gêneros e orientações sexuais, neste dia da Independência do Brasil, para que o nosso país seja, de fato, independente”, comentou o coordenador de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e presidente do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial, José Gomes Filho.
MGG
Para o presidente do Movimento LGBTQI+ dos Gerais (MGG), José Cândido Filho, o Candinho, a participação pioneira da comunidade LGBTQI+ no desfile do Dia da Independência teve o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate à LGBT+fobia.
“Foi um dia histórico para o MGG, que participou pela primeira vez dos desfiles de 7 de setembro em Montes Claros, porque mostramos para a população a importância de viver numa sociedade com respeito, dignidade e livre de preconceitos. E ainda saímos emocionados, com a recepção calorosa da plateia”, comentou Candinho.
“Montes Claros vem sendo exemplo em todas as áreas da Administração Pública, especialmente no Desenvolvimento Social, onde a inclusão social é prioritária”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Aurindo Ribeiro.

(function($) { $(‘head’).append(”); })(jQuery); (function($) {$(function() {$(“#ad-gallery_cke_jhpqy84o_slideShow”).on(“click”,”.ad-image”,function(){var imgObj =$(this).find(“img”);var isrc=imgObj.attr(“src”);var ititle=null;var idesc=null;var iname=isrc.split(‘/’);iname=iname[iname.length-1];var imgdescid=$(this).find(“.ad-image-description”);if(imgdescid){ititle=$(this).find(“.ad-description-title”);if(ititle)ititle=ititle.text();if(ititle!=”)ititle=’‘+ititle+’‘;idesc=$(this).find(“span”);if(idesc)idesc=idesc.text();if (idesc.indexOf(‘IMAGE_LINK_’) >= 0) {idesc = ”;}if(idesc!=”){if(ititle!=”)ititle=ititle+’
‘;idesc=’‘+idesc+’‘;}}$.fancybox.open({href:isrc,beforeLoad:function(){this.title=ititle+idesc;},});});});})(jQuery); (function($) {$(function() {$(“#ad-gallery_cke_jhpqy84o_slideShow”).on(“click”,”.ad-image”,function(){var imgObj =$(this).find(“img”);var isrc=imgObj.attr(“src”);var ititle=null;var idesc=null;var iname=isrc.split(‘/’);iname=iname[iname.length-1];var imgdescid=$(this).find(“.ad-image-description”);if(imgdescid){ititle=$(this).find(“.ad-description-title”);if(ititle)ititle=ititle.text();idesc=$(this).find(“span”);if(idesc)idesc=idesc.text();if(idesc!=”){var url=window.location.href.trim();if (idesc.indexOf(‘IMAGE_LINK_TAB:’) >= 0) { idesc = idesc.substring(15).trim(); if (url != idesc) window.open(idesc,’_blank’);} else if (idesc.indexOf(‘IMAGE_LINK_PAR:’) >= 0) { idesc = idesc.substring(15).trim(); if (url != idesc) window.open(idesc,’_self’);}}}});});})(jQuery); (function($) { $(‘head’).append(”); })(jQuery); (function($) {$(function() { var galleries = $(‘#ad-gallery_cke_jhpqy84o_slideShow’).adGallery({loader_image: ‘/admin/ckeditor/plugins/slideshow/3rdParty/ad-gallery/loader.gif’, width:false, height:600, start_at_index: 0, animation_speed: 500, hooks: { displayDescription: function(image) {}}, update_window_hash: false, effect: ‘slide-hori’, slideshow: { enable: true, autostart: true, start_label: ‘Início’, stop_label: ‘Fim’, speed: 5000}});});})(jQuery);

Av. Cula Mangabeira, 211 – Centro – CEP: 39.401-002 | Montes Claros – MG-Brasil
(38) 2211-3000
Todos os direitos reservados a Prefeitura Municipal de Montes Claros © 2018-2022

source

Estudantes açorianos reclamam acesso a passes grátis em Lisboa – Açoriano Oriental

Estudantes açorianos reclamam acesso a passes grátis em Lisboa  Açoriano Oriental
source

