Trofa é o 6.º concelho com maior discriminação na fatura da água – Jornal O Notícias da Trofa

A APFN concluiu que enquanto em Penafiel, Felgueiras ou Póvoa de Varzim uma família de 10 pessoas pagará cerca de 260 euros por ano de fatura de água, já em Gondomar, Trofa, Santo Tirso ou Valongo, o mesmo agregado teria de desembolsar mais de 1000 euros.

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A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN) elaborou um estudo que analisa as discrepâncias a que as famílias são sujeitas nos tarifários aplicados nos diferentes concelhos para o abastecimento de água. A APFN concluiu que, por exemplo, enquanto em Penafiel, Felgueiras ou Póvoa de Varzim uma família de dez pessoas pagará cerca de 260 euros por ano de fatura de água, já em Gondomar, Trofa, Santo Tirso ou Valongo, o mesmo agregado teria de desembolsar mais de 1000 euros por ano.
No caso de se considerar concelhos de distritos diferentes, a desigualdade é ainda maior, aponta a APFN. “Em Vila do Conde, uma pessoa paga, por mês, 13,88 euros de água, enquanto a mesma pessoa pagaria 1,05 euros por mês, 13 vezes menos, se vivesse em Almodôvar”, apontou a associação.
O índice de equidade da APFN agrega o nível de justiça tarifária para famílias numerosas e o nível de justiça regional que considera o distrito em que o município se insere. Gondomar, que contestou os resultados argumentando que o estudo não considerou o tarifário para os agregados familiares numerosos, é o concelho que surge em último lugar no ranking. Logo atrás surgem Santa Comba Dão, Mortágua, Tábua, Valongo, Trofa, Santo Tirso, Vila do Conde, Santa Maria da Feira e Ourém. O concelho mais bem posicionado no ranking é São Vicente, seguido de Penedono, Porto Moniz, Ponta do Sol, Corvo, Amares, Porto Santo, Terras de Bouro, Golegã e Mêda.
Isabel Loureiro eleita presidente da Assembleia de Bougado
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Embora não possa ser declarado fundador (oficial) da Ordem dos Beneditinos, no ano de 503 ele participou na fundação de vários mosteiros que adoptaram, após a sua morte, a denominação de “Beneditinos”.

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Decorre durante este ano de 2022 a comemoração dos 130 anos da fundação do Mosteiro de Singeverga, pelos Frades Beneditinos do Mosteiro de Cucujães.A par desta comemoração, registou-se, recentemente, um outro evento, na abadia deste mosteiro, designada “(Re)eleição do Abade”“É com muita alegria que a Comunidade monástica da Abadia de…
 
A fanfarra dos Escuteiros da Trofa, que, tem até aos dias de hoje pautado a sua existência, pela qualidade, pelo entusiasmo e pela dedicação aos escutismo, do qual muito se orgulha, bem como na sua maior representatividade, que é afinal, a abertura solene da majestosa procissão da Senhora das Dores.

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O Escutismo é um jogo, uma viagem, uma descoberta, um modo de estar na vida, um sistema de preparação para a cidadania, um momento de vivência com a natureza. É o aprender para saber, aprender a fazer, aprender a viver em conjunto, no fundo, aprender a Ser.
E como tudo na vida, há um início e um fim. Quando começamos, esperamos sempre que a longevidade se eternize, mas se assim não for, que seja o mais dilatado possível.
Corria o ano 1972 e o Chefe Rogério transitava do agrupamento Nr. 124 de Lousado para o agrupamento Nr. 94 da Trofa.
Vinha com um sonho em mente: criar uma fanfarra nos escuteiros da Trofa.
A oportunidade surgiu num encontro de um jantar convívio no Monte de São Gens.
No final do repasto, alguns dos presentes usaram da palavra, quase todos solicitando ao falecido Chefe Carlos Campos, que envidasse esforços no sentido de criar um agrupamento de Escuteiros em Santiago de Bougado. Em resposta, Carlos Campos, não se opondo em absoluto, recorda que tal aventura custaria dinheiro.
De imediato, o Dr. Padrão puxou da carteira e ofereceu vinte contos de reis.
O Prof. Dr. Sebastião Cruz, também presente, ofereceu logo dois clarins e o já falecido Chefe António da Vinha ofereceu um bombo.
Dias depois, numa reunião com a direção, verificaram que não havia dinheiro para comprar os restantes instrumentos.
Perante este cenário, o Chefe Rogério procurou o Padre Joaquim Ribeiro que, depois de o ouvir, ofereceu um clarim e os restantes chefes do agrupamento ofereceram outro. Mas ainda não era o suficiente para pôr a fanfarra a funcionar.
Não desanimou e, juntamente com o grupo de rapazes, foram cantar as janeiras e com a receita obtida compraram mais um clarim.
Informou a direção desse facto e disse-lhes que, no ano seguinte, formaria um grupo maior com o objetivo claro de comprar caixas e timbalões, porque sem esses instrumentos nada se podia fazer.
Assim foi feito: no ano seguinte, com o grupo maior e com ajuda do Chefe do Agrupamento, responsável por guardar dinheiro obtido, conseguiram comprar as caixas os timbalões e ainda sobrou dinheiro.
Hoje, e bem, são já várias as associações que seguiram o exemplo de cantar as janeiras, tornando-se um boa fonte de receita associativa.
E assim nasceu, cresceu e se tornou adulta, a fanfarra dos Escuteiros da Trofa, que, tem até aos dias de hoje pautado a sua existência, pela qualidade, pelo entusiasmo e pela dedicação aos escutismo, do qual muito se orgulha, bem como na sua maior representatividade, que é afinal, a abertura solene da majestosa procissão da Senhora das Dores.
Amândio Pereira
 
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