Não sabe o que ler? A RIBBSE sugere "Racismo no País dos brancos costumes" – SAPO

Mais Beiras Informação
Diretor: Paulo Menano
“Racismo no País dos brancos costumes” é um livro de história, escrito por Joana Gorjão Henriques, galardoada jornalista portuguesa.
Histórias reais do Portugal Racista que ainda vive no mito do não-racismo.
Um homem quer alugar uma casa, mas assim que diz o seu nome africano deixa de receber respostas. Uma avó da Cova da Moura é atirada ao chão por um polícia quando pergunta pelo neto. Uma mulher negra com formação superior vai ao hospital e perguntam-lhe se sabe ler as placas informativas. Por causa da cor da pele. Tudo isto acontece em Portugal, a portugueses negros, e é contado na primeira pessoa no livro No País dos Brancos Costumes, que dá continuidade à investigação de Racismo em Português. Assim se completa o retrato de um país que em 1982 deixou de atribuir a nacionalidade portuguesa aos filhos de imigrantes nascidos em Portugal, e onde ainda há quem encontre listas de escravos (com os respetivos preços) nos baús dos avós, entre outros brandos – brancos – costumes.
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Não remunerado e desprotegido: um voluntário da campanha Yang 2020 é processado por discriminação – TEG6.com

Uma voluntária da campanha presidencial de Andrew Yang em 2020 está processando por discriminação e retaliação, alegando que depois que ela falou sobre misoginia em grupos de campanha no Facebook, ela teve oportunidades de avanço negadas. Agora, os advogados de Yang estão tentando anular o caso, argumentando que, como a voluntária, Erica Lee, nunca foi contratada como funcionária remunerada, ela não tem as proteções trabalhistas que está reivindicando.
“Se o argumento deles prevalecer, qualquer voluntário em qualquer lugar pode ser assediado sexualmente ou vítima de discriminação horrível, e não haverá recurso”, diz o advogado de Lee, Vincent P. White. “Não sei se alguém quer viver nesse mundo. É um mundo horrível que eles estão descrevendo.”
Os advogados de Andrew Yang se recusaram a responder oficialmente.
O caso destaca a falta de direitos trabalhistas que os voluntários têm nos Estados Unidos. Hoje, apenas alguns estados, incluindo Califórnia, Oregon e Nova York, têm leis que protegem estagiários e voluntários de assédio e discriminação no local de trabalho. Na política, onde os voluntários constituem a maioria da força de trabalho da campanha, as implicações são que os funcionários não remunerados geralmente não têm proteção ou recurso legal se forem assediados.
“As campanhas são extremamente dependentes de voluntários”, explica um administrador da conta do Instagram Memes do organizador, que pediu para permanecer anônimo. “Eles geralmente ocupam cargos que, de outra forma, exigiriam um funcionário em tempo integral. As campanhas democratas não poderiam funcionar sem voluntários, então a ideia de que eles não devem ser protegidos de assédio porque estão fazendo isso pela bondade de seu coração é selvagem”.
Allison Groves, diretora de organização regional em Iowa, diz que a campanha de Yang se destacou pela responsabilidade que concedeu aos voluntários. “Eles borraram muito a linha entre funcionários e voluntários”, diz ela. “Eles esperavam que os voluntários assumissem as responsabilidades do que normalmente seriam responsabilidades da equipe”.
Documentos vazados da campanha Yang descrevem as responsabilidades dadas aos estagiários e voluntários, que foram descritos como “nosso recurso mais precioso”. Em uma seção sobre conteúdo de mídia social, um documento dizia: “As postagens são projetadas para mostrar o movimento de base da campanha, o que significa que essas postagens são feitas por voluntários e estagiários. Os funcionários pagos da campanha não têm permissão para criar conteúdo.”
Os diretores regionais foram orientados a tirar o máximo proveito dos voluntários fazendo conexões pessoais.
“Se alguém disser que não pode ser voluntário no sábado porque precisa cuidar dos netos, pergunte quantos anos eles têm”, diz um documento. “Pegue qualquer abertura possível para conectar. Use essas conexões como um ponto de partida para uma segunda e terceira pergunta. Isso produzirá mais turnos e iniciará o processo de estabelecimento de um forte relacionamento pessoal que levará a alta produção e reagendamentos.”
O processo de Lee está tentando melhorar as condições de trabalho dos voluntários, de acordo com seus advogados. Ele ocorre em meio a uma enxurrada de atividades de organização no Capitólio. Na semana passada, funcionários de oito escritórios da Câmara dos EUA apresentaram petições para se sindicalizar em um esforço para melhorar as condições de trabalho, salários e políticas de folga. A medida sugere que os escritórios do governo, que ficaram para trás de outras indústrias em termos de progresso para os trabalhadores de colarinho branco, podem estar melhorando. Mas ainda não está claro se essas mudanças chegarão às campanhas políticas.
Em 2019, Lee começou a trabalhar como organizador regional de Yang Gang em Washington, cargo que envolvia a coordenação de dezenas de voluntários. Ela recebeu um endereço de e-mail — [email protected] — para realizar seu trabalho. A campanha implicava que Lee seria pago por esse papel, mas nenhum pagamento se materializou, de acordo com a denúncia.
O argumento de Lee de que ela achava que seria paga pelo papel “não cura o defeito fatal” em seu caso, argumentam os advogados de Yang. Ela nunca foi contratada como funcionária remunerada.
Lee diz que foi assediada por outros voluntários quando levantou preocupações sobre comentários sexistas em um dos grupos oficiais da campanha no Facebook. O assunto foi enviado ao RH, mas permaneceu sem solução até que Lee foi demitido em setembro de 2019.
No mês seguinte, Lee falou com Andrew Yang sobre a demissão. A ex-candidata presidencial disse que teria alguém da campanha para fazer o acompanhamento, mas depois parou de retornar seus telefonemas.
Lee apresentou uma queixa à Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego, mas foi indeferida sob a alegação de que ela não era uma funcionária.
Lee diz que seu trabalho como organizadora regional de Yang Gang em Washington envolvia alcançar novos voluntários, coordenar treinamentos e divulgar mensagens de campanha. “Quase nenhum dos voluntários com quem trabalhei havia trabalhado em uma campanha antes”, diz ela. “Nós íamos ao parque para fazer propaganda, e eu os ensinava a fazer isso. Eu não era apenas uma pessoa em um viaduto com um sinal Yang.”

