Perrone: Repetição de racismo é resultado de punição branda ao Boca Juniors – UOL Esporte

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Juliette faz dança sexy com Gil do Vigor em show e vídeo viraliza na web – Entretê – Flagra dos Famosos

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A cantora Juliette se apresentou pela primeira vez no São João de Campina Grande e causou o maior alvoroço após levar para cima do palco o economista Gil do Vigor, seu antigo colega de confinamento no BBB 2021.
“Olha quem tá aqui! Venha cá, safado! Bora, peste! Ele veio assistir o show. Tô muito feliz. Pernambuco e Paraíba”, disse a cantora, que logo em seguida iniciou a performance da música Sala de Reboco, do icônico Luiz Gonzaga.

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Em seguida os ex-BBBs se empolgaram e fizeram uma pequena performance coreografada para o público que assistia ao show. Descendo até o show, os dois até mesmo se arriscaram a fazer o famoso passo do quadradinha, arrancando gritos e palmas dos fãs.
Ei, tá paquerando! Tá pegando todo mundo!”, brincou Juliette, ao ver Gil bem animadinho no evento. Sempre muito agitado, o pernambucano agradeceu pelo convite da amiga: “Vamos vigorar! Muito obrigado, é muito bom estar aqui, é um regozijo!”.
No dia seguinte Gil usou sua rede social para reforçar a felicidade que foi estar no evento junino. “Ontem foi incrível! Obrigada amiga por ter sido TÃO acolhedora e ter me recebido com tanto carinho e cuidado. Já estou com saudade. Nosso São João, nosso Nordeste”, disse o economista.
DANÇARINOS! Gil do Vigor no palco com a @juliette no São João de Campina Grande.
📲 https://t.co/28nrMqwyt5 pic.twitter.com/AoP1jNPilP
— Central Gilberto (@centralgilberto) June 25, 2022

No início do mês Juliette Freire foi alvo de críticas da apresentadora Antonia Fontenelle, após desabafar com os fãs sobre os constantes ataques xenofóbicos que ela sofre. Na ocasião, a loira disse que o relato da cantora surgiu após ela ter passado por um teste de atuação o qual ela precisava neutralizar seu sotaque nordestino.
“Ela insiste em ser atriz, cantora e sei lá o que, mas sem estudar. Ela e sua mania de acusar todo mundo de xenofobia. Inclusive ela me arrumou um problema muito grande por causa dessa palhaçada dela”, começou a youtuber.
“Ela foi fazer um teste de dublagem, pra fazer um filme com projeção internacional e, chegando lá, pediram pra ela neutralizar o sotaque, mais do que normal. E ela foi acusar a produção de xenofobia. Querida, deixa eu te falar uma coisa: Susana Vieira é carioca e ela fez a Maria do Carmo, que é nordestina. Quando pediram pra ela fazer sotaque de nordestina, você acha que ela foi acusar o Aguinaldo Silva ou os diretores da novela de xenofobia?”, indagou.
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PL que amplia definição de terrorismo é positivo, diz presidente do Instituto de Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo – Jornal de Brasília