Respeito dá o Tom debate racismo entre colaboradores da Aegea SC – No Ponto SC

Evento foi realizado na manhã desta quinta-feira entre colaboradores da Águas de Penha, Águas de Bombinhas, Águas de Camboriú e Águas de São Francisco do Sul
8 de setembro de 2022
O programa Respeito dá o Tom, promovido pelas concessionárias que fazem parte da Aegea SC, acaba de realizar mais um encontro com os colaboradores da Águas de Penha, Águas de Camboriú, Águas de Bombinhas e Águas de São Francisco do Sul. O objetivo do evento foi de debater o tema racismo dentro de nossa sociedade além de alertar os funcionários sobre as diretrizes da empresa em relação a este tema.

A manhã foi coordenada pelo responsável pelos projetos sociais das empresas, Alex Schwabe, que trouxe um vídeo sobre o tema e organizou os depoimentos. “De tempos em tempos convidamos os colaboradores para falarem sobre racismo, entendendo sempre que as palavras podem machucar. Por isso é fundamental estar atualizado, estudando, lendo, para se atualizar, afinal, algumas atitudes não cabem mais nos dias de hoje”, comenta ele.

Durante o evento, três funcionários foram convidados a prestar seus depoimentos sobre o racismo. O agente de saneamento Salomon Kayer que trabalha há pouco mais de um ano na Águas de Camboriú, relembra quando chegou do Haiti em busca de oportunidades.
“Trabalhei em vários lugares, quando cheguei aqui na Aegea SC fiquei muito feliz. É uma empresa que está em cima do racismo e nós temos que falar disso”, comenta ele. “Não acho que é uma coisa que um dia vai acabar, mas temos que ficar em cima disso. Como por exemplo nos Estados Unidos, tempos atrás, onde uma pessoa morreu, todo mundo falava disso e depois ninguém mais lembrava. É algo que não pode ser esquecido”, completa.

Para Jonas Charles, também agente de saneamento, o racismo é uma doença que deve ser combatida. “Já fui vítima de racismo. Às vezes, por exemplo, senta uma pessoa preta num banco e os outros saem de perto, preferem ficar de pé do que sentar do lado. Além disso, o racismo não é só uma questão de cor de pele, pois têm negros que também são racistas”, afirma Charles.

Por fim, o último depoimento foi de Jean Clavius Janvier, também imigrante haitiano. Ele afirmou que o racismo é uma questão de cultura e educação e, na sua opinião, existe em qualquer lugar do mundo. “O Brasil é um país maravilhoso, o povo haitiano gosta muito daqui. Estou há oito anos no Brasil e graças a Deus nunca nada aqui”, finaliza ele.

Respeito dá o Tom

O programa Respeito dá o Tom é divulgado a todos os funcionários que entram na empresa e atua, também, como um código de conduta para as ações dos colaboradores.

O programa possui três pilares de atuação: empregabilidade, que foca na geração de oportunidades; desenvolvimento, que trabalha a disponibilização de cursos de aprimoramento; e relacionamento, que atua na sensibilização por meio de atividades e ações para disseminação de conteúdo relacionados à questão racial a todos os colaboradores, além de parcerias e participação em iniciativas empresariais externas para fomentar a questão.

