Americano autor de comentários racistas contra George Floyd no Brasil é alvo de operação da Polícia Federal – G1

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Bored Ape Yacht Club: Maior coleção NFT do mundo é acusada de racismo – Livecoins

Philion afirma que as imagens de macacos possuem o cruel objetivo de desumanizar certos grupos étnicos como judeus, irlandeses, asiáticos e negros.
A Bored Ape Yacht Club (BAYC), a coleção mais famosa de NFT, está sendo acusada de racismo por um youtuber. No vídeo, que já conta com mais de 400.000 visualizações, Philion afirma que as imagens de macacos possuem o cruel objetivo de desumanizar certos grupos étnicos como judeus, irlandeses, asiáticos e negros.
Seu primeiro argumento está associado ao logotipo da BAYC. Segundo Philion, a imagem contém muitas semelhanças ao emblema da 3.ª Divisão SS Totenkopf, uma unidade do exército nazista.
Indo além, também aponta outros detalhes no logo, como o número de dentes da caveira. Segundo o jornalista, o número 18 seria um código alfanumérico para Adolf Hitler, representando suas inicias, onde 1 representa a letra A e o número 8 representa a letra H.
Ainda sobre exoterismo racista, também é notado que diversos NFTs listados à venda contém os números 14 ou 88 inseridos em seus finais. Sendo este segundo um código para Heil Hitler, uma saudação nazista.
O principal alerta disparou por conta dos próprios NFTs de macacos. Segundo o vídeo, seus criadores poderiam ter escolhido qualquer outro animal, entretanto, escolheram um que possui conotação racista.
“A razão pela qual as pessoas tiveram esta conclusão (de que os NFTs da BAYC são racistas) é devido a uma coisa chamada simianização. Isso se refere a comparação de grupos étnicos a um macaco.”
Outro ponto destacado são as vestimentas dos macacos. Um deles, de número #6969, está usando um capacete prussiano, referência ao império alemão, além de estar vestindo um macacão de prisão.
Já os NFTs que contém uma faixa japonesa (hachimaki) em sua cabeça, levam a palavra kamikaze. Segundo Philion, esta seria referência ao Japão imperial, aliado da Alemanha durante as duas Grandes Guerras.
Seguindo estão os capacetes de safari, usados pelo império britânico durante a colonização de países africanos. Além destes, também é possível encontrar ushankas, ligados a URSS, além de outras vestimentas.
Por fim, o youtuber também destaca que as bananas no jogo da Bored Ape Yacht Club possuem o formato de suásticas.
Apontando que os designers dos NFTs da Bored Ape Yacht Club seriam os responsáveis, o youtuber nota que existem seis artistas na equipe. Entretanto, aponta que foi uma artista chamada Seneca quem criou os primeiros esboços.
Apesar disso, após ser confrontada sobre os desenhos, Seneca nem sequer conseguiu reconhecer alguns dos NFTs, como o de número #6969, afirmando que o mesmo “não era oficial”, embora seja.
Seguindo com suas acusações, o youtuber Philion também levanta outros questionamentos sobre a empresa por trás dos NFTs da Bored Ape Yacht Club, a Yuga Labs.
Segundo a empresa, o nome Yuga é referência a um vilão do jogo Zelda. Entretanto, Philion aponta que o nome faz referência ao termo hindu Kali Yuga, uma era de conflito, que mais tarde começou a ser utilizado pela direita alternativa.
“A primeira menção desta frase na cultura da internet foi em 11 de setembro de 2014 por um usuário anônimo do 4chan,” aponta Philion. “Em resposta a pessoas chateadas com a Gamergate, onde um usuário anônimo comentou: “Sei que é sombrio às vezes, mas você tem que aprender a aproveitar, cara. Aceite ser o cara mau. Surfe a Kali Yuga”.”
Outro ponto destacado pelo youtuber são os nomes dos fundadores e desenvolvedores da Yuga Labs e da Bored Ape Yacht Club. Segundo o mesmo, os nomes destes possuem significados ocultos.
O primeiro deles, EmperorTomatoKetchup, faria referência a um filme japonês homônimo de 1971, banido em diversos países por conter pornografia infantil. Sendo mais específico, aponta que um garoto usando um uniforme fascista se aproveita sexualmente de uma mulher adulta.
Já Gordon Goner seria um anagrama para Drango Negro, que pode ser traduzido para Negro Estúpido, aponta o youtuber. Enquanto isso, Sass, outro desenvolvedor da BAYC, estaria referindo-se a dois exércitos nazistas, a SA (Sturmabteilung) e a SS (Schutzstaffel).
Por fim, Philion cita vários outros motivos que o levaram a acreditar que os NFTs da Bored Ape Yacht Club são racistas, afirmando que seus desenvolvedores podem ser neo-nazistas ou então trolls. O vídeo completo, com todas as acusações, está disponível abaixo.

