Queijaria faialense acusa Governo de discriminação (Vídeo) – Local – RTP Açores – RTP

Publicado 20 Jun, 2022, 17:23
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Juliette dá esporro e responde ao ser detonada publicamente: “Vai chupar” – TV Foco

Nessa segunda-feira (20), a cantora Juliette Freire virou assunto nas redes sociais após responder uma pessoa em seu perfil do twitter, que a fez uma acusação pra lá de inusitada.
Tudo teve início quando a Juliette resolveu compartilhar que estava na Paraíba, o seu estado natal. “Na minha paraíba”, escreveu Juliette.
No entanto, o que mais chamou atenção foi a fúria de uma seguidora ao se deparar com a publicação de Juliette.
Como assim na sua??? Você está se apropriando de um lugar que não é seu, terras que não pertencem a você! Acho egoísta de sua parte ganhar o BBB e ainda assim ignorar seus fãs os chamando de cactos a todos sabemos que não fazem nada”, escreveu a internauta revoltada com a campeã do BBB21.
Ao ler o comentário da seguidora, Juliette, que não tem papas na língua, não deixou de responder e rasgou o verbo.
“Agora deu bom! Vai chupar um bode, mulher!”, ironizou.
Ao se depararem com a situação, outros internautas também se manifestaram em defesa da paraibana.
Fala mais Juliette. Só pode ter sido um robô que fez esse comentário. Não tem como ter sido um ser humano não”, declarou um seguidor. “Isso mesmo Ju, fale à vontade. Esse povo quer fiscalizar o que os outros escrevem e encontrar problema onde não existe, criticando as relações. Nós, seus cactos, sabemos a verdade e isso basta. Ignore esse tipo de comentário”, disse outro seguidor.
Após Juliette denunciar xenofobia sofrida por produtores de filme, Antônia Fontenelle não se calou e “rasgou o verbo em relação a cantora.
Ela foi fazer um teste de dublagem, pra fazer um filme com projeção internacional e, chegando lá, pediram pra ela neutralizar o sotaque, mais do que normal. E ela foi acusar a produção de xenofobia”, declarou Antônia.
VÍDEO YOUTUBE: Sonia Abrão detona Linn da Quebrada após ela exigir respeito de Silvio Santos

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.
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CP realizou 53% dos comboios urbanos do Porto até às 14 horas – Dinheiro Vivo

De acordo com fonte oficial da transportadora ferroviária, dos 85 comboios programados até às 14 horas, foram realizados 45, e no decorrer do dia o nível de supressões deverá diminuir.
CP realizou 53% dos comboios urbanos do Porto até às 14 horas
 © Leonardo Negrão/Global Imagens
A CP-Comboios de Portugal realizou esta sexta-feira, até às 14 horas, 53% dos comboios urbanos do Porto, na sequência da greve de quinta-feira do sindicato dos revisores e da paralisação convocada pela Fectrans, disse fonte da empresa.
Serviços mínimos da CP no dia de São João abrangem urbanos do Porto de manhã
CP diz não ter recebido pedido para reunir por parte do sindicato dos revisores
De acordo com fonte oficial da transportadora ferroviária, dos 85 comboios programados até às 14 horas, foram realizados 45, e no decorrer do dia o nível de supressões deverá diminuir.
Os serviços mínimos programados para hoje (20 comboios) foram todos realizados, adiantou a mesma fonte.
Os urbanos do Porto englobam as linhas de Braga, Guimarães, Marco de Canaveses e Aveiro.
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A partir das 17:00, de acordo com os serviços mínimos decretados, a partir de Porto-São Bento para Braga está prevista a realização dos comboios das 17.40, 18.40 e 19.45 horas, para Guimarães das 18.25, para o Marco de Canaveses das 17.30, 18.30 e 19.30 e para Aveiro 17.45, 18.50 e 19.50 (neste caso, de Porto Campanhã).
No sentido inverso, de Aveiro estão previstos os serviços das 17.18, 18.18 e 19.18 horas, de Braga os das 18.34 e 19.35, de Guimarães o das 19.53 e do Marco de Canaveses os das 18.14 e 19.14.
A CP-Comboios de Portugal tinha estimado, na quarta-feira, que os comboios urbanos do Porto, Coimbra e o Celta não se realizariam na quinta-feira, véspera de São João, devido a greve.
A empresa tinha também advertido “para o período entre as 00:00 do dia 23 e as 07:00 do dia 24 de junho”, podendo “ocorrer perturbações muito significativas no dia 23 de junho, com forte impacto nos dias anterior e seguinte, em todos os serviços com origem e/ou destino no Norte de Portugal, Coimbra e Linha do Oeste”.
Para esta sexta-feira, na paralisação convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF), da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), foram decretados serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social, segundo informação da transportadora, ao contrário do que aconteceu para a greve de quinta-feira, convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI).
O SFRCI confirmou que na quinta-feira estaria prevista a “supressão total” de todos os comboios urbanos do Porto e Coimbra devido à greve convocada por aquela estrutura, havendo também supressões no longo curso.
O SFRCI contesta a “diferença de tratamento” e “falta de equidade” face aos trabalhadores da antiga Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), que foi integrada na CP.
A esta greve junta-se a paralisação do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF), da Fectrans, às horas extraordinárias, ao trabalho em dia feriado, ao trabalho em dia de descanso semanal, ao trabalho com falta de repouso nos termos do Acordo de Empresa e também a partir da oitava hora de serviço.
Na segunda-feira, Fectrans e o SNTSF ameaçaram avançar contra a CP em tribunal, falando em “discriminação” dos trabalhadores da antiga EMEF.