source

A cultura da cunha e do nepotismo – Plataforma Media

Desde o estabelecimento da RAEM, até à presente data, tem havido um agravamento progressivo do nepotismo na administração pública, por parte de detentores de cargos políticos, e representantes de interesses dos poderosos representantes comerciais, e sociais, nas nomeações para titulares de cargos públicos (funções de direção e chefia), comissões consultivas, e empresas de capitais e fundos públicos.
Ao longo dos anos, os funcionários públicos competentes, e empenhados, têm registado, com desagrado, que a antiguidade no posto, o conhecimento técnico, a experiência adquirida e a avaliação do desempenho, não constituem fatores de valorização na progressão da carreira profissional, porquanto prevalece uma cultura generalizada de bajulação, ou de nomeações por nepotismo cruzado, em detrimento da meritocracia, o que condiciona o exercício das suas funções, prejudica o clima organizacional, e está na origem da desmotivação e perda de eficiência e qualidade nos serviços prestados aos cidadãos.
Os preceitos da Lei Básica, e do Código de Procedimento Administrativo, são frequentemente desprezados no que concerne à igualdade de tratamento e o princípio da não-discriminação dos cidadãos.
Apesar da legislação diversa existente, que protege o verdadeiro interesse público, na admissão de pessoal em cargos públicos, ou seja, prevê que os ocupantes desses cargos devam ser selecionados preferencialmente por meio de concurso público que, além de selecionar os melhores (princípio da eficiência), evita discriminações arbitrárias, permitindo que os melhores sejam admitidos de acordo com critérios objetivos, sem favoritismos (princípio da igualdade), ocorrem, frequentemente, para as dezenas de comissões e fundos, nomeações que pecam pela ausência de transparência, não se enquadrando nos princípios constitucionais da impessoalidade, eficiência, igualdade e moralidade.
Estas nomeações, no limite do poder discricionário, ocorrem sem que os cidadãos saibam qual foi o processo seletivo utilizado, sem a publicitação de habilitações, e de experiência profissional, específicas para a atividade a desempenhar, e ausência de declaração de interesses, e regras concretas para evitar o conflito de interesses, nomeadamente em situações em que tenha de decidir em proveito próprio, ou por via de terceiros ou intermediários.
Muitas destas nomeações, cujos cargos são preenchidos discricionariamente, recaem sobre parentes, afilhados e amigos, próximos da autoridade nomeante, e decorrem quase exclusivamente das suas relações pessoais, e não da imprescindível capacidade para o cumprimento das respetivas atribuições públicas.
Este procedimento, adoptado frequentemente no passado, prolonga-se atualmente de uma forma imprudente e despudorada, sem as justificações e qualificações necessárias ao desempenho dos cargos, pelo que os cidadãos percebem a importância e a influência que advém do estatuto social, ou dos vínculos de consanguinidade, ou de afinidade, com os agentes políticos detentores de importantes cargos públicos, como alavanca no âmbito das relações comerciais, facilitação no acesso ao crédito bancário, ou acesso ao provimento de cargos públicos, exemplificado com as recentes nomeações para o Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia (FDCT).
Apesar de se admitir um mínimo de discricionariedade na indicação de funcionários para a ocupação de cargos públicos, permitindo à entidade nomeante optar por nomeações livres, os critérios subjacentes terão que obedecer a princípios aplicáveis de disciplina legislativa, e a mecanismos e procedimentos públicos de seleção, obedecendo aos princípios da transparência, principalmente para cargos que lidam com elevados valores do erário público, como é o caso do Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia, uma Pessoa Colectiva de Direito Público com Autonomia Administrativa, Financeira e Patrimonial.
O entendimento de que há liberdade total para designar ocupantes de cargos públicos, pressupõe um propósito de propriedade do poder público, baseado num conceito de administração patrimonialista, com a ausência de distinção entre património público e património privado, em que a Administração Pública é compreendida como uma extensão do foro privado por quem ocupa um posto político.
As numerosas lacunas na recente decisão das nomeações para o Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia assentam num raciocínio de fácil interpretação: a nomeação por parentesco e amiguismo, ou por qualquer outro vínculo profissional, com ausência de critérios de seleção justos e objetivos e sujeitos a escrutínio externo, para o exercício de cargos em comissão, ou função de confiança, é, indubitavelmente, uma ofensa aos princípios da igualdade, da moralidade, da ética profissional e da impessoalidade.
Os organismos públicos e políticos devem obedecer a procedimentos públicos de seleção e princípios de transparência que permitam fixar condições de absoluta igualdade a todos os candidatos a cargos públicos e garantir a independência de quem os nomeia.
*Deputado da Assembleia Legislativa de Macau/Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau

source

Grafite revela conversa com Edenilson após caso de racismo, diz o que ouviu do volante e dispara: 'A gente não ouve errado' – ESPN.com.br

