Franklin David revela reação da família ao se assumir gay e fala do novo TV Fama: "Fase ruim" – Entretê – Flagra dos Famosos

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Depois de se destacar em diversos trabalhos no meio da comunicação e passar por programas na RedeTV, como TV Fama e Tricotando, Franklin David está pronto para viver novas experiências na carreira como apresentador, ao lado de algo que mais gosta, que nada é mais do que viajar.
Em conversa exclusiva com o Entretê, Franklin comentou sobre a carreira, o novo programa Aventureiros, no canal Travel Box Brazil e a possibilidade de entrar em A Fazenda. O nome dele é um dos que sempre circula nas listas da internet como um dos possíveis peões.

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Ele ainda falou da carreira e revelou um perrengue que enfrentou durante uma das gravações de suas viagens.
Confira:
Entretê- Você sente saudade de estar na TV?
Franklin David: Na verdade eu nem tive tempo de sentir saudade da TV. Com as redes sociais hoje em dia a gente está sempre mais próximo com o público, e consigo ter essa troca diária com as pessoas. Quando eu decidi pedir demissão da Rede TV, foi algo muito bem pensado e calculado. Eu já não estava mais feliz no Tricotando que nem eu fui no começo do projeto. Sair de lá não me dá saudade, foi uma libertação.
Eu também sempre quis fazer esse projeto do meu programa de viagens, há quase dez anos na RedeTV, eu não tinha tempo para viajar. Esse tempo que eu fiquei fora da emissora, eu venho me dedicando ao programa Aventureiros, que eu percebo ter crescido absurdamente, onde eu não só apresento, mas crio o roteiro, e consigo ver o meu amadurecimento.
Entretê- Caso rolasse um convite, você entraria em A Fazenda?
Franklin David: Essa pergunta é algo que eu sempre respondo. Há mais ou menos 13 anos me perguntam isso (risos). Há pessoas que brincam que acham que eu já tinha até participado, de tanto que o meu nome surge nessas listas. Todas as vezes que chegaram uma sondagem, eu sempre disse não, por não conseguir me enxergar dentro de um reality show.
Eu sempre via isso como um problema, hoje já penso diferente. Acho que hoje é uma chance da gente crescer como ser humano, aprender a lidar com essas diferenças. Participaria sim, dependendo da conversa, do cachê, não posso descartar.
Entretê- Você se considera um cara vaidoso?
Franklin David: Não me considero. Acho que as pessoas imaginam isso, mas eu nunca fui extremamente vaidoso. Sempre fui muito tranquilo em relação a estética e a vaidade. Eu passei a ter mais cuidado comigo mesmo anos atrás, quando iniciei a carreira de modelo. Não faço isso uma obsessão. 
Entretê- Já sofreu homofobia?
Franklin David: Nunca sofri nenhum tipo de preconceito em relação a isso. Costumo dizer que sou um cara privilegiado. No momento que precisei falar sobre isso com a minha família, eles foram super acolhedores. Ouvi da minha mãe que sempre receberia o apoio dela, da maneira que eu estivesse feliz.
Sei que há pessoas que não conseguem ter essa sorte, acho muito triste. Me sensibilizo. Mas, já sofri xenofobia. Quando entrei na faculdade de jornalismo em São Paulo, ouvia muitas pessoas preconceituosas que detonavam o meu sotaque, e me faziam tentar alterar o meu próprio sotaque.
Entretê- Qual foi o seu momento mais marcante ao longo da carreira na TV?
Franklin David: Sem dúvidas, foi quando eu entrei no TV Fama, quando entendi que o produto era muito especial. Naquela época ele tinha mais alcance, todo mundo gostava. Infelizmente hoje ele não é mais o que era, vem passando por uma fase bem ruim. 
Entretê- Você está com um programa de viagens. Qual foi o seu maior perrengue durante alguma delas?

Franklin David: Foi quando estávamos gravando a primeira temporada na Turquia, e era durante a pandemia. E eu estava muito apertado para usar o banheiro, e quando vi uma porta, achei que era o banheiro.
Naquela hora fiquei quase cego (risos). Mas, de repente, entra um guarda que me olha dos pés a cabeça, com um olhar me fuzilando. E, só depois eu descobri que o lugar que urinei na verdade, era o local onde eles lavavam as mãos antes de fazerem suas orações dentro da Mesquita.
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Formado em Jornalismo pela Faculdade das Américas (FAM), já apresentou programa de entretenimento relacionado ao mundo dos famosos e entrevistou artistas do meio.
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Queixa por discriminação em razão do sexo, da orientação sexual e da identidade de género – CIG