Embora note que nem todos os donos de NFTs da Bored Ape Yacht Club sejam racistas, Philion afirma que muitas estão sendo enganadas pelos desenvolvedores do projeto. Como exemplo, aponta que diversas celebridades estão recebendo BAYCs de graça, sendo usados como uma ferramenta de marketing.
Sua recomendação é que os donos de tais NFTs queimem seus BAYCs, ou seja, os enviem para um endereço que não pertença a ninguém.
Entretanto, isso pode criar um problema ainda maior. Afinal, pessoas contra o racismo se livrariam de seus BAYCs e esta coleção ficaria cada vez mais concentrada nas mãos de racistas, caso sua teoria esteja certa. Além disso, a redução da oferta aumentaria o preço dos mesmos, agora nas mãos deste segundo grupo.
Portanto, ainda que algumas de suas acusações tenham fundamento, e outras nem tanto, a solução proposta está longe de ser a ideal. Contudo, o Philion tocou em um assunto polêmico e pode desencadear uma extensa discussão sobre o real propósito dos NFTs da Bored Ape Yatch Club.
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Maraisa anuncia mudança de marca após briga judicial: 'História já está feita' – Notícias da TV

Maraisa anuncia mudança de marca após briga judicial: ‘História já está feita’  Notícias da TV
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"Aquela neguinha": juíza absolve Carrefour de acusação de racismo – Terra

“Aquela neguinha”: juíza absolve Carrefour de acusação de racismo  Terra
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MPE abre investigação após fala racista de vereador que chamou outro parlamentar de 'negro de alma branca' – G1

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Câmara de Évora aprova plano para igualdade de género e não discriminação – DianaFM

A Câmara de Évora aprovou o plano municipal para a igualdade de género e não discriminação.
O documento identificou problemas no concelho e propõe agora a implementação de 49 medidas.
O plano está estruturado em torno dos pilares, “Igualdade entre mulheres e homens”, “Violência contra mulheres e violência doméstica” e “Orientação sexual e identidades”.
Este trabalho foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar coordenada pela Divisão Municipal de Educação e Intervenção Social e contou com a colaboração de especialistas de outras entidades.

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Cabo Frio e Arraial do Cabo assinam Pacto de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial – Portal Multiplix

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Cabo Frio e Arraial do Cabo foram as únicas cidades da Região dos Lagos do Rio a assinaram o convênio para a construção da Rede de Cidades Antirracistas por meio do Pacto de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial nos municípios brasileiros.
A iniciativa organizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro também conta com a participação de cidades da Baixada, Norte e Sul Fluminense, Serrana e Metropolitana, além de Salvador.
No total, 24 cidades brasileiras compõem a Rede de Cidades Antirracistas, número que pode crescer ao longo do tempo.
“É preciso haver uma articulação intermunicipal efetiva, com foco nas periferias e na população negra brasileira, considerando fomento direto, apoio para a constituição de órgãos executivos e consultivos de desenvolvimento de políticas públicas de promoção da igualdade racial e cooperação técnica para projetos e ações nesse âmbito”, disse Jorge Freire, Coordenador Executivo de Promoção da Igualdade Racial, idealizador do Pacto.
São esperadas ações conjuntas de apoio à cultura, lazer, educação, saúde, esporte, patrimônio cultural e ambiental e segurança pública, promovendo a igualdade racial em todas as esferas sociais. Além disso, a iniciativa pretende valorizar as tradições da cultura afro-indígena.
"O racismo e o preconceito sempre estiveram em um alto índice, só que mais escondido e não tão divulgado. Para combater isso, precisamos começar por algum lugar. A união dos municípios vai contribuir muito para que a iniciativa dê certo", afirmou Newton Souza, integrante do movimento negro na Região do Lagos.
A assinatura do documento aconteceu na última segunda-feira, 21, no Museu da História e da Cultura Afro-brasileira (Muhcab), na capital, e foi feita por representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Renda e Direitos Humanos, por meio da Superintendência de Sustentabilidade, Promoção da Igualdade Racial e Direitos da Mulher. Também participaram da ação, representantes da Secretaria de Educação e da Subsecretaria de Cultura.
Assinatura aconteceu no início da semana no Rio Assinatura aconteceu no início da semana no Rio | Foto: Divulgação/Prefeitura de Arraial do Cabo
O Pacto de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial – Rede de Cidades Antirracistas, que está alinhado com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), e que também tem parceria com a Unesco, está organizado em quatro diretrizes: governança integrada e desenvolvimento territorial; educação; pesquisa; desenvolvimento e inovação; combate às desigualdades étnico-raciais e ao preconceito; patrimônio cultural e direito à cidade.
Veja outras notícias das Regiões Serrana e dos Lagos do Rio no Portal Multiplix.
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Suprema Corte dos EUA corrói ainda mais a separação entre igreja e Estado – Consultor Jurídico

