Por ciúmes, homem ateia fogo em casa da ex e é preso em Goiânia – Yahoo Noticias

Ninguém ficou ferido no incêndio
Fogo destruiu casa e móveis, incluindo um berço
Homem teve crise de ciúmes por ver mulher conversando com outro
A Polícia Militar prendeu um homem, de 25 anos, que estava foragido após atear fogo na casa de sua companheira por ciúmes. O crime aconteceu no domingo (21), em Goiânia (GO).
O suspeito também é investigado por ameaças à mulher e por abandono de monitoramento, por retirar a tornozeleira eletrônica.
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Agentes gravaram um vídeo no imóvel que revela a destruição de móveis, entre eles um berço, assim como do telhado. O homem teria destruído a residência por não aceitar o fim do relacionamento, segundo a polícia.
Em depoimento à polícia, o suspeito disse que a ex-companheira estava conversando com outra pessoa. Ele enviou mensagens de áudio à mulher com ameaças de morte.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), para onde o suspeito foi encaminhado.
Segundo o Código Penal Brasileiro, o feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher pelo fato de ela ser uma figura feminina, ou nos casos de violência doméstica. Fatores como misoginia, menosprezo pela condição feminina, discriminação de gênero e violência sexual são os principais indícios do crime.
A lei do feminicídio (lei 13.104/15) não enquadra, porém, o crime a qualquer assassinato de mulheres.
Violência doméstica ou familiar: A lei se enquadra nos casos em que o criminoso é uma pessoa da própria família ou já manteve uma relação com a vítima. Esta é a variação mais comum no Brasil.
Menosprezo ou discriminação contra a mulher: A lei também pode ser aplicada quando o assassitado é resultante do preconceito de gênero, que pode ser manifestado pela objetificação feminina e pela misoginia.
Vale ressaltar, ainda que o feminicídio é visto pelo Código Penal como uma forma qualificada de homicídio. Sendo assim, a pessoa que cometer o crime está sujeita a pegar de 12 a 30 anos de reclusão.
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Criminoso escapou de linchamento e foi preso pela polícia
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Assombrações do racismo (por Anelise Fróes) – Sul21