CIG
Formulário de queixa
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O presente formulário de queixa eletrónica pretende ser um meio facilitador da comunicação de factos que possam eventualmente consubstanciar prática(s) discriminatória(s) em razão do sexo, da orientação sexual e da identidade de género à CIG – serviço da administração central do estado que tem por missão receber queixas relativas a situações de discriminação ou de violência com base no género, e apresentá-las, sendo caso disso, através da emissão de pareceres e recomendações, junto das autoridades competentes ou das entidades envolvidas [alínea p) do n.º 2 do art. 2º do Decreto Regulamentar n.º 1/2012, de 6 de janeiro].
A queixa pode ainda ser apresentada à CIG por email cig@cig.gov.pt ou via postal (Rua Almeida Brandão, 7, 1200-602 Lisboa | Portugal).
Caso opte pelo formulário de queixa eletrónica, deve ter em consideração a necessidade dos campos serem preenchidos de forma completa facultando informação detalhada sobre os factos que pretende participar, bem como quaisquer outras informações relevantes.
As diligências levadas a cabo pela CIG no seguimento da submissão da queixa e respetivos resultados ser-lhe-ão comunicadas. No caso de a CIG não ser a entidade competente para apreciar a queixa, esta informação ser-lhe-á transmitida, e a sua queixa será simultaneamente reencaminhada à entidade competente.
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Projeto de lei do Senado cria o Estatuto dos Povos Ciganos – Aqui Acontece

O Projeto de Lei 1387/22, já aprovado pelo Senado, cria o Estatuto dos Povos Ciganos. A proposta agora em análise na Câmara dos Deputados contempla áreas como educação, saúde, esporte, cultura e lazer; prevê o acesso à terra, à moradia e ao trabalho; e determina ações afirmativas em favor dos povos ciganos.
Conforme o texto, os povos ciganos, cuja presença no Brasil remonta a 1574, são “o conjunto de indivíduos de origem e ascendência cigana que se identificam e são identificados como pertencentes a grupo étnico cujas características culturais o distinguem como tal na sociedade”.
Autor da proposta, o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que a iniciativa contou com participação da Associação Nacional das Etnias Ciganas (Anec). “Os ciganos continuam excluídos sob vários aspectos, sujeitos a preconceito, discriminação e incompreensão com relação à cultura e organização social”, afirmou Paim.
Discriminação
O estatuto prevê combate à discriminação e à intolerância e impõe ao Estado o dever de garantir igualdade de oportunidades e de defender a dignidade e os valores religiosos e culturais dos ciganos, por meio de políticas públicas de desenvolvimento econômico e social e também ações afirmativas.
O projeto de lei aprovado pelo Senado torna obrigatória a coleta periódica de informações demográficas sobre os povos ciganos, para que sirvam de subsídios na elaboração de políticas públicas. Caberá ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial a organização e a articulação de políticas e serviços federais.
Tramitação
O projeto será analisado por comissão especial a ser criada com esta finalidade. Depois seguirá para o Plenário. Em conjunto, tramitará o Projeto de Lei 2703/20, do deputado Filipe Barros (PL-PR), que propõe estatuto similar.
por Agência Câmara de Notícias
25/07 12:07
25/07 08:44
25/07 08:35
23/07 10:28
24/07 08:51
22/07 12:43

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Creches privadas acusam Governo de discriminação por exclusão de acordo – RTP

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José Sena Goulão – Lusa
A associação que representa as creches privadas acusou hoje o Governo de discriminação, ao excluir o setor do acordo que permite assegurar a gratuidade das creches para crianças do 1.º ano a partir de setembro.

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Trabalhadores querem ambientes mais inclusivos, mas empresas precisam estar prontas para receber a diversidade – Mundo RH



