Trabalhadores da Bosch Car Multimédia em Braga em greve na sexta-feira – Dinheiro Vivo

O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte justifica que é o momento para os trabalhadores darem “um sinal de descontentamento face à revolta que sentem com tal discriminação”.
Trabalhadores da Bosch Car Multimédia em Braga em greve na sexta-feira
 © DR
Os trabalhadores da Bosch Car Multimédia, em Braga, vão “cumprir uma greve de 24 horas”, na sexta-feira, em resposta aos “escassos aumentos salariais” e “à gritante discriminação” na sua aplicação, anunciou o sindicato esta quinta-feira.
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Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (Site-Norte) justifica que é o momento para os trabalhadores darem “um sinal de descontentamento face à revolta que sentem com tal discriminação”.
Segundo este sindicato, “face aos escassos aumentos salariais e à gritante discriminação na aplicação destes por parte da empresa, que insiste em desvalorizar os salários dos trabalhadores mais antigos e discriminar em direitos (a exemplo a não aplicação de diuturnidades) aos trabalhadores mais novos, [e] à falta de resposta às propostas do sindicato, que tem vindo ao longo dos anos a chamar a atenção para estas matérias”, é tempo de os trabalhadores protestarem.
Contactada pela Lusa, fonte oficial da Bosch respondeu que, para já, não tem nada a dizer.
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O Site-Norte diz tratar-se de uma “multinacional, com mais de mil milhões de faturação no polo de Braga, que recebe, habitualmente, dinheiros públicos” e que, segundo este sindicato, “insiste em desconsiderar quem lhe produz a riqueza”.
“Trabalhadores estes que hoje, face à perda de poder de compra, veem os seus rendimentos mingar a cada mês, assim como uma aberrante desvalorização das carreiras, da dedicação e experiências acumuladas”, denuncia o Site-Norte.
O sindicato dá ainda conta de que “os horários desregulados, os ritmos intensos de trabalho, a retirada de direitos às novas gerações, os baixos salários praticados e a pressão exercida sobre os trabalhadores tem, não só afastado trabalhadores da empresa, como desgastado quem, com mais ou menos tempo de casa, sempre zelou e pautou o seu trabalho com profissionalismo”.
Nesse sentido, “os trabalhadores irão cumprir a greve na totalidade do seu horário de trabalho”.
Pelas 11:00 de sexta-feira, uma delegação da estrutura sindical da empresa vai prestar declarações aos órgãos de comunicação social.

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Apresentado Plano Municipal para a Igualdade e a Não Discriminação – A Voz de Trás-os-Montes

O Plano Municipal para a Igualdade e a Não Discriminação (PMIND) de Boticas, que vigorará no quadriénio 2022-2025, foi apresentado publicamente numa cerimónia que decorreu nos Paços do Concelho
Depois de aprovado pela Assembleia Municipal de Boticas a 29 de abril, o PMIND foi, agora, apresentado na Câmara Municipal de Boticas, numa cerimónia que contou, entre outros, com a presença do presidente do município de Boticas, Fernando Queiroga, do vice-presidente da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, Manuel Albano, e da Conselheira Local para a Igualdade e vereadora da autarquia, Isabel Torres.
Segundo Fernando Queiroga,

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Nota de Repúdio – Comitê Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade – Rondônia Dinâmica