Você está na Edição Brasil. Para acessar edições de outras regiões, clique aqui.
Ex-atacante e atualmente comentarista na emissora SporTV, Grafite foi um dos convidados e palestrantes do congresso Brasil Futebol Expo 2022, realizado em São Paulo. E o tema tratado pelo craque foi o racismo presente no futebol e sociedade brasileira.
Grafite revelou que conversou recentemente com Edenilson, volante do Internacional que acusou Rafael Ramos, lateral-direito do Corinthians, de tê-lo chamado de ‘macaco’ na partida envolvendo as duas equipes em maio, pelo Campeonato Brasileiro.
Além de todo o conteúdo ESPN, com o Combo+ você tem acesso ao melhor do entretenimento de Star+ e às franquias mais amadas de Disney+. Assine já!
Em forte desabafo, o ex-atacante contou com detalhes a conversa que teve com o camisa 8 do Colorado, que revelou ter medo de ser tratado como mentiroso.
“O que aconteceu com o Edenilson aconteceu comigo, com o Aranha, que teve o vídeo, o Grêmio foi punido. Normalmente a pessoa que é a vítima é a questionada. ‘Será que falou isso mesmo?’. Falei bastante com o Edenilson, em certo momento, ele falou para mim: ‘Estou com medo de me acharem mentiroso’. A gente não ouve errado, em 2005 eu não ouvi errado”, começou por afirmar Grafite, antes de relembrar o episódio de racismo que sofreu em 2005 na partida entre São Paulo e Quilmes, pela Conmebol Libertadores, e dizer que o tema necessita do debate e da punição.
“Ouvi o que o Desábato falou para mim. 15 dias antes a gente tinha jogado na Argentina e eu troquei camisa com ele. Minha sogra tem a camisa até hoje. E ele fez aquilo comigo. É complexo. É um trabalho de se engajar. Depois que saí em 2006, toda data dia 13 de maio e 20 de novembro os repórteres me ligavam. Eu falava sobre os casos. Hoje sinto necessidade de falar. Em 2022 falar de tantos casos de racismos explícitos, está acontecendo com frequência, é muito difícil. Sobre as punições, é importante ter, é importante fazer o que o presidente Ednaldo (CBF) tem feito. Essa lei que propôs de perder os três pontos, apenas dois clubes de Séries A e B votaram a favor”, concluiu.
Nesta quarta-feira (7), Marcelo Carvalho, diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, que também foi palestrante na feira Brasil Futebol Expo, fez um forte desabafo sobre a questão do racismo na sociedade brasileira. Ele citou o caso envolvendo Edenilson e revelou qual protocolo deveria ser adotado pelos árbitros em relação aos insultos que acontecem no meio do futebol.
Racista não pode ir para o estádio de futebol e se sentir à vontade. Hoje, eles vão sabendo que podem sair impunes. E muitas vezes a vítima é vista como culpada. Em 1888 foi assinada a Lei Áurea. Mas o que mudou para a população negra? Eu estar aqui hoje falando de racismo no futebol não é algo novo. O racismo no futebol não difere em nada do racismo na sociedade. O Observatório quando nasce não pensa em acabar com o racismo no futebol, o que a gente precisa é usar esse espaço do futebol para falar do racismo”, começou por afirmar.
“O Edenilson chama o árbitro e fala que foi ofendido racialmente. A primeira coisa a ser feita é discutir o racismo no futebol e o árbitro não saber o que fazer quando o jogador se aproxima e denuncia. Até 2022, todas as vezes que os jogadores se aproximaram para denunciar racismo recebia o amarelo. Porque quando o atleta vinha, ele não vinha calmamente, vinha nervoso na ânsia de comunicar”, explicou.
Ainda sobre o caso envolvendo Edenilson e Rafael Ramos, Marcelo Carvalho elogiou o protocolo feito em campo, com paralisação do jogo, explicação da vítima, registro na súmula e depois ir ao tribunal.
No caso Edenilson, tivemos o exemplo do que se precisa fazer e estar dentro de um protocolo. O árbitro paralisa o jogo, explica, põe na súmula e vai para o tribunal. A gente precisa entender que o racismo no futebol faz parte de uma estrutura. Não temos presidentes negros, temos poucos negros em cargo de diretoria. É esse lugar que a gente precisa pensar”, finalizou.
Vale lembrar que o caso Edenílson e Rafael Ramos ainda corre na Justiça. O lateral do Corinthians se tornou réu no julgamento, que ainda não aconteceu.
De acordo com dados divulgados pelo Observatório da Discriminação Racial no Futebol, foram 109 casos de discriminação e preconceitos no Brasil em 2021. De racismo foram 64, correspondendo a 51,61%, mais da metade.
Durante o seminário contra o racismo e violência no futebol realizado em agosto, Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, afirmou que levará ao Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro a perda de pontos aos clubes que tiverem torcedores e/ou funcionários envolvidos em casos de discriminação. A ideia é já iniciar a medida na edição de 2024.
“Acredito que somente com pena desportiva diretamente ao clube o racismo e o preconceito deixarão o futebol. Sou democrático e quero que essa pena seja discutida no tribunal. Vou propor para que o time perca ao menos um ponto na competição. Em campeonatos disputados, como o Brasileiro, isso pode decidir um título, uma vaga em competição e até um rebaixamento”, explicou Ednaldo.