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Racismo ambiental: programa Bem Viver | Podcast | Rádio – Brasil de Fato

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Racismo ambiental é um termo cada vez mais fundamental para entender os efeitos da desigualdade social no país. A explicação foi dada pela advogada e mestra em Desenvolvimento Urbano pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Juliane Lima, na edição desta quarta-feira (20) do Bem Viver.
"Racismo ambiental foi trazido ao Brasil pela Geografia. Originalmente ele era destinado para explicar a situação da população quilombola e ribeirinha, que eram ignorados pelo Estado. Quando a gente traz para a região urbana é para explicar essa ausência nas regiões periféricas da cidade. Então racismo ambiental está diretamente relacionado a território", explica a pesquisadora. 
:: Sem destinação prevista, um terço da Amazônia pode cair nas mãos do crime ambiental ::
Juliana Lima defende que é preciso que os governos reconheçam onde está o problema, respeitando a origem das famílias. "Favela não é problema, é solução. Por isso o Estado precisa garantir qualidade de vida para as populações dessas regiões. A gente não precisa tirar essas pessoas desses locais, precisa dar condições de qualidade de vida e segurança, em todos os sentidos, paras as família”.
A entrevista faz parte da programação especial do Bem Viver sobre o Julho das Pretas, homenagem inspirada na data celebrada deste mês, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. Aqui no Brasil, a data foi sancionada em 2014 por Dilma Rousseff como Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Tereza de Benguela foi uma importante líder quilombola que viveu durante o século XVII. 
Açúcar e violência
Dentro de uma latinha de refrigerante existem uma série de violações que vão muito além de danos pra nossa saúde.
:: BdF Explica | A política ambiental brasileira está no fundo do poço? :: 
O livro “O Sabor do Açúcar” produzido pela Papel Social aborda as violações praticadas em fazendas de cana-de açúcar estão vinculadas à maior cadeia produtiva de açúcar do mundo, controlada pela Coca-Cola e pelos quatro principais operadores globais de commodities agrícolas, Archer Daniels Midland, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus Company.  
Capoeira nas escolas
No Rio de Janeiro, um grupo de deputados está organizado para colocar no currículo de escolas a prática de capoeira. A proposta  foi debatida na Comissão pelo Cumprimento das Leis (Cumpra-se) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 
:: Podcast "Povos de Terreiro" traz babalorixás e ialorixás para falar da identidade religiosa ::
A criação do Programa Estadual de Capoterapia, que utiliza os movimentos e a musicalidade da capoeira como prática terapêutica foi outra proposta debatida.
Além de difundir a prática, o objetivo é universalizar e democratizar a prática da capoterapia em todo o Estado do Rio, promovendo a saúde física e mental, bem como a melhoria da qualidade de vida de seus praticantes.