O Comitê Gestor da Política Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade vem a público manifestar sua indignação e repúdio ao ato praticado pelo médico anestesista flagrado em ato de violência sexual contra paciente durante procedimento de parto cesárea.
Pela lei, condutas como essa podem configurar crime de estupro de vulnerável e violência psicológica, a ensejar apuração e eventual responsabilização nas searas administrativas, cível e criminal.
Infelizmente, atitudes como essa, pese embora de abjetas e repugnantes, ainda são recorrentes em nossa sociedade. A cultura do estupro está enraizada e aterroriza crianças, jovens, adultas e idosas, mesmo diante das ferramentas de coibição e dos trabalhos de sensibilização para o combate aos mais variados tipos de violência praticados contra meninas e mulheres no Brasil e no mundo.
Os integrantes do Ministério Público de Rondônia, Tribunal de Justiça de Rondônia e Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO e AC) se solidarizam com as vítimas e reforçam o empenho para que suas ações sejam instrumentos de transformação social, assegurando a equidade de gênero e o combate à discriminação racial e à violência praticada contra grupos minoritários. Pelos versos de Francisca Júlia: “Musa! Um gesto sequer de dor ou de sincero luto jamais te afeie o cândido semblante”.
Em tempo, o Comitê saúda todos os profissionais que tomaram as providências para constatar e denunciar o episódio, demonstrando humanidade, coragem e responsabilidade social. Destaque-se a sororidade e empatia por parte desses profissionais. Mesmo cientes dos riscos envolvidos, atuaram para proteger uma mulher sedada durante o parto, que poderia ter sua palavra descredibilizada, prática comum no país, o que vulnera ainda mais a vítima. Essas atitudes demonstram a necessidade da união de esforços para combate a toda e qualquer forma de abuso, violência, discriminação e marginalização.
Comitê Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade
MPRO, TJRO e TRT14 RO/AC
Flávia Barbosa Shimizu Mazzini
Promotora de Justiça – MPRO
Presidente da Comissão de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade
Fernanda Antunes Marques Junqueira
Juíza do Trabalho Auxiliar da Presidência do TRT 14
Miria do Nascimento de Souza
Juíza de Direito – TJRO
Presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Assédio Moral, Sexual e Discriminação
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Tribunal de Estrasburgo determina a anulação do casamento homossexual (gay) #boato – Boatos.org

Site de fact-checking destinado a desmentir notícias falsas e boatos na internet.