source

Pernambuco impõe multa em casos de racismo, LGBTQIA+fobia e discriminação contra mulheres em eventos esportivos – globoesporte.com

source

"Não sou 100% humano": A história de Manel de Águas, um homem transespécie e ciborgue – Observador

Ouvir Rádio
©2022 Observador
A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.
Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais
Adere à Fibra do MEO com a máxima velocidade desde 29.99/mês aqui.
Siga o tópico Pessoas e receba um alerta assim que um novo artigo é publicado.
Jovem submeteu-se a um procedimento cirúrgico que lhe implantou uma espécie de pequenas asas diretamente no crânio. Não é caso único no mundo, há até um exemplo legalmente reconhecido de um ciborgue.
Exclusivo assinantes: Ofereça artigos aos seus amigos.
Apesar das dificuldades e discriminação, Manel diz sentir-se feliz, e conta com o apoio de familiares e amigos
Apesar das dificuldades e discriminação, Manel diz sentir-se feliz, e conta com o apoio de familiares e amigos
Manel de Águas tem de 25 anos, um passado ligado ao mundo das artes, particularmente à fotografia e à música, e por onde quer que passe chama a atenção. E não é pelo seu passado profissional, mas sim pelo que parecem ser duas novas “orelhas” na cabeça. Manel é, nas suas palavras, transespécie e ciborgue.
Dito de outro modo, Manel não se identifica a 100% com a espécie humana. Como tal, dedicou a sua vida àquilo que chama de Projeto Ciborgue, que, como o nome indica, visa ir além dos limites do corpo humano. Para isso, submeteu-se a uma intervenção cirúrgica que lhe implantou duas aletas diretamente no crânio, com a ajuda de “um metal entre a pele e o osso”, como conta ao El Español.
O processo para conseguir este aumento tecnológico não foi fácil. Manel descreve a resistência de profissionais espanhóis, que não o quiseram operar por medo dos riscos que o procedimento poderia trazer para o seu corpo, bem como os danos reputacionais às suas carreiras. Intrépido, o jovem viajou até ao Japão, “um país pioneiro na modificação corporal”, e submeteu-se à cirurgia.
Mas desengane-se quem pensa que as protuberâncias têm um valor meramente estético. “Consigo ouvir a humidade, a pressão atmosférica e a temperatura. É um órgão que me permite a exploração da atmosfera através do som, e o conhecimento do terreno circundante através de um órgão cibernético”.
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR
Manel admite que a vida como transespécie nem sempre é fácil. Além da falta de um enquadramento médico-legal que abranja este tipo de pessoas, sente-se também discriminado a vários níveis (por exemplo no mercado de trabalho). Com efeito, dentro em breve terá de renovar o seu DNI (o equivalente espanhol do cartão de cidadão) — uma situação que, já sabe de antemão, lhe trará problemas, já que é proibido concluir o processo com acessórios e aparelhos eletrónicos. “O problema é que isto não é um acessório” diz, “é um órgão”.
O caso de Manel de Águas não é único, nem tampouco o mais famoso. Em 2004, Neil Harbisson tornou-se o primeiro ciborgue-cidadão legalmente reconhecido quando, no Reino Unido, lhe foi permitido que usasse a sua antena na fotografia do passaporte. A antena funciona enviando vibrações, que lhe permitem, entre outras coisas, ouvir música e receber chamadas telefónicas, imagens e sons diretamente para o seu cérebro.

