UEFA pune o Slovan Bratislava por cânticos racistas dos adeptos – SAPO Desporto

Os eslovacos do Slovan Bratislava foram multados em quase 80 mil euros devido ao comportamento dos adeptos, incluindo cânticos racistas, no duelo com os húngaros do Ferencvaros, nas eliminatórias da Liga dos Campeões de futebol, anunciou hoje a UEFA.
Além das multas, o Comité Disciplinar do organismo que rege o futebol europeu ordenou o encerramento parcial do estádio do Slovan Bratislava por um jogo, com a obrigação da colocação de um cartaz com a frase ‘SayNoToRacism’ (diz não ao racismo).
Em causa está o comportamento dos adeptos eslovacos no encontro da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga dos Campeões, em Budapeste, em que o Slovan bateu o Ferencvaros, por 2-1.
Na segunda mão, na Eslováquia, os húngaros golearam por 4-1 e seguiram em frente na prova.
A UEFA puniu o Slovan com uma multa de 40 mil euros por cânticos racistas dos seus adeptos, outra de 25 mil euros pelo arremesso de objetos para o relvado e uma terceira de 13 mil euros pelo uso de artefactos pirotécnicos.
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Racismo: "Portugal está a aprofundar o conhecimento deste fenómeno" – CNN Portugal

A socióloga e investigadora da Universidade Nova de Lisboa Elza Pais afirma que o aumento das queixas de racismo e xenofobia por parte da comunidade brasileira em Portugal se deve não só ao aumento da mesma, como também ao “aprofundamento dos mecanismos para combater” os fenómenos de discriminação.

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Câmaras escondidas captam práticas racistas nas praias particulares da Côte d'Azur, dizem ativistas – Expresso

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Internacional
8 agosto 2022 19:28
“Quando liguei de volta e dei um nome francês, estranhamente ainda havia lugares”
john phillips
8 agosto 2022 19:28
Um casal descrito como tendo “aparência norte-africana” que solicitou espreguiçadeiras na praia foi informado de que todas estavam reservadas. Alguns minutos depois, um casal caucasiano que fez o mesmo pedido no local recebeu espreguiçadeiras na primeira fila, perto do mar. Este foi apenas um dos casos detetados e enquadrados como discriminatórios por ativistas antirracismo que filmaram secretamente praias particulares na Côte d’Azur. Os integrantes da organização SOS-Racisme enviaram casais de diferentes origens para pontos exclusivos na costa francesa, e usaram câmaras escondidas para registarem como cada um foi recebido. Agora, conta o jornal “The Guardian”, os ativistas estão a planear uma ação legal, alegando discriminação na Riviera Francesa.
De acordo com a equipa do SOS-Racisme, várias pessoas não conseguiam fazer uma reserva para espreguiçadeiras em praias particulares se dessem um nome que com sonoridade estrangeira. “Com um nome que soa africano, o lugar estava cheio; quando liguei de volta e dei um nome francês, estranhamente ainda havia lugares”, denunciou um ativista ao jornal “Le Monde”.