Anelise Fróes (*)
Saber do episódio violento ocorrido na “Terra dos Marechais”, chão que me viu nascer, me fez pensar na imensa estátua do Arcanjo, na praça, ao final da rua onde eu morei durante anos. Rua não, avenida; Avenida Presidente Getúlio Vargas – e essa distinção importava muito aos da terra, sobretudo para usar como sinal relevante a indicar para “os de fora”. Também era “a rua da CIACOM”, e justo eu, morava em frente “ao quartel”, a 13ª Cia de Comunicações Mecanizadas do Comando Militar do Sul. Não era difícil morar “em frente ao quartel”, qualquer um deles, em uma cidade com tantos.
Engraçado eu lembrar mais de quarteis que do Arcanjo, quando penso em São Gabriel. Mas bem, eu também lembro da pensão que minha tia avó mantinha para jovens que iam “servir o quartel”, onde podiam ter cama, comida e o cuidado da velha senhora que fazia as vezes de mãe dos jovens assustados, jogados na fronteira, longe de suas famílias, porque assim o exército tinha decidido. Lembro da sorveteria onde ia aos domingos com meu pai, no calçadão, perto da prefeitura. De manhã a missa, à tarde o sorvete. E lembro da igreja, claro. Onde fui batizada, fiz primeira comunhão, levei alianças em casamento de amigos da família, orgulho do padre que me batizara, me vendo “daminha de casamento” aos 7 anos, e tomada de um total sentimento de “o que estou fazendo aqui?!”, as fotos não me deixam mentir…
Mas volto ao Arcanjo. Penso, no domingo frio desse agosto de 2022: será que o Google o mostra? Existe no mapa? É ao final da Av. Presidente Getúlio Vargas, na pracinha, no alto de um pedestal enorme. Iluminado à noite, o Arcanjo Gabriel e a praça delimitam uma quase-fronteira: após a pracinha, a rua desce, vira outra, e termina no rio Vacacaí por um de seus lados. Ninguém, muito menos crianças, ousaria ir além da pracinha “do anjo”. O menino Gabriel, corpo encontrado em um açude, provavelmente igual a um dos tantos onde vi meu pai pescar quando eu era menina, carregava o nome do Arcanjo que dá nome à cidade. 
Minha tia avó Dorvalina, morta quando tinha quase 100 anos, já há uns trinta anos, deve por certo ter sido substituída por outras mulheres, outras pensões, hoje sem dúvida dotadas de wifi, instalações melhores, refeitórios amplos, mas que ainda servem ao mesmo objetivo, acolher os meninos que saem da infância e vão “servir”, jogando suas mães na angústia de não saber se ficam aliviadas quando são dispensados (muitas vezes envergonhando os pais), ou se torcem para serem incorporados, porque, por um ano, terão comida, casa, disciplina e um pequeno soldo a ajudar a família.
“Servir”, e nós desgarradas desses pagos onde quartéis são mato mais do que o mato, sabemos bem, é tornar jovens arrimo de família. É a possibilidade de fazer carreira, quem sabe. É o padrinho poder exibir a foto no álbum, e dizer na mesa de domingo “esse meu guri vai ser general!” Eu vi essa cena em casa umas duas vezes. O álbum hoje talvez seja no Instagram, mas a cena deve persistir.
Gabriel nem teve tempo de fazer amigos em qualquer pensão que talvez haja em São Gabriel. Mesmo que não residisse em uma, tinha um tio que o acolhera. Antes disso, ele “perdeu os cavalos” do patrão chamado sistema, e, mesmo que não os tivesse perdido, o patrão daria um jeito de forjar provas para justificar açoites, castigos, torturas, morte. Gabriel, carregando o nome do arcanjo que dá nome à cidade para onde foi enviado, morreu inocente e segue em caminho perigoso, aquele que converte a vítima em culpado. 
Eu sei. A cidade deve comentar à boca pequena sob o sol de inverno, lá no Chimarródromo do calçadão, na pracinha do Arcanjo, na Praça da Matriz, tomando chimarrão e usando grossos palas por cima das bombachas, que o menino deve ter feito alguma coisa. Alguma ele aprontou, é claro. Não raro, o morto não fala em sua defesa. Falam sobre ele. Outros, nos quartéis, se perguntariam se poderão ser os próximos. Se não seria melhor ter ficado em casa e ter ganhado a dispensa do Exército. 
Mas sei também, ainda que não olhe essa terra chamada São Gabriel nos olhos há quase 40 anos, que depois da fronteira do Arcanjo existem territórios assombrados, em que os gabrielenses “de bem” não chegam. Perto do Rio Vacacaí, casebres e vilas e becos guardam outra cidade e outros meninos, e suas mães sabem que existe uma fronteira e o que isso significa. Do outro lado da cidade, lá perto do 6° BE, Batalhão de Engenharia de Combate, quase ali onde era a pensão de minha tia avó, também há vielas. Becos. Casebres. 
Pouco adiante, fica o Cemitério, onde está o túmulo da menina assombração que morreu violentada. Mas é no muro do quartel que está o túmulo simbólico dos irmãozinhos fuzilados, ou negrinhos fuzilados, ou apenas, “Capela dos Fuzilados”. Ali, dois soldados pobres, oriundos de outras cidades, foram fuzilados por desrespeitarem regras do exército. Um, por brigar por um pedaço de carne na distribuição da comida; outro, por só ter uma muda de roupa e não ter sabão para lavá-la. Foram condenados à castigos físicos, foram açoitados com chibatadas públicas, e por fim, em 1855, foram fuzilados junto ao muro. Agostinho e Joaquim, meninos pretos, se tornaram santos populares. Ou assombrações reavivadas cotidianamente? A Capelinha dos Fuzilados, lugar de peregrinação, me assombrava na infância porque minha avó me levava pela mão em 2 de novembro quando acendia velas para eles, me contando a história. Todo ano. E eu via todas aquelas pessoas buscando milagres em meninos fuzilados, e tinha medo de os avistar, feito fantasmas, como os moradores da cidade diziam acontecer.
Meu pai olhava para a história deles com mais raiva do que devoção. Aliás, nenhuma devoção. Meu pai falava sobre eles porque era uma história de injustiça. E de racismo. Lembrava-se nesse século algo que era de antes ainda da Abolição da Escravatura no Brasil. Eu olho para a cidade onde nasci com distanciamento e nostalgia. Mas, sobretudo, a tenho nesse lugar de memória. De uma cidade entre anjos, milagres, quarteis, assombrações, meninos mortos. 
É esse avivamento de memórias que só “sendo de lá” para entender o impacto da queda de um anjo. O que não tem lugar, nem depende de pertencimento, é a continuidade do racismo. Das injustiças. Das mortes que não se explicam. Dos corpos desaparecidos e depois encontrados, entregues às famílias quando não podem mais dizer coisa alguma. Silenciados.
O caminho das assombrações, como em um “incidente em Antares” é atualizado, exige gritar até que sejam ouvidas. É existir, para lembrar seus algozes de que seguem vivas, enquanto alguém lembrar delas. Enquanto alguém insistir em suas presenças a fazer-se assombração, a inquietar os vivos. Gabriel não vai ser santo popular, mas São Gabriel dificilmente vai esquecê-lo. 
(*) Antropóloga – Doutora em Antropologia pela UFRGS, UN Consultant Roster
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As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21.