Por Felipe Calbucci, Sales Director for Indeed in Brazil
Organizações mais diversas e inclusivas trazem inúmeros benefícios para os resultados do negócio. Nisso, gerentes e colaboradores parecem concordar sem reservas. De fato, uma pesquisa feita em maio pelo Indeed com mais de 800 trabalhadores brasileiros, mostrou que 68% dos entrevistados acreditam que suas companhias poderiam ser mais inclusivas.
Um dos caminhos sendo adotado por muitas empresas é o recrutamento afirmativo, promovendo vagas específicas, ou até programas inteiros, para grupos minoritários. Isso é especialmente importante em um país como o Brasil, onde há grupos sub-representados em muitas empresas, especialmente em cargos de liderança. A medida levanta discussões mas tem sido vista por muitos como um dos primeiros passos rumo a ambientes corporativos mais diversos. 32% dos entrevistados na pesquisa do Indeed, por exemplo, acreditam que vagas afirmativas fazem parte das ações chave para uma empresa alcançar um ambiente mais inclusivo.
No entanto, não basta só levar as pessoas para dentro das empresas, é preciso trabalhar cada vez mais para que essas pessoas se sintam respeitadas e cultivem um sentimento de pertencimento na companhia. Apesar dos processos seletivos com vagas afirmativas e conversas sobre melhores práticas de recrutamento e retenção de talentos diversos, muitos líderes lutam para efetuar mudanças sustentáveis de longo prazo, ou garantir o pertencimento de todos na equipe. Segundo a mesma pesquisa, alarmantemente, 41% já presenciaram situações de discriminação ou assédio no trabalho, e 24% dizem terem sido alvo desses ataques.
Com as interrupções e incertezas sem precedentes após a pandemia de COVID-19, várias coisas mudaram no mundo do trabalho. Sabemos que, para muitos, a valorização do indivíduo e de sua saúde mental pode contar tanto quanto um bom salário. Consequentemente, quando perguntados, 56% dos entrevistados disseram que considerariam trocar de emprego devido à discriminação ou assédio – a si ou à colegas.
E ajudar os funcionários a sentirem que pertencem não é apenas a coisa certa a fazer. É uma jogada inteligente de negócios. Pesquisas mostram que fortes sentimentos de pertencimento entre os funcionários estão ligados a um aumento de 56% no desempenho no trabalho e a uma queda de 50% no risco de rotatividade.
Entre as principais ações que os entrevistados da pesquisa do Indeed acreditam que companhias deveriam implementar para fornecer ambientes de trabalho mais inclusivos em um futuro próximo estão: garantir mais diversidade nos papéis de liderança, oferecer treinamentos (como se comportar, quais termos usar, como ajudar) e se comunicarem abertamente sobre políticas antidiscriminação com a equipe.
Simplesmente, empresas que tenham intenção de sobreviver (e prosperar) nos novos tempos precisam ser capazes de colocar os funcionários em primeiro lugar, levando feedbacks a sério e aproveitando contribuições dos funcionários, que, por sua vez são muito mais propensos a participar ativamente de ambientes de trabalho saudáveis e inclusivos.

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Jovem de Tomar sofre discriminação por estar de cadeira de rodas – Cidade de Tomar

“Cadeira de rodas não transporto”, foi umas de várias frases que Lourenço Miguel ouve por vários condutores das empresas TVDE (transporte individual e remunerado de passageiro em veículo descaracterizado). O jovem filmou-se mesmo a ser insultado por um motorista que o transportava, contando ainda que muitas viagens são canceladas quando diz que está de cadeira de rodas ou quando chegam e o veem de cadeira de rodas.
O caso está a ser partilhado por várias pessoas nas redes sociais que já conta com uma grande onda de revolta contra as empresas que prestam este tipo de serviços e aos motoristas que têm este comportamento desumano.
A Associação Salvador já reagiu a estes episódios e pede que justiça seja feita e que casos como este não continuem a acontecer às pessoas que por algum motivo viram a sua mobilidade ser reduzida. Várias pessoas têm, nos últimos dias, contatado as empresas que fazem este tipo de transporte a solicitar que algo seja feito para que não se volte a repetir. Algumas das pessoas chegaram até mesmo a deixar de andar de TVDE em protesto pelos repetitivos casos de discriminação dos condutores de TVDE.

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Bolsonaro é reação de elite que não precisou da lei para ser racista, diz historiadora – Folha

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Vinte cinco de maio de 2020. George Floyd, um homem negro, é morto por um policial branco nos Estados Unidos. A imprensa brasileira recebe a notícia e repercute o crime como se a barbárie em Minneapolis fosse alheia a nós. “Essa estranheza por boa parte da mídia me motivou a escrever”, diz Ynaê Lopes dos Santos, autora de “Racismo Brasileiro: Uma História da Formação do País”, publicado pela editora Todavia.
Segundo a professora do Instituto de História da Universidade Federal Fluminense, mal parecia que uma semana antes João Hélio, de 14 anos, havia morrido numa ação da Polícia Militar em São Gonçalo, na Baixada Fluminense.
É bem verdade que a segregação racial jurídica americana contrasta com o histórico brasileiro, que nunca adotou leis abertamente segregacionistas. No entanto, o Brasil nunca o fez porque nunca foi necessário. É sob essa perspectiva que a historiadora constrói seu texto.
“O Estado criou uma sistematização de exclusões sem as precisar racializar, embora a racialização estivesse na base dessa estrutura”, afirma. “No mito de origem da história brasileira, é reconhecida a existência de três raças, mas também é determinado o lugar de cada uma delas.”
A professora faz referência à tese vencedora do concurso promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1844. Von Martius explicou a formação do país a partir de três rios, que representariam as três raças, o grande rio branco e seus dois afluentes, o negro e o indígena.
Bebendo dessa fonte, a pretensa harmonia entre a casa-grande e a senzala foi aprimorada por Gilberto Freyre na década de 1930 e esteve nas bases da política durante a ditadura do Estado Novo, entre 1937 e 1945.