Boato – O Tribunal de Estrasburgo acabou de determinar a anulação do casamento homossexual (entre pessoas do mesmo). É o fim do casamento gay no mundo.
Não sei se você tem notado, mas questões sensíveis têm aparecido na pauta de fake news checadas aqui no Boatos.org. Neste contexto, uma história lá de 2020 teve que ser desmentida novamente por aqui.
O causo aponta que o casamento gay acabou de ser anulado no mundo. A decisão se deu por conta, de acordo com o texto, por uma determinação do Tribunal de Estrasburgo (França). O texto aponta, ainda, que a decisão garante é “o fim” do casamento homossexual. Leia o texto que circula por aí:
CASAMENTO HOMOSSEXUAL É ANULADO. Isto está em todo o Mundo Leia até ao fim e procure a Bandeira do seu País. ESTRASBURGO, FRANÇA. *– DIREITO NATURAL E DA FAMÍLIA Por unanimidade, o tribunal de Direitos Humanos mais importante do mundo estabeleceu literalmente que “não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo”.
Os 47 juízes, dos 47 países do Conselho da Europa, que compõem o plenário do Tribunal de Estrasburgo (o mais importante tribunal de Direitos Humanos do mundo), proferiram uma sentença de enorme relevância, que foi e é surpreendentemente silenciado pelo progressismo informativo e sua área de influência. De fato, por unanimidade, todos os 47 juízes aprovaram a sentença que estabelece textualmente que “não há direito ao casamento homossexual”.
• O parecer foi fundado em inúmeras considerações filosóficas e antropológicas baseadas na ordem natural, na família, no bom senso, nos relatórios científicos e, claro, no direito positivo. • Neste último, a sentença baseou-se fundamentalmente no Artigo n.º 12 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem. O referido artigo equivale aos artigos dos tratados de direitos humanos, como é o caso do artigo 17.º do Pacto de San José e nº 23 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos.
Na resolução histórica e não divulgada, a Corte também afirmou que a noção de família não apenas contempla “o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher”, mas que não deve ser imposta aos governos a “obrigação de casamento aberto a pessoas do mesmo sexo”.
Em relação ao princípio da não discriminação, a Corte também acrescentou que não existe tal discriminação uma vez que vai contra a natureza e a ordem biológica universal, livre gosto sexual ou disjunção é outra coisa “Os Estados são livres para reservar o casamento apenas para casais heterossexuais .”
Esse tipo de notícia, precisamos divulgá-la, pois haverá quem não queira que as pessoas saibam sobre a importância da família e considerando que existem direitos individuais como a liberdade nos GOSTO SEXUAIS, diferente de impor excrementos e anormais comportamentos dos Ministérios da Educação, promovendo a degeneração da raça humana, alvo das elites ocultas do poder LGBTI. ! Vamos torná -lo viral!
É claro que a história se espalhou com todas as forças em redes sociais, com direito a muitos eitas. Porém, não é verdade que houve a tal anulação do casamento gay. Tudo não passa de uma distorção de uma decisão antiga do Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo que não interfere nas leis dos países. Como desmentimos este boato outrora, relembre o que foi escrito:
Antes de explicar o boato em si, saiba que o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, com sede em Estrasburgo, na França, foi criado pela Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH) em 1959. Com jurisdição sobre os 47 países da Europa, o Tribunal de Estrasburgo tem como missão assegurar o respeito aos princípios da CEDH.
Agora, vamos ao boato. Ao ler o texto, já ficamos desconfiamos. Isso porque a mensagem carrega as principais características de boatos: vaga, alarmista, não cita fontes confiáveis, possui erros de português e pedidos de compartilhamento.
Mais uma googlada e matamos a charada. Na verdade, a informação é uma distorção com base em uma informação verdadeira. Tudo começou quando a Corte de Estrasburgo decidiu que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não seria consagrado pela CEDH e informou que cada Estado era livre para legislar da maneira que achar melhor sobre o assunto. Na época, o Tribunal afirmou que não havia consenso entre os Estados membros do Conselho da Europa sobre o tema.
A partir daí, diversos textos surgiram com a informação de que o Tribunal estava anulando casamentos gays. Mas, na realidade, a Corte rejeitou a inclusão do casamento entre pessoas do mesmo sexo na lista de Direitos Humanos. Ou seja, a decisão nada teve a ver com a anulação do casamento gay, até porque cada Estado é livre para legislar como desejar.
A informação também fez sucesso em espanhol e foi desmentida em diversos sites. O Newtral entrou em contato com o Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que confirmou que a informação não procede. Segundo o site, o boato nasceu a partir do caso de um casal francês que teve o casamento anulado em 2007. Isso porque, em 2004 (ano em que o casamento foi oficializado) , a união entre pessoas do mesmo sexo ainda não havia sido aprovada na França.
O Animal Político também desmentiu a informação. Segundo o site, a balela é fruto de uma interpretação equivocada de uma sentença em 2016. Já o Maldita.es afirmou que trata-se de uma farsa que já foi negada há mais de um ano e que, agora, voltou a circular.
Resumindo: é falsa a história que aponta que o Tribunal de Estrasburgo anulou o casamento gay no mundo. A decisão, antiga, só não prévia a instituição como um direito humano e não tinha influência em leis nacionais.
Ps.: Esse artigo é uma sugestão de leitores do Boatos.org. Se você quiser sugerir um tema ao Boatos.org, entre em contato com a gente pelo siteFacebook e WhatsApp no telefone (61) 99458-8494.
Jornalista e caçador de falcatruas na internet

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Bacelar nega acusações de racismo: “Em nenhum momento me dirigi a Léo Motta” – O Antagonista

