Direitos trabalhistas para pessoas com deficiência ensejam igualdade e autonomia – Migalhas

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sábado, 3 de setembro de 2022
MIGALHAS DE PESO
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sexta-feira, 2 de setembro de 2022
Atualizado às 07:52
Uma pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas, segundo preconiza a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) – lei 13.146/15. Criada em 6 de julho de 2015, a lei tem como objetivo assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
O amparo à pessoa com deficiência também está presente nas relações trabalhistas desde a Consolidação das Leis de Trabalho. Mais do que propiciar um ambiente seguro, inclusivo e de igualdade à pessoa com deficiência, esta proteção legal dá dignidade a estes cidadãos que, por muitas vezes, são negativamente surpreendidos por ações discriminatórias.
O art. 7º, inciso XXXI, da Constituição Federal afirma que é proibida qualquer discriminação em relação a salário e critérios de admissão do trabalhador com deficiência. Portanto, a remuneração da pessoa com deficiência deve ser a mesma do colega que desempenha uma mesma função. Esta remuneração por trabalho de igual valor também é reverenciada no art. 34, parágrafo 2º, do Estatuto da Pessoa com Deficiência, que disserta ainda sobre igualdade de oportunidades e condições justas e favoráveis de trabalho.
O ambiente de trabalho também deve ser favorável no que diz respeito à arquitetura e acessibilidade, conforme previsto na Lei de Acessibilidade 10.098, do ano 2000. A autonomia e independência para realizar seu trabalho são fundamentais para a produtividade da pessoa com deficiência, lhe garantindo bem-estar e segurança.
Vale salientar que existem cotas, previstas em lei, para o número de pessoas com deficiência que variam de acordo com o número de trabalhadores de uma empresa. Quando o porte for maior do que 100 funcionários, 2% das vagas são direcionadas às pessoas com deficiência. Entre 201 e 500, 3%. Entre 501 e 1000, são 4% dos trabalhadores e a partir de 1001, são 5%. Há também uma cota prevista para os concursos públicos que devem destinar 10% de suas vagas para as pessoas com deficiência. Em alguns estados brasileiros, este número pode chegar até a 20%.
O amparo e a isonomia oferecida pela legislação brasileira refletem os bons caminhos que estão sendo trilhados na busca de igualdade, autonomia e qualidade de vida dos múltiplos trabalhadores do país. É claro, há sempre o que ser melhorado, afinal, estamos falando sobre humanidade, pessoas, com suas capacidades e sentimentos, que necessitam, sempre, de atenção especial e abrigo por parte do setor público e privado.
Advogado sócio da Jacó Coelho Advogados. Tem especialização em Direito Civil e Processo Civil pela ATAME/GO; especialização em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela ATAME/GO e LLM em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.
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José Carlos Malato assume-se como pessoa não-binária – Observador