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Ac. Viseu e a denúncia de Clóvis frente ao Farense: «O racismo não tem lugar no futebol!» – Record

Ac. Viseu e a denúncia de Clóvis frente ao Farense: «O racismo não tem lugar no futebol!»  Record
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Bolsonaro no JN: Candidato não volta atrás em deboche com vítimas da covid – Yahoo Noticias

Em sabatina ao Jornal Nacional, da TV Globo, o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, se recusou a voltar atrás no deboche feito com vítimas da covid-19. Questionado pela apresentadora Renata Vasconcellos, Bolsonaro disse que se solidarizava com as vítimas, mas se colocou contra o que chamou de “politicamente correto”.
Em mais de uma ocasião, o presidente imitou pessoas sem ar e dizendo “estou com covid”, em tom de deboche. Uma das vezes foi em março de 2021 e, outra, em maio do ano passado. Ao ser confrontado sobre o caso, pediu para que a jornalista retirasse a “acusação”.
“A solidariedade eu me manifestei conversando com povo nas ruas, visitando periferias de Brasília”, disse Jair Bolsonaro. “Apenas não adotei o politicamente correto.”
O presidente da República também aprovou a performance do governo federal em Manaus, no Amazonas, onde pacientes com covid-19 morreram por falta de oxigênio.
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O Jornal Nacional, da TV Globo, realiza tradicionalmente a sabatina de perguntas com os candidatos à Presidência da República mais bem colocados nas pesquisas eleitorais.
A condução dos questionamento será feita pelos apresentadores do Jornal Nacional: William Bonner e Renata Vasconcellos. As entrevistas ocorrerão nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro.
A sabatina pela qual os candidatos serão submetidos é considerada fundamental por estrategistas das campanhas, que veem uma boa possibilidade de conseguir “furar a bolha” e expor suas ideias no telejornal de maior audiência do país.
As sabatinas do Jornal Nacional preveem 40 minutos de participação de cada candidato.
O primeiro presidenciável a ser entrevistado é o atual presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaro abre a série de entrevistas. Ciro Gomes, do PDT, será entrevistado na terça (23). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará na quinta (25) e Simone Tebet (MDB) fechará a série, na sexta (26).
A seleção dos candidatos teve por base as cinco melhores colocações na pesquisa eleitoral divulgada pelo Datafolha em 28 de julho: Lula, Bolsonaro, Ciro, Tebet e André Janones (Avante). Janones, no entanto, decidiu retirar sua candidatura.
A ordem das entrevistas e as datas foram decididas em um sorteio realizado em 1º de agosto com representantes dos partidos.
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A Ucrânia admitiu nesta segunda-feira (22) que cerca de 9.000 de seus soldados foram mortos desde o início da invasão russa há seis meses, enquanto a União Europeia estuda uma missão de "treinamento" do exército ucraniano diante de uma "guerra que dura".
Mack Rutherford, de 17 anos, é a pessoa mais jovem a voar sozinha à volta do mundo num ultraleve.
O rebolado de Marli Gomes, de 55 anos, já está rendendo frutos. A moradora de Ramos, bairro da Zona…
O candidato do PT à Presidência, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu R$ 66,7 milhões…
Crime ocorreu na noite deste sábado (20). Outras duas pessoas ficaram feridas.
Uma menina de 9 anos foi morta a tiros em Liverpool às 22h de ontem (22). A polícia foi chamada ao local após relatos de tiros em uma casa na área de Merseyside. A menina foi levada para o hospital, mas foi declarada morta pouco depois. Um homem e uma mulher também foram baleados. Nenhuma prisão foi feita, e a polícia está pedindo que testemunhas se apresentem.
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Veja o momento em que um enorme urso se arrasta para entrar em um pequeno cano de bueiro a fim de escapar do calor em South Lake Tahoe, Califórnia (EUA), em 17 de agosto.
Quase dois séculos depois de sua morte, o coração de Dom Pedro I, que proclamou a independência do Brasil de Portugal e foi coroado seu primeiro imperador, chegou nesta segunda-feira (22) em Brasília para uma "visita de Estado", em meio às comemorações pelo bicentenário da independência.
Cinco crianças brincavam na rua no momento em que um veículo em alta velocidade, colidiu em um carro e na sequência atingiu o grupo de crianças.
O bolsonarista Mauricio Souza é cobrado pelo MPE a quitar sua dívida com a Justiça Eleitoral
Servidora do gabinete do PGR assinou intimação recebida na tarde de segunda-feira