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O deputado João Carlos Bacelar (PV-BA, na foto) negou há pouco que tenha sido racista em relação ao seu colega Léo Motta (Republicanos-MG), durante sessão da Comissão de Educação na última quarta-feira.
Como registramos mais cedo, Motta acionou a PGR e o Conselho de Ética contra Bacelar.
“Em nenhum momento me dirigi a ele”, disse o parlamentar a O Antagonista.
Segundo Bacelar, ele apenas comentou com o colega Waldenor Pereira (PT-BA) que certas atitudes de parlamentares negros que defendem pautas que não atendem aos anseios e direitos da comunidade negra são como as de “negro de alma branca”.
Na conversa com o petista, que estava ao seu lado, Bacelar usou como exemplo declarações de Martinho da Vila para criticar a condução de Sérgio Camargo à frente da Fundação Palmares durante uma conversa no programa ‘Roda Viva’.
Ainda segundo o parlamentar, durante toda a reunião da Comissão de Educação, Léo Motta criticou as escolas públicas, desqualificou o Plano Nacional de Educação, depreciou os professores brasileiros, defendendo o homescholling e ridicularizando a educação sexual.
“Sou conhecido na Bahia por repudiar todo e a qualquer ato discriminatório, preconceituoso, homofóbico, historicamente votando e se posicionando em favor de pautas que contrariam a extrema-direita”, acrescentou o deputado.
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Amma embarga bar LGBTQIA+ no Setor Sul após reclamações de barulho; dono alega discriminação – Ludovica

Amma embarga bar LGBTQIA+ no Setor Sul após reclamações de barulho; dono alega discriminação

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Exclusivo: Tudo sobre a secreta investigação de racismo dentro da Globo – VEJA

O último capítulo de Nos tempos do Imperador foi ao ar no já longínquo 4 de fevereiro. Mas os bastidores da novela continuam rendendo. O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) abriu inquérito e, na tarde desta terça-feira, 12, colheu o depoimento das atrizes Roberta Rodrigues, 39, e Dani Ornellas, 43, que, junto a Cinnara Leal, 44, denunciaram o diretor Vinicius Coimbra, 50, de racismo na TV Globo. Roberta e Dani são representadas pelo time Jurídico composto por Gustavo Proença, Lorena Martins, Djeff Amadeus e Carolina Bassin. Eles não compõem o mesmo escritório de advocacia, entretanto montaram este time especifico para o caso. “A luta segue. O MPT abriu investigação para apurar possíveis práticas discriminatórias na novela. Seguimos atuando com firmeza para esclarecer todos os fatos. Vamos com este potente”, comemora Proença.
Uma fonte da produção da novela – escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson – relata que Vinicius teria usado diversas vezes palavras agressivas nas filmagens. Esta mesma fonte, numa das cenas, na cidade cenográfica, conta que ele ordenou: “Elenco pra esse lado, negros pro outro lado”. Uma das atrizes disparou: “E eu que sou do elenco e sou negra, de que lado fico?”. Ele teria ignorado. As atrizes pedem indenização pelo crime de racismo, equiparação salarial com atores brancos e por danos morais. Elas só decidiram ir a esferas superiores, porque comunicaram o fato aos diretores Ricardo Waddington, de entretenimento, e José Luiz Villamarim, de dramaturgia. Mas nada teria sido feito na prática.
Desde que fizeram a denúncia internamente, o compliance da emissora passou a gerenciar o caso de forma extremamente sigilosa. O trio de atrizes, entretanto, se dividiu. Enquanto Roberta e Dani se apegaram aos fatos e foram ao MPT com o corpo jurídico, Cinnara queria dar sua versão à imprensa – o que foi impedido por sua assessoria de comunicação, alegando um acordo firmado entre elas para uma futura publicação. Mais de uma vez, a atriz disse que “silenciar não é mais opção”, e não estava disposta a “naturalizar tudo isso”. Alegara, por exemplo, que passou a estar sob tratamento psicológico. O MPT está intimando atrizes, atores, diretores e produção da novela da TV Globo. Os advogados esclarecem à coluna, que a investigação corre em segredo de justiça, ontem foi colhido este depoimento, mas “outros já ocorreram e mais outros ainda ocorrerão”.
Leia também: A nova concorrente da Globo que a assusta mais do que a Record
NARRATIVA PROBLEMÁTICA
Os autores de Nos tempos do Imperador não falam sobre o caso. A trama já apresentara problemas graves de racismo, incluídos na própria narrativa. Num certo capítulo, a mocinha branca Pilar (Gabriela Medvedovski) foi rejeitada como moradora na Pequena África – espaço de resistência de negros livres e fugidos que precisavam de abrigo no Rio do século 19. Seu namorado Samuel (Michel Gomes) disse à jovem: “Só porque você é branca não pode morar na Pequena África? Como queremos ter os mesmos direitos se fazemos com os brancos as mesmas coisas que eles fazem com a gente?”. Os telespectadores imediatamente reconheceram que a fala era problemática, o que induz à tese de racismo reverso, algo inconcebível. Na ocasião, a autora Thereza Falcão pediu desculpas pelas redes sociais, sob curiosa alegação de que os capítulos foram escritos antes da pandemia de Covid-19. Às pressas, a emissora precisou contratar o escritor e pesquisador de cultura afro-brasileira Nei Lopes para rever todos os capítulos gravados que ainda não tinham ido ao ar. Várias cenas foram reeditadas, outras gravadas de novo.
Vinícius Coimbra era um diretor em ascensão dentro da Globo. Até então prestigiado na emissora, esteve à frente de novelas de época, como Lado a Lado (2012), eleita a melhor novela da TV mundial com o Emmy Internacional em 2013; e Liberdade, Liberdade (2016), que fez história com a primeira cena de sexo entre dois homens da teledramaturgia brasileira.
Em contato com defesa das atrizes Roberta e Dani, esta não confirmou nenhum fato específico, mas informou que todos os fatos estavam sendo cuidadosamente investigados ao MPT. Cinco meses depois do fim da novela, Roberta é a única entre as envolvidas com trabalho ainda na emissora: estará na quarta temporada da série A Divisão, do Globoplay. Dani tem produções voltadas ao cinema ainda este ano. Cinnara não tem projetos em vista. Vinicius se mudou para Lisboa.
Leita também: A verdade inconveniente que une as novelas da Globo e da Record