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Celebridade da televisão assumiu que não se identifica nem com o género feminino, nem com o masculino. Revelação foi realizada esta madrugada nas redes sociais. Malato quer dar visibilidade à comunidade.
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José Carlos Malato, que apresenta programas de entretenimento na RTP, revelou que é uma pessoa não-binária nas redes sociais
José Carlos Malato/Instagram
José Carlos Malato, que apresenta programas de entretenimento na RTP, revelou que é uma pessoa não-binária nas redes sociais
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José Carlos Malato assumiu-se como pessoa não-binária através de uma publicação colocada esta quinta-feira nas redes sociais. “A minha identidade de género e expressão de género não são limitadas ao masculino e feminino“, revelou a celebridade que apresenta programas de entretenimento na RTP.
“Ser não-binário é uma questão de princípio ativista, pelo menos para mim. Acredito que a dualidade masculino/feminino ou outro está presente nos seres humanos apesar da cultura fascista e da sociedade patriarcal a tentarem esmagar”, pode ler-se na mesma publicação.
Uma publicação partilhada por josecarlosmalato (@josecarlosmalato)
José Carlos Malato explicou que o seu não-binarismo “é uma forma de dar representação e visibilidade a todos/todas/todes que sentem/ são assim”: “É o meu dever enquanto megafone que detém algum poder de fala na sociedade portuguesa”, considerou. E terminou:
É também uma demonstração de empatia com todes os que sentem como eu e um manifesto contra todas as formas de discriminação e violência que muit@s sofrem/sofremos todos os dias! Numa era marcada pelo terrorismo das redes sociais! Ninguém pode ser quem não é. E ser quem se é não prejudica ninguém. E a mais ninguém diz respeito! Disse!”.
O não-binarismo é um termo relacionado com a identidade de género. Uma pessoa não-binária é alguém que não se identifica nem com o género masculino, nem o género feminino, independentemente do sexo genético que possui e que lhe foi atribuído à nascença; ou da sua orientação sexual. Na falta de alternativas neutras na língua portuguesa — ao contrário do que acontece no inglês, por exemplo — algumas pessoas da comunidade não-binária escolhem ser tratadas por um dos pronomes pessoais (ele ou ela), conforme a expressão de género com que se sentem mais confortáveis.
Na publicação que efetuou, José Carlos Malato não utilizou palavras com carga masculina ou feminina. Sempre que foi necessário utilizar palavras que, na língua portuguesa, necessitam de um género masculino ou feminino, substituiu essa expressão de género com um “@” ou com a letra “-e” (em vez de um -a ou de um -o). É algo comum na comunidade não-binária que fala português. Neste momento, essas alternativas não estão formalmente incorporadas na gramática portuguesa, mas têm sido adotadas a nível social.
Outras celebridades no estrangeiros têm revelado que são pessoas não-binárias. É o caso da cantora Demi Lovato, que recentemente anunciou que prefere o tratamento linguístico no feminino; de Sam Smith, intérprete de “I’m Not The Only One”; ou Ezra Miller, artista musical e da sétima arte que participou em filmes como “Monstros Fantásticos” ou “As Vantagens de Ser Invisível”.
Marin. “A primeira-ministra mais fixe do mundo”
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“A ideologia de género não existe” (dizem eles)
Demi Lovato, seja lá ele(a)s quem for
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Marselha provisoriamente na liderança da Liga
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US Open. João Sousa nos oitavos de pares
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Gisele Bündchen teria saído de casa após briga feia com Tom Brady, diz site; saiba o motivo – Hugo Gloss

Discussão teria começado por conta da decisão do marido de abandonar sua aposentadoria na NFL
Problemas no paraíso? Nesta quinta-feira (1), o site Page Six afirmou que Gisele Bündchen teria deixado sua casa em Tampa, na Flórida, nos Estados Unidos, e partido para passar uns dias na Costa Rica, após uma série de discussões com Tom Brady. As fontes informaram a modelo teria ficado brava com o fato do marido ter desistido de se aposentar da liga esportiva profissional de futebol americano.
“Tom e Gisele estão brigados agora”, disse um insider, acrescentando que isso já aconteceu antes, mas eles sempre terminam dando a volta por cima e se unindo novamente.
 
 
Uma publicação compartilhada por Gisele Bündchen (@gisele)

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Uma segunda pessoa próxima à família deu mais detalhes à publicação. “Houve problemas no casamento por causa de sua decisão de não se aposentar. Gisele sempre foi aquela que ficava com as crianças. Eles concordaram que ele se aposentaria para se concentrar na família, então ele mudou de ideia”, disse o informante. E completou: “Eles têm um relacionamento ardente. Gisele é um pouco cabeça-quente – ela tem aquele calor brasileiro”.
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Leonardo DiCaprio: Saiba por que o astro e Camila Morrone terminaram
Em fevereiro deste ano, o jogador havia anunciado que encerraria a carreira, porém, voltou atrás para disputar mais uma temporada pelo Tampa Bay Bucaneers. Recentemente, o atleta faltou a 11 dias de treino alegando que estava com “problemas pessoais”. Quando questionado sobre seu desaparecimento durante uma coletiva de imprensa, o astro do esporte disse: “É tudo pessoal… todo mundo tem situações diferentes com as quais está lidando. Todos nós temos desafios realmente únicos em nossa vida. Eu tenho 45 anos, cara. Tem muita m*rda acontecendo”.
 