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IG Queer: Manual da Diversidade ao mercado de trabalho da ONU completa 4 anos – Agência AIDS – Agência de Notícias da Aids


Advogado comenta progresso e caminhos a serem superados na inserção de pessoas LGBT+ no mercado de trabalho
O documento, que foi elaborado pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), foi criado com o objetivo de fortalecer o envolvimento das empresas na promoção da igualdade de direitos e tratamento justo da população LGBTQIAP+ no mercado de trabalho.
O advogado e mestrando pela Universidade de Brasília (UNB), Gabriel Araújo, traça um panorama do que foi avançado nestes quatro anos e do que ainda precisa ser reestruturado quando tratamos de empregabilidade queer.
“Desde que o manual foi disponibilizado em 2018 é perceptível que houve uma mudança em relação a forma como a pauta LGBTQIAP+ está presente nas discussões dentro das empresas e como essa questão virou um assunto importante para os empresários e os recrutadores”, afirma.
Um estudo do Banco Mundial realizado na Índia, no ano de 2015, apontou que o custo da discriminação contra a população LGBT+ poderia custar ao país 1,7% do seu PIB potencial, o que na época equivalia a 32 bilhões de dólares.
Outro levantamento, realizado em 2016 pela Havard Business Review, apontou que funcionários LGBT+ que estão ‘no armário’ têm 73% mais chance de deixar os seus postos de trabalho, em comparação com funcionários que não estão.
O advogado reforça os dados e, mesmo que esteja positivo com os progressos desde o lançamento do manual, acredita que ainda há pontos que devem ser melhorados.
“A necessidade de diversificar o quadro de funcionários requer um compromisso da parte de lideranças e isso ainda é um desafio. Hoje temos empresas que têm consciência deste problema e que tentam implementar políticas internas para solucioná-los, porém nem sempre isso é feito de forma ampla”, comenta.
Para Gabriel Araújo, um problema que ocorre de forma recorrente é quando a diversidade só acontece em cargos de entrada e com baixa remuneração.
“Muitas vezes vemos processos de inclusão que se baseiam exclusivamente no ingresso de pessoas deste grupo específico apenas em categorias de menor remuneração e não em cargos de chefia, por exemplo”, finaliza.
Os cinco padrões de conduta para empresas
O manual está organizado em cinco padrões de conduta que as empresas devem adotar para aumentar a diversidade entre seus colaboradores. O advogado Gabriel Araújo comenta cada um.
1 – Respeitar os direitos humanos
Para o advogado, o respeito aos direitos humanos da população LGBTQIAP+, dentro do ambiente de trabalho, é uma obrigação das empresas: “É entender que esse é um público que merece uma atenção em relação aos direitos humanos. É pensar que o público LGBTQIAP+ merece ter um olhar inclusivo, que seja voltado a esta perspectiva dos direitos humanos”.
2 – Eliminar a discriminação
Eliminar a discriminação é outro ponto imprescindível para a permanência de colaboradores queer dentro das organizações, de acordo com o especialista: “É um problema que vem sendo encarado de uma forma mais explícita nos últimos anos, de modo que as empresas enxergam que este problema não pode ser ignorado para que, a longo prazo, ele seja totalmente eliminado, já que essa discriminação ainda ocorrer”.
3 – Apoiar
Gabriel Araújo acredita que o padrão número três, ‘Apoiar’, tem relação com o acolhimento e escuta sobre as necessidades destes colaboradores: “O padrão três se refere aos esforços que as empresas devem adotar, em todos os níveis possíveis, para proporcionar um ambiente acolhedor para as pessoas queer. O ideal é que elas se sintam bem recepcionadas, que sintam suas necessidades e pautas não só vistas, mas também levadas em consideração”.
4 – Prevenir outras violações de direitos humanos
O quarto padrão diz respeito à prevenção à violação dos direitos humanos das pessoas LGBT+ não só no ambiente de trabalho, mas também como clientes e parceiros de negócios: “Este eixo se refere ao tratamento do público LGBT+ não só como colaborador, mas também como cliente e prestador de serviço. É prevenir que as violações de direitos humanos deste público não ocorram em nenhum nível de relacioanamento”.
5 – Agir na esfera pública
Por fim, o advogado comenta o último padrão, que se refere as ações no nível da esfera pública: “Já notamos que as empresas têm se empenhado em realizar políticas internas que trazem visibilidade para a comunidade LGBTQIAP+ e que lançam luz ao problema, além de pensarem em incentivos e políticas públicas que visem a inclusão deste público, o que ainda é um desafio”.
Fonte: IG Queer
Os desafios LGBTQIA+ ainda são enormes, tanto nas empresas como nas lutas políticas, concluem participantes do Camarote Solidário da Agência Aids.
Na década de 1980 o vírus do HIV e a Aids foram considerados uma ameaça mundial: de repente diversas pessoas estavam com essa doença, apresentando uma aparência muito mais magra, fraqueza, diarreia e diversos sintomas. No entanto, quando o assunto é primeiros sintomas de HIV, na verdade eles são bem diferentes desses.
O Fórum das ONGs/aids do Estado de São Paulo (Foaesp) vai lançar na próxima segunda-feira (27), a campanha de mídia do Projeto Advocacy em Saúde – Combatendo o estigma e o preconceito às Pessoas Vivendo com HIV/Aids (PVHA).
O Programa Voto Com Orgulho lançou no último domingo, 19 de junho, durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a plataforma eleitoral “Carta Compromisso pela Promoção da Cidadania LGBTI+ – Plataforma Eleições 2022”.
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"Racismo é um obstáculo para toda a sociedade" – DW (Brasil)