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Wild Rift: Treinador é banido por racismo contra brasileiros – The Enemy

ThePierceJ fez sons de macaco para os jogadores da Liberty, quando ainda representava a Sentinels.
O agora ex-treinador de Wild Rift da SentinelsThePierceJ, está banido do competitivo de todos os jogos da Riot Games. O motivo da punição foram atos xenofóbicos e racistas, cometidos pelo norte-americano contra os brasileiros da Liberty, durante o Icons Global Championship 2022.
Leia mais:
Segundo nota da Liberty, ThePierceJ fez sons de macaco para o elenco brasileiro. Como resposta, a própria Liberty conseguiu gravar o momento em que o coach adversário cometeu tal alto e imediatamente entrou em contato com a Riot Games, fazendo a denúncia e apresentando a prova.
Veja o comunicado completo da Liberty:
Comunicado: Xenofobia e Injúria Racial no Icons Global Championship 2/2. pic.twitter.com/ZndkEVo8aI
O fato aconteceu no mês passado, mas o caso só teve um desfecho nesta quarta-feira (13). No site oficial do Wild Rift, a Riot Games se pronunciou a respeito do assunto e confirmou que ThePierceJ está banido do ecossistema de Esports de todos os jogos da empresa por 18 meses, concluindo em 31 de dezembro de 2023.
As atitudes do treianador ferem a regra 7.3.3 do Regulamento da Competição, que exige que atletas observem os mais altos padrões de integridade pessoal e bom espírito esportivo em todos os momentos. Fora o fato de ser crime. A história, inclusive, foi confirmada na nota da Riot:
Momentos antes da partida de número 20 da fase de Play-Ins do Icons, no dia 18 de junho de 2022, ThePierceJ usou de linguagem racista enquanto sua equipe estava no backstage junto com a equipe da Liberty. Essas ações foram gravadas e enviadas aos Oficiais do Torneio antes do encerramento do jogo.”
Pelo Twitter, ThePierceJ se desculpou com os brasileiros pela sua atitude e disse que sua intenção nunca foi ser racista ou xenofóbico. Segundo ele, tudo começou quando os próprios brasileiros fizeram barulhos de cachorro, causando estranhamento, mas também boas risadas no time.
Foi aí que ele teve a ideia de imitar sons de vários animais, ao mesmo tempo em que encorajava seu elenco a fazer o mesmo, pois isso estava deixando o clima mais leve dentro da equipe e tirando o nervosismo de jogar no palco.
Context