Confira como ouvir e acompanhar o Programa Bem Viver / Brasil de Fato

Sintonize 
O programa Bem Viver vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 11h às 12h, com reprise aos domingos, às 10h, na Rádio Brasil Atual. A sintonia é 98,9 FM na Grande São Paulo. 
Em diferentes horários, de segunda a sexta-feira, o programa é transmitido na Rádio Super de Sorocaba (SP); Rádio Palermo (SP); Rádio Cantareira (SP); Rádio Interativa, de Senador Alexandre Costa (MA); Rádio Comunitária Malhada do Jatobá, de São João do Piauí (PI); Rádio Terra Livre (MST), de Abelardo Luz (SC); Rádio Timbira, de São Luís (MA); Rádio Terra Livre de Hulha Negra (RN), Rádio Camponesa, em Itapeva (SP), Rádio Onda FM, de Novo Cruzeiro (MG), Rádio Pife, de Brasília (DF), Rádio Cidade, de João Pessoa (PB), Rádio Palermo (SP), Rádio Torres Cidade (RS); Rádio Cantareira (SP); Rádio Keraz; Web Rádio Studio F; Rádio Seguros MA; Rádio Iguaçu FM; Rádio Unidade Digital ; Rádio Cidade Classic HIts; Playlisten; Rádio Cidade; Web Rádio Apocalipse; Rádio; Alternativa Sul FM; Alberto dos Anjos; Rádio Voz da Cidade; Rádio Nativa FM; Rádio News 77; Web Rádio Líder Baixio; Rádio Super Nova; Rádio Ribeirinha Libertadora; Uruguaiana FM; Serra Azul FM; Folha 390; Rádio Chapada FM; Rbn; Web Rádio Mombassom; Fogão 24 Horas; Web Rádio Brisa; Rádio Palermo; Rádio Web Estação Mirim; Rádio Líder; Nova Geração; Ana Terra FM; Rádio Independente FM; Rádio Metropolitana de Piracicaba; Rádio Alternativa FM; Rádio Web Torres Cidade; Objetiva Cast; DMnews Web Rádio; Criativa Web Rádio; Rádio Notícias; Topmix Digital MS; Rádio Oriental Sul; Mogiana Web; Rádio Atalaia FM Rio; Rádio Vila Mix; Web Rádio Palmeira; Web Rádio Travessia; Rádio Millennium; Rádio EsportesNet; Rádio Altura FM; Web Rádio Cidade; Rádio Viva a Vida; Rádio Regional Vale FM; Rádio Gerasom; Coruja Web; Vale do Tempo; Servo do Rei; Rádio Best Sound; Rádio Lagoa Azul; Rádio Show Livre; Web Rádio Sintonizando os Corações; Rádio Campos Belos; Rádio Mundial; Clic Rádio Porto Alegre; Web Rádio Rosana; Rádio Cidade Light; União FM; Rádio Araras FM; Rádios Educadora e Transamérica; Rádio Jerônimo; Web Rádio Imaculado Coração; Rede Líder Web; Rádio Club; Rede dos Trabalhadores; Angelu'Song; Web Rádio Nacional; Rádio SINTSEPANSA; Luz News; Montanha Rádio; Rede Vida Brasil; Rádio Broto FM; Rádio Campestre; Rádio Profética Gospel; Chip i7 FM; Rádio Breganejo; Rádio Web Live; Ldnews; Rádio Clube Campos Novos; Rádio Terra Viva; Rádio interativa; Cristofm.net; Rádio Master Net; Rádio Barreto Web; Radio RockChat; Rádio Happiness; Mex FM; Voadeira Rádio Web; Lully FM; Web Rádionin; Rádio Interação; Web Rádio Engeforest; Web Rádio Pentecoste; Web Rádio Liverock; Web Rádio Fatos; Rádio Augusto Barbosa Online; Super FM; Rádio Interação Arcoverde; Rádio; Independência Recife; Rádio Cidadania FM; Web Rádio 102; Web Rádio Fonte da Vida; Rádio Web Studio P; São José Web Rádio – Prados (MG); Webrádio Cultura de Santa Maria; Web Rádio Universo Livre; Rádio Villa; Rádio Farol FM; Viva FM; Rádio Interativa de Jequitinhonha; Estilo – WebRádio; Rede Nova Sat FM; Rádio Comunitária Impacto 87,9FM; Web Rádio DNA Brasil; Nova onda FM; Cabn; Leal FM; Rádio Itapetininga; Rádio Vidas; Primeflashits; Rádio Deus Vivo; Rádio Cuieiras FM; Rádio Comunitária Tupancy; Sete News; Moreno Rádio Web; Rádio Web Esperança; Vila Boa FM; Novataweb; Rural FM Web; Bela Vista Web; Rádio Senzala; Rádio Pagu; Rádio Santidade; M'ysa; Criativa FM de Capitólio; Rádio Nordeste da Bahia; Rádio Central; Rádio VHV; Cultura1 Web Rádio; Rádio da Rua; Web Music; Piedade FM; Rádio 94 FM Itararé; Rádio Luna Rio; Mar Azul FM; Rádio Web Piauí; Savic; Web Rádio Link; EG Link; Web Rádio Brasil Sertaneja; Web Rádio Sindviarios/CUT. 
A programação também fica disponível na Rádio Brasil de Fato, das 11h às 12h, de segunda a sexta-feira. O programa Bem Viver também está nas plataformas: Spotify, Google Podcasts, Itunes, Pocket Casts e Deezer. 
Assim como os demais conteúdos, o Brasil de Fato disponibiliza o programa Bem Viver de forma gratuita para rádios comunitárias, rádios-poste e outras emissoras que manifestarem interesse em veicular o conteúdo. Para fazer parte da nossa lista de distribuição, entre em contato através do formulário
Edição: Lucas Weber
Todos os conteúdos de produção exclusiva e de autoria editorial do Brasil de Fato podem ser reproduzidos, desde que não sejam alterados e que se deem os devidos créditos.
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"Não foi só Pedro Abrunhosa a ser intimidado, foi toda a classe artística nacional". Músicos unidos no apoio a Pedro Abrunhosa – CNN Portugal

