Contra o racismo, programa de governo de Lula e Alckmin prevê o combate ao superencarceramento – Brasil 247

Documento também estabelece como metas a implantação e valorização de políticas públicas voltadas para a juventude, idosos e a comunidade LGBTQIA+ edit

247 – As diretrizes para a elaboração do programa de governo da chapa formada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) estabelece como “imprescindível a implementação de um amplo conjunto de políticas públicas de promoção da igualdade racial e de combate ao racismo estrutural”. 
Está prevista a “construção de políticas que combatam e revertam a política atual de genocídio e a perseguição à juventude negra, com o superencarceramento, e que combatam a violência policial contra as mulheres negras, contra a juventude negra e contra os povos e comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiro”. 
O documento, intitulado “Diretrizes para o Programa de Reconstrução e Transformação do Brasil”,  ressalta a necessidade da “continuidade das políticas de cotas sociais e raciais na educação superior e nos concursos públicos federais, bem como sua ampliação para outras políticas públicas”, além da “proteção dos direitos e dos territórios dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais”.
O material também prevê o combate à discriminação e o respeito à população LGBTQIA+ assegurando seu “direito à saúde integral, a inclusão e permanência na educação, no mercado de trabalho e que reconheçam o direito das identidades de gênero e suas expressões”. O documento também estabelece como meta a valorização e inclusão dos jovens no mercado de trabalho e a garantia de direitos e respeito às pessoas com deficiência e idosos.  
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Tribunal Europeu dos Direitos Humanos anulou casamento entre pessoas do mesmo sexo? É falso – Polígrafo – Polígrafo

“O casamento homossexual é anulado. Estrasburgo, França. Por unanimidade, o Tribunal de Direitos Humanos mais importante do mundo estabeleceu literalmente que ‘não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo‘”. Esta legenda repete-se em vários posts a circular no Facebook e Twitter desde 2016.
Conforme é explicado na publicação em análise, a alegada decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) terá sido “fundada numa série de considerações filosóficas e antropológicas baseadas na ordem natural, família, senso comum, relatórios científicos e, é claro, no direito positivo”.
É falso que este órgão judicial europeu tenha decidido que “não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo”. O TEDH apenas é “competente para se pronunciar sobre queixas individuais ou estaduais que aleguem violações dos direitos civis e políticos consagrados na Convenção Europeia dos Direitos Humanos”. Ou seja, nunca teria o poder para “anular o casamento entre pessoas do mesmo sexo”.
A decisão em que se baseia a falsa declaração, emitida em 2016, apenas determina que cabe aos Estados decidir se permitem ou não as uniões matrimoniais entre pessoas do mesmo sexo. Em causa estava uma ação movida por dois franceses, Stéphane Chapin e Bertrand Charpentier, cujo casamento foi anulado em 2007 pela justiça francesa, porque as uniões entre pessoas do mesmo sexo não eram legais na época em França. O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi aprovado neste país em 2013, em conjunto com a legalização da adoção por parte destes casais.
A anulação desta união, considerada por muitos como o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo em França, deu início a uma longa batalha judicial nos tribunais franceses que culminou no recurso para a última instância: o TEDH. Em junho de 2016, a quinta secção do Tribunal de Estrasburgo, composta por sete juízes, decidiu sobre o litígio em causa: “Caso Chapin e Charpentier vs França“. Mas não se procedeu à anulação desta união, ou até a sua confirmação. O tribunal europeu entendeu, sim, que os Estados são livres de “não conceder o direito ao casamento mais do que aos casais heterossexuais”, tal como se lê na referida sentença.
Neste caso, o casal denunciou o Estado francês de ter violado os direitos previstos nos artigos 8º, 12º e 14º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), referentes aos direitos de respeito pela vida privada e familiar, ao casamento e à não discriminação. Ora, o tribunal entendeu que a decisão de não legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo – que vigorava em França em 2007 – é uma decisão estadual que anula a potencial violação destes direitos.
Tal como concluído pela “EFE Verifica“, a alegação partilhada nas redes sociais de que a sentença se baseia em “questões filosóficas e considerações antropológicas baseadas na ordem natural” não tem qualquer fundamento, uma vez que não existe qualquer referência deste tipo no acórdão.
Em suma, é falso que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos tenha decidido que “não há direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo” ou tenha anulado um matrimónio específico. Na verdade, determinou que são os Estados que decidem se devem introduzir estas uniões matrimoniais na sua legislação.
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Registros de casos de racismo e injúria racial aumentam no ES – Folha Vitória

