Presidente saúda todos os que "ainda são sujeitos ao racismo" e pede um "Portugal mais justo e igualitário" – TSF Online

Marcelo saúda as pessoas de ascendência africana entre nós e “todos aqueles que ainda são sujeitos ao racismo”.
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República
© Patrícia de Melo Moreira/AFP
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou esta quarta-feira o Dia Internacional das das Pessoas Afrodescendentes, defendendo “um Portugal mais justo e mais igualitário para todos”.
“”Que este dia possa lembrar-nos da importância de nos juntarmos por um Portugal mais justo e mais igualitário para todas e todos”, defende ainda o chefe de Estado português”, assinalou o chefe de Estado numa nota publicada no site da Presidência, através da qual se associa à data celebrada pelas Nações Unidas.
“Neste dia 31 de agosto, o Presidente da República junta-se às Nações Unidas para assinalar o Dia Internacional das Pessoas Afrodescendentes, saudando as pessoas de ascendência africana entre nós e todos aqueles ainda sujeitos ao racismo e à discriminação racial”, enaltece Marcelo.
A propósito da data, o secretário-geral da ONU, António Guterres, recordou esta quarta-feira que “milhões de pessoas de ascendência africana ainda estão sujeitas ao racismo e à discriminação racial, profundamente enraizada e sistémica”.
A Assembleia Geral da ONU solicitou, de acordo com o secretário-geral, ao Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre a Implementação Efetiva da Declaração e Programa de Ação de Durban que elabore uma declaração das Nações Unidas sobre a promoção e o pleno respeito dos direitos humanos dos afrodescendentes.
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O Fórum, criado pela ONU no início do mês e que é composto por 10 membros que irão trabalhar em conjunto com o Conselho de Direitos Humanos, terá como principal tarefa a produção dessa declaração.

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O que a psicologia tem a ver com racismo e preconceito – Hoje em Dia

O racismo é uma forma de violência em que um indivíduo discrimina o outro socialmente somente pela avaliação feita com base em características físicas e, principalmente, no tom de pele. Um caso de racismo que chamou a atenção nos últimos dias foi o sofrido pelos filhos da Giovanna Ewbank e do Bruno Gagliasso em Portugal. A famosa reagiu aos xingamentos da agressora em resposta à discriminação sofrida pelo filho e um grupo de angolanos, também presentes no restaurante, o que gerou muita repercussão e comentários nas mídias de pessoas influentes. Será que uma atitude de violência justifica a outra? Olhando para esse cenário, uma coisa é certa, o apoio a esse tipo de atitude provoca na população a normalização na resolução de injúria com violência física.Encontramos no Artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos: “é um direito humano sua liberdade sem nenhuma discriminação” e fazer valer os seus direitos violando o direito do outro não contribui para um resultado positivo desse cenário.
Dados do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que 54% da população brasileira é negra. Dados do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada de 2016 mostram que mulheres brancas recebem 70% a mais que mulheres negras.
A psicologia, frente ao racismo, reafirma seu posicionamento ético-político dialogando com a sociedade que cada vez se mostra mais indignada com fatos como estes. A psicologia reflete sobre uma psicologia antirracista, uma psicologia no campo social, nas políticas públicas, na promoção dos direitos humanos, com o compromisso social e dialogando com a realidade. O cenário é plural, a subjetividade encontra-se inscrita na diversidade e por isso mesmo é cada vez mais delicado tecer análise na lógica universalizante e padronizada. 
O compromisso com o combate ao racismo pela psicologia, como ciência e profissão, está pautado nos Princípios Fundamentais do Código de Ética Profissional da(o) Psicóloga(o) e também na resolução CFP n.º 18/2002, que estabelece normas para a atuação de psicólogas/os em relação ao preconceito e à discriminação racial.
Não é possível falar do ser humano sem buscar apreendê-lo no seu contexto. Os recortes são vários: gênero, etnia, raça, classe social, idade, cultura, escolaridade, padrões de consumo, trabalho.
E isso não significa que estamos diante de um sujeito fragmentado e muito antes pelo contrário, significa dizer que o sujeito da atualidade é complexo, é relacional e em permanente processo de fazer-se.
Pensar sobre estas questões e no modo de operacionalizá-las não é uma tarefa simples para nós, psicólogos. Diria que de grande envergadura, e demanda antes de qualquer coisa um compromisso efetivo e ÉTICO com a PRÁTICA PROFISSIONAL e a SOCIEDADE.
Mestre, Professora do Curso de Psicologia da Faculdade Promove de BH
Acadêmicas do Curso de Psicologia da FPBH

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Professora aposentada da UnB é condenada por xenofobia após chamar homem de 'nordestino de m*' – G1

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Janones reconhece racismo em fala a Camargo: 'Espero pagar' – Correio Braziliense

O deputado federal e candidato à reeleição André Janones (Avante-MG) reconheceu que a sua fala contra Sérgio Camargo (PL-SP), ex-presidente da Fundação Palmares, poderia ter um viés racista e lamentou o ocorrido. Em uma confusão nos bastidores do debate dos presidenciáveis no último domingo (28/8), realizado pela Band, Janones chamou Camargo de “capitão do mato”.

