Tribunal disponibiliza cartilha contra assédio e discriminação – Notícias TJPE – TJPE


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Tribunal de Justiça de Pernambuco
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Funcionamento em dias úteis: das 7h às 13h
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NF recebe denúncias de discriminação e falhas no atendimento em hotéis – SindipetroNF – Sindipetro NF

A categoria petroleira continua enfrentando problemas com as hospedagens na região. O Sindipetro-NF recebeu, hoje, denúncia de que um hotel, em Campos dos Goytacazes, está separando os trabalhadores dos demais hóspedes na hora do café da manhã. O serviço também é limitado e oferecido em condições diferentes.
“Diferentemente de outras pessoas que estão no hotel, que podem acessar a área do café da manhã com mesas e se servir, os trabalhadores têm que ficar em cadeiras sem mesa, sem apoio e os alimentos vêm em caixas transparentes e que por muitas vezes têm que ser apoiados no chão”, relatou o petroleiro ao sindicato, enviando uma foto do local, com os rostos dos trabalhadores preservados.
Em outra denúncia, um petroleiro registra que foi servido um suco vencido há um mês em um hotel em que estava hospedado em Macaé.
Para o coordenador do Departamento de Saúde do Sindipetro-NF, Alexandre Vieira, os casos se somam a uma série de problemas que a categoria enfrenta em relação a alimentação e hospedagem nos embarques e desembarques.
“Temos ainda a situação de que trabalhadores estão chegando ao aeroporto em horários em que não é possível almoçar na plataforma e a Petrobras também não ofereceu almoço”, afirma o sindicalista.
O Sindipetro-NF vai levar os casos à Petrobrás para exigir que os hotéis sejam acionados pela empresa. Se não houver correção dos problemas, as denúncias serão formalizadas junto a órgãos fiscalizadores.
Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, 257 Centro
CEP 27910-330 Telefone: (22) 2765-9550 / (22) 99742-3547
Av. 28 de Março, 485 Centro
CEP 28.020-740 Telefone: (22) 2737-4700 / (22) 98114-3857

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Vaza cena de filme do Homem-Aranha cancelado por racismo, mas fãs se impressionam – Legado da Marvel

Depois de fazer história nos cinemas com Sem Volta Para Casa, o Homem-Aranha ganharia uma produção bem especial feito para os fãs… E POR FÃS. O fanfilm chamado “Spider-Man: Lotus” foi produzido por financiamento coletivo arrecadado na internet.
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Depois de arrecadar um bom dinheiro, o projeto teve que ser cancelado. O motivo é lamentável e pegou muita gente de surpresa. Já que conversas entre o diretor do filme e o ator que interpretaria o Homem-Aranha, vazaram na internet.
A conversa está cheia de insultos e falas racistas, o que tornou inviável que o projeto seguisse em frente. Polêmicas à parte, um dos membros da equipe de efeitos especiais fez um vídeo falando da parte boa do projeto.
E decidiu divulgar algumas cenas do filme, revelando a qualidade da CGI do projeto para aqueles que nunca o verão finalizado. O resultado é simplesmente FANTÁSTICO, surpreendendo e recebendo muitos elogios dos fãs na internet.
Confira o vídeo logo abaixo:
The Spider-Man: Lotus VFX artists are actually crazy talented. This is TASM level swinging right here… pic.twitter.com/Yz9LMtLquW
— jalen (@jayjjalen) September 2, 2022

Em uma época onde a CGI da Marvel Studios, com todo seu orçamento milionário, tem sido altamente criticada, ver uma equipe bem menor fazer algo TÃO BOM ASSIM é um choque. Com certeza, deixando os fãs ainda mais tristes por todo o ocorrido.
Principalmente pela equipe dos efeitos, que até onde sabemos, nada teve a ver com as polêmicas e racismo do ator e diretor.
Siga de olho no Legado da Marvel para mais informações. Aproveite também para conhecer nosso canal no YouTube:

