Comentários de "ódio" e "discriminação" de docente geram indignação – Diário de Notícias

Um estudante disse que os alunos se encontram descontentes pela “posição neutra” que a reitoria está a tomar perante a situação e querem que seja feita alguma coisa relativamente ao docente em questão.
© Andre Gouveia / Global Imagens
Um grupo de estudantes da Universidade de Aveiro (UA) está a preparar uma ação para protestar contra o comportamento de um professor daquela instituição que dizem ter um discurso de “ódio” e “discriminação”.
sociedade. Jovens LGBTQ+ são vítimas preferenciais de ‘bullying’ na escola, diz estudo
lgbt. Pandemia de covid-19 agravou discriminação e violência contra pessoas LGBTI
Em causa está uma publicação que o docente fez na sua página da rede social Facebook onde critica abertamente a comunidade LGBTQIA+, a propósito de uma campanha publicitária que dá a conhecer os vários termos relacionados com esta comunidade como “gay”, “lésbica”, “queer” ou “não binária”.
“Acho que estamos a precisar urgentemente duma ‘inquisição’ que limpe este lixo humano (…) todo!”, escreveu o docente, considerando que este ato publicitário “é uma agressão e merecia umas valentes pedradas nas vitrinas só para aprenderem”.
Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.
Esta publicação junta-se a outras que o docente fez em 2021, onde terá feito comentários depreciativos com teor racista, homofóbico e contra as medidas decretadas pelo Governo para combater a pandemia provocada pela covid-19.
Na altura, o reitor da UA ordenou a abertura de um inquérito ao docente do departamento de física, devido à publicação nas redes sociais de mensagens com teor “discriminatório” com as quais a instituição “não pactua”.
Desagradados com esta situação, vários alunos criaram um grupo na rede social Facebook que já conta com mais de 700 membros.
Em declarações à Lusa, um estudante disse que os alunos encontram-se descontentes pela “posição neutra” que a reitoria está a tomar perante a situação e querem que seja feita alguma coisa relativamente ao docente em questão.
“Este comportamento vem a acontecer desde o ano passado, altura em que se abriu um inquérito, mas que até hoje nada foi feito”, afirmou o estudante universitário.
A Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) também já manifestou o seu “total repúdio à conduta pessoal” do docente considerando que a mesma, ainda que exterior ao ambiente académico, “não deixa de afetar” os estudantes desta academia.
“A AAUAv não pode tolerar qualquer tipo de discurso de ódio ou de discriminação e muito menos de incitação à violência”, referem os representantes dos estudantes que dizem que têm vindo a trabalhar conjuntamente com a Reitoria, no sentido de tomar “todas as diligências possíveis e resolver de vez a situação que há muito se tem arrastado”.
Após a denúncia da situação, a Reitoria difundiu um comunicado dirigido aos membros da comunidade académica, onde defende a liberdade de expressão e de opinião, consagrada na Constituição da República Portuguesa, reconhecendo a separação das esferas pessoal e profissional.
“Ciente, porém, da importância que um ambiente de respeito e confiança tem para o bom funcionamento da Instituição, a Universidade saberá avaliar quaisquer condutas que possam interferir com esses últimos valores e propósitos e que se repercutam negativamente na imagem da instituição – e atuará em conformidade, com rapidez e firmeza”, diz a Reitoria.
A mesma nota refere que atualmente convivem na UA espaço pessoas de “mais de 90 diferentes nacionalidades”, não sendo por isso de tolerar “discursos de ódio, de discriminação ou de incitação à violência, qualquer que seja a sua natureza, origem ou contexto”.

source

Racismo é tema da 1.ª sessão das “Conversas Sem Margens” – SAPO

Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
A Cultura que não tem preço.
Cartaz (2).jpg
 
O Município de Palmela promove, dia 8 de julho, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Palmela, a 1.ª sessão do Projeto “Conversas Sem Margens”.
Esta sessão, dedicada ao tema “o racismo, o antirracismo e o anti-antirracismo”, contará com a apresentação dos livros “Dicionário da Invisibilidade”, pelos coautores José Falcão (ativista e dirigente do SOS Racismo) e Ana Alcântara (historiadora, docente da Escola Superior de Educação de Setúbal e investigadora do IHC-NOVA FCSH) e “Quando Ninguém Podia Ficar: Racismo, Habitação e Território”, pela autora Ana Rita Alves (antropóloga e doutoranda no Programa “Human Rights Contemporary Societies – CES-UC). Este primeiro encontro será moderado por Piménio Ferreira (militante antirracista).
“Conversas Sem Margens” é um projeto que agora se inicia e que pretende refletir e informar sobre dinâmicas sociais complexas, muitas vezes estereotipadas. Em breve serão anunciadas outras sessões. Para mais informações: bibliotecas@cm-palmela.pt
 
 
publicado às 00:10
mais tags
foto do autor
105 seguidores
mais tags
foto do autor
105 seguidores

source

Influencer que debochou de vagas para autistas é indiciada por discriminação – CBN Goiânia