Autor de novo livro sobre racismo, Edson Lopes Cardoso afirma que não é possível defender a democracia sem lutar pelo fim dos preconceitos raciais, que impactam não apenas os negros e travam o desenvolvimento do Brasil.
Coordenador do Ìrohìn – Centro de Documentação e Memória Afro-Brasileira, o letrólogo, comunicador e educador Edson Lopes Cardoso é um intelectual capaz de fazer uma análise completa do movimento negro brasileiro de um ponto de vista necessário: o de quem sempre militou pela causa dos afrodescendentes brasileiros.
“É a partir de 1988 que se pensa afro-brasileiros e indígenas como seres históricos. Antes, a história era europeia e branca”, contextualiza Cardoso. “[O Brasil é] Uma sociedade que negou historicidade aos vistos como menos humanos, onde se afirmou sempre a historicidade dos dominantes.”
Cardoso acaba de lançar o livro Nada Os Trará de Volta – Escritos Sobre Racismo e Luta Política, uma coletânea de 151 artigos escritos nas últimas quatro décadas, em que procurou analisar a maneira como a sociedade brasileira trata grupos minoritários, sobretudo aqueles que sofrem preconceito racial.
Uma discussão que, conforme ele pontua, tem tudo a ver com a democracia — e deveria estar no centro do debate eleitoral. “Um país não pode se dar ao luxo de pegar sua juventude e simplesmente jogar na vala e no lixão, como a população brasileira vem fazendo com a sua população negra há décadas. O que isso significa em termos de perda de capital humano, de possibilidades de realização e de desenvolvimento para um país?”, diz o intelectual. 
“O racismo é um obstáculo para o conjunto da sociedade, não só para os negros”, ressalta em entrevista à DW Brasil. “Se discutir democracia não é isso, essa discussão é falsa, é idiota. Estamos discutindo a afirmação plena de humanidade e possibilidade de realização humana.”
DW Brasil: Como o senhor espera que as discussões sobre o racismo estrutural do Brasil permeiem o debate eleitoral neste 2022 de tanta polarização?
Edson Lopes Cardoso: Eu penso de maneira otimista. Com o governo de Jair Bolsonaro, se ampliou uma preocupação com a democracia. Há a aglutinação de forças democráticas. Como a democracia está no centro do debate, na oposição ao Bolsonaro, imaginamos que, em um país de maioria negra, o tema da hierarquização racial de uma sociedade democrática e igualitária possa ter alguma chance. Porque numa sociedade que tem dificuldade para definir ainda se todos são igualmente humanos ou não, evidentemente que o racismo é [tema] central. A meu ver essa é a questão central.
Esperamos que, com a derrota desse projeto que está aí, se abram possibilidades e se converse efetivamente sobre uma democracia. Porque o racismo e a democracia não têm como conviver, como querem aqui no Brasil. Como conviver postulados de uma sociedade igualitária com uma ideologia que hierarquiza humanos? Não pode, não pode. Se você é democrata, você é antissexista e antirracista, pois são ideologias hierarquizadoras do humano.
Nas últimas décadas o Estado brasileiro implementou medidas afirmativas para buscar inserir o negro de forma mais plena na sociedade, como as cotas raciais. No atual governo, há retrocessos?
Total, total.
Em aspectos práticos ou simbólicos?
Veja o caso que está acontecendo com os assassinatos na Amazônia [do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips]. Há cargos estratégicos na Funai ocupados por militares e policiais. Indigenistas, antropólogos, pessoas da área foram afastadas. A mesma coisa ocorre em outras áreas. Isso afeta as cotas, quando afeta a assistência estudantil. As cotas foram importantes porque, pela primeira vez, houve uma política pública que era em benefício da população negra. As cotas das universidades são a única política que eu conheço que se afirma em benefício da população negra.
Com as cotas foram ampliadas as possibilidades, e houve então a quebra de padrões de racismo muito fortes, como a ideia da inferioridade intelectual, uma pedra de toque do racismo. Isso influencia na luta. Mostra os caminhos e possibilidades que temos como população.