Vários músicos recorreram às redes sociais para demonstrarem apoio a Pedro Abrunhosa, em relação à “intimidação” que o artista diz ter sofrido por parte da Embaixada da Rússia em Portugal e sobre a qual o Governo já se pronunciou.
Para músicos e bandas como Carolina Deslandes, Irma, Agir, Jimmy P, Karetus, Cati Freitas, Diogo Clemente, Dama, Perfume e Rita Rocha, numa publicação partilhada por todos na rede social Instagram, “este comunicado confere uma ameaça inaceitável num país democrático como Portugal”.
A “intimação” da embaixada levou a uma tomada de posição do Governo português, pedida por Pedro Abrunhosa e a agência que o representa, a Sons em Trânsito. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) repudiou o “tom e conteúdo” do comunicado da embaixada russa e defendeu a liberdade de expressão como “inalienável”.
Segundo fonte oficial do MNE, em declarações à Lusa, “foi transmitida à embaixada da Federação Russa, através dos canais diplomáticos, o repúdio pelo tom e conteúdo do comunicado da embaixada relativo ao concerto do músico Pedro Abrunhosa”.
“Tal como o MNE, também nós, artistas, músicos, cidadãos, temos que demonstrar a nossa indignação e estar solidários com o Pedro. Não foi só o artista Pedro Abrunhosa a ser intimidado, foi toda a classe artística nacional. Muitos foram aqueles que no passado lutaram para que vivêssemos em liberdade. Jamais a nossa integridade física pode ser ameaçada por, como diz o Pedro, combatermos bombas com palavras”, lê-se na publicação partilhada por vários músicos e bandas no Instagram.
Todos defendem que “nem a Europa, nem Portugal se podem tornar a barbárie”. “A intimidação não nos calará, pois no dia em que o medo nos cale a voz, viveremos na escuridão”, afirmam.
 