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Assassinatos causados pela polícia no Brasil motivam cobrança de órgãos da ONU – Vermelho – Vermelho

Carta dirigida ao Estado brasileiro pede resposta para homicídios ocorridos nos últimos 20 anos, resultantes da violência policial e alerta para número de vítimas negras
Publicado 22/08/2022 14:20 | Editado 22/08/2022 14:24
Um conjunto de órgãos da ONU (Organização das Nações Unidas) enviou ao governo brasileiro carta conjunta na qual cobram respostas sobre assassinatos decorrentes da violência policial ocorridos nos últimos 20 anos, especialmente contra a população negra. 
O documento, obtido pelo UOL, aponta ao menos 69 casos de assassinatos e o desaparecimento forçado de três pessoas não esclarecidos, “alegadamente por membros da polícia, inclusive no curso de operações policiais e sob custódia, no período de 1999 a 2020”. A abrangência dos casos abarcados na carta, que foi enviada no final de junho e veio à tona agora, faz com que o documento seja considerado sem precedentes. 
Leia também: Negros têm 4,5 vezes mais chances de sofrer abordagem policial do que brancos
“Embora os casos relatados demonstrem a natureza sistêmica e sustentada do uso excessivo e letal da força pelas forças de segurança brasileiras, eles não representam todos aqueles afetados por tais padrões de supostos abusos dos direitos humanos”, alertam as entidades. 
O documento também destaca: “Lamentamos que as respostas fornecidas (pelo governo) não tenham informações detalhadas sobre as medidas tomadas para garantir a imparcialidade de tais investigações; o resultado de tais investigações e as ações concretas tomadas para evitar a recorrência de tais violações de direitos humanos”. 
De acordo com a ONU, 25 dos casos referem-se a mortes em batidas ou operações realizadas pela polícia e vários outros indivíduos foram mortos nas ruas ou enquanto dirigiam por balas perdidas de tiros alegadamente provenientes de veículos da polícia.
A carta ainda chama atenção para o recorte racial dessas ocorrências.  Somente em 2020, 78% das vítimas da violência policial eram negras. Para as entidades, os dados “ilustram os padrões persistentes de desigualdade racial associados com a ação letal da polícia”. Em 2020, lembra, o Brasil registrou o maior número de mortes em intervenções policiais desde 2013, com 6,4 mil vítimas, 17,6 mortes por dia, em média”. 
Além disso, salienta que os assassinatos de negros atentam contra os artigos 2 e 5 da Convenção Internacional sobre a Eliminação da Discriminação Racial, que o Brasil ratificou em 27 de março de 1968. 
A carta é assinada pela relatoria da ONU sobre execuções sumários, pelo Grupo de Trabalho de Especialistas sobre Pessoas de Descendência Africana, pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Desaparecimentos Forçados e pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre a Discriminação contra Mulheres.