No Brasil, a expressão ‘capitão do mato’ se tratava de um empregado encarregado de perseguir escravos fugitivos, com o intuito de receberem recompensas. Durante a discussão, o parlamentar disparou a Camargo: “Vira homem. Bate aqui, vagabundo. Vem cá, vem cá, ô valentão. Vagabundo, capitão do mato, desgraçado. Você é um vagabundo”.
No programa Direto da Redação, da revista Carta Capital, Janones reconheceu que a fala poderia ter viés racista e disse que espera ser punido pela atitude.
“Eu realmente não entendi. Quando eu vi falar no racismo, mas porque eu chamei ele de capitão do mato, isso é racismo? Eu não sabia, fui me aprofundar, fui ler e descobri isso. Espero pagar pela minha ignorância porque ignorância não pode ser justificativa para a gente passar pano para nenhuma atitude que possa soar racista, ainda que não o seja, como de fato não foi. Foi um reflexo de uma ignorância minha”, declarou.

Janones ainda disse que a parte positiva da ocasião foi fazer o ex-presidente admitir que existe racismo no país, fato que ele negava. “A causa da comunidade negra, a luta contra o racismo é algo muito grande. Eu aprendo todos os dias”, disse Janones.

O parlamentar disse que em uma ação judicial ele não irá contestar. “Espero ser punido pelo meu erro e que isso ajude a fortalecer a luta contra o racismo estrutural, que infelizmente ocorre no nosso país. Peço desculpa pela minha ignorância, não pelo meu ato, mas pela ignorância”, disse.

Nas redes sociais, Camargo disse que “ataques racistas da esquerda contra negros conservadores não podem continuar impunes”. “Uma punição contra Janones terá efeito didático. Confio na Justiça”, declarou.
Em outra publicação, Camargo postou uma foto em frente a uma delegacia.
Caso Janones: chegando na delegacia. pic.twitter.com/VpI1n8NNMD
*Estagiário sob supervisão da subeditora Jociane Morais

 

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MP de São Paulo abre inquérito para investigar racismo no futebol: "Estádio não é terra sem lei" – globoesporte.com

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Racismo estrutural: 75% dos mortos em chacinas no Rio eram negros – Extra

O Rio tem a segunda maior população negra entre as cidades brasileiras, segundo o IBGE. Mas, o racismo está presente na infraestrutura, nos serviços e na falta de acesso dos negros a direitos sociais.
De acordo com estudo do Grupo Novos Ilegalismos (Geni/UFF), este ano já ocorreram 16 chacinas em operações policiais na cidade, com 85 mortes. E 75,5% das vítimas eram negros.
Entre outros dados que apontam para o racismo estrutural, os negros são maioria entre os que não tem acesso à moradia e aos sistemas de Saúde, de Educação e de Transportes. Dos 16,68% dos cariocas estão passando fome, 37,8% são negros, de acordo com a FGV.
Para tentar mudar esse quadro, a cidade sediará, nos dias 1º e 2 de setembro, a primeira edição do congresso “Rio, uma cidade antirracista”, que vai discutir as condições em que vive a população negra carioca.
Do encontro sairão propostas para a “Carta antirracista” e o Plano Diretor da cidade, com a participação de organizações como PerifaLab, Coordenadoria de Promoção à Igualdade Racial, Instituto de Arquitetos do Brasil, Conselho de Arquitetura e Urbanismo, ONU-Habitat, entre outras.
Conheço dentista, médico, engenheiro e advogados que não têm nada a ver com o sistema de cotas, porém agora são vistos como incapazes por causa dele. Foi só isso que esses negros dos partidos de…
Até parece que nas favelas não moram pessoas de pele branca. Ora, existe um artifício, criado por essa gente, de colocar até indígenas na somatória de negros, assim como os pardos, tudo a fim de…
Brasileiro gosta mesmo é de Rede Social e passeatas Gays nas orlas do país. Vamos continuar votando e elegendo os “Romários, Tiriricas, “Bebetos”, “Gabrieis , Crustácios,

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Funcionária é alvo de racismo na Universidade de Vassouras – BHAZ