Uma publicação partilhada por Carolina (@carolinadeslandes)
Durante o concerto em Águeda, Pedro Abrunhosa falou sobre a guerra na Ucrânia, antes de começar a cantar o tema “Talvez Foder”, no qual aborda questões como a guerra, a fome e o fascismo.
“Não podemos, nem vamos esquecer, que a Europa vive uma guerra. E a guerra mais estúpida de todas, uma guerra perfeitamente evitável, uma guerra de ódios, uma guerra em que famílias como as nossas todos os dias têm que fugir”, afirmou na altura.
O músico lembrou que também “há quem não fuja, e numa ilha da Ucrânia um marinheiro respondeu a um apelo de um barco russo dizendo: ‘Barco russo, go fuck yourself’, que é como quem diz ‘russian boat …’, que é como quem diz ‘Vladimir Putin, go fuck yourself’”.
“Este grito hoje tem que se ouvir em Moscovo e em Kiev”, disse.
A representação russa deu conta que “tem recebido cartas dos compatriotas russos zangados que afirmam estar chocados pelo comportamento dum dos famosos cantores portugueses Pedro Abrunhosa”, que, durante o concerto “se permitiu dizer várias coisas grosseiras e inaceitáveis sobre os cidadãos da Federação da Rússia, bem como os seus mais altos dirigentes”.
A embaixada russa fez saber que as palavras do músico português, “indignas do homem de cultura que ainda por cima representa o país, que está a se manifestar abertamente contra qualquer tipo de ódio e discriminação, foram ouvidas” e que “as respetivas conclusões serão tiradas”.
Pedro Abrunhosa e a Sons em Trânsito consideraram que a embaixada quis dizer que a voz do artista “se ouviu nos corredores do poder russo e que as autoridades daquele país ficarão atentas às atividades do músico”.
Para a embaixada, os “gritos vergonhosos” de Pedro Abrunhosa “enquadram-se em mais de que um artigo da legislação penal portuguesa” e que informaram “os órgãos competentes de aplicação da lei”.
“A Embaixada da Rússia continua a vigiar os interesses dos cidadãos russos residentes em Portugal, e nenhumas provocações ignóbeis contra eles ficarão sem resposta”, conclui.
Entretanto, na segunda-feira, o grupo parlamentar da Iniciativa Liberal propôs que o Parlamento manifeste um “protesto veemente” contra o comunicado da embaixada, considerando que se trata de “um atentado inaceitável à liberdade de expressão”.
Houve também outros músicos a demonstrarem publicamente apoio a Pedro Abrunhosa, como José Cid, Paulo Bragança, David Fonseca, James dos Reis ou Rita Redshoes, além do presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, a apresentadora de televisão Catarina Furtado, o radialista Pedro Ribeiro e o ‘chef’ Hélio Loureiro.

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Modelo é proibida de produzir conteúdo em hotel e aponta racismo: "Me senti uma criminosa" – Site Mundo Negro

