A confusão que fez Djavan revelar seu voto para presidente – VEJA

Às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial, o músico Djavan declarou, nesta quinta-feira, 29, seu voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em um post no Instagram. “Voto pela democracia. Voto Lula no primeiro turno”, ele escreveu. O anúncio é mais um movimento do músico para se desvencilhar de vez do rótulo de bolsonarista que ganhou involuntariamente nas eleições de 2018.
No ano passado, Djavan publicou também em seu Instagram uma imagem em letras garrafais que dizia: “Eu não apoio Bolsonaro”. Na legenda, ele explicou a razão do posicionamento: “Em 2018, tentaram me associar a esse governo por eu ter dito em entrevista que tinha esperança no futuro do Brasil. O futuro, para mim, pertence ao povo que sempre poderá buscar – nas ruas e nas urnas – as transformações sociais que farão do Brasil um país livre e próspero”, escreveu o músico.
“Depois de dizer algumas vezes que aquilo era mentira, eu percebi que de nada adiantaria: o desmentido na internet tem efeito contrário, coloca a mentira em evidência. Tenho décadas de vida pública e uma longa carreira, e quem me conhece sabe dos meus posicionamentos sobre política, problemas sociais, culturais, raciais, homofobia, xenofobia etc. Por isso, é impossível haver qualquer compatibilidade entre mim e um governo errático, que tem atuado na contramão da ciência e que, sempre que pode, demonstra seu desprezo pela democracia. Não tem cabimento. Eu NÃO votei no Bolsonaro e NÃO apoio o seu governo”, completou na ocasião.

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À deriva no oceano do racismo e do ódio – Revista Trip

por Gleyson Borges
29.09.2022
”A internet amplia o alcance do trabalho de artistas, mas, quando se é preto, bastam alguns cliques para se afundar no mar do discurso violento e racismo recreativo”, reflete o artista Gleyson Borges
por Gleyson Borges
29.09.2022
Acredito que a minha arte é sempre um início de conversa que eu não sei como termina, porque o final dela está na vivência de quem se depara com a obra. E cada pessoa é um oceano inteiro. Mas quando essa arte vai para as redes sociais — uma junção de oceanos onde se está permitido falar o que bem entender por trás de uma tela —, vestígios dessa interpretação sobem para a superfície e ficam boiando à deriva, em forma de um discurso que fede quase sempre.
Como artista urbano, trato a rua como um museu aberto 24h por dia, sete dias por semana. Colar lambe-lambe nesse ecossistema vivo é uma parte fundamental do meu trabalho, que, desde 2018, visa trazer reflexões à negritude. Apesar de estar na rua ser essencial, há uma limitação geográfica óbvia, já que para ter a chance de se deparar com uma de minhas obras é estar em Maceió. Neste aspecto, as mídias sociais são um amplificador que permite que a arte de rua chegue para pessoas de outros lugares.
Em 2018, também comecei a documentar meus lambes no Instagram. Ganhei seguidores e, aos poucos, foi se formando uma comunidade que se interessa e/ou se sente representada pelas minhas obras — até que a minha arte furou a bolha do meu perfil pessoal.
Aconteceu a primeira vez em 2019, quando uma arte minha foi repostada pelos perfis Mídia Ninja e Quebrando o Tabu, para seus milhões de seguidores. Era um lambe com uma provocação: quantas pessoas negras têm no seu filme favorito? Fiquei em êxtase. Era a chance de ter visibilidade e ver meu trabalho chegando para mais pessoas. Coisa linda… Até eu ler os comentários.
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No começo, eram apenas algumas pessoas respondendo à pergunta, falando como amam Pantera Negra ou A Cor Púrpura — ok, tudo bem, pensei. Mas depois foi ficando ruim. Bem ruim.
“Que pergunta racista”
“Por que isso importa?”. 
“Isso é racismo inverso”.
“No meu tem apenas pessoas” 
“Nenhuma kkkkk” 
E foi daí para pior. Saí do estado de felicidade de ter minha voz expandida e fui direto para uma espiral de ódio e racismo, onde a cada comentário eu me sentia pior. 
Mesmo assim não conseguia parar de ler, talvez na esperança de que em algum momento a maré iria virar e eu iria perceber que esses discursos eram a exceção. Mas não eram. Ao invés de a maré ficar limpa, tinha coisa pior vindo do fundo. Não que os comentários valiosos não apareciam, mas era como se eles não fizessem barulho o suficiente, e só o que ecoava na minha mente eram as ondas de discurso violento, o suprassumo do racismo recreativo.
A onda foi tão forte que esse mar bravo invadiu meus perfis pessoais. No TikTok, um desses vídeos replicando meu trabalho alcançou quase 2 milhões de pessoas — e lá a experiência foi ainda pior. Basta usar uma foto do Coringa e um @ do tipo “@100%patriota” e pronto: você está equipado para destilar ódio à vontade. O pior golpe veio de um comentário que nem palavra tinha. Um perfil juntou o emoji 🐒 com outro 🔗e conseguiu fazer um estrago imenso. O racismo se adapta fácil demais.
Me encontrei então em um lugar estranho. Encontrei meu trabalho em um lugar de maior visibilidade, impactando mais pessoas. Mas, ao mesmo tempo, o retorno desse alcance vinha traduzido em forma de violência. Então é isso? Mesmo quando a gente ganha, a gente perde? 
Talvez só dê para perder, e o mais perto de ganhar é continuar jogando. Então que seja. Antes de ser artista, eu sou um homem negro. E meu primeiro compromisso é (ou pelo menos precisa ser) com a minha sobrevivência. Seja ela física, mental, política ou econômica.
Então vou fazendo o que dá. Evito ler comentários. Quando leio, tento tirar uma onda. E quando me atinge, tento dar um tempo. É sobre se blindar, esquivar e defletir. É estratégia. Talvez não funcione, mas o importante é se movimentar.
Pode parecer que estou renunciando a ler comentários interessantes e ter conversas valiosas, mas, na verdade, eu NÃO estou abrindo mão da minha saúde mental, da minha sobrevivência e da continuidade da minha arte. Isso não dá para negociar.
Vulgo “a coisa ficou preta”, Gleyson é um artista alagoano de lambe-lambe que acredita que a arte é um canal potente na luta antirracista e na busca da autodescoberta e emancipação de pessoas negras.
Monja Coen: Não esperem de mim uma deusa ou uma santa
Como entender o metaverso?
O hype de Marina Sena: ”Dá licença que eu sou gostosa”
Mariam Chami, muçulmana e brasileira
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Galo: Nada no mundo foi construído por um patrão
Manoel Soares: por cima do medo, coragem