Estamos exatamente a 1 semana da estreia da versão estendida de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa nos cinemas brasileiros! A novidade chegará por aqui em pleno feriadão de 07 de setembro, mas para os curiosos, eis uma boa notícia.
Já que recentemente, todas as cenas extras da versão estendida do filme começaram a vazar na internet! Você já viu aqui no site a nova – e triste – cena pós-créditos.
Mas agora chegou a hora de conferir TODAS as cenas inéditas do relançamento. As cenas foram compiladas em um canal do Telegram, que você confere CLICANDO AQUI. Mas caso você não queira ASSISTIR as cenas, mas só saber sobre elas, a gente fez uma lista logo abaixo!
As cenas são:
É bastante coisa, mas com certeza não é o que os fãs esperavam para um relançamento com tanto potencial. Animados mesmo assim?
Sigam de olho no Legado da Marvel para mais informações e curiosidades.
Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa é o título oficial da continuação de Homem-Aranha: Longe de Casa. O terceiro filme solo estrelado por Tom Holland. O filme faz parte da Trilogia do Multiverso do MCU, iniciada por WandaVision e seguida por Doutor Estranho 2!
Além de Holland, o elenco ÉPICO de Homem-Aranha 3 conta com Benedict CumberbatchZendaya e Jacob Batalon. Sim, os veteranos estão de volta! Incluindo Tobey MaguireAndrew Garfield e os vilões: Willem Dafoe (Duende Verde), Alfred Molina (Doutor Octopus) e Jamie Foxx (Electro)!
Dá pra acreditar?! O ARANHAVERSO É REAL e após bater recordes no cinema, o filme está disponível para compra e aluguel digitalmente. Corre lá pra rever essa perfeição! É realmente o melhor filme do Homem-Aranha já feito? Confira a nossa crítica CLICANDO AQUI!
Se tem uma coisa que eu odeio, é gente sem integridade. Elvis de Sá, as pessoas me chamam de Senhor das Estrelas.
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O legado de Chadwick Boseman na Marvel Studios sempre será gigante, pois nos 4 anos que o ator esteve presente…
SITE PARCEIRO UOL – © 2017-2022 Legado da Marvel, uma empresa da Legado Enterprises.
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Iniciativas na Amazônia podem ganhar R$ 175 mil para combater o racismo por meio da educação – G1

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Motorista de aplicativo é denunciado por lesão e discriminação contra mulheres trans – Jornal do Tocantins

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Há quatro vagas para o Festival da Canção? Tem mês e meio para concorrer e estas são as regras – Delas

Há quatro vagas para o Festival da Canção? Tem mês e meio para concorrer e estas são as regras  Delas
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Racismo contra elfos e hobbits negros em 'O Senhor dos Anéis' ignora miscigenação na Europa pré-histórica – Folha

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Jornalista especializado em biologia e arqueologia, autor de "1499: O Brasil Antes de Cabral".
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Peço a indulgência do leitor diante do meu entusiasmo completamente irracional, mas passei os últimos dias meio perdido numa névoa de empolgação, sabendo que a Terra-média está de volta às telas. Ocorre que o universo criado pelo filólogo britânico J.R.R. Tolkien (1892-1973) acaba de virar uma série de streaming, que vai mostrar o que aconteceu milhares de anos antes de “O Senhor dos Anéis”.
Fiz mestrado e doutorado sobre a obra do autor, pela qual sou apaixonado já faz quase um quarto de século, e realizei a revisão técnica da dublagem e das legendas brasileiras, o que explica a minha expectativa. Mas é uma pena que eflúvios fétidos oriundos da internet estejam poluindo, em parte, essa animação.
Tem gente fula da vida por aí (em geral, os doutrinados pela extrema direita no mundo de língua inglesa e suas cópias no Brasil e em outros lugares) com o fato de que atores negros e da América Latina estão interpretando alguns dos célebres elfos e hobbits do mundo de Tolkien.
É uma tristeza, eu sei, mas isso pelo menos nos oferece o gancho perfeito para regar “O Senhor dos Anéis” com doses generosas de arqueologia, genômica e bom senso.
Quem anda se descabelando com elfos e hobbits etnicamente diversos diz, entre outras coisas, que Tolkien imaginou sua Terra-média como o passado mítico da Europa. Portanto, pessoas não brancas não caberiam nesse cenário.
Além disso, acrescenta maliciosamente esse povo, nos filmes de “O Senhor dos Anéis” (que se passariam milhares de anos mais tarde) só aparecem elfos e hobbits brancos. Isso não significa que teria havido um genocídio de parte desses povos?
Bem, para começo de conversa, a Terra-média não é nem nunca foi a Europa. Tolkien apenas ressuscitou uma antiga expressão das línguas germânicas, usada para designar todas as terras habitadas por seres humanos —na prática, os continentes do Velho Mundo, já que a palavra foi cunhada antes que as Américas e a Oceania fossem conhecidas.
Mas, mesmo que o termo se referisse apenas à Europa, a ideia de que a região é e sempre foi um continente “branco” está errada. Trata-se de uma ilusão criada pelos últimos 8.000 anos de história —que são só a cereja do bolo, considerando que membros da nossa espécie habitam o continente europeu faz mais ou menos 40 mil anos.
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A arqueogenômica, novíssima disciplina que tem conseguido decodificar boa parte do DNA de pessoas que morreram há milênios, indica que a Europa, na maior parte desse período, foi terreno fértil para a miscigenação e o encontro de povos muito distintos entre si.
Para começar, diversas ondas diferentes de caçadores-coletores passaram por lá durante a Era do Gelo, amalgamando-se e às vezes desaparecendo (em geral, por motivos climáticos).
Praticamente todos os europeus atuais descendem de pelo menos três grupos: caçadores-coletores, representando essa herança da Era do Gelo; agricultores do Oriente Médio; e, por fim, pastores das estepes do mar Negro.
Bem, a arqueogenômica mostrou que os caçadores-coletores, até 8.000 anos atrás, frequentemente tinham pele escura, combinada com olhos claros. A pele mais clara foi trazida para o continente, de forma irônica para os racistas atuais, do Oriente Médio. E esses grupos conviveram entre si durante milênios até se amalgamarem totalmente.
E essa, como qualquer brasileiro deveria saber, é a resposta à pergunta dos supremacistas brancos da web. Nossos 500 anos de miscigenação produziram milhões de brasileiros “brancos” que descendem de indígenas e negros. A diferença de escalas de tempo não apaga o fato de que não existem “raças puras” em canto algum da Terra —e que tampouco elas existiriam na Terra-média. Ainda bem.
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Diretor da OMS no Pacífico afastado após acusações de racismo – CNN Portugal