A atriz e modelo Stephanie Durval, em entrevista exclusiva ao MUNDO NEGRO, relatou o constrangimento que passou no hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, ao tentar gerar conteúdo para a marca de roupa, na semana passada (18).
“Eu já trabalho com a marca desde 2016. Eles geralmente contratam o hotel para gente poder gerar o conteúdo e já chegaram a gravar em outros hotéis”, resume Stephanie, que também já atuou na novela Cara e Coragem da TV Globo.
Stephanie diz que ficou aguardando na recepção do hotel para subir ao quarto que a marca havia reservado. “Eu já senti um tratamento diferente comigo”.
Segundo a modelo, primeiro a recepção informou que ela não poderia subir porque não foram avisados que ela iria. Posteriormente, disse que talvez ela entraria como visitante porque já havia duas profissionais do marketing no quarto e não poderia ter três hóspedes no mesmo quarto. Mas Stephanie afirma que estava como hóspede e uma das colegas no quarto que estava como visitante. “Foi com um tom, umas insinuações, eu super constrangida, mas eu também mantive a minha postura”, diz.
“Fiquei lá esperando, ligava pra um, pra outro. Eles entraram numa salinha deles e eu estava ouvindo eles falando que não estava autorizado, sendo que tinha um e-mail que foi enviado pro hotel, foi pago pelo espaço. A pessoa responsável pelo marketing da marca disse que pagou R$ 1.500 pelo espaço e nunca teve nenhum problema”. E ressalta: “eu sou a única preta que gera conteúdo para eles, as outras influenciadoras são brancas, loiras, morenas. E aconteceu logo comigo?”.
“Eles começaram a me fazer perguntas, mas em nenhum momento eles foram diretos. ‘Mas qual é a marca? O que vocês vão fazer no quarto?’”, já indignada com o interrogatório. “Tomei um chá de cadeira na recepção. Fiquei tanto tempo lá, que eu tive que pedir para a pessoa do marketing, que já estava no quarto, descer para poder resolver a situação”.
Apenas desta forma, que a recepção disse que liberaria a subida dela para o quarto. “A pessoa do marketing também é uma mulher negra e ela ficou olhando pra mim com os olhos arregalados tipo ‘a gente sabe o que está acontecendo aqui’”, lembra.
Liberada para se juntar com a equipe no quarto do hotel, Stephanie foi se arrumar para começar a gerar conteúdo para a marca. “No elevador, nos corredores, e quando a gente desceu pro primeiro andar, veio um segurança, infelizmente preto, ele já ficou de cara e a gente com o equipamento, ele disse ‘vocês não podem, não está autorizado”’, conta. “Inventaram milhares de desculpas, sendo que estava autorizado, é um espaço que eles já utilizaram para gerar conteúdo com outros influenciadores.
A modelo desabafa: “Foi um destrato total comigo, nenhum ser humano merece ser tratado assim, da maneira que eles me trataram, parecia que eu ia fazer um programa ali e nenhuma prostituta também merece ser tratada assim. Eles estavam me tratando de uma maneira muito esquisita, uns olhares, uns cochichos e eles falaram que não poderia, nos convidaram a nos retirar”.
Stephanie pediu um carro por aplicativo para ir embora depois do ocorrido e continuou a conversar com a colega do marketing pelo celular. “Ficou muito claro o que estava acontecendo ali e ela relatou pros responsáveis da marca que estava acontecendo ali um caso de racismo, que eu não era bem-vinda. Parecia que eu estava pedindo um favor, me senti uma criminosa com todo mundo olhando e eu ali parada na recepção”.
“A minha ficha só caiu de fato quando eu estava voltando pra casa. Eu sou moradora de Madureira, nascida e criada, falei assim ‘caramba, eu acabei de sofrer racismo e aí eu fiquei sem saber o que fazer’. Refleti diversas vezes se eu falaria ou não sobre isso, mas é importante eu me posicionar como artista”, diz a modelo. 
Stephanie informou que já está em contato com um advogado para abrir um boletim de ocorrência. Até o fechamento desta reportagem, a rede de hotel Windsor ainda não se posicionou sobre o caso.
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O Mundo Negro é um portal de notícias voltado para comunidade negra brasileira e demais etnias que se interessem pelos assuntos relacionados à cultura e ao cotidiano dos negros no Brasil e no mundo.
CONTATO: pautas@mundonegro.inf.br

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Três queixas por dia de discriminação contra pessoas com deficiência – Público

Relatório anual de 2021 sobre práticas de actos discriminatórios em razão da deficiência e do risco de saúde agravado mostra que a provedoria de Justiça recebe o grosso das denúncias: mais de 900. De condenações/contra-ordenações nem sinal no documento.
Em cada dia do ano passado, houve em média três queixas por discriminação em razão da deficiência e do risco de saúde agravado. Metade dos processos (578) foram concluídos/arquivados, a maior parte porque a situação se resolveu (311), mas muitos por inexistência de prática discriminatória (206).

