"As bestas". Tripas à moda da Galiza – Luxemburger Wort – Contacto

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Ouvir Thierry Frémeaux, o todo-poderoso delegado-geral do Festival de Cannes, lamentar que o projeto “As bestas” tenha chegado tão tarde aos olhos dos selecionadores só pode significar duas coisas: que Rodrigo Sorogoyen se tornou um dos ‘boys’ de Cannes ou que o filme seria mesmo excecional.
Acho que as duas possibilidades são verdade. “As Bestas” é um dos melhores filmes exibidos este ano na Croisette, e já há alguns anos que Rodrigo Sorogoyen se tornou uma bandeira do cinema espanhol, erguido como rei de uma nova onda de ficção policial muito realista.
O espanhol gosta de planos intrigantes, de gente corroída pelo luto e procura emoções nos mais simples detalhes, transformando assim as coisas mais trivial em fontes de medo. Peca pelo ‘toque Netflix’, que convencerá a maioria mas que, pessoalmente, me desagrada.
O filme coloca ainda questões sobre o direito ao solo, sobre a humanidade de cada um, sobre o ostracismo, sobre a xenofobia, sobre os conflitos insolúveis, sobre a relação entre economia e ecologia ou ainda sobre a dureza do mundo rural que sente nas tripas cada agricultor.
Sorogoyen não assina thrillers espetaculares: a tensão vem das profundidades, de um olhar, de uma situação em que uma palavra levou a uma derrapagem completamente descontrolada.
Construído em duas partes, o filme segue um casal francês que se auto-exila numa aldeia perdida nas montanhas galegas. Ansiando por uma vida mais próxima da natureza, os franceses estabelecem-se em Espanha para praticar agricultura orgânica e sustentável, enquanto se dedicam a restaurar ruínas de casas abandonadas para atrair novos colonos.
Em princípio, isto deveria agradar aos habitantes da terriola, mas todos os que já viveram numa aldeia adivinharão que não é assim que as coisas funcionam (embora o casal francês não disponha dessa preciosa informação). Desde que se instalam, os franceses são acolhidos com ameaças e olhares hostis, principalmente porque ousarem opor-se a um projeto de parque eólico e à promessa de lucro para os habitantes da aldeia.

O caso das eólicas, parece ser mais um pretexto do que a origem do conflito entre a aldeia e “os franceses”. Há na terra dois movimentos difíceis de conciliar: de um lado estão os que fogem da cidade para se aproximarem do campo e os que fogem da terra, esgotados por anos de trabalho duro dirigindo-se para as grandes cidades.
O realizador encontra aqui a tensão essencial de “As bestas” e faz a análise de um pensamento xenófobo e bairrista. O filme é uma bofetada bem forte, que nos deixa sem respiração, uma especialidade deste realizador. Nunca mais esquecerei a sensação que me deixou ‘El reino’, de onde saí sem respirar uma única vez.
As interpretações de Marina Foïs e Denis Menochet são essenciais no resultado final. Ainda há dias elogiei nestas páginas a capacidade depardieusiana que tem Menochet em interpretar um papel com o seu corpo todo e volto a repeti-lo. Tanto a sua atuação como a de Foïs são de tirar o fôlego.
Com “As bestas”, Sorogoyen estuda a complexidade das relações humanas e as relações violentas que podem surgir diante da justiça quando pontos de vista opostos se chocam. O filme coloca ainda questões sobre o direito ao solo, sobre a humanidade de cada um, sobre o ostracismo, sobre a xenofobia, sobre os conflitos insolúveis, sobre a relação entre economia e ecologia ou ainda sobre a dureza do mundo rural que sente nas tripas cada agricultor.
Mas o que faz mexer “As bestas” é a divisão entre dois clãs. De um lado, os pobres nascidos na terra e que sonham metamorfosear-se e aceder ao papel de ser urbano, e do outro, os idealistas que escolheram uma remota região pelo que ela representa aos seus olhos.
A oposição é inevitável, o confronto é amargo. “As bestas” disseca o estado de uma sociedade espanhola moribunda, refém de uma realidade económica que a empurra para o pior.
A inteligência do filme é conseguir mostrar as posições opostas sem cair em interpretações fáceis e sem tomar posição. O realizador não desculpa os “bons franceses” vítimas da xenofobia local, nem encontra explicações para os moradores capazes de tudo para defender a sua terra tal como a conhecem, mas tenta entendê-los a todos e a todos respeita de igual forma.
“As bestas”, de Rodrigo Sorogoyan, com Marina Foïs, Denis Menochet, Luis Zahera e Diego Anido.
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Plano Municipal para a Igualdade apresentado aos oliveirenses – Notícias de Aveiro