Informação e Opinião
O projeto deve ainda ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de seguir para o Plenário
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou, na última terça-feira (14/6), com emendas, o Projeto de Lei 732/22, que amplia a definição do terrorismo para incluir atentados contra o patrimônio público ou privado. Para o Instituto de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (IPLD), a medida de autoria do governo federal é positiva para o combate ao terrorismo no país.
A lei vigente no Brasil contra o terrorismo pune somente quem pratica atentados contra a vida ou integridade física de pessoas, e atos de sabotagem ao funcionamento de instalações públicas específicas, como meios de comunicação, transporte e serviços essenciais.
Já o texto aprovado na Comissão, passa a considerar também ato de terrorismo o emprego premeditado de ações violentas com fins políticos ou ideológicos, o que difere da Lei Nº 13.260, que limita o terrorismo a razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião.
Bernardo Mota, presidente do IPLD, afirma que esse “projeto de lei é menos controverso que o anterior que já tramitava na casa, porque tocava em uma série de medidas policiais e de caráter excepcional, tendo em vista como uma resposta a possíveis atos terroristas”.
Segundo o presidente do Instituto, a nova medida é mais concisa, objetiva e curta. “Ele amplia um pouco a definição de atos terroristas, que pra mim é positivo e ele inclui ações com fins políticos e ideológicos, que não estavam previstos, só falavam em função de xenofobia e preconceito de raça, cor e etnia. Agora, você amplia um pouco o espectro para incluir os fins políticos e ideológicos, que eu acho que aí sim torna a lei muito mais moderna”.
“O próprio Gafi (Grupo de Ação Financeira) já havia apontado essa possível deficiência ou limitação da definição. Eu vejo como assertiva essa emenda que amplia um pouco o escopo da definição de atos terroristas”, ressalta Mota.
O especialista também afirma que o projeto fez uma nova redação, mas manteve a excludente dos movimentos sociais, ou seja, não considerando-os terroristas.
O projeto deve ainda ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de seguir para o Plenário da Câmara.
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Patrocinador e Observatório da Discriminação Racial lançam campanha contra racismo na Libertadores – UOL Esporte

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Cachorro morre em hotel para cães enquanto tutora trabalhava em Jacareí – O VALE

O caso foi nesta segunda-feira (27). O cão apresentou diversas lesões no corpo
(Foto: Denise Martins / Arquivo Pessoal)
Um cachorro da raça Yorkshire Terrier morreu após ficar em um hotel para cães enquanto a tutora trabalhava. O caso foi nesta segunda (27), no Jardim Santa Maria em Jacareí. Um boletim de ocorrência foi registrado nesta terça-feira (28), após laudo veterinário constando lesões com hematomas.
 Segundo Denise Martins, de 41 anos, o marido dela levou o cão para o hotel de manhã e quando voltou no final da tarde, o animal estava morto. O Yorkshire era chamado de Bob e tinha cinco anos.
 “Meu marido deixou ele lá, porque abrimos uma Petshop e não conseguia ficar com ele aqui por causa dos outros cães. Quando foi final da tarde, o dono do hotelzinho falou que saiu e quando voltou, o Bob parecia estar morto. O meu cachorro estava machucado no pescoço, abatido. Deve ter sido os outros cachorros grandes. Não sei se ele estava em um local sozinho ou não”.
 O corpo do cachorro foi levado para uma veterinária para o laudo clínico, constatado que ele teve diversas lesões no corpo, principalmente na região cervival e hematomas.
 Segundo a tutora, o cachorro tinha o costume de ir para o hotel antes da pandemia, mas agora que precisou abrir o negócio e iria deixá-lo novamente.
 Um boletim de ocorrência foi realizado nesta terça-feira (28) e a Polícia Civil irá unir as informações com os envolvidos para investigar a causa da morte do cão. 
 O advogado do hotel divulgou uma nota, informando que o cuidador se coloca à disposição para apoio e que tinha zelo pelo cão o qual oferecia abrigo há três anos. Disse também que “se coloca à disposição para fazer minimizar a dor e danos, de pronto já entrou em contato com o advogado dos tutores para esclarecimentos”. 
 Complementou ainda, que “está extremamente assustado pelos atos repudiáveis de danos praticados à sua residência, ameaças à vida e integridade física, sua e de sua família, bem como os atos de xenofobia. Quanto aos fatos, está à disposição da autoridade policial para esclarecimentos, tendo em vista inexistir qualquer histórico de agressão ou violência entre os animais.” 
29/06/2022 – 15:10
29/06/2022 – 12:15
29/06/2022 – 11:41
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'Rise', filme dos irmãos Antetokounmpo campeões da NBA, estreia no Disney+ – ACidade ON – Araraquara, Campinas, Ribeirão Preto e São Carlos

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O foco da narrativa é a superação da família que encarou xenofobia e racismo ao migrar da Nigéria para a Grécia. Já no trailer é mostrado como a ameaça de deportação era um temor real para Charles e Vera Antetokounmpo (interpretados por Dayo Okeniyi e Yetide Badaki, respectivamente), pais dos atletas. O longa acompanha Giannis (Uche Agada) e Thanasis (Ral Agada) trabalhando como vendedores no país europeu e jogando basquete no tempo livre.