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Lumena Aleluia acusa Carol Narizinho de racismo e xenofobia: 'Toma vergonha' – Notícias da TV

Lumena Aleluia acusa Carol Narizinho de racismo e xenofobia: ‘Toma vergonha’  Notícias da TV
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Guterres pede investigação independente sobre morte de iraniana – ONU

30 setembro 2022
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu uma investigação independente da morte de Mahsa Amini sob custódia da polícia moral do Irã, que desencadeou manifestações pelo país nas últimas duas semanas. 
Enquanto o governo iraniano diz que ela sofreu um ataque do coração, a família da vítima acusa as forças policiais, que a prenderam por não “usar corretamente” seu véu, de espancarem a jovem.
Guterres também pediu às forças de segurança iranianas “que se abstenham de usar força desnecessária ou desproporcional” e apelou a todos para que “exerçam a máxima contenção para evitar uma maior escalada”, após relatos de dezenas de mortos nos protestos.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu ao presidente do Irã, Ebrahim Raisi, que não permita o uso de “força desproporcional” contra manifestantes que saíram às ruas em protesto à morte de uma jovem de 22 anos que estava sob custódia da polícia da moral do país.
Mahsa Amini estava visitando Teerã, capital iraniana, quando foi abordada pela polícia por não “estar usando corretamente o hijab”, o véu obrigatório para as mulheres. Sob custódia, ela desmaiou, entrou em coma e morreu três dias depois. Segundo agências de notícias, ela teria sido vítima de um ataque do coração, mas a família alega que Mahsa foi espancada. 
Em Nova Iorque, o líder das Nações Unidas, António Guterres, pediu uma investigação independente do caso. O secretário-geral se reuniu com o presidente iraniano durante os debates da 77ª Assembleia Geral. Ele enfatizou a Raisi “a necessidade de respeitar os direitos humanos, incluindo a liberdade de expressão, reunião pacífica e associação”.
Uma das maiores preocupações é com relatos de um número crescente de mortes, incluindo mulheres e crianças, relacionadas aos protestos. Em nota, o líder da ONU pediu às forças de segurança iranianas “que se abstenham de usar força desnecessária ou desproporcional” e apelou a todos para que “exerçam a máxima contenção para evitar uma maior escalada”. Dezenas de pessoas morreram e centenas foram presas desde o início dos protestos há 12 dias.
Libertação – Em nota separada, especialistas de direitos humanos solicitam ao Irã que suspenda, de imediato, a sentença de execução de duas mulheres condenadas à morte pelo apoio aos direitos de pessoas LGBT — lésbicas, gays, bissexuais e trans.
Zahra Sedighi-Hamadani e Elham Choubdar foram julgadas em agosto. Em 1º de setembro, foram notificadas da condenação à morte pelo Tribunal da Revolução Islâmica de Urumieh por acusações de “corrupção na terra” e “tráfico”. A cidade é a capital da província do Azerbaijão Ocidental.
O grupo de peritos condena com veemência o veredicto e pede que a suspensão e anulação sejam feitas o mais rápido possível. Para eles, as autoridades devem garantir a saúde e o bem-estar das envolvidas e liberá-las prontamente da detenção. 
O sistema legal do Irã proíbe explicitamente a homossexualidade e as relações entre pessoas do mesmo sexo estão sujeitas à pena de morte de acordo com o código penal do país.
Direitos humanos – A decisão judicial e a ordem de condenação não são públicas. Apesar disso, os especialistas disseram ter sido informados de que as acusações diziam respeito a discursos e ações em apoio aos direitos humanos de pessoas LGBT que “enfrentam discriminação no Irã com base em sua orientação sexual e identidade de gênero”.
O grupo de especialistas disse ter recebido relatos de acusações de tráfico contra as mulheres relacionadas aos esforços para ajudar pessoas em risco a deixar o território iraniano. 
A preocupação em relação ao governo do Irã é de que as duas mulheres possam ter sido detidas arbitrariamente, maltratadas e processadas com base na discriminação de orientação sexual ou identidade.
Casa ONU Brasil
Quadra 802, Conjunto C, Lote 17
Setor de Embaixadas Norte
CEP: 70800-400
Brasília, DF, Brasil
+55 (61) 3038-9300

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ANITTA é acusada de XENOFOBIA e influenciador registra ocorrência contra a cantora; entenda – Social 1

Vini Singer abriu um boletim de ocorrência contra a cantora
Anitta foi acusada de xenofobia pelo cantor Vini Singer. O rapaz, inclusive, chegou a prestar um boletim de ocorrência contra a funkeira. As informações são do portal Em Off.
O episódio teria acontecido no dia 19 de setembro, por meio de uma interação no Instagram. O BO foi registrado na quinta-feira (22).
Tudo teria começado por conta de um comentário feito por Vini Singer na rede social da cantora.

Instagram/Reprodução
Anitta foi vítima de deepfake e notícias sobre ser portadora do vírus HIV – Instagram/Reprodução

Em uma publicação, Vini Singer comentou sobre a saia de Anitta, que logo respondeu.
“Amor, quer vir falar da minha roupa que está curta? Curto estilo 0% influenciador digital Vini Singer? Que novela você fez? Cantor? Não conheço nenhuma música sua. Nunca ouvi falar, subcelebridade“, disparou Anitta.
A cantora, então, continuou: “Então volta pra Bahia, seu baiano, que você sai ganhando em vez de oportunar a vida dos outros. Quando você for reconhecido no internacional, a gente troca um papo, ok?”.