A blogueira Larissa Rosa, que zombou de vagas de estacionamento exclusivas para autistas, foi indiciada por discriminação. O inquérito que apurou o caso foi concluído nesta quarta-feira (29) e enviado ao judiciário. A blogueira também vai responder por homofobia já que fez comentários homofônicos no vídeo que foi divulgado nas redes sociais. A situação, inclusive, tem um agravamento, como explica o titular do Grupo Especializado no Atendimento às Vítimas de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, Joaquim Adorno. A mãe da blogueira que também apareceu no vídeo não foi indicada.
 
Ouça a matéria de Rayfran Cardoso?
Leia também
Você é a favor da liberação do uso de máscara?
COPYRIGHT © 2022, J. CÂMARA E IRMÃOS S/A. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

source

Daiane dos Santos faz forte desabafo sobre racismo na TV – Terra

Daiane dos Santos faz forte desabafo sobre racismo na TV  Terra
source

Trypas Corassão // Beleza Como Vingança – Rimas e Batidas

pub
No universo das músicas queer concebidas e tocadas em Portugal este primeiro disco do projecto Trypas Corassão depressa ganhou destaque, e o facto de ser protagonizado por duas brasileiras é, só por si, bastante significativo. A xenofobia e a homotransfobia sistémicas sentidas no nosso país não conseguiram barrar o percurso de Tita Maravilha e Cigarra. Podem as forças da penumbra vindas de um passado que, afinal, não passou, tentar abafar a influência cultural migrante na cultura portuguesa que ela está aí, a fazer-se sentir em disciplinas artísticas como a performance e a música.
Numa entrevista em vídeo realizada em plena pandemia, outro artista queer, Herlander, falou da sua actividade musical como um “espaço seguro”, ainda que as suas propostas sejam, no seu desalinhamento estético, uma expressão (das mais cativantes no panorama de hoje, acrescente-se) de inquietude criativa. O que Beleza Como Vingança apresenta de particularmente bom está na circunstância de ter assumido o risco e de programaticamente reivindicar a insegurança – inclusive por parte das letras, sempre combativas e inyourface. Formatos populares como o brega, o funk e várias tradições oriundas do Brasil são re-significados no álbum por meio de uma abordagem experimental da electrónica e de um generoso uso de samples, tanto quanto através de uma fala e de um canto com mensagem. Estes são tematizados em torno da sexualidade, da identidade de género, do relacional e do social, ganhando uma dimensão política que, com o beat à desfilada, faz com que dança e revolução se casem, como era desejo da filósofa anarquista Emma Goldman.
Tita Maravilha é uma performer e o palco é o lugar por excelência do trabalho de Cigarra com as máquinas, pelo que a melhor forma de vivenciar o que aqui vem é em cena. Já aí as vimos e as apresentações funcionam como rituais de exorcização e catarse. Seja como for, o LP sobrevive muito bem à ausência dessa vertente performativa. Mais dizemos: este é um disco impactante e incontornável. Em breve sai um videoclipe do tema “LUSHO ELEGÂNCIA & SOFISTICAÇÃO”, realizado pela cineasta Francisca Marvão
pub
NBC
“Espelho”

Caroline Lethô
“Nordic Wood”

Scúru Fitchádu
“Sorrizu Margôs”

Micro
Pontos nos Is
SP Deville
Conjunto Corona
“Pontapé nas Costas” @ Musicbox

Mike El Nite
“Mambo nº1” feat. ProfJam @Musicbox

©2022 RIMAS E BATIDAS, Todos os direitos reservados. Design by Dialogue

source

Russell diz que F1 "precisa fazer mais" para combater racismo – Notícia de Fórmula 1 – Grande Prêmio