Esta é, de momento, uma área muito pouco estudada pela ciência. Médicos e psicólogos não dispõem de informação suficiente para perceber se estamos perante um distúrbio mental, ou algo mais complexo. Certo é que há quem acredite que o transhumanismo —  corrente filosófica, intelectual e científica do início do século XX, que defende a evolução da humanidade para lá dos seus limites naturais graças à ciência e tecnologia, e onde o conceito de transespécie se pode entroncar — é o futuro da espécie humana. Ou seja, daqui a não muito tempo podemos olhar para este tipo de “aumentos tecnológicos” ao nosso corpo como algo normal. Quanto a Manel, diz sentir-se feliz e contar com o apoio de familiares e amigos.
As 4h51 do “avião fantasma” que caiu no Báltico
O “plano maquiavélico” do José Milhazes 
Como o pacote anti-inflação mexe com o seu bolso?
Bónus de outubro. Quem recebe e quem vai dividir
AMI dá apoio a 7.000 pessoas carenciadas
Destruição da floresta preocupa portugueses
Liga de Futebol ajuda mais de 300 mil pessoas
9h. Falhadas metas para pessoas com deficiência
Roubados documentos da NATO enviados a Portugal
A rainha que nunca quis ser um ícone de moda
Infrações de ‘aceleras’ do SEF põem avião em risco
Morreu Isabel II. Monarca britânica tinha 96 anos
As notícias das 12h
Isabel, Rainha de Copas; Costa, não há acordo
Morreu Cerqueira Rocha, ex-chefe do Exército
Ucrânia identifica rede de pornografia infantil
Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.
A enviar artigo…
Ainda tem para partilhar este mês.
O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.
Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.
Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.
Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.
Por favor tente mais tarde.
Este artigo só pode ser lido por um utilizador registado com o mesmo endereço de email que recebeu esta oferta.
Para conseguir ler o artigo inicie sessão com o endereço de email correto.
Obrigado por assinar o jornalismo que faz a diferença.
Rua João Saraiva, nº 7
1700-248 Lisboa
© 2022
Disponível gratuitamente para iPhone, iPad, Apple Watch e Android

source

"Não existe monarquia sem racismo”, diz Ale Santos sobre Elizabeth II – Site Mundo Negro