Read: https://t.co/d2sKrM2QjD
Como efeito imediato, deixei o cargo de treinador da Sentinels de Wild Rift. Esse foi o resultado de uma de minhas ações no ICONS 2022. Durante a saída pré-jogo fiz vários cantos e barulhos de animais como parte do nosso ritual pré-jogo. Embora não direcionado aos jogadores e staff da Liberty, eu os ofendi. Peço desculpas à Liberty, à Riot Games, à organização Sentinels e a todos os meus jogadores. Aprendi com essa experiência e serei mais consciente de minhas ações no futuro“, disse ThePierceJ.
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"Tia da macumba": governadora do Piauí é alvo de racismo religioso – Terra

“Tia da macumba”: governadora do Piauí é alvo de racismo religioso  Terra
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Por que os adultos LGBT+ são mais vulneráveis a doenças cardíacas? – Estadão

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THE NEW YORK TIMES – LIFE/STYLE – Enquanto muitos moradores dos EUA celebraram o Orgulho LGBT em junho, muitos na comunidade médica destacaram as disparidades devastadoras nos resultados de saúde para adultos LGBT+ – casos desproporcionais de varíola dos macacos em homens que fazem sexo com homens, altas taxas relatadas de abuso de álcool, obstáculos para acesso a exames e tratamentos para o câncer.
Mas, de acordo com alguns especialistas da área, uma das desigualdades de saúde mais críticas entre os adultos LGBT+ é frequentemente negligenciada.
Um conjunto crescente de pesquisas mostra que os adultos LGBT+ são mais propensos a ter uma saúde cardíaca pior do que seus pares heterossexuais. Lésbicas, gays e bissexuais adultos eram 36% menos propensos do que adultos heterossexuais a ter uma saúde cardiovascular ideal, concluiu a American Heart Association em 2018, com base em pesquisas de fatores de risco como tabagismo e níveis de glicose no sangue. Em 2021, a organização divulgou uma declaração sobre as altas taxas de doenças cardíacas entre indivíduos transgêneros e de gênero diverso, vinculando essas taxas elevadas em parte ao estresse que vem da discriminação e da transfobia.
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Os dados apoiam o que os médicos e aqueles que pesquisam a saúde LGBT+ observaram por décadas – que a comunidade enfrenta obstáculos específicos e abrangentes que afetam o cérebro e o corpo.
A doença cardiovascular é a principal causa de morte nos Estados Unidos. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças estimam que 80% das doenças cardíacas prematuras e derrames podem ser evitados. Mas há disparidades sobre onde esse fardo pesa na população em geral. Conversamos com médicos e pesquisadores de saúde sobre por que essas desigualdades persistem e quais medidas os adultos LGBT+ podem tomar para melhorar a saúde do coração.
Especialistas disseram que os adultos LGBT+ enfrentam pressões únicas – estigma, discriminação, medo da violência – que podem levar direta e indiretamente à doença.
O estresse afeta diretamente certos hormônios que regulam a pressão arterial e a frequência cardíaca, disse Billy Caceres, professor assistente da Faculdade de Enfermagem e do Centro de Pesquisa em Saúde Sexual e de Minorias de Gênero da Universidade de Columbia.
A hipervigilância – a sensação de estar sempre no limite, constantemente atento à próxima ameaça – faz com que os níveis de cortisol aumentem, o que pode levar a problemas cardiovasculares de longo prazo, disse o Dr. Carl Streed, professor assistente da Faculdade de Medicina da Universidade de Boston.
Além disso, o estresse pode levar à inflamação crônica, disse a Dra. Erin Michos, diretora associada de cardiologia preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, e pode aumentar a pressão arterial e a frequência cardíaca.