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O que ‘A Mulher da Casa Abandonada’ nos diz sobre a expiação do racismo e a espetacularização da m … – CartaCapital

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Podcast exibe o caráter terapêutico de figuras como Margarida Bonetti, que servem para manter a casa grande em seus sonos injustos.
Adela e Pablo não falavam de outra coisa. Tudo era a casa.”, a obra de terror e ficção da autora argentina Mariana Enríquez, ecoa em seu quarto conto os sussurros de uma obsessão que se tornou nacional no último mês. Se os personagens Adela e Pablo foram capturados por uma perigosa paranoia em torno de uma casa abandonada, chegando ao ponto de intentar em invadi-la para que enfim descobrissem quais mistérios sórdidos poderiam ser contados por suas paredes, parte da população foi arrastada para dentro de uma obsessão muito parecida, conduzida pelo jornalismo literário de Chico Felitti no podcast A Mulher da Casa Abandonada.
Lançado em primeiro de junho deste ano, desde o seu primeiro episódio o programa cativou a curiosidade dos espectadores com a aura de mistérios que circundava uma excêntrica senhora do bairro de Higienópolis, em São Paulo. Margarida Bonetti, que se apresenta como “Mari”, com sua insistência em defender teorias da conspiração a respeito de órgãos do município, sua grossa camada de pomada branca e sua casa abandonada, era visivelmente um prato cheio para o jornalismo literário e para aqueles que de longe conseguem farejar uma história.
Chico Felitti nos guia nessa narrativa, sobretudo, com os ares investigativos de quem busca manter o rigor do jornalismo, mas esbarra em duas grandes pedras: o racismo recreativo e a espetacularização da miséria.
Pois Margarida Bonetti, a mulher que lançava dejetos pela janela e vivia em estado de temor, não se tratava meramente de uma senhora excêntrica e necessitada de cuidados, mas sim de uma foragida da justiça cujos delitos envolviam trabalho análogo à escravidão e cárcere privado por vinte anos, crimes esses cometidos contra uma mulher negra levada por ela aos Estados Unidos para trabalhar como funcionária doméstica em décadas passadas.
A história de Bonetti, que pertence à uma família de alto escalação do estado de São Paulo, escancara sem cerimônia as raízes hediondas da elite brasileira, que retira o colonialismo de um suposto passado e o põe em evidência diariamente através de sua ânsia por reafirmar que mulheres negras são indivíduos subalternos e indignos de humanidade plena. Entretanto, a repercussão do Podcast A Casa Abandonada, também nos exibe o caráter terapêutico de figuras como Margarida Bonetti, que servem, baseando-se em Conceição Evaristo, para manter a casa grande em seus sonos injustos.
Afinal, desde tempos imemoriais, a expiação de um indivíduo que receberia sobre si todas as mazelas de uma comunidade ou de um tempo, sempre reconfortou o imaginário popular através do frenesi de uma libertação da culpa. A elite carece que algumas Margaridas Bonetti sejam expostas, escrachadas e publicamente destruídas, para que possa abstrair de si o fato de que também comunga e é a gênese dos projetos de sociedade e comportamentos que visam manter mulheres e homens negros em situação de profunda vulnerabilidade.
Este fenômeno expiatório explica de forma visceral o ódio que algumas figuras que por vezes não assinam as carteiras de suas funcionárias domésticas, ou consideram aceitável a antiga prática de “trazer meninas do interior” para que estas “trabalhem” nas conhecidas casas de madame, sentiram de Margarida.