A SOS-Racisme realizou operações secretas semelhantes para destacar a discriminação desde a década de 1990, mas é a primeira vez que testa praias particulares na Riviera. Alega que um terço das praias privadas de Juan-les-Pins e Antibes são discriminatórias ilegalmente e dois terços das boates e bares testados em Marselha e Aix-en-Provence estão operando uma seleção ilegal de clientes com base em suas origens.
“Descobrimos que a discriminação pode ser baseada na roupa, na cor da pele, na aparência física e na origem da pessoa. É injusto e intolerável viver assim”, disse Karima Es-slimani, da SOS Racisme Nice, à televisão France 3 após o teste na praia.
A organização está a juntar um arquivo para apresentar aos advogados, revelou Paula Cornette, da SOS-Racisme. “Estamos a trabalhar com advogados pro-bono que precisam de muitos detalhes para tomar medidas legais. Também usarão essas informações para elaborar relatórios anuais descrevendo a discriminação em cada área.”
“Esta situação é o resultado de um claro fracasso das autoridades em proibir a discriminação racial”, afirmou também Dominique Sopo, presidente da SOS-Racisme, em declarações aos jornalistas. As descobertas das organizações serão enviadas à polícia e às autoridades locais. “Observaremos de perto para ver que ação legal se seguirá”, acrescentou o responsável.
A SOS-Racisme não especificou os estabelecimentos particulares que visitou em Juan-les-Pins e Antibes.
Um relatório do Comitê Consultivo Nacional de Direitos Humanos sobre racismo em França, publicado no mês passado, expôs que a sociedade francesa estava a tornar-se mais tolerante. O “índice de tolerância” anual fixava-se em 68/100 (68%), o mais alto de todos os tempos, de acordo com a secretária-geral do comitê, Magali Lafourcade.
No entanto, o mesmo documento evidencia que o preconceito contra certas comunidades – incluindo muçulmanos e comunidade cigana – ainda é uma preocupação relevante.
O Comitê Consultivo Nacional de Direitos Humanos detalha que cerca de 1,2 milhão de pessoas são vítimas de agressão por motivos raciais todos os anos em França, mas há apenas mil condenações pelos delitos relatados em tribunal. Muitas vezes isso acontece devido à relutância das vítimas em denunciar os ataques à polícia, admite o Comitê.
“Vemos que há uma falha das instituições em perceber que este é um problema criminal”, declarou Magali Lafourcade. “Se houvesse muitas queixas, muitas ações legais e muitas condenações, poderíamos esperar que os incidentes diminuíssem”, conclui.
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Incêndio consome toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha – Impala

Início > Notícias > Portugal e o Mundo > Incêndio consome toneladas de roupa em armazém da Cruz Vermelha
Um incêndio num armazém de roupa da Cruz Vermelha, em Vila Nova de Gaia, Porto, destruiu hoje de madrugada “toneladas de roupa”.
Um incêndio num armazém de roupa da Cruz Vermelha, em Vila Nova de Gaia, Porto, destruiu hoje de madrugada “toneladas de roupa”, disse à Lusa fonte dos Bombeiros Sapadores.
Risco máximo de incêndio em cerca de 70 concelhos do interior Norte, Centro e Alto Alentejo
Cerca de 70 concelhos dos interior Norte e Centro e Alto Alentejo estão hoje em risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (… continue a ler aqui)
De acordo com a fonte, o alerta foi dado cerca da 01:50, mantendo-se, pelas 07:15, no local 38 operacionais e 12 viaturas dos Sapadores e Voluntários de Coimbrões. “Ainda decorrem trabalhos de remoção dos detritos na cave e subcave do edifício”, disse a fonte, referindo tratar-se de “uma operação demorada, uma vez que são toneladas de roupa”.
As causas do incêndio, que ficou confinado ao armazém, ainda não são conhecidas.
Xenofobia no discurso político é muito grave
A Obra Católica Portuguesa de Migrações (OCPM) considerou que a xenofobia e o racismo no discurso político é uma situação “muito grave”, mas disse acreditar que a grande maioria da população portuguesa pode contribuir para o inverso (… continue a ler aqui)
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O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, admitiu hoje que o incêndio que deflagrou no sábado em Garrocho, no concelho da Covilhã, “é uma tragédia” ambiental e está a lavrar num “contexto de grande complexidade”.