Com a ajuda de um agente, Giannis entrou no NBA Draft em 2013. Ele foi selecionado na 14ª posição geral e ajudou a levar o Milwaukee Bucks a seu primeiro anel do Campeonato em 50 anos, junto de Thanasis, na temporada passado, enquanto Kostas jogava pelo campeão do ano anterior, os Los Angeles Lakers.

O filme estrela Dayo Okeniyi, Yetide Badaki, Manish Dayal, Taylor Nichols, apresentando Ral Agada e Uche Agada, com direção de Akin Omotoso (Vaya), roteiro de Arash Amel (de Uma Guerra Pessoal) e produção de Bernie Goldmann (de 300). Giannis Antetokounmpo atuou como produtor executivo, ao lado de Douglas S. Jones.

Giannis é o irmão que mais se destaca entre os atletas. Além do título conquistado como o principal jogador de sua equipe, ele ganhou prêmios individuais, como o melhor jogador de basquete do mundo em 2019 e 2020, o jogador defensivo do ano em 2020 e foi selecionado seis vezes consecutivas para o jogo das estrelas da NBA, entre 2017 e 2022.
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Marcelo Barreto: Nem sempre pensar diferente é preconceito – Jornal Floripa

Agência de Notícias
Agência de Notícias
Minha carreira no jornalismo esportivo começou quando treinos e vestiários pós-jogo eram totalmente liberados à presença dos jornalistas. Não compartilho plenamente da saudade que muitos colegas da minha geração sentem desse ambiente — jogadores passeando pelados enquanto davam entrevistas sobre a partida não passavam uma imagem muito profissional, e causavam constrangimento às ainda poucas mulheres repórteres. Mas não foi isso que provocou a mudança: com a limitação do contato às coletivas, os clubes buscavam mais controle sobre o que é dito, transmitido e publicado.
— Não entendo a imprensa brasileira — reclamava Romerito ao ler o noticiário sobre o Fluminense nos anos 80. — O GLOBO me entrevista por uma hora e dá uma notinha; o Jonal dos Sports fala comigo por cinco minutos e publica uma página.
Marcelo Barreto:Jogadores de futebol têm privilégios que podem ser maiores que os nossos. Mas qual é o limite da cobrança?
Na época da resenha entre jogadores e jornalistas, eram esses últimos que controlavam a narrativa. E nem sempre fizeram bom uso desse poder. Voltaram-se, então, câmeras e microfones para a figura dominante do treinador. Na era das mesas redondas da TV a cabo e dos influenciadores da internet, são eles que pautam o debate — mas nem sempre conseguem controlar seu rumo.
Jorginho, que dava entrevistas no vestiário como jogador e agora se senta às mesas patrocinadas das coletivas como treinador, quis mandar um recado para Abel Ferreira. Reclamou do mau comportamento do colega e de sua comissão à beira do campo — algo que todos veem e poucos aprovam. Mas deixou escapar um “eles vêm para cá”, numa referência aos técnicos estrangeiros. Resvalou na xenofobia, e foi nesse ponto que as reações a sua fala se concentraram (ainda sob a influência da conversa de Mano Menezes com Dorival Júnior, captada pelos microfones da transmissão, da qual viralizou o trecho “aqui também estava esculhambado”, em alusão ao trabalho de um antecessor de outro país). Apanhou, reconheceu o erro e viu o recado que queria passar perder relevância.
Gustavo Poli:A seleção brasileira e a camisa invisível
Depois daquele mesmo jogo, Abel foi simpático e sorridente quando perguntado sobre o vizinho chato, personagem que popularizou ao reclamar das críticas a seu trabalho (e que muita gente acredita ser uma personificação dos jornalistas). Mas voltou a chamar de professores de Deus os analistas de futebol, que desqualifica de forma recorrente. “Aqui no Brasil, de dez que falam, nove não percebem”, reclamara, na coletiva anterior. Os árbitros também são alvo frequente de sua fúria: na mesma ocasião, disse com todas as letras que se sente perseguido pela arbitragem brasileira, especialmente por Wilton Sampaio.
Abel parece estar no auge de um trabalho de quase dois anos no Palmeiras — um tempo que, em idade de técnico de futebol no cargo, equivale a uma eternidade. Talvez por isso, suas ideias hoje estejam sendo mais ouvidas. E ele faz questão de se apresentar como um homem sincero, que está sempre disposto a dizer o que pensa. Diz mesmo, e com isso já contribuiu bastante com o debate sobre o futebol brasileiro. Quando se mostrar também disposto a ouvir, sem desqualificar o interlocutor, os dois lados da conversa só terão a ganhar. Nem tudo é xenofobia, perseguição ou ignorância; muitas vezes, pensar diferente é só um exercício de democracia.