Um país não pode se dar ao luxo de pegar sua juventude e simplesmente jogar na vala e no lixão, como a população brasileira vem fazendo com a sua população negra há décadas. O que isso significa em termos de perda de capital humano, de possibilidades de realização e de desenvolvimento para um país? O racismo é um obstáculo para o conjunto da sociedade, não só para os negros. Se discutir democracia não é isso, essa discussão é falsa, é idiota. Estamos discutindo a afirmação plena de humanidade e possibilidade de realização humana.
Mas em que medida podemos falar que houve retrocesso?
Simplesmente os órgãos não existem. A Fundação Palmares perdeu sua função real, assim como a área da cultura. Simplesmente os órgãos não funcionam. Solapa-se o financiamento, desviam-se recursos, colocam-se pessoas que não são as adequadas para cumprir tarefas. Formalmente, o cargo está ocupado, mas você vai ver e é um militar estúpido que nada tem a ver com nada. É um momento muito delicado.
Em um dos artigos do livro Nada Os Trará de Volta – Escritos Sobre Racismo e Luta Política, o senhor traz dados estatísticos de que 70% dos jovens assassinados no Brasil são negros. O título do texto é Pouco Adianta Falar. Se pouco adianta falar, o que podemos fazer?
Você pega a política de segurança pública nesse contexto nosso e não coloca a luta contra o racismo no centro da política, então não está falando de Brasil. Precisamos fazer uma análise do quanto essa violência racial cumpre o controle da população negra no Brasil, de espalhar o terror. Nosso cotidiano é atravessado pelo terror. Esse estado é permanente entre nós, e isso não entra na política. Esperamos que, com uma representação negra mais fortalecida, esse tema possa ser discutido.
Que sociedade é essa? Que criminaliza a aparência? Porque se trata de criminalizar a aparência. Isso ocorre o tempo inteiro, o tempo inteiro, há décadas. Você está à mercê de uma violência institucional. Não é uma violência qualquer, é uma violência fardada, paga, do Estado.
“Não adianta falar” porque é preciso mais representação política?
Exatamente. Não se trata só de denunciar, é preciso ação efetiva. Os partidos precisam dar conteúdo real a suas belas palavras sobre democracia, comunidade. Não se pode continuar falando de sociedade brasileira sem enxergar esse viés desumanizador dessas hierarquizações.
Em uma sociedade igualitária não seria preciso nem de movimento negro, certo? Seria uma sociedade com políticos negros de todos os espectros…
Concordo. Quem vê a cor da pele como decisiva é o racismo. Se você vive numa sociedade em que o racismo não dá as cartas, a cor da pele não diz de uma pessoa. Cor da pele e nada é a mesma coisa. Cor da pele não significa nada no ser humano, é adaptação ecológica e só. No racismo é que ela é essencial. A sociedade para qual eu luto é aquela em que a cor da pele não tenha significado nenhum. A transformação social é lenta. Mas essa eleição vai trazer avanços.
Nas últimas décadas, houve uma transferência da data mais importante para o povo negro no Brasil, antes o 13 de maio, da abolição da escravatura, para o 20 de novembro, da morte de Zumbi dos Palmares, da Consciência Negra. De que forma Palmares representa a ideia de formação identitária do negro brasileiro?
É a partir de 1988 que se pensa afro-brasileiros e indígenas como seres históricos. Antes, a história era europeia e branca. [O Brasil é] uma sociedade que negou historicidade aos vistos como menos humanos, onde se afirmou sempre a historicidade dos dominantes. Zumbi é o resgate de uma história, é a afirmação de que somos seres históricos, e seres históricos lutando contra a escravidão. Zumbi tem um significado de afirmação coletiva e, ao mesmo tempo, impulsionadora de humanidade. Porque há um limite de Zumbi e de Palmares. Eles não aceitam voltar à escravidão. Zumbi é uma página da história humana, o ser humano que, entre a morte e a escravidão, prefere a morte. Ali é um grande momento de afirmação humana. Não há nada ali que seja não digno de evocação, evocação coletiva.