Sobre
Repórter do blog Social 1
Localidade:Recife
Telefone:8134136187
Cargo:repórter
Cursos:Treinamento do Facebook sobre mídias digitais, Recife, 2019
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Jornal @ 2022 – Uma empresa do grupo JCPM
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Sindicato quer autarquias a combater o racismo contra trabalhadores imigrantes – AbrilAbril

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AbrilAbril
O SINTAB/CGTP-IN «assume o seu papel na sindicalização destes trabalhadores», mas é indispensável que essa luta conte com a acção das autarquias do país no combate aos «ímpetos xenófobos e racistas».
Uma parte significativa do plano de acção político-sindical do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB/CGTP-IN) tem sido o acompanhamento da situação dos trabalhadores imigrantes: «uma prioridade de trabalho e intervenção», refere o sindicato, em comunicado enviado ao AbrilAbril.

A situação que se vive em todo o País é particulamente grave. Na quarta-feira, 14 de Setembro, foi encontrado o corpo de um trabalhador imigrante num olival, assassinado, sem nenhuma documentação.
Por omissão de apoio, todas as autoridades locais que se recusem a agir nestes casos são, inevitavelmente, acessórios «à prática de crimes como o tráfico de seres humanos, o trabalho escravo, o apoio à imigração ilegal, a exploração de mão-de-obra barata e não cumprimento com os instrumentos de regulamentação do trabalho».
O SINTAB tem promovido, em todos os distritos do país, acções junto dos trabalhadores imigrantes, «através do contacto directo à porta das fábricas e demais postos de trabalho, dando-lhes a conhecer os seus direitos e querendo ouvir dos seus problemas e dificuldades».
As reuniões têm, muitas vezes, de ser discretas, pelo medo de que os trabalhadores venham a ser alvo de retaliações por parte desses patrões, «muitos deles exploradores de pessoas em situação de carência económica e social».
No comunicado, o sindicato refere que uma parte substancial do seu trabalho se tem desenvolvido nos campos agrícolas do Alentejo e do distrito de Santarém, «onde são sobejamente conhecidos os atropelos, quer aos direitos destes trabalhadores, quer à sua condição humana e dignidade».

«Odemira é um dos exemplos onde a prática não tem reflectido o conjunto de intenções propagandeadas», alerta o SINTAB. «Apesar da existência de uma comissão local para a interculturalidade, que reúne regularmente e define linhas orientadoras e estruturantes para colmatar as falhas que se vão identificando, a sua realização revela-se demorada e sem cumprimento dos requisitos previstos».
É uma «falha permanente» que é clarificada por outras opções políticas da autarquia: «a recente negação de um espaço para reunião com trabalhadores imigrantes, da parte da Câmara Municipal de Odemira, quando solicitado pelo SINTAB», expõe o desinteresse geral do executivo maioritário do PS em resolver a situação.
«No que toca a zelar pelo equilíbrio socioeconómico das regiões, os presidentes de câmara têm a obrigação de se apresentarem como agentes primeiros da sua promoção, promovendo, não só, o regular entrosamento dos cidadãos estrangeiros, mas  esforçando-se na promoção de campanhas, junto dos cidadãos locais, que combatam o ímpeto xenófobo e racista».
Intersindical defende que o Governo «nada faz» para remover obstáculos que bloqueiam a contratação colectiva e o aumento dos salários, e que referencial de 4,8% é «insuficiente». 
Após um plenário de trabalhadores do Município onde foi decidido entregar uma carta ao Presidente da Câmara Municipal, os trabalhadores foram impedidos de entrar no local de trabalho numa tentativa de intimidação.
Voltar ao teletrabalho é agora a proposta do Governo para reduzir os custos da energia. Sebastião Santana, coordenador da Frente Comum, critica a transferência da factura para a conta dos trabalhadores. 
«Há pelo menos 84 ex-trabalhadores da refinaria do Porto ainda no desemprego, sem perspectivas de obter um que se enquadre com o seu grau de especialização», denuncia a Comissão de Trabalhadores.
É a terceira vez, em 2022, que a Coralfish não paga os salários. Sempre que o sindicato avançou com o pedido de suspensão dos contratos, a empresa arranjou, subitamente, forma de os pagar.
Após vários plenários e uma greve em Julho, o Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Baixa enviou um ofício às empresas no sentido de darem respostas às reivindicações e irá avançar com uma nova ronda de plenários nas empresas.
Tendo assumido, no início do mês, a gestão do serviço de refeições de três cantinas escolares, o município de Celorico de Basto prefere manter os antigos funcionários a trabalhar através do centro de emprego.
A Associação Nacional de Sargentos (ANS) critica a ausência de medidas para o reconhecimento e dignificação das carreiras no «Plano Sectorial da Defesa Nacional para a Igualdade 2022-2025».
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REUNIÃO DO COLETIVO DE COMBATE AO RACISMO NO DIA 8/10 – Sepe – Sepe RJ