 
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Em maio, a top model foi sincerona ao responder sobre as dificuldades encaradas na vida a dois. “Eu não acho que relacionamentos apenas acontecem. Nunca é o conto de fadas que as pessoas querem acreditar que é. Dá trabalho estar realmente em sincronia com alguém, especialmente depois que você tem filhos”, declarou a musa à revista Vogue britânica.
O casal, conhecido pelas constantes declarações de amor nas redes sociais, está junto há 13 anos. Eles são pais de Benjamin, de 12 anos, e Vivian, de 9 anos. O jogador também é pai de John, de 15 anos, fruto de seu relacionamento com Bridget Moynahan. Por enquanto, nenhum dos dois se manifestou sobre os boatos.
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Promotoria na PB recomenda ações polêmicas para coibir discriminação de gênero nas escolas – PB AGORA – Paraíba Agora – PBAgora

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Wolff reduz importância de Ecclestone e Piquet e dispara: “Não vejo racismo na F1” – Grande Prêmio

Chefe da Mercedes, Toto Wolff disse que não vê “racismo na Fórmula 1”. O dirigente considerou que vozes como as de Bernie Ecclestone e Nelson Piquet estão ultrapassadas e alegou que não chamaria nenhum dos colegas de racistas.
Wolff é chefe do único piloto preto do grid, e o heptacampeão Hamilton já declarou reiteradas vezes que sofreu muita discriminação quando chegou à F1. Com o passar dos anos, o britânico se tornou mais vocal sobre a questão e, nos últimos, na esteira do movimento Black Lives Matters, conseguiu levar os protestos para dentro do paddock.
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A própria Mercedes chegou a abraçar a causa racial, trocando a cor do carro e procurando mais diversidade dentro da equipe.
Filho de pai romeno e mãe polonesa, Wolff contou em entrevista ao Financial Times que cresceu em uma casa onde não se falava de religião. Após a morte do pai, porém, Toto foi criado com a ajuda de uma família judia, o que o levou a frequentar movimentos da juventude judia.
“O antissemitismo estava bem presente quando eu cresci”, contou. “Eu via do que meus amigos eram chamados nas ruas — vi como um grupo pode ser isolado”, comentou.
A entrevista foi feita dias após a viralização de um vídeo onde Nelson Piquet usa de expressões racistas e homofóbicas para se referir a Hamilton. De acordo com a publicação, Wolff foi cauteloso ao não comparar a experiência pessoal que viveu com o antissemitismo com o racismo vivenciado por Hamilton, mas reconheceu que foi essa vivência que o levou a ter mais empatia com o piloto e pressionar o esporte a fazer mais do que “alguns posts no Instagram”.
Ainda assim, Wolff também minimizou a questão. O dirigente exagerou as idades de Piquet e Ecclestone ao dizer que a opinião deles não tem mais eco em um esporte que atrai cada vez mais jovens graças ao impacto da série Drive to Survive, da Netflix.
“Um tem 80 ou o que quer que seja e o outro tem 105” disse Wolff, se referindo a Piquet, de 69, e Ecclestone, de 91. Na visão do dirigente, a reação às declarações de ambos vão fazer com que “as pessoas pensem duas vezes” antes de usarem as mesmas expressões.
“Eu não vejo nenhum racismo no estado atual da Fórmula 1”, declarou Toto. “Poderia chamar alguns dos meus colegas de [muitas] coisas, mas não de racistas”, seguiu.
Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.
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Empresa no RS é condenada a pagar indenização por ofensa racista a trabalhador – CUT Brasil