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Análise: Palmeiras está em outro patamar, é o melhor do País – Terra

Análise: Palmeiras está em outro patamar, é o melhor do País  Terra
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Ex-funcionário da Tesla rejeita indemnização de 15 milhões de dólares em caso de racismo – SIC Notícias

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Tesla recorreu de uma sentença anterior em que teria de pagar 137 milhões de dólares.

Um ex-funcionário negro da Tesla, que afirma ter sido assediado e confrontado com “insultos racistas diariamente” enquanto trabalhava na fábrica da empresa em Fremont, Califórnia, rejeitou uma indemnização de 15 milhões de dólares (cerca de 14,2 milhões de euros), valor substancialmente inferior ao inicialmente estipulado.
Owen Diaz, que trabalhou na fábrica da Tesla em 2015 e 2016, deveria ter recebido 137 milhões de dólares (cerca de 130 milhões de euros) de indemnização por “danos emocionais” na sequência do veredicto de um júri federal em São Francisco no ano passado. A Tesla contestou e recorreu.
Agora, um juiz cortou o valor em quase 90%, para os 15 milhões, que Diaz recusou. A rejeição desta indemnização pode significar um novo julgamento.
Diaz alegou que os funcionários desenharam suásticas e deixaram desenhos racistas ao redor da fábrica e que os supervisores não conseguiram impedir o abuso.
A Associated Press não conseguiu obter uma reação por parte da Tesla.