<!–a href=" setembro 29, 2022

O Sepe convoca os profissionais de educação para a reunião do Coletivo de Combate ao Racismo, que será realizada dia 8 de outubro (sábado), a partir das 14h, na sede do sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 55, 7 andar). Vamos Construir Juntos Políticas Referentes ao Tema e Sobre o Novembro Negro do Sepe. Muito Importante a sua Participação!

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imprensa sepe

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Lumena Aleluia acusa Carol Narizinho de racismo – EM OFF

Lumena Aleluia, ex-sister do Big Brother Brasil 21 (Globo), apareceu revoltada nas redes sociais com outra ex-reality de confinamento. O estresse aconteceu após uma comparação feita por Carol Narizinho, ex-assistente do Pânico na Band, com passagem pelo reality rural da Record. O post feito pela ex-peoa, tirou a baiana do sério na web.
Por meio do Instagram, Lumena se pronunciou e rasgou o verbo contra Carol Narizinho: “É o seguinte, eu estava na minha paz, entendeu? Eu estava de boa como geralmente eu sou, só que tem gente que faz merda na internet. Vê que fez merda, apaga e depois quer sair isenta. Não vai sair bebê, eu estava de boas mas o meu povo não. A gente pode não ver, mas o povo vê”.
“O povo que não solta minha mão, vê e vem me falar. Eu tenho olho ali, olho ocular e quem me protege não dorme bebê. Viu, Carol Narizinho? A senhora deveria tomar vergonha na sua cara e parar de comparar duas pessoas totalmente distintas e diferentes. Tanto esteticamente, sobretudo esteticamente, mas você racista e xenofóbica insiste em querer comparar duas mulheres negras pelo simples fato de termos nascido no mesmo território e sotaque”, completou Lumena Aleluia.
De acordo com Lumena, Carol Narizinho se excedeu e praticou xenofobia na internet. O vídeo da ex-BBB viralizou nas redes sociais, ganhando apoio de fãs de reality show e seguidores: “Você deveria tomar vergonha na sua cara porque você é figura pública. Você deveria se instruir antes de tecer comentários racistas e xenofóbicos por conta de sotaque. Uma característica que sim, a base é racial. Vá tomar vergonha na sua cara e tome cuidado com seus tweets, viu? Tome cuidado com a vida das pessoas, porque a gente não é obrigada a engolir calada brincadeirinha sem graça não”.
Segundo a ex-sister, Narizinho deveria contratar uma assessoria de peso ou um assistente de mídias sociais: “Você como ex-participante de reality, deveria ter vergonha na sua cara. Você sabe o quanto é desafiador participar de um reality. Você deveria ter empatia em relação ao processo do trabalho das pessoas, viu? Internet não é terra de ninguém não, se organize. Existe lei sim, internet tem lei! Você é burra! Se você não sabe o que falar, contrate um social media de respeito. Contrate um assessor de imprensa de respeito, que te controle na hora de falar merda e tweetar merda. Ou vá estudar e vá fazer seu corre”.
Eita a Lumena soltando os cachorros na Narizinho 🗣️ pic.twitter.com/frS6CuPf3n

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Montenegro defende discriminação positiva no IRS e recurso ao privado para apoiar jovens – TSF Online