Os pesquisadores às vezes se referem à carga alostática, o custo cumulativo que o estresse crônico causa no cérebro e no corpo, disse Scott Bertani, diretor de advocacy da HealthHIV, uma organização sem fins lucrativos focada no avanço da prevenção e cuidados para pessoas com risco de HIV. “É lógico que nossos corpos respondem a esses eventos e demandas da vida realmente complexos e desafiadores”, ele disse. Por exemplo, ele acrescentou, o ato de sair do armário e, em alguns casos, sair do armário repetidamente, geralmente é acompanhado de um estresse severo.
Para lidar com a constante ameaça de discriminação ou assédio, muitos na comunidade LGBT+ se automedicam com drogas como tabaco e álcool, disse Streed, que também é pesquisador do Centro para Medicina e Cirurgia Transgênero do Boston Medical Center. Essas indústrias têm como alvo a comunidade LGBT+ por meio de publicidade, ele disse, especialmente durante o mês do Orgulho. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças relatam que cerca de 25% de lésbicas, gays ou bissexuais adultos usaram um produto comercial de tabaco em 2020, em comparação com 18,8% dos adultos heterossexuais, uma disparidade que a agência atribui parcialmente ao longo histórico das campanhas de marketing agressivas da indústria do tabaco nos Estados Unidos.
A pesquisa também identificou uma ligação entre o sono e a saúde do coração, disse Caceres. Evidências crescentes mostram que os adultos LGBT+ têm mais problemas e interrupções do sono do que a população em geral, o que também pode estar ligado ao estresse crônico.
Uma pesquisa de 2017 com quase 500 adultos LGBT+ realizada por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública Harvard T.H. Chan e da Fundação Robert Wood Johnson descobriu que mais de 1 em cada 6 relatou evitar cuidados médicos porque se preocupava com a discriminação. Essa hesitação significa que os adultos LGBT+ são menos propensos a acessar cuidados de saúde preventivos que podem salvar vidas, disse Michos. Todos os adultos devem ser examinados pelo menos uma vez por ano para fatores de risco cardiovascular, o que normalmente faz parte de um exame físico anual, ela disse.
Encontrar provedores médicos com os quais você se sinta confortável e seguro pode ser fundamental na prevenção de doenças cardíacas, disseram especialistas. Streed recomenda que adultos LGBT+ procurem médicos que os apoiem. A Campanha de Direitos Humanos cria um Índice de Igualdade de Saúde anual – uma lista de unidades de saúde que dizem ser inclusivas com relação a pacientes LGBT+.
Embora os hormônios de afirmação de gênero tenham demonstrado um impacto positivo na saúde mental, disse Michos, há algumas evidências de que altas quantidades de testosterona e estrogênio podem ter riscos cardiovasculares. As pessoas que estão tomando esses hormônios devem consultar seus médicos sobre como manter a saúde do coração.
A American Heart Association recomenda sete passos para uma saúde cardíaca ideal: controlar a pressão arterial, manter os níveis de colesterol baixos, reduzir o açúcar no sangue, fazer exercícios diariamente, ter uma dieta nutritiva, manter um peso corporal saudável e não fumar. Michos também recomendou reduzir o consumo de alimentos processados, bebidas açucaradas e carboidratos altamente refinados, optando por grãos integrais, proteínas magras e muitas frutas e vegetais. Os adultos também devem fazer pelo menos 30 minutos de exercícios de intensidade moderada todos os dias, como caminhada rápida, corrida ou ciclismo.
Esses são aspectos essenciais da prevenção de doenças cardíacas, ela acrescentou, “mas não podemos simplesmente pregar ‘você precisa viver um estilo de vida saudável’ se os indivíduos estiverem sob sofrimento psicológico e discriminação significativos”. /TRADUÇÃO LÍVIA BUELONI GONÇALVES
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