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Obra Católica diz que maior preocupação é a integração de migrantes e refugiados – Observador

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Obra Católica preocupa-se com o crescimento de "discursos políticos xenófobos" referindo-se ao Chega. A diretora "considera uma ignorância" perante uma sociedade "disposta ao acolhimento de todos".
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A diretora da Obra Católica admitiu ainda estar "surpreendida com o crescimento" deste discurso, mas frisou que só ganhou palco porque dá voz à insatisfação "de coisas que não estão concretizadas"
Rui Miguel Pedrosa / Observador
A diretora da Obra Católica admitiu ainda estar "surpreendida com o crescimento" deste discurso, mas frisou que só ganhou palco porque dá voz à insatisfação "de coisas que não estão concretizadas"
Rui Miguel Pedrosa / Observador
A presidente da Obra Católica Portuguesa de Migrações (OCPM), organismo da Conferência Episcopal Portuguesa, disse que a maior preocupação com os migrantes e refugiados é a integração.
“Tivemos aqui um movimento muito bonito a nível do acolhimento e vimos que temos uma sociedade civil muito disponível para o acolhimento, nomeadamente o acolhimento de emergência, mas a questão da integração, de percebermos que mudanças é que temos de fazer, estruturais, para que a integração ou a inclusão seja bem-sucedida, eu creio que é a maior preocupação”, afirmou Eugénia Quaresma.
A responsável da OCPM falava à Lusa a propósito da peregrinação do migrante e do refugiado, integrada na peregrinação internacional aniversária de agosto, que neste dia começa no Santuário de Fátima.
“Aprendemos muito agora com os deslocados da Ucrânia, é verdade, mas o trabalho da Igreja lembra que existem outras nacionalidades que estão entre nós e que também precisamos de cuidar”, declarou Eugénia Quaresma, exemplificando com os cidadãos do Afeganistão e frisando ser “importante lembrar que há outras nacionalidades”.
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A dirigente da OCPM destacou que existem “outras questões mais antigas” que têm de ser resolvidas, não apenas para os portugueses, mas que, “por acréscimo”, melhorarão também para os migrantes e os refugiados, nomeadamente a habitação.
“Foi uma das nossas maiores dificuldades e que precisa de ser trabalhada a nível nacional. É difícil encontrar alojamento, o alojamento está caro, há uma exploração que não se entende e que precisa de ser tratada pelos nossos governantes, para melhorar para todos”, defendeu.
À pergunta sobre a eventual existência de queixas relativas a alegada exploração laboral sobre deslocados da Ucrânia na sequência da guerra neste país, Eugénia Quaresma frisou que nada lhe chegou até ao momento, notando, contudo, que há “situações de exploração laboral em Portugal”.
“É uma questão que preocupa e que vai ocupando alguns dos nossos grupos, nomeadamente a Comissão de Apoio à Vítima de Tráfico de Pessoas. Há congregações religiosas que também despertaram para esta realidade e procuram trabalhar — isto na zona Oeste – com os empregadores para enfrentar um bocadinho esta situação da exploração, dos intermediários”, acrescentou.
A peregrinação de 12 e 13 de agosto, considerada a peregrinação dos emigrantes, é presidida pelo bispo de Fall River (Estados Unidos da América), Edgar Cunha.
Numa iniciativa da OCPM, decorre desde segunda-feira e até domingo a 50.ª Semana Nacional de Migrações, sob o tema “Construir o futuro com migrantes e refugiados”. Este é o título da mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que se assinala em 25 de setembro.
“O coração da semana é a peregrinação do migrante e do refugiado”, referiu a responsável da OCPM, entidade que assinala 60 anos em 2022.
Como prenda pede, “a nível político, que estas vozes [racistas e xenófobas] tivessem cada vez mais desprezo” e que esta “capacidade de acolhimento e de construção conjunta crescesse a nível nacional”, adiantou Eugénia Quaresma.
A Obra Católica Portuguesa de Migrações (OCPM) considerou esta sexta-feira que a xenofobia e o racismo no discurso político é uma situação “muito grave“, mas disse acreditar que a grande maioria da população portuguesa pode contribuir para o inverso.
“É muito grave e ainda bem que temos também políticos atentos e que fazem frente, em sede própria, porque há aí uma narrativa que procura um bode expiatório e revela alguma ignorância ou procura fazer generalizações de uma ou outra história que conheceu”, disse à agência Lusa a diretora da OCPM, Eugénia Quaresma.
A propósito da peregrinação internacional de agosto ao Santuário de Fátima, que irá começar e integra a peregrinação do migrante e do refugiado, Eugénia Quaresma salientou que “a grande maioria das pessoas” que vem estudar ou trabalhar para Portugal não quer “viver às custas”, mas desenvolver o seu potencial e da sua família, e algumas delas “esperam e sonham também desenvolver o potencial do país de origem“.
Questionada se este tipo de discurso está a agravar-se na política, a responsável da OCPM explicou, referindo-se ao partido Chega, que “agora tem palco, tem lugar na Assembleia [da República] e, pelo número de deputados que tem, portanto, tem uma maior expressão“.
“Agora, acredito que a grande maioria da população portuguesa pode contribuir para o inverso, para mostrar como é importante construirmos uma sociedade com os migrantes e com os refugiados e não contra os migrantes e os refugiados, sem esquecer os autóctones, sem esquecer os nossos emigrantes”, adiantou.
A diretora da OCPM admitiu ainda estar “surpreendida com o crescimento” deste discurso, mas frisou que só ganhou palco porque dá voz à insatisfação “de coisas que não estão concretizadas”, daí a importância, a nível político, de se promover “o desenvolvimento do país, sem deixar ninguém para trás”.
“Se nós tivermos a consciência que as migrações fazem parte da História da humanidade e se soubermos aproveitar a riqueza, todo o potencial que trazem, seja espiritual, seja cultural, e aproveitarmos isto para construirmos um mundo novo e mais justo, saímos todos a ganhar”, acrescentou Eugénia Quaresma.
Em 21 de julho, no debate sobre a revisão da lei de estrangeiros, no parlamento, o presidente do Chega, André Ventura, acusou o Governo (PS) de querer que os imigrantes “venham de qualquer maneira” para o país e acrescentando: “Só há uns que nunca têm prioridade no discurso do Governo, os portugueses que trabalharam toda a vida, que pagam impostos e estão a sustentar o país”.
André Ventura chegou mesmo a dizer que os imigrantes que chegam a Portugal não são iguais aos portugueses que emigram para outros países, intervenção que gerou muitos protestos por parte de vários deputados no hemiciclo e levou à intervenção do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva.
Santos Silva diz que é imparcial “em relação ao debate político” e só intervém perante “discurso de ódio” e propostas “inconstitucionais”