O presidente do PSD esteve na conferência “Em Nome do Futuro: Os desafios da juventude”, onde apresentou as ideias do partido para responder aos problemas que atingem os jovens.
O presidente do PSD, Luís Montenegro
© José Sena Goulão/Lusa (arquivo)
Luís Montenegro defendeu, esta quinta-feira, uma política fiscal que discrimine pela positiva os jovens, com uma taxa de IRS de 15%, e fez também a apologia do fim dos preconceitos em relação ao recurso ao setor privado, para responder aos problemas que afetam a juventude.
O presidente do PSD esteve, esta manhã, na conferência “Em Nome do Futuro: Os desafios da juventude”, no Centro Cultural de Belém, onde começou por admitir que as notícias não têm sido animadoras para esta faixa da população.
O presidente do PSD nota que Portugal está a pagar o preço por aquilo que não fez nas últimas décadas e alerta que, agora, não se conseguem soluções de um dia para o outro.
“Os decisores políticos de esta têm de estar conscientes de que muitas das suas ações, por ventura, não terão o efeito imediato que normalmente se procura, nomeadamente para poder ter bons resultados eleitorais”, referiu Montenegro, constatando que o poder político “procura fazer aquilo que mais rapidamente possa ser compensado”.
Ainda assim, Luís Montenegro recusa “discursos fatalistas” e defende que é preciso olhar a longo prazo e procurar políticas públicas que tragam respostas, desde logo para começar por reter os jovens no país.
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A discriminação positiva a nível fiscal é, nas palavras do líder do PSD, “um arrojo” que o país deve ter, mesmo em tempos de dificuldades.
“É um compromisso que tenho e que consumaremos agora brevemente, até porque vamos ter a discussão do Orçamento do Estado: que, em Portugal, os jovens até aos 35 anos tenham uma taxa de IRS máxima de 15%”, declarou. “É, do meu ponto de vista, estratégico para fixar, reter, aquilo que são as necessidades da nossa economia, da nossa sociedade, para ser competitiva e para ser produtiva nos próximos anos.”
E, para Luís Montenegro, já não basta manter em Portugal os jovens que nascem no país; é preciso também atrair jovens de fora.
“Nós temos de ter, efetivamente, um programa nacional de atração, acolhimento e integração de imigrantes, para podermos ter mão de obra, para podermos ter uma economia competitiva e sustentabilidade em alguns sistemas, como o da segurança social”, afirmou.
O recurso ao setor privado é o caminho apontado pelo presidente do PSD para fazer face a outros problemas que enfrentam os jovens, desde a falta de alojamento estudantil até à necessidade de uma rede totalmente gratuita de creches, para porem os filhos.
“O poder político não pode desperdiçar a capacidade instalada no setor privado, não pode ter complexos dessa natureza, porque o que está em causa é a igualdade de oportunidades”, defendeu. “Por isso mesmo, o PSD tem pendente até, na Assembleia da República, uma iniciativa legislativa que vai ser discutida agora no próximo dia 7 [de outubro] neste sentido”, salientou.
Luís Montenegro concluiu afirmando que há que dar aos jovens esperança, para que possam olhar para Portugal como um país onde construir vida, e deixou a promessa de, enquanto líder da oposição, escrutinar tudo o que o Governo fizer – e não fizer – para garanti-lo.

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Presidenciáveis propõem mais cotas e combate ao racismo, mas sem detalhes – UOL Notícias

Camila Rodrigues da Silva
Colaboração para o UOL, de São Paulo (SP)
29/09/2022 04h00
Combate ao racismo estrutural e à violência policial contra jovens negros; ampliação do acesso às universidades públicas via sistema de cotas; mais espaços para negros no governo; proteção dos territórios dos povos quilombolas e incentivo ao uso de recursos naturais em suas terras. Estas são algumas das propostas relacionadas à população negra apresentadas pelos candidatos à Presidência em seus planos de governo.
A pedido do UOL, especialistas e representantes de organizações da sociedade civil analisaram os projetos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) — os primeiros colocados nas pesquisas — e Vera Lúcia (PSTU) e Léo Péricles (UP) – únicos na disputa que se declaram pretos.