Prestes a deixar o cargo, José Mauro Ferreira Coelho não tem incentivo para descumprir a lei e colocar seu próprio patrimônio em risco Please follow […]
Bombeiros tentaram reanimar o bichinho, mas sem sucesso Cão morreu em incêndio em Blumenau na manhã desta terça-feira (28). – Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros/ […]
Parlamentares estudam propostas que dobram cobrança sobre os lucros da estatal e taxam a exportação do petróleo; aliados do Planalto temem que comissão parlamentar vire […]
Adolfo Sachshida, braço direito de Paulo GuedesCrédito: Jefferson Rudy / Agência Senado – 21.06.2022 Um dia depois da renúncia de José Mauro Coelho da presidência […]
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Piquet se desculpa por ofensa racista sobre Hamilton: "Discriminação não tem espaço na F1" – F1Mania

Nelson Piquet enfim se pronunciou sobre a polêmica em que esteve envolvido nos últimos dias. Nesta quarta-feira (29), o tricampeão de F1 pediu desculpas pela linguagem racista usada contra Lewis Hamilton em uma entrevista.
“Gostaria de esclarecer as histórias circulando na mídia sobre um comentário que fiz no ano passado em uma entrevista”, começou a fala do brasiliense.
“O que disse foi mal pensado e não vou me defender disso, mas o termo usado e amplamente usado no português brasileiro coloquial como sinônimo de cara ou pessoa, sem intenção de ofender”, continuou.
“Nunca usaria a linguagem que algumas traduções têm me acusado. Condeno fortemente qualquer sugestão de que a linguagem usada foi para diminuir qualquer piloto pela cor de sua pele”, seguiu.
“Peço desculpas do fundo do coração a todos que se sentiram afetados, incluindo Lewis, que é um excelente piloto, mas a tradução em alguns veículos que agora circulam nas mídias sociais não é correta. Discriminação não tem espaço na F1 ou na sociedade e fico feliz em esclarecer meus pensamentos sobre isso”, completou.
A fala usada pelo ex-F1 ganhou atenção não apenas da mídia brasileira, mas também dá internacional e chegou ao paddock da F1. Não apenas a categoria, a FIA e a Mercedes se pronunciaram como também diversos pilotos e até mesmo o heptacampeão.
Em suas redes, o inglês afirmou, em português, que é necessário mudar a mentalidade. Depois, já em sua língua nativa, seguiu o discurso dizendo que esse tipo de atitude não tem espaço no esporte e chegou a hora de tomar atitudes.
1) Max Verstappen, 175 pts
2) Sergio Pérez, 129
3) Charles Leclerc, 126
4) George Russell, 111
5) Carlos Sainz Jr., 102
6) Lewis Hamilton, 77
7) Lando Norris, 50
8) Valtteri Bottas, 46
9) Esteban Ocon, 39
10) Fernando Alonso, 18