O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a região do Pacífico Ocidental, Takeshi Kasai, foi afastado do cargo, segundo a Associated Press (AP), que noticiou em janeiro queixas de racismo contra o responsável da agência da ONU.
A AP cita “correspondência interna” da OMS que dá conta do afastamento de Takeshi Kasai. 
O afastamento ocorre meses depois de terem sido noticiados os resultados de uma investigação jornalística da AP que indicava que dezenas de funcionários do organismo na Ásia tinham sido alvo de alegados comportamentos racistas e de comportamentos considerados “pouco éticos” por parte de Kasai.
Segundo as acusações, os alegados comportamentos de Takeshi Kasai afetaram os esforços da OMS no continente asiático durante os piores momentos da pandemia de covid-19. 
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse esta terça-feira aos funcionários do organismo na região do Pacífico Ocidental que Kasai “se encontra de baixa”, sem ter fornecido mais detalhes. 
Tedros disse que a vice-diretora-geral da OMS, Zsuzsanna Jakab, é esperada esta terça-feira na sede regional do organismo, em Manila, para garantir que “as coisas continuam a funcionar”.  
Dois altos funcionários da OMS, que pediram anonimato, disseram à AP que Kasai se encontra na situação de “licença administrativa de longa duração”, após investigações internas provocadas pelas notícias que davam conta das acusações de “má conduta”.
Em comunicado, a OMS disse que não sabe quanto tempo Kasai vai estar afastado de funções e que as investigações vão continuar.
Kasai não comenta o afastamento, apesar de já ter negado anteriormente o uso de linguagem racista ou de ser responsável por comportamentos pouco profissionais.  
Em janeiro, a AP noticiou que mais de 30 membros da OMS, não identificados, na região do Pacífico Ocidental tinham enviado queixas queixas aos principais responsáveis pelo organismo alegando que Kasai era responsável pelo “ambiente tóxico” nos gabinetes regionais. 
Na altura, documentos e gravações mostravam os comportamentos racistas de Kasai contra os funcionários, afirmando que o aumento do número de infeções de covid-19 em alguns países do Pacífico ficava a dever-se “à cultura inferior, raça e aos baixos níveis sócio-económicos”.
Alguns membros da OMS que trabalhavam com Kasai disseram ainda que o responsável enviou para o Japão de forma “imprópria” informações sobre a vacina contra o SARS-Cov-2.
Kasai, médico de formação, é natural do Japão e trabalha na OMS há 15 anos.   
Poucos dias depois das primeiras notícias terem sido difundidas, o diretor-geral da OMS anunciava uma investigação interna sobre Kasai mas durante os últimos meses vários funcionários queixaram-se que o diretor regional manipulava o processo. 

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