Redação Folha Vitória
Os crimes de racismo e de injúria racial no Espírito Santo totalizam 50 registros de janeiro até abril deste ano. No mesmo período de 2021, foram 39 casos, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).
Em todo o ano passado, 103 casos foram registrados. As vítimas, na grande maioria, se declaram negras ou pardas e são do sexo feminino.
Segundo o advogado criminalista Marcos Vinícius Sá, em casos de racismo ou injúria racial, o registro da denúncia é extremamente necessário. 
“É importante, cada vez mais, que as pessoas que sofrem com esse tipo de ataque registrem a ocorrência. O crime de racismo nem mesmo precisa que a vítima registre ocorrência. Por óbvio, a gente precisa que a autoridade policial tome conhecimento da prática do crime”, explicou.
Em entrevista ao programa Fala Espírito Santo, da TV Vitória/Record TV, ele também explicou a importância do registro do crime de injúria racial. 
Já o crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/1989, implica em conduta discriminatória conduzida a um determinado grupo ou coletividade e, geralmente, refere-se a crimes mais amplos.
Os crimes de racismo e injúria racial preveem pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa. Existem algumas diferenças entre eles: o crime de racismo não cabe fiança. Já o de injúria racial, cabe fiança, como aconteceu com a professora de uma faculdade particular em Vitória, autuada em flagrante na última quarta-feira (22).
Uma aluna do curso de Design de Moda da Faesa, instituição particular de ensino superior de Vitória, publicou nas redes sociais um vídeo narrando o que considerou ser um episódio de preconceito racial praticado por uma professora do curso na manhã de quarta-feira (22)
A professora foi autuada em flagrante pela Polícia Civil. Em nota, a PC informou que uma fiança foi arbitrada pela autoridade policial, conforme artigo 322 do Código de Processo Penal.
“Ela foi liberada para responder em liberdade, após o recolhimento da fiança. O caso seguirá sob investigação”, diz a nota.
Nas redes sociais, a jovem afirmou que a educadora deu uma declaração contra tatuagens, dizendo que “são heranças dos presidiários e que elas ficariam ainda piores na pele negra, que se assemelha a uma pele encardida”.
Por nota, a Faesa confirmou, nesta quinta-feira (24), que a professora está afastada de suas atividades e que um processo administrativo já está em andamento para que todas as providências sejam tomadas.
A Polícia Militar foi acionada e foi até a faculdade. A professora chegou a ser ouvida pelos militares e alegou que fez um comentário sobre tatuagens, mas que foi mal interpretada pela aluna.
Ela foi conduzida à 1ª Delegacia Regional de Vitória. A jovem registrou um boletim de ocorrência e assinou uma representação contra a mulher.
À reportagem, o coordenador do Centro de Estudo da Cultura Negra no Espírito Santo, Luiz Carlos Oliveira, afirmou que é de suma importância registrar a ocorrência o quanto antes. “Este é o primeiro passo. Depois disso, ela pode nos procurar para discutir a questão. A fala acaba estando relacionada ao racismo estrutural, em relação ao qual cobramos posturas dos políticos e representantes”, disse.
O coordenador também afirmou que a sociedade caminha a passos lentos para um resultado efetivo de punição por atos racistas. “Aos poucos anda, mas bem devagar”, desabafou.
SAIBA MAIS: VÍDEO | Aluna de faculdade particular de Vitória acusa professora por racismo

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Mulher acusa médica de racismo em Ribeirão das Neves: 'Você merece tomar umas chibatadas' – G1

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Está aberto o prazo de submissão de propostas para a 3ª Chamada pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior na América Latina – UFPA