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Povo Pataxó retoma territórios tradicionais no Extremo Sul da Bahia – Combate Racismo Ambiental

A primeira retomada foi na TI Comexatibá, já a outra foi na TI Barra Velha, próximas a Prado e Porto Seguro (BA); na segunda retomada, os indígenas foram expulsos, a tiros, por supostos fazendeiros e seus aliados
No Cimi
A última semana ficou marcada por intensas mobilizações no Extremo Sul da Bahia. Nos dias 22 e 25 de junho, indígenas Pataxó decidiram retomar áreas em dois pontos diferentes: a primeira retomada foi dentro dos limites da demarcação da Terra Indígena (TI) Comexatibá (Cahy-Pequi), no município de Prado, na Bahia. Já a segunda, foi na TI Barra Velha do Monte Pascoal, entre Prado e Porto Seguro, Bahia.
Em nota, os indígenas explicaram que “as famílias Pataxó precisam da terra para sua sobrevivência. Para promover agricultura indígena, práticas religiosas e proteção dos recursos naturais ainda existentes”.
Retomada TI Comexatibá
No dia 22 de junho, cerca de 180 indígenas retomaram uma área reivindicada como de ocupação tradicional em uma parte do território Comexatibá (Cahy Pequi) – hoje tomada por empresas multinacionais de produção de celulose.
“Atualmente, empresas de celuloses exploram a área por meio da plantação de eucaliptos e isso traz sérios prejuízos ambientais para toda região, inclusive com desmatamentos e uso excessivo de agrotóxicos. Essas práticas vêm afetando os recursos hídricos ainda existentes na região”, afirmam, em nota, os Pataxó.
Por meio de vídeos, lideranças mostraram o momento em que a área foi retomada. “Hoje estamos aqui mostrando que quem tem o sagrado poder, é nós. Estamos expulsando as multinacionais, os milionários e trilionários daqui. Não vai ficar um pé de eucalipto em nossa terra sagrada, porque isso é mau. Queremos nossa água, terra de qualidade, nosso bioma recuperado. Não aceitamos essa vergonha, essa destruição”, afirma uma das lideranças.
“Pedimos socorro às autoridades e à sociedade brasileira e internacional. Apoiem a causa indígena, que é verdadeira e legítima. Não aguentamos mais, essa terra é nossa carne, a água é nosso sangue e a floresta é nosso espírito. A celulose, a monocultura e agropecuária extensiva estão destruindo tudo”, completa.
Até o momento, a retomada está pacífica e os indígenas conseguiram chegar a um acordo com uma das empresas que atuam na região. O Ministério Público Federal (MPF) está acompanhando a situação.
De acordo com a advogada Lethicia Reis, da assessoria jurídica do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a TI Comexatibá é a que tem mais “contestações no Brasil”. “Ao todo, são 156 contestações analisadas. Os indígenas não só enfrentam empresas de produção de celulose, mas também empresários do setor hoteleiro. E, assim como em todo o país, esse território também está, atualmente, com o processo de demarcação travado”.
Retomada TI Barra Velha
Três dias depois da retomada no território Comexatibá – no dia 25 de junho –, outro grupo Pataxó, formado por cerca de 100 indígenas, retomou uma área localizada dentro da TI Barra Velha do Monte Pascoal. No entanto, na noite do dia seguinte, supostos fazendeiros e aliados expulsaram do local, a tiros de arma de fogo, os indígenas.
Cerca de 50 carros, com homens encapuzados e, até mesmo portando armas de fogo exclusivas da Polícia Militar, se deslocaram até o local da retomada para retirar – sem ordem judicial – os indígenas da área. Alguns deles se identificaram como policiais e seguranças de fazendeiros.