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Adriane Galisteu protagoniza ato SURREAL com o filho na Parada LGBTQIA+ de São Paulo – RD1 – Terra

Assim como muitos famosos, Adriane Galisteu compareceu à 26ª Parada do Orgulho LGBTQIAP+. No entanto, diferente de alguns deles, a apresentadora levou o filho de 11 anos e discursou contra qualquer tipo de discriminação.
A titular do Power Couple filmou alguns minuto dessa passeata que rolou no domingo (19), em São Paulo (SP), e estava acompanhada de Vittorio, fruto do casamento com Alexandre Iódice.
Bom dia meus amores! Obrigada pelas mensagens de carinho ontem, eu sempre vou mostrar para o meu filho o caminho do respeito, liberdade e amor, afinal, o amor é a única revolução verdadeira. Ótima semana para vocês, meu beijo”, escreveu Galisteu, após receber mensagens positivas dos seguidores.

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Confira:
 
 
Uma publicação compartilhada por Adriane Galisteu 🅰️ ✚ ⚡️ (@galisteuoficial)

Vamos manifestar o amor! #ParadaSP pic.twitter.com/5ZjWWI6VZz
— Adriane Galisteu ⚡️ (@GalisteuOficial) June 19, 2022

Bom dia meus amores! 💖
Obrigada pelas mensagens de carinho ontem, eu sempre vou mostrar para o meu filho o caminho do respeito, liberdade e amor, afinal, o amor é a única revolução verdadeira.
Ótima semana para vocês, meu beijo!!
— Adriane Galisteu ⚡️ (@GalisteuOficial) June 20, 2022

Adriane esteve no programa de Fausto Silva na Band e aproveitou a oportunidade para falar sobre um comentário infeliz que Mara Maravilha fez a respeito de sua aparência física.
Durante o Programa Silvio Santos, no SBT, Mara chamou Adriane de “nariguda”. Em conversa com Faustão, a loira rebateu com um recado sincero para a colega de profissão.
Eu nunca desisti de mim! Então eu queria falar isso para as mulheres do nosso país. A gente não pode deixar de acreditar na gente!”, iniciou Galisteu, que continuou:
Às vezes, as pessoas fazem de tudo para colocar a gente para baixo! Falam assim: ‘Ah seu nariz’, ‘Ah você é isso’, ‘Você era a mulher do cara’ eu ouvia de tudo um pouco, mas eu nunca acreditei no que essas pessoas estavam falando”.
O que você achou? Siga @rd1oficial no Instagram para ver mais e deixar seu comentário clicando aqui
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"Racismo" atira refugiados não ucranianos para "fim da fila" na procura de casa – CNN Portugal