(PL) 
Texto prevendo mudanças que beneficiam militares e policiais segue para o plenário
O assassinado da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes, é um daqueles fatos que nos desperta tristeza e indignação. Não por seu ineditismo ou excepcionalidade, mas por revelar de forma crua, inequívoca, o que se tornou o Brasil: um país onde o ódio tem colocado em risco não só a democracia, mas qualquer esperança civilizatória.
Por Maria Valéria Duarte de Souza *
Documento do Ipea ecoa a realidade dos grupos mais vulneráveis.
A política militarizada tem como paradigma o mero enfrentamento pelas armas. Constrói, na categoria dos 'bandidos', um inimigo a ser vencido e exterminado, disseminando o falso antagonismo entre direitos humanos e segurança pública.
Por Anderson Duarte*
Endereço: SCLRN 705 – Bloco E – Loja 08 – Parte UH Asa Norte – Brasília/DF CEP 70.730.555

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Bropropriating, queer e negritude: guia 'traduz' palavras usadas em ações de combate a preconceitos – G1

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Corte Interamericana de Direitos Humanos tem sessões no Brasil – Agência Brasil

Ex.Saúde, Presidente, Governo
A Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) abre amanhã (23), em Brasília, seu 150º Período Ordinário de Sessões. Serão realizadas quatro audiências públicas sobre casos julgados pelo órgão, entre os dias 23 e 26 de agosto.
As audiências ocorrerão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tratam de quatro disputas. 
Na terça-feira (23), ocorre a audiência sobre o caso que opõe os povos indígenas Tagaeri e Taromenane, que optaram pelo isolamento voluntário, contra o Estado do Equador. Ambos os povos indígenas acusam violações em seus territórios e agressões a seus recursos naturais e modos de vida.
Em 24 de agosto, o tema será o Caso Oliveira Fuentes vs. Peru. Trata-se do julgamento sobre um homossexual que foi alvo de atos de discriminação por sua orientação sexual em um supermercado. Ele denunciou a discriminação aos órgãos estatais, mas nunca conseguiu que as acusações fossem recebidas. O caso discute a possível omissão do Estado em proteger as liberdades individuais.
Em 25 de agosto, será a vez do Caso Álvarez vs. Argentina, no qual se analisa a possível violação aos direitos humanos de um homem não teve garantido tempo suficiente para preparar sua defesa em um processo judicial.
Por fim, na sexta-feira, 26 de agosto, a CIDH se debruça sobre o Caso Garcia Rodríguez e Reyes Alzipar vs. México, no qual o Estado mexicano responde por possíveis violações ao devido processo legal, torturas e privação da liberdade de dois homens que ficaram mais de 17 anos presos preventivamente.
Nesta segunda-feira (22) foi realizado um seminário no Palácio do Itamaraty, em Brasília, para marcar a vinda da CIDH ao Brasil. Esta é a terceira vez que o Período de Sessões Ordinárias da CIDH veio ao Brasil, lembrou o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, ao abrir o evento. As outras duas foram em 2006 e 2013.
Todas as informações sobre o 150º Período Ordinário de Sessões da CIDH podem ser encontradas no portal sobre a vinda da Corte ao Brasil. 
Edição: Maria Claudia
Coleta de material nos postos será feita apenas em pacientes enviados pelas unidades de saúde, após a realização de exame clínico que indique a suspeita de contaminação.
Juntamente com a Ucrânia, país teme que a Rússia esteja se preparando para atacar infraestrutura civil e governamental nos próximos dias.
Forças ucranianas utilizaram armas fornecidas pelo ocidente, disseram autoridades pró-Rússia. Três pessoas foram mortas durante o ataque.
Polícia suspeita que grupo esteja ligado à máfia italiana e também use as vítimas como “mulas” (pessoas que transportam drogas) para o tráfico internacional.
Pedido é para a chamada vacina ambivalente, contra as variantes dominantes BA.4 e BA.5 do vírus, junto com a cepa original.
Maioria dos candidatos tem agenda na Região Sudeste. Na programação, há, entre outras ações eleitorais, reuniões, corpo a corpo com eleitores e entrevistas a veículos de comunicação.
Venda das torres, agregadas em uma sociedade de propósito específico chamada “SPE Torres 2”, é parte do processo de recuperação judicial da operadora. 
Diego Luciani pediu ainda o confisco dos bens envolvidos nos crimes, no valor de US$ 1 bilhão, além da inelegilibilidade permanente de Cristina para cargos públicos.
Gols foram de Jadon Sancho e Marcus Rashford. Liverpool de Juergen Klopp ainda não teve nenhuma vitória nos três primeiros jogos da temporada.
Candidato disse ainda que não está preocupado com questões ideológicas, mas sim com o futuro do país. As declarações foram postadas em suas redes sociais.
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Juiz indiano trava queixa contra suspeito de agressão sexual porque a vítima usava roupa “provocante” – CNN Portugal