Um episódio de racismo registrado na Universidade de Vassouras, no Rio de Janeiro, gerou revolta nas redes sociais e virou alvo de investigação da Polícia Civil. Na parede de um dos banheiros da instituição, uma funcionária encontrou a mensagem “Macaca, limpa bem limpo”, ao lado de um absorvente usado.
O caso ocorreu na última quinta-feira (1º). Em nota, a instituição descreveu o ocorrido como um “crime anônimo, hediondo e inaceitável” e informou já ter acionado as autoridades responsáveis.
“Nossa instituição é irrestritamente comprometida na luta antirracista, não tolera e não tolerará atitudes de incivilidade e discriminação racial. Aluno(a) e/ou colaborador(a) que for vítima de ato preconceituoso será por nós acolhido(a) e defendido(a) até as últimas consequências”, disse a universidade.
“Nos solidarizamos com o sentimento de revolta dos alunos, funcionários e professores e pedimos a todos e todas que, mais do que alimentarem o sentimento de protesto, se unam ao esforço institucional no combate aos flagelos que são o racismo e o preconceito, de qualquer natureza”, acrescentou a instituição.
Caso de racismo na Universidade de Vassouras!
É uma mistura de angústia e revolta, isso não pode passar batido!!! pic.twitter.com/axiHSeEzaS
O Sepe-RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro) também emitiu uma nota de repúdio a respeito do caso de racismo registrado na Universidade de Vassouras. Segundo o sindicato, o nome da funcionária será mantido em sigilo.
“Não iremos nos calar e partiremos com ações concretas contra toda forma de preconceito e discriminação, se pondo sempre ao lado daqueles  que são vítimas de atitude tão desumana e perversa. Sigamos juntos na luta e em prol de uma sociedade justa e plural, onde prevaleça o respeito e a equidade entre as pessoas”, disse a categoria.
O BHAZ procurou a Polícia Civil para obter informações sobre a investigação e aguarda o retorno. Tão logo a corporação se manifeste, esta matéria será atualizada.
De acordo com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), é classificada como crime de racismo – previsto na Lei n. 7.716/1989 – toda conduta discriminatória contra “um grupo ou coletividade indeterminada de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça”.
A lei enquadra uma série de situações como crime de racismo. Por exemplo: recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, impedir o acesso às entradas sociais em edifícios públicos ou residenciais, negar ou obstar emprego em empresa privada, além de induzir e incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. O crime de racismo é inafiançável e imprescritível, conforme determina o artigo 5º da Constituição Federal.
Já a discriminação que não se dirige ao coletivo, mas a uma pessoa específica, também é crime. Trata-se de injúria racial, crime associado ao uso de palavras depreciativas referentes à raça ou cor com a intenção de ofender a honra da vítima – é o caso dos diversos episódios registrados no futebol, por exemplo, quando jogadores negros são chamados de “macacos” e outros termos ofensivos.
Quem comete injúria racial pode pegar pena de reclusão de um a três anos e multa, além da pena correspondente à violência, para quem cometê-la. Em outubro de 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o crime de injúria racial também deve ser declarado imprescritível e inafiançável, assim como o crime de racismo.
Telefone: (31) 3335-0452
Endereço: Avenida Augusto de Lima, 1942 – Barro Preto
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta, de 12h às 19h
Telefone: (31) 3295-2009
Endereço: Rua dos Timbiras, 2928 5º andar Barro Preto – Belo Horizonte – MG
Horário de Funcionamento: Segunda à Sexta, de 13h às 18h
E-mail: dhumanos@mpmg.mp.br
Horário de funcionamento: diariamente de 8h às 22h
Cidadão brasileiro fora do Brasil, pode discar: +55 61 3212-8400.
E-mail para denúncias: disquedenuncia@sdh.gov.br
O 190 é destinado ao atendimento da população nas situações de urgências policiais. Atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Serviço destinado ao recebimento de informações dos cidadãos e cidadãs sobre crimes de que tenham conhecimento e possam auxiliar o trabalho policial.
No Disque Denúncia 181 a identidade do denunciante e denunciado é preservada.
Atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana.
Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog.
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Brasileiros que vivem na Argentina temem xenofobia após atentado contra Cristina Kirchner – CartaCapital