A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis apresentou, na biblioteca municipal Ferreira de Castro, o III Plano Municipal para a Igualdade, a Não-Discriminação e a Responsabilidade Social 2022-2025, na sequência do importante trabalho que vem sendo desenvolvido nesta área desde a aprovação do primeiro plano, em 2014.
O III Plano para a Igualdade enquadra-se na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 – Portugal +Igual, tem financiamento europeu e decorre no âmbito de uma candidatura a fundos comunitários do Portugal 2020. O processo de elaboração foi feito com a consultadoria da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, CESPU e SINCLab.
O Plano Municipal será operacionalizado em três linhas de ação específicas, a saber, o plano de ação para a igualdade entre mulheres e homens, o plano de ação para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica e o plano de ação para o combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género, e características sexuais.
Contemplará uma vertente interna muito ligada às questões da Responsabilidade Social que já vem dos planos anteriores e também uma vertente externa de trabalho intenso e ambicioso junto da comunidade, empresas, escolas, instituições, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, juntas de freguesia e outros parceiros fundamentais.
A fase de diagnóstico decorreu entre março e dezembro de 2021 e permitiu a elaboração deste importante instrumento de política social na área da igualdade, combate à violência doméstica e combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade, expressão de género e características sexuais.
Segundo a vereadora com o pelouro da ação social, Inês Lamego, “a Câmara Municipal considera a igualdade de género um domínio estratégico de promoção dos direitos humanos e de cidadania e de construção de uma sociedade mais justa, tal como está enunciado na Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, aprovada pelas Nações Unidas em 2015”.
Reforça ainda que “com este documento integrado de políticas sociais na área da igualdade, o Município fortalece o compromisso de nos próximos quatro anos garantir a participação plena e igualitária de todas e de todos os oliveirenses no desenvolvimento económico, cívico, ambiental e social do nosso concelho para que a igualdade possa verdadeiramente refletir-se nas mais variadas formas de ser, sentir e atuar em comunidade”.
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ConJur – Exigência de antecedentes criminais em processo seletivo é ilícita – Consultor Jurídico