Um juiz no sul da Índia determinou que uma mulher usou roupas “provocantes” e recusou-se a dar providência à sua queixa de agressão sexual, suscitando a indignação pública num país onde a violência contra mulheres e raparigas faz manchetes frequentemente.
O juiz do tribunal distrital de Kerala teceu os comentários na semana passada, ao conceder fiança antecipada a um homem de 74 anos acusado de assédio sexual e agressão, tal como consta nos documentos do tribunal. O homem não tinha sido formalmente acusado.
Fotografias anexadas ao pedido de fiança do homem mostram a mulher a usar vestidos “sexualmente provocantes”, refere a ordem judicial, acrescentando que, com base na primeira impressão do tribunal, a queixa “não tinha bases de sustentação”.
Ainda segundo a ordem judicial, seria “impossível acreditar” que o acusado, um homem inválido, conseguisse puxar a mulher para o seu colo “à força” e “apalpar sexualmente o seu peito”.
A CNN contactou o advogado do acusado, mas não obteve resposta na altura da publicação deste artigo.
A notícia provocou indignação na Índia, onde as mulheres enfrentam discriminação generalizada e as alegações de agressão sexual são frequentemente descartadas devido à falta de recursos legais e a um sistema jurídico manifestamente lento.
A presidente da Comissão para as Mulheres de Deli, Swati Maliwal, condenou o juiz distrital e instou o Supremo Tribunal de Kerala a dar seguimento ao caso.
“Quando é que a mentalidade que culpa as vítimas de abuso sexual vai mudar?”, escreveu na quarta-feira no Twitter.
V.P. Sanu, presidente da Federação de Estudantes da Índia, considerou os comentários do juiz “retrógrados”. “A lógica que as mulheres convidam à agressão sexual através da maneira como se vestem atribui as culpas à vítima e invoca estereótipos de vítimas de violação”, escreveu na quarta-feira no Twitter.
Os crimes sexuais contra as mulheres são generalizados na Índia, mas os casos brutais de violação e agressão são muitas vezes negligenciados pelo sistema judicial do país.
Em 2017, um juiz do Supremo Tribunal de Deli afirmou que um homem merecia “o benefício da dúvida” quando o absolveu de acusações de violação, acrescentando que mesmo o “não” proferido em surdina pela mulher poderia sugerir consentimento por parte da alegada vítima.
Num outro caso, datado de janeiro de 2021, um juiz do Supremo Tribunal de Bombaim considerou que um homem de 39 anos não era culpado de agredir sexualmente uma rapariga de 12 anos por não lhe ter tirado a roupa, o que significa que não houve contacto pele com pele.
“Tendo em conta a natureza intransigente da punição prevista para esta ofensa, o tribunal considera que são necessárias provas mais rigorosas e alegações mais graves”, referiu o juiz.
Reformas jurídicas e penas mais graves por violação foram introduzidas na sequência da brutal violação de uma estudante de medicina que ocorreu em Deli, em 2012 – incluindo a criação de tribunais específicos e mais céleres para a resolução de casos de violação e uma alteração na definição de violação que passou a incluir penetração anal e oral.
Mas ativistas e advogados dizem que é preciso fazer mais para proteger as mulheres.
Na segunda-feira da semana passada, 11 homens condenados a cumprir pena de prisão perpétua pela violação de uma mulher muçulmana grávida durante os motins hindu-muçulmanos em 2002 foram libertados em remissão, o que suscitou a condenação por parte de familiares, advogados e políticos.