Nesta tarde de quinta-feira (8), o mundo recebeu a notícia do falecimento de Elizabeth II, a rainha do Reino Unido. Em entrevista ao Mundo Negro, o autor, roteirista e ativista Ale Santos comentou sobre a perpetuação do racismo e das violências contra pessoas negras e de países africanos, promovidos pelo reinado a monarca.
“A rainha Elizabeth II nunca se posicionou contra. É como se toda a coroa do passado não tivesse ligada à colonização e a a escravidão, ela finge que a coroa não não tem nada a ver com isso”, conta Ale. “Eu acho que ela queria realmente silenciar as pessoas que lembram da história, que lembram das consequências de toda a escravidão, as consequências que impactam a população negra. Talvez a forma de ignorar isso seja uma forma de não ter que lidar, não ter que compensar todo esse trauma que ela causou na sociedade”.
Ale Santos também destaca a forma como a coroa britânica se manteve e se mantém insensível aos tópicos ligados ao racismo sistêmico na sociedade contemporânea. “Enquanto o mundo todo está discutindo, por exemplo, a questão de George Floyd, que foi uma ação que mobilizou todos os países do Ocidente, praticamente todos os países tiveram uma grande mobilização, tiveram manifestações no Brasil, vários líderes mundiais fizeram declarações sobre isso mas a Elizabeth fingiu que não, ela fingiu que dividia o outro mundo, vivendo ali num universo de fantasia branco onde está tudo bem, está tudo resolvido”, destacou o autor.  “E esse é o é um problema que é extremamente sombrio porque isso mostra que enquanto eles silenciam as discussões que são importantes para o povo negro eles também estão ainda afastando o próprio povo negro e ter a sua cidadania e se reconhecer dentro da sua própria sociedade”.
Ale conta ainda sobre como o racismo é uma característica diretamente ligada às monarquias europeias. O autor relembra que foram os monarcas europeus que incentivaram e ajudaram a propagar os ideais de supremacia branca. “Afirmo também que foram os monarcas que incentivaram e patrocinaram a escravidão. E sendo a monarquia uma linha de sucessão, só pode acontecer dentro da própria família, ou seja, é uma sucessão, é uma herança que vai sendo carregada por gerações e gerações e essas gerações futuras elas ainda estão ligadas com todos os privilégios criados da escravidão no passado”, destaca ele. “Não tem como eles não estarem conectados diretamente com aquele antepassado que era dono de não sei quantos escravos e que construiu todo o reino com base no sangue e no suor de pessoas negras africanas”.
O autor do livro ‘O Último Ancestral’ também critica a forma como a imprensa brasileira lida com a morte da monarca britânica. “O tamanho da repercussão que a imprensa brasileira dá para a monarquia britânica mostra que uma parte do país ainda deseja ser mais europeu do que brasileiro“, enfatiza ele. “Rainha Elizabeth não é relevante pro povo que tá nas periferias de São Paulo ou Rio de Janeiro, não é símbolo da nossa Amazônia, dos nossos intelectuais cearenses. Mas a imprensa insiste em massificar as notícias da Coroa enquanto nosso povo ainda precisa aprender o básico da nossa própria história”.
Participe de nosso grupo no Telegram
O Mundo Negro é um portal de notícias voltado para comunidade negra brasileira e demais etnias que se interessem pelos assuntos relacionados à cultura e ao cotidiano dos negros no Brasil e no mundo.
CONTATO: pautas@mundonegro.inf.br

source

Enfermeiros dos Hospitais de Vila Franca de Xira e Loures exigem melhores condições – Canal S+

Os enfermeiros dos hospitais de Vila Franca de Xira e de Loures vão entregar um abaixo-assinado e uma moção, exigindo a contratação urgente e as 35 horas semanais de trabalho, divulgou hoje o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
Segundo o comunicado do SEP, o abaixo-assinado, que agregou cerca de 300 assinaturas dos enfermeiros, será entregue na sexta-feira, pelas 11:00 no Hospital de Vila Franca de Xira e na próxima terça-feira dará entrada no Hospital de Loures uma moção.
De acordo com os profissionais, as unidades hospitalares em questão ainda não subscreveram os dois Instrumentos de Regulamentação de Contrato de Trabalho (IRCT) acordados entre o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e as instituições Entidades Públicas Empresariais (EPE), que garantem, entre outros direitos, a regulamentação das 35 horas de trabalho por semana, bem como a progressão salarial.  
Antigas Parcerias Público-Privadas (PPP) e agora EPE, o Hospital de Vila Franca de Xira e o Hospital de Loures já tiveram, respetivamente, ano e meio e oito meses para aderir aos IRCT, diz o sindicato.
“É urgente que as administrações do Hospital de Vila Franca de Xira e do Hospital de Loures concretizem a adesão aos IRCT e ponham fim à discriminação destes enfermeiros comparativamente aos restantes das outras EPE, nomeadamente na aplicação das 35 horas semanais”, alerta o sindicato.
Em resposta à Agência Lusa, fonte do Hospital de Vila Franca de Xira, frisou que, quando iniciou funções, o Conselho de Administração avançou de imediato com os procedimentos necessários para a passagem das 40 para as 35 horas de trabalho semanal.
“Um processo quase concluído na altura em que se deu a interrupção da anterior legislatura, no Outono de 2021”, acrescentou.
Com a tomada de posse do novo Governo, a mesma fonte garante que os “trâmites para a adesão às diferentes Convenções Coletivas de Trabalho” encontravam-se já concluídos, bem como aprovados pelo Ministério da Saúde.  
Contudo, o hospital afirma que aguarda agora a decisão do Ministério das Finanças para que a transição fique concluída, assegurando que tem, ao longo do último ano, informado “os seus profissionais de enfermagem e de outras categorias profissionais do decorrer do processo”.
A agência Lusa tentou sem sucesso contactar com o Hospital de Loures para obter uma reação.
Os enfermeiros de ambas as instituições insistem que há uma “carência” de profissionais, o que leva a trabalho extraordinário programado, a acumulação de feriados não gozados, redução de folgas e ao aumento dos ritmos de trabalho. 
“É fundamental criar condições de trabalho para atrair e fixar enfermeiros, nomeadamente tempos de descanso adequados, a aplicação de uma Carreira Única de Enfermagem para todos e a contabilização de todos os anos de serviço para efeitos de progressão”, conclui o sindicato.