A reportagem submeteu aos especialistas ouvidos os documentos apresentados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pelos próprios candidatos. Segundo as fontes consultadas, os quatro primeiros colocados até apresentam propostas, mas não detalham como pretendem tirá-las do papel. Dentre eles, Bolsonaro foi o único a não mencionar a população negra ou pautas relacionadas a racismo e cotas raciais. Os dois postulantes negros, por outro lado, sugerem ações concretas, como a ideia de Léo Péricles de reformar a Fundação Cultural Palmares.
Autodeclarado pardo, Padre Kelmon (PTB) entrou na disputa no dia 1º de setembro e não teve o plano de governo analisado, pois as propostas apresentadas ainda constam como sendo de autoria do ex-deputado Roberto Jefferson, que teve a candidatura negada.
Percepção sobre racismo cresce no país, mas combate aparece pouco nos planos. O ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) realizou um levantamento, que analisa a presença de termos-chave à população negra nos planos de governo dos 11 presidenciáveis. Obtido com exclusividade pelo UOL, o documento mostra que o termo “racismo” aparece uma única vez nos planos de Lula, Ciro e Tebet.
Em 2022, 83,4% pessoas consideravam haver racismo no Brasil, segundo o Datafolha. Em 2017, o índice era de 70%.
O documento também destaca que os termos “igualdade racial” e “equidade racial” são citados apenas cinco vezes no somatório de todos os projetos. Jair Bolsonaro e Ciro Gomes não os mencionam em seus programas. As palavras “cota” e “cotas” aparecem uma vez nos documentos de Lula e Ciro, quatro vezes no plano de Tebet e nenhuma no de Bolsonaro.
“Infelizmente, o racismo estrutural e institucional no qual esse país foi fundado faz com que as questões do povo negro e quilombola não tenha visibilização social”
Antônio Crioulo, coordenador da Conaq (Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos)