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Policiais civis deflagram operação de combate a crime contra idosos – Agência Brasil

Ex.Saúde, Presidente, Governo
Policiais civis de todas as unidades federativas participam hoje (22) da 3ª edição da Operação Vetus, de prevenção e repressão à violência praticada contra idosos. A operação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança pública (MJ) e conta com a ajuda de delegacias especializadas de proteção ao idoso, das secretarias de Segurança Pública; da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH) e da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.
Entre as ações, que serão implementadas até 23 de setembro, estão as de apuração de denúncias, diligências, atendimento às vítimas, ações educativas e fiscalização em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs); procedimentos policiais e levantamentos de inteligência, como instauração e conclusão de inquéritos, representações judiciais, levantamento de alvos e de mandados, entre outros.
Segundo o ministério, estão sendo cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão. Também há atendimentos a solicitações de medidas protetivas de urgência.
O Ministério da Justiça lembra que denúncias contra esse tipo de prática podem ser feitas por meio do Disque 100 ou pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil.
“Qualquer pessoa pode procurar delegacias especializadas na proteção ao idoso. Caso a cidade não tenha delegacia especializada, é possível procurar qualquer delegacia. Também é possível procurar os conselhos estaduais ou municipais dos Direitos da Pessoa Idosa, ou ainda, o Ministério Público mais próximo da sua residência”, informa o ministério.
Segundo a pasta, 31,2 mil idosos vítimas de violência foram atendidas nas duas edições anteriores da Operação Vetus. Também foram registradas 29,2 mil denúncias, o que resultou em 985 pessoas presas. Cerca de 9 mil policiais participaram das operações em 2020 e 2021.
De acordo com a Cartilha de combate à violência contra a pessoa idosa, de 2020, publicada pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a violência contra os idosos pode ocorrer de “forma visível”, resultando em mortes ou lesões; ou “invisível”, quando, apesar de não machucar o corpo, “provoca sofrimento, desesperança, depressão e medo”.
A violência pode ser classificada como física, psicológica, negligência, institucional, abuso financeiro, patrimonial, sexual e discriminação:
Violência física – na maioria das vezes ocorre dentro da casa do idoso (a) e é provocada por pessoas próximas, como filhos, cônjuge, netos, cuidadores, dentre outras. Em geral, são agressões, tapas, pontapés, beliscões e empurrões.
Violência psicológica – se constitui de agressões verbais, menosprezo, desprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional, como humilhação, afastamento do convívio familiar ou restrição à liberdade de expressão.
Negligência – recusa ou omissão de cuidados. Se manifesta com frequência tanto no seio familiar como em instituições que prestam serviços de cuidados e acolhimento a pessoas idosas.
Violência institucional – qualquer tipo de violência exercida dentro do ambiente institucional (público ou privado). As instituições podem cometer esse tipo de negligência por meio de ações desatenciosas ou omissivas por parte de funcionários.
Abuso financeiro – exploração ilegal ou uso não consentido pela pessoa idosa de seus recursos financeiros. Normalmente, o violador se apropria indevidamente do dinheiro, cartões bancários e utiliza os valores com finalidades que não sejam a promoção do cuidado.
Violência patrimonial – qualquer prática ilícita que comprometa o patrimônio do idoso, como forçá-lo a assinar um documento sem lhe ser explicado para que fins é destinado, alterações em seu testamento, fazer uma procuração ou ultrapassar os poderes de mandato, antecipação de herança ou venda de bens móveis e imóveis sem o consentimento espontâneo do idoso, falsificação de assinatura, etc.
Violência sexual – ato sexual utilizando pessoas idosas, que visa obter excitação, relação sexual ou práticas eróticas, através de coação com violência física ou ameaças.
Discriminação – comportamentos discriminatórios, ofensivos, desrespeitosos em relação à condição física característica de uma pessoa idosa, desvalorizando e inferiorizando-a simplesmente por sua condição.
Ouça na Radioagência Nacional:
Matéria atualizada às 18h47 para correção de informação. A operação termina no dia 23 de setembro e não 23 de agosto.
Edição: Fernando Fraga
Gols foram de Jadon Sancho e Marcus Rashford. Liverpool de Juergen Klopp ainda não teve nenhuma vitória nos três primeiros jogos da temporada.
Candidato disse ainda que não está preocupado com questões ideológicas, mas sim com o futuro do país. As declarações foram postadas em suas redes sociais.
Cade deverá apresentar um cronograma para apurar a regularidade da atuação de Petrobras na formação dos preços dos combustíveis, decide ministro André Mendonça. 
Candidato do Novo assinou termo proposto pela entidade, prometendo estabelecer novas políticas públicas em defesa dos direitos e do desenvolvimento das crianças.
A Empresa Municipal de Informática está trabalhando 24 horas por dia para o restabelecimento total do Datacenter municipal. Alguns sistemas já estão funcionando. 
Candidata do União Brasil propõe tribunal específico para o julgamento desse tipo de crime, independência da Polícia Federal e também o fim do foro privilegiado.
Campanha fará ações de conscientização presenciais e online em todo o país durante o período eleitoral com ações como lives, debates e campanhas nas redes.
O destaque foi o euro, que passou a valer menos que a moeda norte-americana pela primeira vez em 20 anos, afetado pelo agravamento da crise energética.
Embora não haja caso confirmado de transmissão através de células de embrião, sangue ou tecidos, há potencial para doença ser transmitida por material biológico, diz Anvisa.
Desde o início da pandemia, o país acumula 34,2 milhões de casos confirmados e 682,6 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 33,2 milhões.
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MPRS assina acordo de cooperação interinstitucional para ações de combate às manifestações de caráter antissemita ou racista – PROCESSO SELETIVO DE ESTUDANTES PARA O QUADRO DE ESTAGIÁRIOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RIO GRANDE DO SUL