A exigência de antecedentes criminais para seleção de trabalhadores é uma prática discriminatória, no entendimento da 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que condenou um supermercado de São Luís a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais coletivos por causa da adoção desse procedimento. 
O caso tem origem em ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) que pediu a condenação do Mateus Supermercados S.A. em R$ 600 mil por danos morais coletivos, uma vez que a exigência era direcionada a todos os empregados.
Em contestação, a empresa assumiu que exige certidão de antecedentes criminais como condição para a admissão de qualquer funcionário, mas defendeu a legalidade da conduta. Ela lembrou que a certidão é um documento que também é exigido pela Administração Pública na contratação de servidores e que o pedido foi feito a todos os candidatos, sem distinção.
Caixas e açougueiros
A 2ª Vara do Trabalho de São Luís e o Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (MA) entenderam que não ficou comprovado, na ação do MPT, o intuito discriminatório. A exigência, segundo a corte regional, foi irrestrita, para qualquer interessado na contratação, e não configurou lesão moral. O TRT ponderou ainda que existem funções na empresa — caixas e açougueiros — que exigem grau elevado de confiança. 
"Poder-se-ia falar em discriminação aos candidatos ao emprego, em tese, caso a Mateus exigisse a certidão de apenas um ou alguns aspirantes ao cargo, injustificadamente, o que não ficou demonstrado nos autos", registrou o TRT. 
Coletividade
O argumento foi rechaçado pela ministra Delaíde Miranda Arantes, relatora do recurso de revista do MPT ao TST. Ela destacou que, no caso de empresa de grande porte do ramo de supermercados, a coletividade de candidatos aos empregos abrange tanto os que serão alocados em funções de caixa ou no manuseio de objetos perfurocortantes quanto em outra variedade de vagas que não necessitam de confiança especial. 
Em seu voto, a relatora citou o incidente de recursos repetitivos (IRR 24300-58.2013.5.13.0023), julgado pela SDI-1 do TST, em que foi fixada a tese de que a exigência só é legítima se for justificada por lei, natureza do ofício ou grau especial de confiança exigido. "Quando ausentes as justificativas, fica configurado o dano moral passível de condenação", explicou ela.
A ministra assinalou também que a caracterização do dano moral coletivo dispensa prova do efetivo prejuízo financeiro ou do dano psíquico decorrente. Isso porque a lesão decorre da conduta ilícita da empresa — no caso, o pedido de antecedentes criminais para seleção e contratação de trabalhadores de forma irrestrita.
Quanto ao valor do dano, a ministra ressaltou que o supermercado está inserido em um grupo com dezenas de milhares de empregados e tem receita anual de bilhões de reais, "informações facilmente extraídas do site da empresa". Dados que, segundo ela, demonstram ser razoável e proporcional o valor aplicado a título de condenação por danos morais coletivos no valor de R$ 100 mil — quantia que será revertida ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Por unanimidade, a turma acompanhou o voto da relatora. Contudo, foram apresentados embargos de declaração, ainda não julgados pelo colegiado. Com informações da assessoria de imprensa do TST.
RR 17302-16.2013.5.16.0002
Revista Consultor Jurídico, 21 de julho de 2022, 21h11
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Estado de Rondônia deverá indenizar paciente que sofreu discriminação de gênero no HB – Jornal Rondoniagora

Sentença do Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Velho, condenou o Estado de Rondônia por prestar atendimento inadequado durante a internação no hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HB) a uma mulher transexual, no ano de 2019. A paciente mesmo tendo apresentando o cartão do SUS na unidade de saúde, constando o seu nome social, não teve o seu direito respeitado de ser internada na ala feminina sob o fundamento de não “ter realizado cirurgia de readequação de sexo, nem ter feito a retificação de seus documentos”. Além disso, a paciente era chamada pelo nome masculino. Para se ver respeitada, a paciente teve, por duas vezes, o auxílio da Comissão da Diversidade de Gênero da OAB, Seccional de Rondônia.
Na primeira intervenção da OAB-RO, a paciente teve seus direitos atendidos parcialmente, uma vez que, já na ala feminina, colocaram uma placa com o nome masculino no leito, assim como nas refeições. Na segunda, devido uma psicóloga ter exigido a retirada da ala feminina por estar constrangendo outras pacientes internadas, o caso foi sanado devido a Comissão da OAB ter cientificado a profissional comportamental de que sua forma de agir configurava a prática de conduta transfóbica. Por essa situação constrangedora no HB, a paciente ingressou com ação indenizatória via judicial contra o Estado.
Segundo a sentença, embora a defesa do Estado de Rondônia tenha justificado que o caso tenha sido resolvido, que a paciente foi atendida e internada de acordo com a sua identidade de gênero e seu nome social, “não se pode negar que a autora vivenciou transtornos desnecessários até que fosse internada na ala feminina”. Antes das providências necessárias serem tomadas, a paciente foi chamada pelo nome civil, impossibilitada de internação na ala feminina; alimentação etiquetada como o nome masculino, entre outros, mesmo tendo o resguardo em leis e decretos governamentais.
Ainda segundo a sentença, é incontestável o constrangimento vivenciado pela autora da ação judicial e a ausência de preparo de profissionais do HB ao atender todo e qualquer tipo de público, como no caso questionado no processo. A sentença narra que, embora os direitos das pessoas LGBTQI+ tenham sido consolidados pelo Ministério da Saúde, por meio da Política Nacional de Saúde LGBT, pessoas do gênero continuam sendo desrespeitadas em unidades de saúde. E ainda, devido a discriminação, muitas pessoas, mesmo com doenças graves, preferem ficar em casa sofrendo a ir a uma unidade de saúde.
O magistrado titular da Vara, Edenir Albuquerque, mencionou ainda na sentença que casos como da autora da ação acontece diariamente em todos os locais de atendimento ao público, envolvendo a discriminação de gênero. “Vale mencionar que a transexualidade é muito mais do que a aparência do indivíduo, do que aquilo que ele veste ou performa. É, precipuamente, sobre quem a pessoa é verdadeiramente, sobre o que sente”, destacou.
Como caráter compensatório e pedagógico, o Estado de Rondônia indenizará a autora em 20 mil reais. Sentença sujeita a reexame necessário pelo 2º grau de jurisdição, isto é, o Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.
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Conselho da Cricket Scotland renuncia antes de relatório independente sobre divulgação de racismo – Portal G7