Ser genérico é a regra. Segundo Wagner Tadeu Iglecias, professor do curso de gestão de políticas públicas da USP (Universidade de São Paulo), há uma tendência de os planos de governo serem genéricos, ou seja, é da natureza deste tipo de documento sinalizar apenas diretrizes gerais para os problemas identificados.
“Há um cálculo eleitoral: os candidatos que têm chances de vencer preferem não explicitar propostas sobre determinadas temáticas para não perderem eleitores”, explica. A análise vai ao encontro da ausência da pauta racial no primeiro debate presidencial, realizado em agosto.
Os especialistas criticam ainda o tratamento da pauta racial como assunto minoritário, ainda que a população negra seja maioria. Segundo o Datafolha, 42% dos eleitores brasileiros se declaram pardos e 15% se dizem pretos. Como a soma destes grupos perfaz a população negra, o eleitorado negro perfaz 57%. Brancos são 34%.
Entre os negros, a última pesquisa Datafolha também mostrou que 57% dos pretos e 45% dos pardos declararam votos em Lula, e 23% dos pretos e 33% dos pardos, em Bolsonaro.
Para a coordenadora nacional do MNU (Movimento Negro Unificado), Ieda Leal, o próximo ou a próxima presidente não poderá deixar de dialogar com as demandas da população negra. “Não somos minoria, logo não devemos ser tratados como tal. Precisamos de alguém que tenha coragem de dizer isso.”
Para o coordenador da Conaq (Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos), “todos os planos são superficiais”, diz. Tom Mendes, diretor do ID_BR, afirma que as ações propostas não são efetivas. “É preciso que haja prazos, metas, métricas e investimento. E isso não tem em nenhum dos planos de governo [atualmente]”, diz.
Lula (PT): Em seu plano de governo, o ex-presidente elabora propostas como “enfrentar a realidade que faz a pobreza ter o rosto das mulheres, principalmente das negras, lhes assegurando a autonomia”. Lula também cita que dará continuidade e ampliará as políticas de cotas sociais e raciais na educação superior e nos concursos públicos federais, além de prometer levá-las para outras áreas da administração pública.
O plano do ex-presidente também propõe a construção de ações que revertam a “política atual de genocídio e a perseguição à juventude negra, com o superencarceramento, e que combatam a violência policial contra as mulheres negras, contra a juventude negra e contra os povos e comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiro”.
Procurada pela reportagem, a campanha afirmou que não divulgou um detalhamento do programa porque a candidatura “Lula-Alckmin trata-se de uma construção coletiva e ainda viva”. “Recebemos mais de 13 mil propostas pela plataforma e realizamos mesas de diálogo com todas as entidades nacionais que nos procuraram, inclusive o movimento negro”, diz. A campanha ressaltou que Lula anunciou que pretende recriar uma pasta com status de ministério como a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que funcionou entre 2005 e 2013.
Bolsonaro (PL): O plano de governo do atual presidente e candidato à reeleição não cita palavras como “negro”, “preto”, “pardo” ou “racismo”. A população negra aparece apenas de forma marginal em propostas para outros segmentos.
Na área dedicada a infraestrutura e logística, Bolsonaro afirma ser preciso ter mais estradas vicinais em áreas indígenas e quilombolas “para levar serviços e escoar a produção”. Ações voltadas para quilombolas também aparecem em propostas como “oferecer conexão gratuita à internet em banda larga por via terrestre e satélite a quilombos” e “distribuir alimentos a quilombolas para garantir-lhes segurança alimentar”.