O livro mostra que a história do racismo brasileiro é a própria história do Brasil —desde a colônia à República. “Somos uma sociedade que escolheu o racismo em todos os momentos agudos de nossa história política”, diz.
“Por mais que a escravidão tenha durado quase 400 anos, o racismo atual não é fruto só dela. Tivemos mais de 130 anos de uma experiência republicana abertamente racista”, argumenta. “Enquanto não tivermos um enfrentamento efetivo do racismo a nossa democracia vai estar sempre em perigo. A titubeação democrática é consequência do racismo que nos estrutura”.
A professora entende a guinada à extrema direita no Brasil como um regresso conservador, em resposta aos avanços conquistados pelas minorias desde a Constituição de 1988, como a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial e a adoção da Lei de Cotas. Santos, contudo, afirma que esse movimento não é único na história brasileira.

“No século 19, o regresso conservador reabriu o tráfico negreiro na ilegalidade [após a proibição de 1831]. Essa forma da elite brasileira de atuar, bem conservadora, está aí desde que o Brasil é Brasil”, afirma. “Agora, as coisas estão mais escrachadas e o que temos é isto, uma parte da elite que não quer mudanças.”
Um dos primeiros atos que um governo verdadeiramente democrático deveria fazer ao assumir o Palácio do Planalto no ano que vem seria, segundo a historiadora, restaurar a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, extinta em 2015 e incorporada ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. “A luta pela igualdade racial precisa estar no pilar de todos os ministérios”, afirma.
A professora celebra os dez anos da Lei de Cotas, mas diz que a política é insuficiente para combater o racismo. “É característico do Brasil ter, ao mesmo tempo, um número expressivo de jovens negros entrando na universidade e de jovens negros sendo mortos pela polícia”, diz.
Quando a mãe de um menino negro se preocupa se o filho está saindo de casa com um capuz —algo banal, mas que pode pôr o jovem sob suspeição da polícia—, significa que ela não é livre. Nem a mãe nem o filho são cidadãos plenos, diz a professora.
“Na sociedade em que vivemos hoje, neoliberal e individualista, não existe a possibilidade de pensar ações de transformação efetiva do ponto de vista racial”, afirma. “Propor uma mudança racial é propor uma mudança de sociedade.”
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Pré-candidato negro à presidência é alvo de racismo nas redes sociais – Congresso em Foco

Leonardo Péricles, candidato do Unidade Popular, foi alvo de mensagens com teor racista em suas redes sociais. Foto: Emilia Silberstein/Divulgação UP


19.07.2022 19:38 0

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O pré-candidato Leonardo Péricles, que concorre à Presidência da República pelo partido Unidade Popular pelo Socialismo (UP), revelou no último domingo (17) uma série de mensagens enviadas a ele em suas redes sociais com xingamentos e ataques de teor racista a ele e à sua campanha. Péricles é, até o momento, o único pré-candidato que se identifica como negro no pleito presidencial de 2022.
Os ataques partiram de um perfil nomeado como “Bruno Silva”, que se identifica nas mensagens como “português ariano puro”. O internauta afirma sentir nojo de pessoas negras, acredita que possuem propensão à violência e defende que “a raça preta deveria ser expulsa das cidades e empurrada de volta para a selva, um lugar que nunca deveriam ter saído”. Em seguida, enviou a foto de um gorila ao candidato.
O perfil manteve os ataques referindo-se ao candidato como “macaco”, até citar o presidente Jair Bolsonaro. “Vota em Bolsonaro para o Brasil continuar racista. Bolsonaro é o maior racista do Brasil. Viva o racismo! Preto nojento!”, proferiu, incluindo também uma saudação nazista na mensagem. Segundo o candidato, “esses ataques serão tratados como devem pelo jurídico do nosso partido e sendo mola propulsora para lutarmos”.
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Botafogo-PB lança 3º uniforme em alusão à luta contra o racismo; confira – Paraíba Já

Em tempos em que casos de racismo e injúria racial, infelizmente, insistem em se perpetuar na sociedade, se posicionar contra essas máculas é imprescindível. Foi isso que o Botafogo-PB fez na sexta-feira, poucos dias antes da partida contra o Remo, pela rodada #16 da Série C do Campeonato Brasileiro, quando divulgou o seu terceiro uniforme para a temporada. Tendo o preto como cor predominante, a camisa é uma mensagem clara contra um problema que precisa ser combatido.