Desde a última semana, a Fórmula 1 se viu às voltas com um tema que, infelizmente, ainda é muito presente na sociedade em geral: o racismo. Primeiro, Jüri Vips, piloto da F2, disse um termo racista durante uma live na Twitch e foi cortado da Academia de Pilotos da Red Bull. Imediatamente após o caso, a internet descobriu uma entrevista de Nelson Piquet feita no ano passado em que ele se referia repetidas vezes a Lewis Hamilton também usando uma palavra de cunho racista — e o GRANDE PRÊMIO depois teve acesso ao conteúdo na íntegra, revelando que o ex-piloto ainda foi homofóbico.
O caso de Piquet, especificamente, provocou protestos públicos de todos os lados, inclusive manifestações da Fórmula 1 e da FIA, além de outras equipes e pilotos do grid, em apoio a Hamilton. Um dos que não se calaram diante do fato foi George Russell, que voltou a falar sobre a necessidade de a Fórmula 1 buscar um caminho além das palavras para combater o racismo, uma vez que a categoria é vitrine para o mundo.
▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2
▶️ Conheça o canal do GRANDE PRÊMIO na Twitch clicando aqui!
“Acho que está claro que todos nós precisamos fazer mais para combater esse racismo que está acontecendo não apenas no mundo do automobilismo, mas na sociedade”, disse Russell em Silverstone. “E penso que se trata de algo além — o abuso que as pessoas recebem na internet. Acho ótimo ver todos se unindo e apresentando seus pontos de vista, e temos o dever de fazer mais. É chocante ver que ainda temos essas coisas nos dias atuais”, completou o piloto da Mercedes.
Em 2020, em decorrência da onda de protestos que tomaram conta do mundo após o assassinato brutal de George Floyd nos Estados Unidos pela polícia, a Fórmula 1 encontrou um meio de apoiar o Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e introduziu a campanha “We Race as One” (Nós corremos como um, em tradução livre). Antes das corridas, também passou promover uma cerimônia antirracista, com os pilotos se ajoelhando em forma de protesto.
A atitude, no entanto, durou até o final do ano passado. A categoria decidiu acabar com o protesto antes das corridas nesta temporada. Na ocasião, Stefano Domenicali, presidente da F1, disse que era o momento de “não ter de fazer política, mas uma questão de gesto para ação”.
Russell, que é o atual diretor da GPDA (Associação de Pilotos da F1), foi questionado sobre a cerimônia antirracista e afirmou que o assunto tem sido falado, embora não se saiba ainda como a F1 vai agir. “Não acho que nada do que for feito seja realmente o bastante. Eu não vi a declaração da F1 em si, então não posso comentar sobre. Mas parece que já se passaram dois anos desde que todos nós nos ajoelhamos na Áustria.”
“Quando saiu a decisão de pararmos, muitos questionaram por que fizemos isso, pois não era como se o racismo tivesse sido resolvido. E, nessa semana, foi chocante vê-lo em duas extremidades, vindo de alguém preso em seu tempo, uma geração mais velha, mas também de alguém tão jovem. Acho que temos de fazer mais. Não sei o que falaremos [sobre a volta da cerimônia antirracista] exatamente, mas definitivamente precisamos falar sobre como usar a nossa plataforma para um bem maior”, salientou.
Russell também falou sobre o comportamento do público durante as corridas citando um fato que aconteceu com ele no GP do Canadá, durante o desfile dos pilotos. Ele contou que um torcedor gritou seu nome e o vaiou, e o inglês se questionou sobre a motivação em torno daquele ato.
“Há coisas com as quais, infelizmente, você precisa se acostumar e aceitar. Mas este é outro exemplo de algo que precisa ser eliminado. O que dá a esse cara o direito de vaiar alguém? O que dá direito a torcedores de futebol insultarem os jogadores? Eles só estão fazendo seu trabalho, dando o seu melhor em busca de uma carreira, e muitos não entendem isso”, continuou o piloto.
“Temos falado bastante sobre isso nos últimos anos, seja sobre saúde mental, seja para combater o racismo ou o abuso social, e somos apenas pilotos de corrida, não somos políticos. Todos sentem o dever de usar nossa plataforma para ajudar a educar as pessoas, como também a nós mesmos. Mas quando o assunto é racismo ou abuso social, ninguém precisa ser educado sobre isso. É chocante ver que isso ainda está caminhando”, concluiu Russell.
Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.
Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.
Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube

source

Bolsonaro diz à TV dos EUA que racismo no Brasil 'não é da forma como é descrito' – Terra

Bolsonaro diz à TV dos EUA que racismo no Brasil ‘não é da forma como é descrito’  Terra
source

DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA: Empresa demite funcionários que se recusaram a participar de reuniões diárias de oração – TV Jornal

Por serem ateus e agnósticos, funcionários se recusaram a participar de reuniões de oração organizadas pela empresa e foram demitidos
Uma empresa de reparos domésticos da Carolina do Norte, Estados Unidos, está sendo processada pela demissão de dois funcionários por um motivo discriminatório.