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Estão abertas as submissões de propostas para a 3ª Chamada pela Erradicação do Racismo no Ensino Superior na América Latina. A ação encoraja projetos que promovam reflexões e debates sobre a erradicação das múltiplas formas de racismo que ainda persistem nas políticas, sistemas e instituições de Ensino Superior da América Latina. O envio de propostas deve ser feito até 15 de julho, por meio do e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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. Mais informações, acesse o edital.
Essa convocatória, promovida pela Cátedra UNESCO em Educação Superior e Povos Indígenas e Afrodescendentes na América Latina – UNTREF (Argentina), é direcionada a atividades desenvolvidas no âmbito acadêmico, presenciais ou on-line, com equipes de dois ou mais integrantes, formadas por alunos(as), professores(as) e técnicos(as)-administrativos(as) de Instituições de Ensino Superior (IES) da América Latina.  Serão selecionadas, no máximo, 12 propostas de ação, que contarão com o apoio da Cátedra para a divulgação, a fim de proporcionar uma maior visibilidade aos projetos escolhidos.
O professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazônia (PPGEAA – UFPA), José Guilherme Fernandes, e integrante da Red Esial (Educação Superior e Povos Indígenas e Afrodescendentes da América Latina), que promove anualmente a chamada, considera como fundamental a participação de projetos da Universidade na ação. “O pessoal acadêmico de nossa instituição que enviar propostas para a chamada, além de fomentar a missão da UFPA, que é produzir, socializar e transformar o conhecimento na Amazônia para a formação de cidadãos capazes de promover a construção de uma sociedade inclusiva e sustentável, também integrará uma rede de pesquisadores internacionais, dedicados à transformação social e que tem história comum de avanços e desafios na América Latina”, observa.
Submissão – As propostas selecionadas devem incluir o uso de algumas publicações e vídeos que estão disponíveis no site da Iniciativa para a Erradicação do Racismo no Ensino Superior, exclusivamente ou em conjunto com outros recursos. Essas ações podem consistir, por exemplo, em eventos voltados ao meio acadêmico como fóruns, seminários, workshops, conversas ou outros formatos que permitam aproveitar os materiais desenvolvidos para o projeto.
Outro requisito para a participação da Chamada é que todas as propostas sejam redigidas em espanhol, português ou qualquer uma das mais de quatrocentas línguas indígenas ou de comunidades afrodescendentes atualmente faladas em países latino-americanos. Entretanto, por uma questão prática, as submissões que estiverem redigidas nas línguas dos povos indígenas e afrodescendentes, devem ser traduzidas para o espanhol e o português. As propostas selecionadas ficarão sob responsabilidade da Equipe de Colaboradores da Chamada.
Serviço:
Submissão: Até 15 de julho de 2022
Inscrição: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
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Edital: acesse aqui.
 
Texto: Leandra Souza – Assessoria de Comunicação Institucional da UFPA.
Imagem: Divulgação

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Lilian Thuram: “O racismo é um conceito cultural e uma ideologia política ao serviço de uma ideologia económica” – Público

Em Pensamento Branco, o antigo futebolista da selecção francesa percorre a história da humanidade à procura das origens das construções sociais que destroem “a solidariedade entre os indivíduos”.
Foi a partir das suas experiências pessoais que Lilian Thuram decidiu investigar sobre os preconceitos que se manifestam no quotidiano e criam divisões entre as pessoas. O escritor diz que, tal como o sexismo, o racismo classifica os indivíduos de acordo com a cor da pele e encaixa-os em determinadas identidades. O que significa ser branco ou negro? Existe uma maneira branca de pensar, da mesma forma que existe um pensamento negro? E se sim, de onde é que surgiu? São estas as questões que o antigo futebolista aborda no livro “Pensamento Branco” publicado em 2020 e editado em Março deste ano em Portugal pelas Edições Tinta da China.

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RACISMO? Policial da Flórida que parou motorista negro e disse “é assim que vocês são mortos” está sob investigação – Brazilian Times

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Publicado em 25/06/2022 as 10:00am
O motorista, identificado como Gerardson Nicolas, estava a caminho do trabalho quando foi parado. Ele, que filmou a abordagem, disse que não estava usando cinto de segurança. “Dê-me a sua carteira de motorista, registro e seguro”, pediu o policial no vídeo. “Se não, você não vai trabalhar hoje. Coisa simples, cara. É assim que vocês são mortos aqui, cara”, continuou o oficial.
Da redação
Um policial da Flórida está sob investigação depois que parou um motorista negro e, supostamente, disse: “É assim que vocês são mortos”. De acordo com as informaões, a parada de trânsito ocorreu no dia 15, em North Miami Beach.
O motorista, identificado como Gerardson Nicolas, estava a caminho do trabalho quando foi parado. Ele, que filmou a abordagem, disse que não estava usando cinto de segurança. “Dê-me a sua carteira de motorista, registro e seguro”, pediu o policial no vídeo. “Se não, você não vai trabalhar hoje. Coisa simples, cara. É assim que vocês são mortos aqui, cara”, continuou o oficial.
O diálogo segue:
“O quê? Diga isso de novo?”, respondeu Nicolau. “Diga o que você acabou de dizer”, continuou.
“Registro e seguro”, respondeu o oficial.
O motorista disse, em engrevista à NBC 6, que sentiu medo de morrer e que quando o policial lhe pediu a licença e mandou abrir a porta, foi quando começou a gravar. “Eu fiquei preocupado porque aquele não era o meu carro e não conseguia achar a minha carteira. Era o carro da minha mãe e eu não sabia onde estava o registro. Quando mais eu procurava, mais preocupada ficava”, continuou.
Em um comunicado obtido pela PEOPLE, o Departamento de Polícia de Miami Dade disse que, após tomar conhecimento do videoclipe publicado nas mídias sociais, o diretor interino George A. Perez “iniciou imediatamente uma investigação de assuntos internos para revisar mais de 30 minutos de imagens capturadas pela câmera corporal do policial e outras evidências”.
O policial foi colocado em serviço administrativo enquanto aguarda uma investigação sobre o incidente, de acordo com o departamento.
“Tenha certeza de que estamos comprometidos com a transparência e a confiança da comunidade e abordaremos todos os assuntos de interesse público de maneira equitativa, justa e de acordo com as leis aplicáveis”, disse o departamento.
 