Em vídeos recebidos pelo Cimi, os homens se vangloriam por expulsar os Pataxó da área de retomada. Apesar de não haver feridos, os celulares de algumas lideranças foram levados pelos invasores durante a movimentação.
“Hoje, dia 26 de junho de 2022, está acontecendo uma coisa muito importante no Sul da Bahia. Estão juntando os agropecuaristas do Sul da Bahia, todos os proprietários rurais, para retirar da Fazenda Brasília os ‘falsos índios’. Estamos juntando todo mundo para fazer o que estão fazendo no Mato Grosso do Sul [semelhante ao que fizeram contra os Guarani Kaiowá]. Daqui para frente vai ser assim: invadiu uma propriedade, todo mundo vai cair para cima. Ninguém aguenta mais esse absurdo”, diz, em vídeo, um dos supostos fazendeiros.
Em outro vídeo, um homem que passa de carro mostra uma fila de caminhonetes de fazendeiros próxima ao local da retomada, no entorno do Parque Nacional Histórico do Monte Pascoal. “Olha aí galera, os fazendeiros se reunindo para ficar contra os índios. Só ‘dá’ eles. Estão querendo ir para a guerra”. Outra voz masculina, ao fundo da gravação, indaga: “viu ali os pistoleiros?”.
Segundo uma liderança – que, por segurança, não será identificada –, agora os supostos fazendeiros e seus aliados estão fazendo rondas nas estradas, a fim de impedir a circulação dos indígenas.
TI Barra Velha: demarcação emperrada
A Terra Indígena Barra Velha foi demarcada no município baiano na década de 1980 com 8.627 hectares. No entanto, grande parte do território de ocupação tradicional Pataxó ficou de fora desta demarcação e, com isso, surgiu também a preocupação com as futuras gerações da comunidade. Foi então que os indígenas se mobilizaram para garantir a revisão dos limites da área.
Em 2009, a Fundação Nacional do Índio (Funai) publicou o novo relatório circunstanciado de identificação da área. A demarcação revisada recebeu o nome de TI Barra Velha do Monte Pascoal e corrigiu também os limites do território, que passou a possuir 52.748 hectares, os quais incluem a demarcação anterior.
Apesar da vitória dos Pataxó, um grupo de fazendeiros e o Sindicato Rural de Porto Seguro tentaram anular a demarcação na Justiça quatro anos depois, em 2013. Eles ingressaram com seis mandados de segurança no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), solicitando que a Corte impedisse a publicação da Portaria Declaratória da área pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública – etapa seguinte do processo demarcatório. No mesmo ano, o STJ atendeu de forma liminar ao pedido, barrando o andamento do processo administrativo do território Pataxó.
Mas, em 2019, depois de admitir os indígenas como parte do processo, a Primeira Seção do STJ derrubou a liminar, por unanimidade, e reconheceu, em decisão de mérito, a legitimidade e a validade da demarcação da TI Barra Velha do Monte Pascoal.
Para se opor ao reconhecimento do território Pataxó, os ruralistas se basearam na tese do marco temporal – sobre a qual o Supremo Tribunal Federal (STF) deve se posicionar, ainda neste ano, em um julgamento de repercussão geral – e também em uma das condicionantes do caso Raposa Serra do Sol, que impede a “ampliação” de terras indígenas.
Mas uma reportagem publicada pelo Cimi, em agosto de 2020, mostrou que a demarcação da TI Barra Velha do Monte Pascoal ainda está “emperrada”. Em cinco das seis ações movidas contra a demarcação do território Pataxó, os fazendeiros recorreram ao STF, onde os recursos ainda tramitam. Por outro lado, a decisão do STJ derrubou qualquer impedimento para a publicação da Portaria Declaratória da terra indígena pelo Ministério da Justiça.