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Com grande destaque midiático, a narrativa sobre a identidade do suspeito está em disputa
Por Amanda Cotrim, de Buenos Aires
Desde que a nacionalidade do responsável pelo atentado contra a vice-presidente argentina Cristina Kirchner foi identificada – e constantemente ressaltada pela imprensa local –, não demorou a surgir temores entre brasileiros que vivem no País.
O autor dos dois disparos malsucedidos contra Cristina foi identificado como Fernando Salim Montiel, de 35 anos. Segundo a polícia, ele nasceu no Brasil e mora na Argentina desde os seis anos de idade. O jornal Clarín chegou a divulgar a certidão de nascimento do suspeito, que seria filho de mãe argentina e pai chileno.
Com grande destaque midiático, a narrativa sobre a identidade do suspeito está em disputa. Alguns defendem que o autor do atentado “só” nasceu no Brasil. Outros, que Montiel seria “uma vergonha” para o País.
No maior grupo Brasileiros em Buenos Aires no Facebook, com mais de 45 mil membros, os residentes recomendam, em tom de denúncia, que os compatriotas “guardassem o português em casa”. No mesmo post, uma brasileira desabafou: “Nossa vida já não é fácil aqui…”. Ainda teve um brasileiro que em um tom de piada escreveu que “daqui a pouco vão queimar brasileiros na praça”.
Em grupos de WhatsApp de residentes, um brasileiro que preferiu não ser identificado, pediu aos compatriotas e turistas que visitam a Argentina não saiam com a camisa da seleção nas ruas, por temer alguma violência por sua nacionalidade.
O epicentro dos discursos xenofóbicos é sustentado por uma relação entre memória e esquecimento. Algumas vezes, se esquece que a questão é o delito, e se foca na nacionalidade, o que traz à tona imaginários e memórias que sempre relacionam o estrangeiro à insegurança e à instabilidade. O perigo de meios de comunicação passarem a dar ênfase na certidão de nascimento do suspeito é “esquecer” que o foco é o crime.
“É assustador a violência política crescente na América do Sul, principalmente contra mulheres”, afirma a brasileira residente em Buenos Aires, Jorgia Machado dos Santos, de 32 anos. “Dito isso, é importante dizer que a Argentina é um país xenofóbico, inclusive se a gente lembra o que disse o presidente no ano passado, que os argentinos vieram de barco, da Europa, é preocupante que uma pessoa muitas vezes sem instrução ouça esses discursos.”
O Presidente da Argentina, Alberto Fernandez, em rede nacional, na noite de ontem, decretou feriado nacional pela paz nesta sexta-feira. Todos os jogos de futebol que aconteceriam hoje foram suspensos, segundo informou a AFA (Associação de Futebol Argentino).
Também nesta sexta-feira, organizações de esquerda e de direitos humanos convocaram um ato político em apoio a Cristina Kirchner, a partir do meio-dia, na Praça de Maio, em frente a sede do governo argentino, a Casa Rosada.
O Núcleo PT da Argentina, criado em apoio à candidatura de Lula à presidência, suspendeu a agenda pública da campanha no país. O coordenador local Paulo Pereira reforça que não acredita em onda xenofóbica contra a comunidade brasileira, mas que há uma preocupação mais ampla com a segurança de ‘companheiros e companheiras’, referindo-se aos brasileiros que participam de coletivos sociais e políticos no país.
A Embaixada do Brasil em Buenos Aires informou que, por motivos de conhecimento público, a recepção programada para celebrar os 200 anos de aniversário da Independência do Brasil, prevista para esta sexta-feira, foi cancelada.
Mais cedo, o brasileiro Marcelo Lauton, que mora em Rosário, na província de Santa Fé, a 300 km de Buenos Aires, relatou em sua rede social que foi hostilizado verbalmente por um taxista por ser brasileiro.
No entanto, não é unânime que brasileiros residentes estejam temerosos quanto a possíveis atos xenofóbicos. É o caso do empresário Marcelo Nunes Coelho, do ramo de turismo receptivo para brasileiros em Buenos Aires. “Tenho certeza que não vai acontecer nada com nenhum brasileiro aqui.”
Na capital, nenhum incidente dessa ordem foi registrado até o fechamento da matéria.
Na noite de quinta-feira, a polícia argentina prendeu Montiel por apontar uma arma para o rosto da ex-presidente a uma distância muito próxima, quando ela chegava em sua casa, onde uma multidão de apoiadores a aguardava.
Dezenas de militantes peronistas estão há 10 dias acampados em frente a residência da vice-presidente desde que o promotor Diego Luciano pediu sua prisão por 12 anos e a cassação de seus direitos políticos.
Na manhã desta sexta-feira, testemunhas prestaram depoimento à polícia. A juíza à frente do caso, Maria Eugênia Capuchetti, foi pessoalmente à casa da vice-presidente, no bairro de Recoleta, na capital portenha, para tomar o depoimento sobre o atentado.
As motivações do crime ainda não foram reveladas, já que Fernando Salim Montiel, segundo a imprensa local, ainda não prestou depoimento às autoridades. Fotos de uma conta na rede social, já desativada, mostram que o suspeito tem tatuagem de símbolos nazistas e fazia posts sobre satanismo.
Há alguns dias, ele chegou a ser entrevistado por um canal de TV argentino enquanto participava de uma manifestação contra os programas sociais do governo peronista. Nessa entrevista, o suspeito e uma mulher que o acompanham reforçam que abriram mão de programas sociais do governo por acreditar que “todos têm que trabalhar e deixar de receber auxílio.”
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