No eixo de “sustentabilidade ambiental”, Bolsonaro sugere para a população indígena e quilombola a promoção do “etnoturismo”, da comercialização de artesanatos, do “extrativismo sustentável com o necessário manejo florestal”, além de “criadouros, pecuária, agricultura e mineração”.
A campanha de Bolsonaro não respondeu aos contatos do UOL.
Ciro (PDT): Em seu Plano Nacional de Desenvolvimento, o candidato propõe “reduzir as desigualdades sociais de renda, de gênero e de raça”. Menciona a ampliação do “acesso às universidades públicas e às vagas nos concursos públicos, mais especificamente o sistema de cotas” e a implementação de “políticas afirmativas em relação às compras públicas de empresas de empreendedores negros”.
O pedetista também propõe a criação de “cota para negros no fomento oriundo da Lei Rouanet, bem como na ocupação de cargos temporários e comissionados na administração pública”. Em segurança pública, afirma que a “política de prevenção aos crimes deve dedicar atenção especial à segurança das mulheres, bem como da juventude negra e da população LGBTQIA+ de forma a enfrentar a discriminação e o racismo estrutural”.
Procurada pela reportagem, a campanha de Ciro não respondeu.
Tebet (MDB): A candidata diz que sua gestão “travará combate sem trégua ao racismo estrutural e institucional, aos preconceitos e às discriminações, ao ódio e à intolerância” e que será mantida a política de cotas já existente.
A candidata também menciona a criação de uma “Política Nacional de Promoção da Equidade Racial” para ampliar cotas e ações afirmativas, incluindo ações que permitam a permanência de cotistas até a conclusão dos estudos. A medebista firma um compromisso para “ampliar espaços para negros no governo”, sobretudo no primeiro escalão. Também reforça a necessidade de políticas públicas em saúde da população negra e comunidades quilombolas, entre outros grupos.
Ao UOL, Tebet afirmou que tem um plano “centrado no combate à desigualdade”. Acrescentou que realizou diversos encontros com lideranças negras durante sua campanha. Em um deles, uma visita à Universidade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, frisou que “o Brasil precisa se reconhecer enquanto um povo negro”.
Vera Lúcia (PSTU): A candidata do PSTU cita propostas como o “fim do genocídio da juventude negra”, “igualdade salarial em relação aos brancos” e o “fim de toda forma de opressão e discriminação, como o racismo, o machismo, a lgbtifobia, o capacitismo, a xenofobia“, o “fim da intolerância religiosa“, a “demarcação, titulação e posse de terras quilombolas”; além da “prisão e condenação de ‘policiais assassinos'”.
Contatada pela reportagem, Vera Lúcia afirmou que “é impossível responder às necessidades imediatas e históricas dos negros e negras deste país sem também atacar os fundamentos do capitalismo no país e sem se chocar com os interesses econômicos da classe dominante e do imperialismo”.
Léo Péricles (UP): O candidato aponta propostas como reforma agrária e “reforma urbana sob a ótica de reparação da população negra”, a criação de uma “política de reparação histórica e cultural, alterando nome de ruas, monumentos que cultuam figuras de escravistas, ditadores e genocidas”; “combater à violência de Estado” e propõe “reorganizar a Política Nacional de Segurança Pública com participação popular e desmilitarização das polícias estaduais”. O candidato também é o único que cita alguma ação direcionada à Fundação Cultural Palmares, com o qual se compromete a fortalecer, bem como apoiar os territórios quilombolas.
Em resposta à reportagem, a UP afirma que seu programa de governo reflete a visão do partido na sociedade “como a enxergamos”. “Após séculos de colonização e escravidão, o Brasil ainda carrega profundas marcas do racismo nas instituições e no senso comum”.
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