“Devo dizer que como presidente da Assembleia da República de Portugal considero que Portugal deve muito, mas mesmo muito aos muitos milhares de imigrantes que aqui trabalham, que aqui vivem e que aqui contribuem para a nossa Segurança Social, para a nossa coesão social, para a nossa vida coletiva, para a nossa cidadania e para a nossa dignidade como um país aberto inclusivo e respeitador dos outros”, declarou, tendo sido aplaudido por deputados de várias bancadas, à exceção do Chega.
André Ventura ripostou, considerando que o presidente do parlamento deveria “abster-se de fazer comentários” sobre as intervenções dos deputados e acusando-o de representar o PS nas suas funções.
Os deputados do Chega acabaram por abandonar o hemiciclo.
Durante reprimenda, deputados do Chega abandonam hemiciclo e deixam Santos Silva a falar sozinho

Duas semanas depois, o líder do Chega defendeu que a sua intervenção “não tem nada a ver nem com xenofobia nem com racismo, tem a ver com um país que tem de ter controlo sobre as suas fronteiras” perante a “imigração ilegal” e “as consequências que isso pode ter, sejam eles de que país forem”.
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Giovanna Ewbank sobre racismo sofrido pelos filhos: Vamos passar por cima dos racistas – Folha de Pernambuco