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Supervisor de empresa insultava, xingava e humilhava o trabalhador com insultos racistas, na presença dos demais colegas de trabalho se as tarefas não fossem realizadas no pouco tempo estipulado
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Publicado: 02 Setembro, 2022 – 11h07 | Última modificação: 02 Setembro, 2022 – 11h12
Escrito por: Redação CUT | Editado por: Rosely Rocha
A empresa Transportes Bertolini Ltda., de Canoas (RS), foi condenada ao pagamento de indenização de R$ 5 mil a um conferente em razão da conduta de um supervisor de frota que ofendia e humilhava subordinados, utilizando expressões com conotações racistas.
O trabalhador contratado em 2013, ajuizou a reclamação trabalhista em 2015, requerendo a rescisão indireta do contrato de trabalho (justa causa do empregador) e indenização por assédio moral. Segundo seu relato, seu chefe o tratava com insultos, xingamentos e humilhações na presença dos demais colegas de trabalho se as tarefas não fossem realizadas no pouco tempo estipulado. A única testemunha ouvida afirmou que o supervisor era grosseiro com todos e confirmou que o vira se dirigir ao conferente com expressões depreciativas com base em sua cor.
A empresa recorreu ao perder a ação em primeira e segunda instâncias, mas a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), por unanimidade, rejeitou o exame do recurso, pois foi comprovada por meio das declarações prestadas por testemunhas, a ação racista.
Na primeira instância a empresa foi condenada pelo juízo da 3ª Vara do Trabalho de Canoas (RS) a pagar indenização de R$ 25 mil, mas recorreu da decisão ao Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT).
O TRT confirmou a condenação, mas reduziu o valor da indenização para R$ 5 mil e determinou a expedição de ofício ao Ministério Público do Trabalho (MPT), para a apuração da prática de possível crime de racismo. De acordo com a decisão, a transportadora fora omissa ao manter no quadro funcional pessoa que causava transtornos e humilhações aos demais empregados.
Gravidade da conduta
Ao confirmar a condenação da empresa a relatora do agravo no TST, desembargadora convocada Margareth Rodrigues Costa, negou as alegações da empresa e considerou que diante da gravidade da conduta praticada pelo supervisor, o montante fixado de R$ 5 mil não é, “de forma alguma”, exorbitante.
Com informações da Secretaria de Comunicação Social do TST
 
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Professora afirma ser agredida e discriminada por ser autista; colega acusado rebate: 'é dissimulada' – G1

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Ex-deputado municipal do movimento de Rui Moreira condenado por post de teor racista – Expresso

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O livro Mein Kampf, bonecos nazistas e racismo – Aventuras na História

O livro de Hitler, apesar de ser uma obra repugnante e racista, tem importância histórica
Marcio Pitliuk* Publicado em 02/09/2022, às 15h34
O livro ‘Minha Luta’, de Adolf Hitler, como literatura é pobre, mal redigido e primário, há suposições de que o verdadeiro autor tenha sido Rudolf Hess ou que foi escrito a quatro mãos (no caso, quatro patas), pois ambos estavam na mesma prisão quando o livro foi realizado.
Foi um sucesso de vendas no seu lançamento. Praticamente todas as famílias alemãs tinham um exemplar, o que colaborou para aumentar o antissemitismo e a idolatria a Hitler.