source

Michele Dias: o vai e vem das migrações – as mudanças tem sucesso quando há respeito – Diário

Nenhum produto no carrinho.
Escrevi sobre a nossa experiência aqui em Portugal, sobre a amizade com os portugueses, mas ressaltei que, sim, existem também problemas na relação luso-brasileira. Desde 2017, quando aumentou a onda migratória de brasileiros para terras lusitanas, o número de queixas registradas por xenofobia cresceu 433%, segundo dados da Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial (CICDR), órgão ligado ao governo.
Hoje, nas redes sociais, tem uma publicação sobre a terceira edição do Dia do Brasil, o evento será no sábado em um parque de Braga e, neste ano, além de exaltar a cultura brasileira, também vai celebrar os 200 anos da nossa independência. Abri a publicação, e os comentários chamaram a minha atenção: portugueses que acham um absurdo um evento brasileiro aqui, com palavras até ofensivas; e portugueses que concordam que cada povo deve celebrar as suas raízes onde quer que esteja.
O Dia do Brasil é organizado pela Associação UAI – União, Apoio e Integração, coordenada pela mineira Alexandra Gomide e que oferece ajuda e acolhimento aos imigrantes. Alexandra conta que a associação também tem o objetivo de mostrar a diversidade da cultura do nosso país, mostrar quem são as pessoas que aqui estão e integrar as comunidades. À frente da UAI há 4 anos, a mineira comenta que as atitudes já mudaram e que a relação vem melhorando a cada dia. Em tom de humor, falou que os portugueses que frequentam os eventos, depois de experimentar a nossa gastronomia, viram fãs. Entre as coisas que mais fazem sucesso estão as coxinhas de galinha, a caipirinha e o pão de queijo. Eu tenho certeza que todos também adoram churrasco!
Os gaúchos estarão representados no evento e, além da carne no espeto, também vão mostrar, claro, o que é o chimarrão. Serão 18 barracas temáticas com produtos brasileiros, sendo nove com cultura e gastronomia regionais. Além do Rio Grande do Sul terá, por exemplo, barraca da Bahia com acarajé e do Rio de Janeiro com caipirinha. A ideia é mostrar a riqueza do país verde amarelo, através da culinária e também da cultura. Estão previstas aulas de dança, shows musicais e muitas atrações.
Mas voltando ao assunto do preconceito, entristece-me os comentários de alguns o portugueses, porque eles estão entre as nacionalidades que mais emigram. Segundo o Relatório da Emigração, elaborado no ano passado pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, na última década saiu do país, via emigração, 10% da população residente de nacionalidade portuguesa. E tenho certeza de que todos que migram para outros locais – seja por questões de trabalho ou em busca de mais qualidade de vida -, querem ser bem tratados na nova casa. Por isso, o respeito é fundamental em qualquer lugar do mundo, entre pessoas de qualquer nacionalidade.

©2022 NewCo SM
Empresa Jornalistica LTDA Fone:(55) 3213-7272
©2022 NewCo SM
Empresa Jornalistica LTDA Fone:(55) 3213-7272
Login to your account below

Fill the forms below to register

Please enter your username or email address to reset your password.

source