O coordenador da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR) disse esta quarta-feira que há pessoas refugiadas não ucranianas que “ficam no fim da fila” quando procuram habitação, sendo mesmo “excluídas e rejeitadas” por “preconceito e racismo”.
“Há mais casos de pessoas refugiadas em Portugal não ucranianas que têm enfrentado alguma rejeição de disponibilidade para o acolhimento, isto é, para sair dos acolhimentos de emergência”, disse à Lusa o coordenador da PAR.
As declarações de André Costa Jorge surgem na sequência da denúncia feita na terça-feira pela vereadora da câmara de Lisboa Laurinda Alves, que revelou que há cerca de 60 jovens não ucranianos que permanecem no centro de acolhimento de emergência, instalado num pavilhão desportivo da Polícia Municipal, e continuam a aguardar por um alojamento alternativo.
“Temos ali cerca de 60 jovens, rapazes, que vieram da Ucrânia, que não são ucranianos nascidos na Ucrânia, mas estavam a estudar Medicina, Finanças, Gestão, Arquitetura, Design, portanto chegaram cá e, porque não são brancos, estão lá, ninguém os quer”, afirmou a vereadora dos Direitos Humanos e Sociais.
A acusação de Laurinda Alves foi esta quarta-feira corroborada pelo coordenador da PAR, que afirmou que “estas pessoas em concreto ficam no fim da fila” e “muitas vezes até são excluídas ou rejeitadas” e aí “manifestamente deve-se a fatores a partir do preconceito e racismo”.
A sociedade portuguesa mobilizou-se para o acolhimento de ucranianos em fuga da guerra, “por razões boas e menos boas”. “As razões menos boas têm a ver com as pessoas acharem que estaríamos a acolher pessoas como nós, ocidentais, brancas”, disse André Costa Jorge.
“Quando se lhes propõe que acolham pessoas refugiadas que vêm da Ucrânia, mas não são ucranianas algumas pessoas não aceitam, por razões que têm a ver com preconceitos e até racismo, as pessoas não querem e estas pessoas são preteridas”, disse.
Situações que, segundo o coordenador da PAR, se agravam quando faltam respostas públicas de habitação. Em Portugal, o acesso à habitação é um problema que afeta grande parte da sociedade e acaba por penalizar ainda mais os migrantes.
A questão “deve ser olhada de uma forma muito séria por parte dos responsáveis políticos e de toda a sociedade”, defendeu André costa Jorge.
O coordenador da PAR recordou que as respostas de habitação têm sido deixadas a cargo sobretudo da iniciativa da sociedade civil e criticou a ausência de “uma resposta habitacional estruturada que permita que as pessoas transitem de estrutura de acolhimento de emergência para habitação autónoma”.
Os migrantes e refugiados que procuram uma casa no mercado de arrendamento “são olhados com desconfiança”. “É muito difícil o senhorio proceder a arrendamento a estas pessoas, porque não têm fiadores. Não tendo as condições de garantias que os senhorios exigem no mercado de arrendamento comercial típico, as pessoas são preteridas. Ficam numa situação muito, muito vulnerável. O problema da habitação é transversal à sociedade, mas agudiza-se no caso dos migrantes e refugiados.”
André Costa Jorge referiu o caso de uma mulher ucraniana que já está a trabalhar em Portugal mas não consegue um contrato de arrendamento e disse ser “importante que o Governo e municípios criassem mecanismos, porque os que existem não são suficientes, rápidos, ágeis e desburocratizados para a habitação das pessoas refugiados”.
Para André Costa Jorge, “o problema não é de agora” e foi agudizado pelo brutal aumento de pessoas que chegaram e ausência de um sistema que consiga mobilizar as pessoas dos centros de acolhimento para a habitação autónoma.
“Não foi desenhado nenhum programa semelhante de reinstalação para os refugiados ucranianos. O Estado apenas criou mecanismos para as pessoas se regularizarem rapidamente mas não criou um programa que permita enquadrar as pessoas no tempo e dar apoio as organizações da sociedade civil para apoiarem o acolhimento dos refugiados”, criticou.
O coordenador da PAR voltou a sublinhar que é preciso criar uma cultura de não-discriminação em função da cor da pele, da religião ou da orientação sexual: “As pessoas têm de ser olhadas enquanto pessoas.”

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"Benfica está na linha da frente do combate ao racismo e à intolerância" – O Jogo

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Fotografia: LUSA
Águias reagem à denúncia de Ivan Almeida, basquetebolista do clube da Luz que diz ter sido alvo de insultos racistas no Dragão Arena, na quinta-feira.
O basquetebolista do Benfica Ivan Almeida denunciou hoje alegados insultos racistas no jogo de quinta-feira frente ao FC Porto, terceira partida da final do campeonato, criticando o facto de ninguém se ter pronunciado sobre o caso.
Basquetebol. DIRETO | Basquetebol: FC Porto-Benfica AO MINUTO
Basquetebol. Basquetebolista do Benfica denuncia insultos racistas no jogo em casa do FC Porto
“Os que calaram perante isto, e já passaram isto por baixo do tapete como poeira, também contribuem para o racismo. Nem a federação de basquetebol, nem o meu clube, o Benfica, nem o FC Porto se pronunciaram sobre o sucedido no Dragão Caixa”, refere o extremo numa mensagem divulgada nas redes sociais.
Ivan Almeida, extremo cabo-verdiano de 33 anos, salienta que o “silêncio também é racismo”, revelando algumas expressões racistas que ouvi durante a partida.
Neste sábado, através da newsletter oficial, os encarnados reagiram ao caso: “O Benfica está, e sempre estará, na linha da frente do combate ao racismo e à intolerância sob qualquer forma. O desporto não pode conviver com o racismo ou aceitar impávida e serenamente as atitudes racistas. O desporto deve, pelo contrário, contribuir para uma sociedade mais justa, na qual a diversidade é celebrada. Todos temos de estar comprometidos com esse desígnio e o desporto tem de ser um exemplo”, pode ler-se na News Benfica.

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