Além de um texto de extremo racismo, incentivava o povo alemão a aceitar que a guerra era a única alternativa para o sucesso da Alemanha. Em Minha Luta,Hitler apresentou todas as suas ideias megalomaníacas, preconceituosas e destruidoras, não deixou duvidas quanto as barbaridades que desejava praticar. Ali estava sua plataforma de governo.
Esqueleto do século 11 é o registro mais antigo de síndrome humana rara
Americano promete proteger as pessoas de possível ‘apocalipse’
A questão de liberar a venda de Mein Kampf, o nome original do livro, é de difícil resposta. Proibir a publicação de um livro é um ato de censura e os nazistas praticaram isso. Assim que chegaram ao poder, organizaram imensas queimas de livros de autores judeus, comunistas ou que contrariavam a ideologia do partido e as diretrizes nazistas.
Não apenas livros, também obras de arte foram para as fogueiras e o povo alemão comparecia em massa nesses eventos, como se fosse uma grande festa. Isso era parte da propaganda nazista comandada por Joseph Goebbles. Muitos traziam de casa, da biblioteca ou da escola as obras declaradas heréticas, a queima de livros era celebrada com muita alegria, cantos nazistas, e famílias inteiras participavam dessa celebração ao ódio. Anos depois, passaram a queimar não apenas os livros, também os autores.
A obra de Hitler é uma apologia ao nazismo, o pior sistema politico que existiu, pois pressupõe a destruição da oposição, de quem pensa diferente e das minorias que eles consideravam como inferiores, os “Untermenschen”, ou seja, os sub-humanos. Para os nazistas, existe uma “escala racial”, onde os alemães, ou seja, os arianos, estão no topo, e os judeus, na base.
Permitir a livre circulação do livro pode aumentar o preconceito e a intolerância? É possível. É muito provável que alguém seja levado a acreditar nessas mentiras escritas por Hitler que não passavam de Fake News. Pessoas preconceituosas e intolerantes existem em toda a parte, e como são ignorantes, caso contrário não seriam racistas, Minha Luta pode trazer os argumentos que buscam para “embasar e sustentar” seus discursos do ódio.
Por outro lado, para quem estuda o nazismo, a Segunda Guerra, os movimentos políticos da época e as teorias raciais, Mein Kampf tem sua importância histórica e deve ser estudado. Como acomodar essas duas alternativas?
Recentemente, na Alemanha, o livro foi liberado com comentários que orientam o leitor a não acreditar que as palavras de Hitler sejam verdade. Essa pode ser uma solução. No Brasil o livro está proibido. Existe outro livreto antissemita famoso, ‘Os protocolos dos sábios do Sion’, um panfleto apócrifo, mentiroso, escrito na Rússia Czarista, que acusava os judeus de organizarem um complô mundial para conquistar o mundo. Este livreto é proibido no mundo todo, menos em alguns países árabes, e assim deve ser mantido, ao contrário de Minha Luta, não traz nada de interessante para ser estudado.
Qualquer outro material de cunho nazista, como a suástica e bonecos de líderes nazistas, sem dúvida nenhuma devem ser proibidos.Hitler, Goebbles, Goering ou qualquer outro desses criminosos não são super-heróis, nem bonecos decorativos para serem expostos em prateleiras ou tratados como ícones de adoração. Nesse caso, não há nenhum interesse a ser aproveitado. São reproduções de pessoas diabólicas, assassinos em massa que devem ficar no lixo da história.
*O texto que você acabou de ler foi escrito por Marcio Pitliuk, escritor, cineasta, membro do Conselho Educacional do SWU e curador do Memorial do Holocausto.
Uma publicação compartilhada por StandWithUs Brasil (@standwithus_brasil)

