Lidl penaliza trabalhadores – AbrilAbril

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O CESP denuncia a penalização e a discriminação dos trabalhadores da empresa através das avaliações e na atribuição dos prémios.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN) sublinha também que o «Lidl continua a impor aos operadores funções de limpeza e de vigilância», para que sejam eles «a limpar as lojas e a controlar os clientes para evitar roubos», enquanto nos armazéns se exige que «o tratamento/separação dos resíduos […] seja feito por operadores de armazém».
O CESP chama ainda a atenção para o contrato colectivo em vigor, segundo o qual «as funções vigilância e limpeza não cabem aos operadores, mas sim aos vigilantes e a trabalhadores da limpeza». Aliás, o sindicato alerta para a falta de «vigilantes e trabalhadores da limpeza nas lojas e armazéns», que a empresa não tem contratado.
O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio reivindica o aumento salarial de 90 euros para todos os trabalhadores, a «valorização das carreiras e qualificações profissionais adquiridas», bem como o fim da obrigatoriedade de utilização dos auscultadores pelos trabalhadores, por razões de saúde.
A empresa Dia Portugal, antiga Minipreço, quer encerrar duas dezenas de lojas no país, dinamizando, para esse efeito, um despedimento colectivo de cerca de duas centenas de trabalhadores.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) decidiu endurecer a luta caso a tutela não aceite negociar a revisão das carreiras médicas e da tabela salarial. 
Aos trabalhadores da Valorsul, empresa responsável pelo tratamento de resíduos urbanos na Área Metropolitana de Lisboa, ainda não chegou qualquer proposta de valorização das suas carreiras. Greve arranca às 00h de dia 19.
Os trabalhadores exigem aumentos salariais e medidas que combatam a degradação do serviço público, devido à falta de pessoal e ao envelhecimento da frota que faz a ligação entre Lisboa e a Margem Sul.
Os sindicatos reivindicam a contratação de mais trabalhadores para a empresa e a valorização dos salários, como forma de contribuir para um serviço de qualidade, fidedigno e sem falhas nos horários.
Os trabalhadores do Casino de Chaves estão em greve, este fim-de-semana, para exigir aumentos salariais, a melhoria das condições de trabalho e a valorização das suas carreiras.
A unidade hoteleira em Vila Nova de Gaia deve mais de 1200 euros a cada trabalhador, tendo em conta que em Janeiro de 2019 deixou de pagar os feriados com 200%, estima fonte sindical.
Os trabalhadores da Bosch Car Portugal, em Braga, cumprem esta sexta-feira uma greve de 24 horas, face aos escassos aumentos salariais e à discriminação de direitos.
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