O conselho da Cricket Scotland renunciou antes da publicação de um relatório independente sobre o racismo.
O relatório será divulgado na segunda-feira, embora no sábado a Cricket Scotland tenha dito que estava “realmente arrependida” para quem foi abusado enquanto praticava o esporte.
A revisão foi realizada depois que o líder de todos os tempos da Escócia, Majid Haq, disse à Sky Sports News que o Cricket Scotland era “institucionalmente racista”, enquanto o ex-companheiro de equipe Qasim Sheikh disse que também sofreu abuso racista.
Aamer Anwar, o advogado que representa os dois jogadores, disse à Sky que o relatório pode ser “devastador” para a Cricket Scotland.
Em um comunicado reagindo às renúncias de domingo, um porta-voz da Cricket Scotland disse: “A Cricket Scotland trabalhará em parceria com a sportscotland com efeito imediato para garantir governança, liderança e apoio adequados para a organização e o esporte nos próximos dias, e esses arranjos serão revistos após a publicação do relatório sobre o racismo no críquete na Escócia e as atualizações serão dadas de acordo. ”
A carta de renúncia do conselho de saída referia-se à revisão como “verdadeiramente transformadora, não apenas para o críquete da Escócia, mas para o esporte do críquete” e disse que “ofereceria um momento decisivo para o esporte escocês e a sociedade em geral”.
O conselho de saída repetiu seu pedido de desculpas, mas disse que, apesar de tomar medidas para melhorar a governança da Cricket Scotland, não conseguiu cumprir os prazos de ações que o relatório recomendará.
Majid Haq é o melhor marcador de postigos de todos os tempos da Escócia
(Getty Images)
A declaração acrescentou: “Embora o conselho não tenha visto o relatório de revisão, agora está ciente dos prazos propostos e de certas ações obrigatórias propostas no relatório que acredita tornar a entrega desses dois programas inatingível dentro do cronograma proposto. e o atual quadro de governança.

“Consequentemente, acreditamos que agora devemos nos afastar para permitir que o progresso necessário seja feito nos próximos meses.”