A atriz e apresentadora Giovanna Ewbank se revoltou contra um episódio de racismo sofrido por seus filhos em uma praia de Portugal. Giovanna discutiu feio com uma mulher, que teria dito para “tirar aqueles pretos imundos dali”, referindo-se a Títi e Bless. Pai das crianças, Bruno Gagliasso também estava presente. Muito nervosa, a atriz reagiu cuspindo e batendo na cara da mulher, conforme confirmado com a própria atriz.
Procurada pelo O Globo, Giovanna desabafou: “Vamos passar por cima dos racistas”. Em nota, a assessoria do casal detalhou o que a família sofreu na tarde desse sábado (30).
“Comunicamos que os filhos do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso foram vítimas de racismo no restaurante Clássico Beach Club, na Costa da Caparica, em Portugal, neste sábado, dia 30 de julho, onde a família passa férias. Uma mulher branca, que passava na frente do restaurante, xingou, deliberadamente, não só Títi e Bless, mas também a uma família de turistas Angolanos que estavam no local – cerca de 15 pessoas negras. A criminosa pedia que eles saíssem do restaurante e voltassem para a África, entre outras absurdos proferidos às crianças, tais quais “pretos imundos”.
Confirmamos, conforme vídeos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia. A mulher foi levada escoltada e presa.
“Informamos ainda que Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank prestarão queixa contra a racista formalmente na delegacia portuguesa.
A Trigo Casa de Comunicação lamenta as agressões sofridas por Títi, Bless e os turistas angolanos e apoia integralmente as ações tomadas por Giovanna e Bruno. Racismo é crime”.

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Marcelo: "Se Costa não pegar no aeroporto ninguém pega" – Jornal de Notícias

Marcelo Rebelo de Sousa
Foto: FERNANDO VELUDO/LUSA
Em entrevista à CNN Portugal, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa falou sobre a questão do novo aeroporto de Lisboa, desejando que até final do mandato haja uma solução.
“Se Costa não pegar no aeroporto, ninguém pega”, considerou Marcelo Rebelo de Sousa, esta quinta-feira, em entrevista à CNN Portugal. O presidente da República abordou a questão sobre uma solução aeroportuária para Lisboa, defendendo a ideia de que é preciso arranjar uma alternativa, para a situação atual.
Governo. Costa ficou “feliz” com palavras de Marcelo e diz que procura aproveitar “boas ideias”
Presidente da República. Marcelo considera que direita cometeu erro de se afastar “ostensivamente” de si
Médicos. Marcelo diz que lei não permite uso de escusas de responsabilidade
“Até março de 2026 [altura em que acaba o mandato] gostava de ver o arranque do que quer que seja”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.
Numa entrevista enquanto conduzia o próprio automóvel de Lisboa até Viseu, o presidente da República abordou vários temas da política nacional e internacional. O chefe de Estado reconheceu que “há racismo estrutural em Portugal”, mas mostrou-se “otimista” sobre a mudança de paradigma, mesmo que admita que “mudar a cultura cívica demora imenso tempo e imensas gerações”.
Marcelo Rebelo de Sousa disse que “há, obviamente, na sociedade portuguesa imensos traços que têm que ver com o império”, mas realçou que a sociedade portuguesa está a mudar e que “nas crianças e na juventude é patente uma alergia total às discriminações, à xenofobia e ao racismo”.
Na mesma entrevista, o chefe de Estado afirmou que “os sucessivos líderes de direita” cometeram “um erro” ao descolarem-se “ostensivamente” de si e disse que António Costa “percebeu que podia beneficiar” da proximidade do Presidente da República.