O site Aventuras na História iniciou uma parceria com StandWithUs, que trabalha para lembrar e conscientizar sobre o Holocausto e usar as suas lições para gerar reflexões sobre questões atuais. Semanalmente, você verá reflexões importantes sobre o tema, além de entrevistas com sobreviventes do nazismo. 
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‘A Casa do Dragão’: Atriz que brilha no seriado trabalhava lavando pratos
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Neste dia, em 1658, Oliver Cromwell morria na Inglaterra
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Dom Pedro I reconheceu os filhos que teve fora do casamento?
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Dom Pedro I foi um péssimo marido, mas um ótimo pai
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O astro de Hollywood acusado de canibalismo
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As últimas palavras da mãe de Amy Winehouse para a filha
GRUPO PERFIL – Argentina, Brasil, Uruguai, Chile, Estados Unidos, Portugal e Índia
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No Rio, Freixo promete plano estadual de combate ao racismo – Yahoo Noticias

Em entrevista para o encontro Agendas para o Rio, o candidato ao governo do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo (PSB), prometeu a criação de um plano para combater a estrutura de racismo no estado.
“A criação de um plano estadual anti-racismo é um ponto estrutural para responder isso. Mas as escolas também precisam ser espaços decisivos de combate ao racismo no Brasil”, declarou o candidato.
A sabatina foi a segunda do evento “Agendas para o Rio: compromisso para candidaturas em 2022”, promovida pela Casa Fluminense. Estavam presentes também moradores de Duque de Caxias, Queimados, Belford Roxo, entre outros municípios da região metropolitana do Rio, além de apoiadores de Freixo.
A Agenda Rio 2030 também traz pontos de justiça racial. Uma das propostas dialoga diretamente com a segurança. :Nosso plano passa necessariamente por um investimento em inteligência, qualificação das polícias e uma forte agenda de prevenção com foco na juventude das comunidades. Precisamos de uma Secretaria Estadual de Segurança com centros integrados com as guardas municipais e as prefeituras , o estado não pode ser ausente”.
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A pesquisa Ipec – antigo Ibope – divulgada nesta terça-feira (30), mostra que Cláudio Castro (PL) abriu vantagem sobre Marcelo Freixo (PSB) na disputa pelo Rio de Janeiro: Castro subiu sete pontos percentuais, com 26% das intenções de voto em relação ao adversário. Freixo subiu dois pontos, ficando com 19%.
O primeiro turno das eleições será realizado no dia 2 de outubro, um domingo. Já o segundo turno – caso necessário – será disputado no dia 30 de outubro, também um domingo.
Deputado federal (quatro dígitos)
Deputado estadual (cinco dígitos)
Senador (três dígitos)
Governador (dois dígitos)
Presidente da República (dois dígitos)
Em julho deste ano, o deputado fez denúncia sobre intimidação e ameaça sofrida por ele e apoiadores durante ato.
Entre os eleitores que declaram votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro…
Nomes dos representantes do TSE e da PM já foram escolhidos
Estacionamento passa a custa três euros por hora, valor que contrasta com os dois euros nos arredores da capital francesa.
Ao mesmo tempo que joga a vida no Campeonato Brasileiro, o Botafogo tem arrumado a casa…
Caberá ao ministro, que foi indicado pelo presidente para o cargo, decidir se autoriza ou não a investigação
A nova pesquisa eleitoral PoderData sobre a eleição presidencial de 2022 mostra um cenário de estabilidade: Lula (PT) se manteve com 44% das intenções de voto, enquanto Jair Bolsonaro (PL) teve variação negativa de um ponto, dentro da margem de erro, com 36%. O levantamento foi feito entre os dias 28 e 30 de agosto e é a pesquisa divulgada nesta semana com maior tempo de coleta de dados após o debate presidencial do último domingo (28). Foram ouvidos 3.500 eleitores por meio de ligações telefônicas e a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no TSE é BR-06922/2022. Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus e-mails em 1 só lugar Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos Ciro Gomes (PDT) teve crescimento de 2 pontos percentuais e chegou a 8%; Simone Tebet (MDB), apesar de ter sido considerada o destaque no debate, se manteve com 4% – mesmo índice que tinha na rodada de um mês atrás. Os resultados da pesquisa mostram que as sabatinas do Jornal Nacional, da TV Globo, o início da propaganda eleitoral e o debate na TV Bandeirantes não foram capazes de mudar o voto do eleitor.
O novo filme de Alejandro Iñárritu marcou o segundo dia do Festival de Cinema de Veneza
A Cidade do Rock, no Parque Olímpico, vai receber um esquema diferenciado elaborado pela Light para…
Eurodeputados sugerem reformas para o mercado energético. Entre as ideias em estudo estão mais impostos sobre os lucros avultados das empresas de energia e estabelecer tetos máximos para os preços.
A madrugada desta quinta-feira foi a mais gelada do ano. De acordo com o sistema da prefeitura…
Depois de dias conturbados, em que Éric (Lucas Burgatti) ficou chateado com Poliana (Sophia…
O governo polonês estimou nesta quinta-feira (1º) o custo financeiro das perdas da Segunda Guerra Mundial em 1,3 trilhão de euros, e anunciou por intermédio do presidente do partido no poder que exigirá da Alemanha "negociar essas reparações".
Com a saída de Lázaro para o Almería, da Espanha, o Flamengo faz a fila andar em sua categoria de…
Cariocas e fluminenses poderão emitir documentos de identidade, Carteira Nacional de Habilitação…
Em março de 2021, o motorista de aplicativo foi flagrado com uma faca de 35cm dentro do carro
A Polícia Civil mineira já detectou a presença da substância tóxica mono-etilenoglicol em pelo…
Agentes federais cumpriram mandatos de busca e apreensão em endereços ligados a Washington Reis
O governador do Rio, Cláudio Castro, sancionou a Lei 9.835 que cria a linha de crédito de até R$ 80…
O baixo crescimento econômico e a crise global estão retardando a recuperação do emprego na América Latina e no Caribe após o impacto da pandemia de covid-19, alertou a OIT nesta quinta-feira (1º).

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