Lorena Wiebes vestiu a primeira camisa amarela do Tour de France Femmes inaugural depois de vencer Marianne Vos em um…
O atacante do Aston Villa, Wesley, se juntou ao time espanhol Levante em um contrato de empréstimo de uma temporada.O…
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Operadores marítimo-turísticos queixam-se de discriminação por parte do Governo dos Açores – Jornal Açores 9

AÇORES 9 TV EM DIRETO
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Os operadores marítimo-turísticos dos Açores queixaram-se hoje de discriminação por parte do Governo Regional na atribuição de medidas de mitigação face à pandemia de covid-19 e à guerra na Ucrânia, a par da inflação.
“Depois de dois anos de pandemia, na qual o setor do turismo foi profundamente afetado, no mundo, no país e na região, os empresários do setor marítimo-turístico esperavam mais solidariedade e melhor ação do Governo dos Açores. Uma infeliz ilusão… quando se constatam anúncios de medidas de mitigação, agora também ampliados pela guerra na Europa e consequências da inflação, que penalizam os fatores de produção”, lê-se numa nota da Associação dos Operadores Marítimos dos Açores (AOMA).
Na nota, a associação considera que, “prova disso, foi a publicação em Jornal Oficial do apoio de um milhão e 400 mil euros à frota atuneira açoriana para minimizar os prejuízos provocado pelo aumento do preço dos combustíveis, que o Governo dos Açores vai conceder, quando para o setor da marítimo-turístico não há qualquer apoio”.
A associação manifesta o seu “veemente protesto pela desconsideração do Governo Regional quanto aos problemas da animação turística no mar, designadamente no que respeita ao aumento exponencial dos custos do combustível nas atividades que incluem o mergulho, o ‘whale watching’, a pesca turística, entre outras”.
A AOMA recorda que já havia manifestado o seu “desagrado junto do Governo Regional por não terem sido incluídas as embarcações profissionais na redução dos valores das taxas unitárias do Imposto sobre Produtos Petrolíferos [ISP] aplicáveis, na Região Autónoma, à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário numa discriminação inaceitável”.
“Em abril e maio, esta associação recordou ao Governo Regional que 95% das empresas da região são micro e pequenas empresas, que operam embarcações com motores fora de bordo, que têm sido expostas ao aumento brutal, mais de 60% , principalmente da gasolina”, referem os operadores marítimo-turísticos dos Açores.
A AOMA tem vindo, entretanto, a solicitar ao executivo açoriano, “ainda sem atendimento favorável, a equiparação do regime fiscal que se aplica ao gasóleo-turismo, com isenção do ISP para as embarcações profissionais que utilizam a gasolina”.
A associação destaca ainda a “injustiça que a situação propicia entre os operadores” e, por outro, pelo facto de os motores a gasolina serem mais eficientes energeticamente e na pegada ecológica.
Além disso, acrescenta, existe também um “aumento exponencial dos custos de contexto”, nomeadamente múltiplas taxas aplicadas pelas entidades gestoras das infraestruturas, “sem que haja melhoria significativa na prestação do serviço e até desfasadas da realidade económica das empresas e das receitas obtidas pelos operadores da região”.

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Um formado no Barcelona e um internacional jovem pelo Brasil: Arouca tem reforços fechados :: zerozero.pt – zerozero.pt

O Arouca garantiu a contratação de dois reforços. Oriol Busquets e Vitinho estão fechados e juntam-se no futuro próximo às opções de Armando Evangelista.
Oriol Busquets chega do Clermont e assina um contrato válido para as próximas três temporadas, tal como avançou a SIC Notícias e confirmou o zerozero. O jovem de 23 anos foi formado no Barcelona e chegou mesmo a jogar pela equipa principal em duas ocasiões.
Ainda com contrato, o médio defensivo desvinculou-se do clube francês, que ficou com parte do seu passe.
O negócio de Vitinho é semelhante, com o brasileiro a chegar proveniente do Corinthians, clube com quem ainda tinha contrato. O jogador de 22 anos já está em Portugal para assinar um contrato de três anos, com outro de opção, confirmou o zerozero a notícia avançada pelo Record
Durante este ano, o médio ofensivo que também pode jogar como extremo esteve cedido pelo Timão ao Vasco, onde fez um golo em quatro partidas. É mais uma opção para o ataque arouquense.

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PM denuncia racismo de motorista em blitz da Lei Seca: 'Preto não serve para ter família, você anda em árvores e come banana' – G1

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