Imagem: Indígena do povo Pataxó na área de retomada dentro do território Comexatibá, próximo a Prado (BA). Foto: Povo Pataxó



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De ataque contra Juliette a xenofobia: 5 vezes que Antonia Fontenelle mostrou seu lado bolsonarista – Diário do Centro do Mundo

Antonia Fontenelle nunca escondeu seu lado bolsonarista, algo que mostrou no último fim de semana ao atacar a atriz Klara Castanho, jovem que foi estuprada, ficou grávida e depois entregou o bebê para a doação.
Ao longo da sua trajetória, a fã do presidente Jair Bolsonaro (PL) atacou várias celebridades e defendeu pautas da extrema-direita brasileira.
Relembre algumas atitudes horríveis da Antonia Fontenelle:
Em junho deste ano, Fontenelle atacou a ex-BBB Juliette após ela reclamar de xenofobia ao pedirem em um teste que ela neutralizasse seu sotaque nordestino.
Fontenelle mandou a cantora estudar e disse que a atriz não sabia o que era arte. Também afirmou que ela tem uma “mania de acusar todo mundo de xenofobia”.
“Tem uma moça, ex-BBB, que insiste em ser atriz e cantora sem estudar. Ela e sua mania de acusar todo mundo de xenofobia, inclusive me arrumou um problema muito grande com essa palhaçada dela”, disse a bolsonarista em seu Instagram.
Ela ainda usou outro exemplo: “Susana Vieira é carioca, ela fez a Maria do Carmo, que era uma nordestina. Quando pediram para ela fazer sotaque de nordestina, você acha que ela foi acusar os diretores da novela de xenofobia? Te manca, vai estudar e para de ficar acusando as pessoas de xenofobia”.
“Existe uma coisa chamada perfil de personagem, é importante que você entenda. O sotaque era nordestino? Não, não era. Porque se fosse, não teria pedido para você neutralizar”. E completou: “Isso não é xenofobia, isso tem a ver com arte, coisa que você desconhece, sabe por que? Porque você quer passar na frente, você quer furar fila. Vai estudar, garota. Pé no saco, é isso que você é”.
No ano passado, a youtuber bolsonarista usou o termo ‘paraíba’ ao comentar o caso da agressão cometida por ele contra a ex-esposa Pâmela Hollanda. Fontenelle foi acusada de xenofobia por diversas pessoas.
No começo do ano, Batoré morreu e Fontenelle atacou o humorista. Os dois brigaram em 2019 e a youtuber o processou. Aparentemente, ela ficou muito magoada com o artista e o detonou.
“Hoje morreu um cearense, que todos chamam de humorista, e que para mim ele não passava de um cara covarde, machista e que me apontou, me julgou, foi cruel, foi covarde comigo, sem nunca ter me visto na vida, sem nunca eu ter feito nada com ele, o tal do Batoré”, disparou.
“Agora um monte de gente: coitadinho, Batoré morreu! Coitadinho o c*, não é porque ele morreu, que ele passou a ser santo e vai morar com Deus”, acrescentou.
Antonia publicou no Instagram um vídeo editado que associava os irmãos Neto à incitação e à prática de pedofilia. “Felipe e Luccas Neto, dois irmãos milionários, um deles faz dinheiro com crianças e o outro com adolescentes cujo os pais ignoram o que seus filhos consomem na internet”, disse ela na ocasião.
A atriz se defendeu alegando que não pretendia ofender os dois, mas sim “provocar a discussão e a readequação dos conteúdos produzidos”. Ela acabou sendo condenada.
Giselle processou Fontenelle por xenofobia. A delegada Marcia Noeli Barreto, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância passou a investigar a apresentadora por prática de racismo.
Antonia foi acusada de ter sido xenofóbica ao atacar Itié, atriz que nasceu no México.
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