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Advogada de Vitória da Conquista sofre racismo de vizinha: 'Macaca' – Jornal Correio

A advogada Yldene Martins, 41, conselheira estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Bahia, foi vítima de racismo por uma vizinha, que a chamou, dentre outras injúrias raciais, de “macaca negra”. O caso aconteceu em Vitória da Conquista, após a advogada solicitar a retirada do carro de outra moradora que ocupava a sua vaga de garagem.
O inquérito policial foi aberto na manhã da última sexta-feira (17), na 1ª Delegacia Territorial de Vitória da Conquista. De acordo com a Polícia Civil, Yldene relatou que o porteiro do condomínio impediu que a vizinha a agredisse fisicamente.
Segundo consta no boletim de ocorrência, obtido pela TV Sudoeste, a vizinha, identificada como Floraci Chaves dos Santos Coqueiro, teria xingado Yldene de nomes como “urubu negro”, “cadela negra” e “negra vagabunda”, antes de a tentar agredir com um chinelo. Nesse momento, ela teria dito “Eu vou dar uma surra agora nessa cadela negra, você me paga”. Foi quando o porteiro interferiu.
A OAB saiu em defesa da profissional e manifestou “sua irrestrita solidariedade à jovem advogada”. A Ordem destacou um entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), fixado em outubro do ano passado, que considera que o crime de injúria racial é espécie do gênero racismo, sendo, portanto, inafiançável e imprescritível, conforme o artigo 5º, inciso XLII, da Constituição Federal.
A Ordem e a Subseção de Vitória da Conquista repudiaram o racismo sofrido e reafirmaram a disposição de lutar pela promoção da igualdade racial e pela dignidade da pessoa humana.
“É inadmissível que no Brasil, maior nação negra fora do continente africano, tenhamos que conviver com práticas cotidianas de opressão que negam direitos e tentam rebaixar o ser humano pela cor da sua pele, origem, raça ou etnia”, diz pronunciamento.
De acordo com a OAB, Yldene Martins já está sendo acompanhada pela Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Subseção de Vitória da Conquista e terá o apoio da Subseção e da Seccional baiana da instituição.
A reportagem não conseguiu localizar a acusada, nem sua defesa, para comentar o caso.
***
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Esta Ranger Raptor é (assumidamente) “muito gay” – Observador

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©2022 Observador
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Siga o tópico Ford e receba um alerta assim que um novo artigo é publicado.
Habitualmente, as pick-ups são veículos puros e duros, associados a homens de “barba rija”. A nova Ranger Raptor é tudo isso, mas também pode ter um lado mais “colorido” para combater a discriminação.
Exclusivo assinantes: Ofereça artigos aos seus amigos.
Não se deixe enganar pela profusão de cores, que "só" se destinam a apoiar a comunidade LGBTQ+. Esta "Very Gay Raptor" pró-inclusão é capaz de ir a qualquer lado e voltar. Já passar despercebida…
Charlie Magee
Não se deixe enganar pela profusão de cores, que "só" se destinam a apoiar a comunidade LGBTQ+. Esta "Very Gay Raptor" pró-inclusão é capaz de ir a qualquer lado e voltar. Já passar despercebida…
Charlie Magee
Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.
O Festival de Velocidade de Goodwood, a decorrer entre 23 e 26 de Junho, vai ter na nova geração da Ranger Raptor um dos seus motivos de interesse, com a marca da oval azul a deslocar-se até West Sussex, em Inglaterra, não só para fazer a estreia dinâmica da sua pick-up em solo europeu, mas também para combater “a discriminação na indústria automóvel e não só”. O burburinho à volta do tema é quase inevitável e para início de conversa, literalmente, quem vai dar a cara nesta acção de luta é uma outra Raptor, que tem a particularidade de ser assumidamente “muito gay”.
‘Very Gay’ was a compliment, right? ✨???? #VeryGayRaptor pic.twitter.com/vOYJfwHANH
— Ford News Europe (@FordNewsEurope) June 25, 2021