O Ministério Público do Rio Grande do Sul, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) e a Federação Israelita do Estado do Rio Grande do Sul (FIRS) assinaram, nesta sexta-feira, 19 de agosto, termo de cooperação interinstitucional. O objetivo do acordo é promover a permanente reflexão, diálogo, troca de informações e ações articuladas, conjuntas e estratégicas de combate às manifestações de ódio e de intolerância de caráter antissemita ou racista.
O documento foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Marcelo Dornelles, pela subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Angela Salton Rotunno, pelo vice-presidente da Conib, Daniel Leon Bialski, e pelo presidente da FIRS, Sebastian Watenberg.
O procurador-geral de Justiça em sua manifestação ressaltou que o MPRS atua com base no diálogo e na compreensão, sem esquecer da postura firme contra a discriminação. “Este acordo ajudará na promoção da educação, principalmente, com capacitações e palestras que tratem da temática de combate às manifestações de ódio e intolerância de caráter antissemita ou racista”, afirmou.
Angela Rotunno reforçou a importância do acordo assinado, salientando que “o diálogo com entidades representativas é fundamental para o adequado direcionamento das questões que envolvem toda forma de discriminação. A parceria com certeza será frutífera, irmanados na busca da prevenção e repressão desse tipo de crime”.
Esteve presente na celebração do acordo de cooperação o chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, Luciano de Faria Brasil.
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