A post shared by Botafogo Futebol Clube (@botafogopb)
De acordo com dados do Observatório da Discriminação Racial no Futebolapenas nos primeiros seis meses de 2022 foram 57 denúncias de casos de injúria racial no futebol. Um desses casos aconteceu envolvendo o próprio Botafogo-PB, quando no último mês de maio, no primeiro jogo da final do Campeonato Paraibano, um torcedor do Belo foi flagrado por câmeras cometendo um suposto ato de injúria racial contra um membro da comissão técnica do Campinense.
Mesmo com o autor do ato fazendo parte da massa botafoguense, o Alvinegro da Estrela Vermelha não se omitiu e, além de se posicionar completamente contrário à ação do homem, prestou boletim de ocorrência denunciando o fato. Além disso, após a identificação do suspeito, a diretoria do clube de pronto o retirou do quadro de sócios do clube.
O estatuto do Belo prevê que o seu terceiro uniforme seja majoritariamente preto, logo, nada melhor que usá-lo para transmitir uma mensagem. Na camisa, que já está sendo comercializada nas lojas do Botafogo-PB em João Pessoa, há detalhes em cinza e também patches com a mensagem “Não ao Racismo”. Há a expectativa que o time utilize o novo uniforme já na partida deste domingo, contra o Remo, no Almeidão.
Do GE
E-mail: redacao@paraibaja.com.br
Comercial
Fábio Bernardo – fundador
Edilane Ferreira – editora-chefe
Cógenes Lira – editor adjunto
Niedja Andrade – repórter
Diana Lima – repórter
Felipe Mattos – webmaster
Mabel Abreu – social media
Todos os direitos reservados

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Galoppo, Reinaldo e caso de racismo; as notícias do São Paulo hoje (21) – Torcedores.com

Torcedores – Notícias Esportivas
O Tricolor Paulista teve dia agitado nos bastidores, e também se prepara para o duelo contra o Goiás, no sábado
Por Christopher Henrique Christopher Henrique
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Crédito: Rubens Chiri/São Paulo FC
Após o empate em 3 a 3 com o Internacional no Brasileirão Série A, o São Paulo retornou a capital paulista nesta quinta (21), já se preparando para o duelo contra o Goiás. Enquanto isso, os bastidores do Tricolor estiveram bem agitados, com a continuação do caso Galoppo, além de possível punição devido ao caso de racismo. Confira tudo do dia do Soberano aqui no Torcedores.
Carregando…
Durante toda a semana, muito se foi falado sobre como o São Paulo irá fazer o pagamento para contratar Giuliano Galoppo, do Banfield. Ao que parece, o jogador de 23 anos está nos trâmites finais, e o Tricolor busca um investidor para fechar o negócio e anunciar a contratação.
Nesta quinta, portais argentinos noticiaram que o meio-campo realizou exames médicos. Além disso, sequer foi relacionado para entrar em campo no duelo contra o Talleres, pelo Campeonato Argentino.
Se recuperando de estiramento sofrido na partida contra o Atlético-MG, Reinaldo foi sondado por algumas equipes para sair do São Paulo. Com seu contrato durando até o final do ano, o lateral-esquerdo ainda não sabe sobre seu futuro.
Reinaldo já está no Tricolor desde 2013, sendo emprestado em duas oportunidades. Desde sua chegada, atuou em mais de 350 partidas e é o atleta que está a mais tempo na equipe do Morumbi.
No último domingo (17), o São Paulo encarou o Fluminense e em grande jogo, empatou em 2 a 2 com os cariocas. Mas fora de campo, o Tricolor viu um torcedor praticar atos racistas contra a torcida do Flu, e o STJD denunciou a equipe paulista.
Com isso, o clube tem a possibilidade de ser multado, ou também perder mandos de campo. Além da multa ou perca de mando, os torcedores envolvidos que praticaram os gestos podem ser punidos de entrar nos estádios pelos próximos dois anos.
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