Dizendo-se comprometida “a longo prazo” com a comunidade LGBTQ+, a Ford recorda que a “Very Gay Raptor” surgiu o ano passado (tweet acima), como uma arma virtual de resposta a um comentário negativo nas redes sociais. Isso levou o construtor norte-americano a pegar no seu modelo mais robusto e a travesti-lo. O ar “durão” e muito radical foi colorido com a pintura da carroçaria da Raptor em dourado cintilante e com grafismos alusivos ao arco-íris. O resultado final foi uma Ranger fora da caixa, para apoiar os que querem “sair do armário” ou já o fizeram.
“A receptividade online a esta proposta foi absolutamente positiva e esmagadora”, sublinha a Ford, para depois explicar que foi essa reacção que a levou a decidir-se por “passar o modelo à realidade”. Nascia, assim, a “Very Gay Raptor” que passou a ser utilizada como “uma ferramenta na luta contra a discriminação”.
Ford Ranger Raptor abre encomendas. Desde 81.825€

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Este ano, em Goodwood, a pick-up continua “muito gay” e estreia-se na segunda geração da Ranger Raptor, cuja produção vai arrancar em Julho. Para “abrir o apetite” (até porque as encomendas, essas, já abriram), a Ford escolheu o evento inglês para revelar aos olhos do grande público as habilidades que a sua pick-up é capaz de fazer numa exigente pista de todo-o-terreno. Garantido está ainda o “desfile” na passadeira vermelha que é a famosa rampa do circuito de Goodwood, confiando nos 288 cv e 491 Nm de binário que o EcoBoost V6 biturbo de 3,0 litros debita.
Já com os pés bem assentes na terra, a discussão para “apelar ao fim de estereótipos e incentivar conversas sérias” vai ser encetada pelo primeiro jogador de râguebi galês que assumiu publicamente que é homossexual. Gareth Thomas, a partir da plataforma da “Very Gay Raptor”, vai comandar as chamadas “Tough Talks” em sessões ao vivo e a cores – garantidamente muitas cores.
À laia de introdução e como mote para o debate, a Ford lançou um vídeo em que duas Ranger Raptor, mesmo “tomando caminhos diferentes”, no fim acabam por mostrar “os mesmos atributos impressionantes e robustos, independentemente das diferenças das suas identidades”. Pode vê-lo abaixo:
Os 15 dias que mataram Jéssica
Costa diz, Marcelo repete
Para quem é, bacalhau à Brás basta
“Fui visitar equipas da F1 para terceiro piloto”
Ford Transit eléctrica tem 2000 cv. Veja como voa
Problemas na bateria suspendem vendas do Mach-E
Guerra aumenta em 11.000€ Ford Mustang Mach-E
Após a E-Transit, vem a Custom e mais 3 furgões EV
92 motos apreendidas pela polícia foram esmagadas
Adiar emissões zero para 2040 é “prudência”
China proíbe carros da Tesla de entrar em Beidaihe
Fez uma habilidade ao volante e foi preso
Enzo revela: “Acho que vou embora em dezembro”
Perder rodas? Subaru e Toyota recolhem eléctricos
12h. Explosões mostram ‘mais barbárie’ da Rússia
CNPD chumba proposta do Governo sobre metadados
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Marcha LGBTI+ no Porto: dia de reclamar direitos e denunciar situações de discriminação e violência – SIC Notícias

Os seus olhos no mundo e no futuro
Site provisório
SIC Notícias
Vídeos, Última Hora, Portugal e Mundo ao minuto
Dia foi de festa, mas também de protesto. 
A comunidade LGBTI+ olha com preocupação para aquilo que considera ser um retrocesso civilizacional nos Estados Unidos, com a revogação do direito ao aborto. 

Este sábado, na marcha do orgulho no Porto, ficou o alerta para a necessidade de estar vigilante na luta pela defesa dos direitos conquistados, sem esquecer que há ainda muita coisa por fazer. 
Em Portugal, a descriminalização da homossexualidade aconteceu há 40 anos. Há 12 foi legalizada a união civil entre pessoas do mesmo sexo e só em 2016 ficou resolvida a questão da adoção. 
Este sábado foi dia de reclamar direitos e denunciar situações de discriminação e violência, com a marcha do orgulho a percorrer as ruas do Porto e a terminar com um arraial pela madrugada fora. 

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