Assombrados pelo mito da democracia racial, tão bem explicitado pela socióloga e escritora Lélia Gonzalez, sabemos que no contrato social à brasileira, o racista sempre será o outro e este outro, quando descoberto, merece ser punido. Afinal, permanece como símbolo de uma sociedade antiquada e brutalizada a qual desejamos superar. “Não, nenhum de nós é racista. O racismo é um ato praticado por ignorantes, por degenerados e loucos”, alguns sustentam.
E nesta ânsia tão comum às novas gerações, de tornar questões sociais complexas em simulacros altamente subjetivos, perde-se a tônica mais importante: estamos enfrentando uma estrutura social que se alimenta da exploração do trabalho doméstico de mulheres negras, mestiças e pobres no Brasil. Estrutura esta que por vezes é alimentada por aqueles e aquelas que afirmam estar ao nosso lado e detestar pessoas como Margarida Benetti.
Não surpreendentemente, a história escalonou para um grande circo, digno de comentários a respeito da pele da mulher e indivíduos se aglomerando em frente à sua casa, enquanto outros se responsabilizavam por tomar de seus braços um cachorro de estimação ou instigá-la em frente às câmeras. Aquilo que almejava manter os ares de jornalismo literário e responsável, aguçou o imaginário das pessoas ao ponto de deixá-las como os personagens Adela e Pablo da autora Mariana Enríquez, escancarando assim mais sobre elas mesmas e as estruturas de nossa sociedade, do que sobre o jornalista e o próprio Podcast.
As pessoas sentiram a sede por esmiuçar cada uma das partículas da história, tal se tratasse de um thriller de suspense e mistério, não da história real de uma mulher negra mantida em cárcere privado por vinte anos e uma mulher que se evadiu de outro país para não cumprir a sua pena. A história da Mulher da Casa Abandonada é um retrato fidedigno de como as questões raciais e de classe sexual são tratadas no Brasil. Fragmentadas, espetacularizadas e, por vezes, retiradas de seu contexto social abrangente.
Margarida Benetti se tornou um bode expiatório, porque ainda é inconcebível para nós, como sociedade, encararmos a ferida aberta e malcheirosa do racismo e da afromisoginia, que através de suas nuances sociais, econômicas e culturais, transforma mulheres negras em prisioneiras que são enclausuradas para sempre, não em uma Casa Abandonada, mais nos quartinhos de empregada, nas cozinhas de madame e nos grilhões dos quais ainda não podem escapar.
Yasmin Morais
Escritora, jornalista em formação pela Universidade Federal da Bahia com mobilidade acadêmica na Université Toulouse 2 Jean Jaurès, integrante do Centro de Estudo e Pesquisa em Análise do Discurso e Mídia (CEPAD) da UFBA e fundadora do projeto Vulva Negra.
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Filme sobre racismo nos Estados Unidos, 'Till' ganha trailer inédito – Correio Braziliense

O longa Till, cujo o enredo se passa nos Estados Unidos na década de 1950, ganhou um trailer inédito divulgado no Twitter. O filme conta a historia do jovem Emmet Till, que é brutalmente assassinado no estado do Mississípi por ser negro. O roteiro é baseado em uma história real.
A dona de uma loja de conveniências alega ter sido ofendida pelo menino. Um grupo desconhecido da cidade fica sabendo da situação e espanca o jovem até a morte de forma covarde, o que leva a mãe de Till a lutar por justiça.
O elenco é composto por Danielle Deadwyler, Whoopi Goldberg, Frankie Faison, Haley Bennett e Jalyn Hall. O filme chega aos cinemas em 14 de outubro e promete muita emoção.
No trailer divulgado importantes reflexões sobre os acontecimentos, que mesclam as memórias e as argumentações usadas no tribunal em uma narrativa que foca sobre o racismo da época.
Witness the power of a mother’s love. Watch the official trailer for #TillMovie now, and see the never-before-told story of Mamie Till-Mobley’s quest for justice for her son, Emmett. In theaters this October. pic.twitter.com/h30n9BVPmV

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Vereador de SP acusado de racismo contra funcionário de condomínio na Zona Oeste vira réu – O Dia

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CCR Metrô Bahia promove Roda de Conversa sobre descolonização e combate ao racismo – iBahia


Redação iBahia
26/07/2022 às 15h32
A CCR Metrô Bahia promove na quinta-feira (28) uma roda de conversa com a professora e historiadora Vilma Passos com o tema ‘A importância do julho das pretas – Descolonizar é preciso! Racismo não é preciso!’.
Vilma Passos é licenciada em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com estudos e experiência de trabalho na área de História e Cultura Africana e Afrobrasileira para Educação das Relações Étnico-raciais.
O encontro aberto ao público e gratuito, acontecerá na BiblioMetrô, localizada na Estação de Metrô Acesso Norte, a partir das 17h.
“Idealizamos este projeto para levar para as estações de metrô, ações que reforcem o nosso compromisso com a Diversidade & Inclusão. Estamos engajados em ações que trabalhem a conscientização coletiva e emergencial para uma sociedade melhor”, explica a analista de Sustentabilidade da CCR Metrô Bahia, Luana Xavier.
A roda de conversa faz parte do projeto Nos Trilhos da Diversidade’, que terão outras edições mensais, sempre abordando temas dentro da pauta da Diversidade & Inclusão (D&I).
Serviço
Roda de Conversa – Nos Trilhos da Diversidade
Tema: A importância do julho das pretas – Descolonizar é preciso! Racismo não é preciso!
Quando: 28 de julho, às 17h, aberto ao público
Onde: BiblioMetrô, na Estação de Metrô Acesso Norte
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