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Comissão recebe 34 queixas de discriminação por mês – Jornal de Notícias

Foto: Leonardo Negrão / Global Imagens
O relatório de 2021 revela que a Comissão para a Igualdade e contra a Discriminação Racial (CICDR) recebeu 408 queixas, cerca de 34 por mês, que resultaram na abertura de 73 processos de contraordenação e na deliberação de duas condenações: uma admoestação e uma multa. Dirigentes do Movimento SOS Racismo e da Casa do Brasil de Lisboa dizem que números são apenas a ponta do icebergue e que a legislação é “branda” e “ineficaz”.
No total, em 2021, a comissão aprovou dez decisões: duas condenações, uma decisão de manutenção de uma condenação proferida anteriormente e sete arquivamentos. As duas decisões condenatórias foram aprovadas pela comissão em dezembro de 2021 e são dois casos de “efetiva violação da lei”, lê-se no relatório. A deputada que foi admoestada proferiu uma intervenção numa reunião da administração local “suscetível de ofender pessoas com base na sua origem étnica”. A multa, no valor de 435,76 euros, foi aplicada por ofensas dirigidas por uma vizinha a outra, relacionadas com a sua nacionalidade brasileira.
O relatório anual foi divulgado na página da CICDR e revela que a nacionalidade brasileira tornou-se o principal motivo das queixas por discriminação. Do total de 408 recebidas pela comissão, 160 foram motivadas por questões de nacionalidade e 109 foram dirigidas contra brasileiros.
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Halle Bailey diz que família a ajudou após sofrer racismo por escalação em 'A Pequena Sereia' – Emais – Estadão

Atriz e cantora, que dará vida à Ariel, disse que seus avós a lembraram da representatividade que seu papel criará para meninas negras

Halle Bailey viverá Ariel em live-action de 'A Pequena Sereia', que deve ser lançado em 2023. Além de atriz, ela faz parte da dupla Chloe X Halle com sua irmã.

Halle Bailey viverá Ariel em live-action de 'A Pequena Sereia', que deve ser lançado em 2023. Além de atriz, ela faz parte da dupla Chloe X Halle com sua irmã. Foto: Jordan Strauss/Invision/AP

Halle Bailey viverá Ariel em live-action de 'A Pequena Sereia', que deve ser lançado em 2023. Além de atriz, ela faz parte da dupla Chloe X Halle com sua irmã. Foto: Jordan Strauss/Invision/AP

Halle Bailey comentou os ataques racistas que sofreu após ser escalada para interpretar a princesa Ariel na versão live-action de A Pequena Sereia, que tem previsão de estreia para maio de 2023. 

Em entrevista à revista Variety divulgada nesta quarta, 10, a atriz e cantora – ela também faz parte de uma dupla com sua irmã, Chloe – contou que recebeu muito apoio de seus avós, que compartilharam momentos em que também sofreram discriminação e racismo.
“Foi uma coisa inspiradora e linda ouvir as palavras de encorajamento deles, me dizendo: ‘Você não entende o que isso está fazendo por nós, por nossa comunidade, por todas as meninas negras que vão se ver em você'”, disse.

Em 2019, quando foi anunciado que a artista daria vida à Ariel, parte do público levantou a hashtag #NotMyAriel (“Não é a minha Ariel”), criticando a escalação de uma mulher negra para o papel.
Chloe Bailey, que também falou à revista, revelou que sua família se uniu ainda mais após os ataques à irmã. “É importante ter uma rede de apoio forte ao seu redor. É difícil carregar o peso do mundo sozinha”, disse.
Halle é apenas a segunda mulher negra a interpretar uma princesa da Disney, já que Anika Noni Rose deu voz à Tiana em A Princesa e o Sapo. “Eu quero que a garotinha em mim e as garotinhas como eu que estão assistindo saibam que são especiais e que devem ser princesas em todos os sentidos. Não há razão para que elas não sejam. Essa garantia era algo que eu precisava”, afirmou.
Segundo Halle, ela refletiu sobre a diferença que teria feito ter visto outra mulher negra em um papel como esse quando era mais jovem: “O que isso teria feito por mim, como isso teria mudado minha confiança, minha crença em mim mesma, tudo. Coisas que parecem tão pequenas para todo mundo, são tão grandes para nós”. 
 
*Estagiária sob supervisão de Charlise Morais

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