Em 2020, a direção da Aurora Pro Services começou a promover reuniões diárias de oração com os funcionários. Um dos gerentes, que é ateu, decidiu não comparecer aos encontros religiosos, justificando que não se sentia confortável.
De acordo com reportagem do jornal The Washington Post, o chefe do gerente chegou a dizer que “ele não precisava acreditar em Deus e não precisava gostar das reuniões de oração, mas tinha que participar“.
O funcionário foi a algumas das sessões, mas o desconforto não passou e ele comunicou que não iria mais. A direção da empresa não aceitou a reação e ele foi demitido.
O gerente processou a Aurora Pro Services por discriminação religiosa, acusando também a exigência da presença de todos os funcionários nas reuniões cristãs, que tinham até chamada. A queixa foi apresentada pela Comissão de Igualdade em Oportunidades de Emprego.
Em 2021, outra demissão da empresa foi motivada pela recusa de comparecer aos encontros. Uma representante de atendimento ao cliente, que é agnóstica, teria reclamado que as reuniões diárias chegavam a durar uma hora e haviam se tornado cultos. Por não participar, ela também foi demitida.
Sobre
Repórter do Site da TV Jornal. Cobre o universo gospel
Localidade:Recife-PE
Telefone:34136179
Cargo:Repórter
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige técnicas e recursos específicos.
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados. Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um fato ou notícia.
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do entrevistado reproduzida entre aspas.
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Jornal @ 2022 – Uma empresa do grupo JCPM
PARA SOLICITAÇÃO DE LICENCIAMENTO, CONTACTAR EDITORES@NE10.COM.BR

source

Ariadna Arantes expõe discriminação que sofreu em programa da Globo e revela todos os detalhes – Entretê – Flagra dos Famosos

Esse conteúdo não pode ser exibido em seu navegador.
Após fazer muito sucesso no BBB 11 e participar do No Limite, ambos na Globo, Ariadna Arantes não desfruta de tantas conquistas financeiras. Em conversa com o jornalista Fefito, ela desabafou sobre a discriminação que enfrenta por marcas e trabalhos de parcerias.
“Eu fui muito boicotada e sou muito boicotada até hoje por empresas, por agências, por pessoas. […] Quantos dos meus companheiros que fizeram o Big Brother compraram casas, carros, ajudaram a família?”, refletiu ela.
“E eu estou aí, tentando sobreviver. Você passar esses anos todos aí como famosa e ter dinheiro para mal comer e pagar o aluguel? Isso é muito triste para mim”, desabafou.

SELECIONAMOS PARA VOCÊ

Vale destacar que, no último ano, Ariadna Arantes foi uma das participantes do No Limite. Após ser eliminada, ela conversou com Fátima Bernardes sobre o seu desempenho nas provas, e desabafou sobre ser uma grande figura de representatividade.
“Na primeira prova de subir a duna, aquilo me desestabilizou muito, fiquei traumatizada. Eu passei mal de verdade saindo, eu não estava vendo mais cores, estava vendo em preto e branco, as pontas dos meus dedos estavam escuras e geladas, tive muita vontade de vomitar, achei que estava infartando naquele momento. E a tempestade que a gente viveu, meu Deus do céu, espero nunca mais ter que passar por algo parecido com aquilo”, falou ela.
Na conversa, a artista também refletiu sobre as mudanças para a população LGBTQIA+ e sua visibilidade.
“Acho que não mudou muito ainda, tivemos pouquíssimos avanços. Não por falta de vontade nossa, mas porque a sociedade ainda tem uma cabeça muito fechada. A gente vê que tem várias influenciadoras trans que penam, assim como eu, tentando manter nosso posicionamento, fazendo um trabalho legal e limpo. Não tem ainda grandes empresas e grandes marcas que nos proporcionam esse patrocínio, essa ajuda”, falou.
Inclusive, o desabafo que ela fez com a apresentadora global não foi o único. Nas redes sociais, Ariadna também já lamentou a falta de oportunidades no mercado de trabalho aos LGBTs.
“No mês do orgulho LGBTQI+, em pleno século 21, precisamos nos dar conta de que nossa classe precisa de mais oportunidades. Em todas as áreas. Principalmente a classe T. Ainda somos o país que mais mata Travestis e transexuais no mundo. Precisamos de conscientização para isso. Rumo a 1 milhão, mas quero apenas fazer o meu trabalho. Expressar minha arte e ser feliz“, afirmou a influencer.
O que você achou? Siga @siteentrete no Instagram para ver mais e deixar seu comentário clicando aqui.
Claudia Raia pede desculpas após revelação sobre Alexandre Frota: “Errei”
Se arrependeu!
🔥 VEM VER

source

Varíola dos macacos: 3 erros cometidos em epidemias do passado que podem ser evitados no surto atual – Terra

Varíola dos macacos: 3 erros cometidos em epidemias do passado que podem ser evitados no surto atual  Terra
source