O muro da separação entre a igreja e o Estado nos Estados Unidos, imagem criada por Thomas Jefferson em 1802 como doutrina política, sofreu mais um abalo nesta terça-feira (21/6). A Suprema Corte decidiu, por 6 votos a 3, que os estados que destinam verbas dos cofres públicos apenas para escolas seculares (ou não religiosas) estão discriminando as escolas religiosas. E não podem fazer isso, mesmo que elas usem os fundos para doutrinar os estudantes na religião que apregoam (além de ensinar outras disciplinas curriculares).
O caso Carson vs Makin foi resolvido entre religiosos. Os seis votos vencedores foram dos seis ministros conservadores da corte, cinco católicos (John Roberts, Clarence Thomas, Samuel Alito, Brett Kavanaugh e Amy Barrett) e um católico anglicano (Neil Gorsuch). Os três votos dissidentes foram dos três ministros liberais, dois judeus (Sthephen Breyer e Elena Kagan) e uma católica (Sonia Sotomayor).
O processo se refere a um programa do estado de Maine que disponibiliza subsídios para a educação de estudantes de distritos rurais, onde não existem escolas de segundo grau. O programa permite aos pais dos alunos usar o dinheiro para mandar seus filhos para escolas públicas ou privadas de outros distritos educacionais.
A decisão é sobre um caso específico, mas, da maneira como foi tomada, pode ter uma implicação bem mais ampla — isto é, pode se estender a programas de ajuda financeira de todos os estados do país, que condicionam a disponibilização de recursos públicos à não utilização do dinheiro do contribuinte para instrução religiosa, segundo especialistas ouvidos pelo USA Today, pela CBS News e por outras publicações.
O presidente da Suprema Corte, ministro John Roberts, escreveu no voto da maioria que a proibição de destinar verbas públicas para escolas religiosas viola a 1ª Emenda da Constituição dos EUA, que garante a liberdade religiosa, entre outros direitos do cidadão. "Isso é uma discriminação contra a religião", escreveu ele.
O procurador-geral de Maine, Aaron Frey, declarou que, ao contrário, a destinação de verbas públicas para escolas religiosas promove discriminação porque a escola só aceita alunos que compartilham sua fé. A corte concluiu que a manutenção da cruz com dinheiro público não compromete a cláusula constitucional que proíbe o "estabelecimento" de uma religião pelo poder público.
O ministro Stephen Breyer observou, em voto dissidente também assinado pela ministra Elena Kagan, que "algumas escolas em questão têm políticas de negar matrícula a estudantes com base em orientação sexual ou identidade de gênero". Ele acrescentou que há "um risco crescente de conflitos sociais de origem religiosa quando os governos promovem a religião no sistema de escolas públicas".
A ministra Sonia Sotomayor destacou, no voto da minoria, a questão da separação entre a igreja e o Estado. "Esta corte continua a desmantelar o muro da separação entre a igreja e o Estado que os fundadores lutaram para construir. Com uma crescente preocupação com o destino para o qual esta corte vai nos conduzir, a seguir, eu discordo, respeitosamente".
Ela acrescentou que já temia que as decisões anteriores da corte estavam "nos levando para um ponto em que a separação entre a igreja e o Estado se tornou um slogan constitucional, não um comprometimento constitucional. Hoje, a corte nos leva para um lugar onde a separação igreja-Estado se torna uma violação constitucional".
No voto da maioria, o ministro Roberts escreveu que o programa de Maine "promove uma separação mais estrita entre a igreja e o Estado do que a Constituição federal requer".
Uma das decisões anteriores a que a ministra Sonia Sotomayor se referiu foi a tomada em 2020, por 5 votos a 4. No voto vencedor, também escrito por Roberts, a maioria decidiu que um programa de financiamento estudantil de Montana não pode excluir as escolas religiosas. Ele declarou que o estado não é obrigado a dar dinheiro a escolas privadas, mas, se o fizer, não pode "desqualificar algumas escolas privadas só porque são religiosas".
Em junho de 2019, a Suprema Corte decidiu que a cruz de Bladensburg, erigida em um local público para homenagear soldados mortos na Primeira Guerra Mundial, deve ficar onde e como está e ser mantida pelos cofres públicos.
No caso de Maine, a corte anulou decisão de um tribunal federal de recursos que concluiu que os fundos não são negados a uma escola porque ela é cristã, mas porque ela vai ensinar o cristianismo.
Revista Consultor Jurídico, 22 de junho de 2022, 20h52
1 comentário
Rejane G. Amarante (Advogado Autônomo – Criminal)
23 de junho de 2022, 7h35
As escolas religiosas não aceitam matrículas de alunos que não professem a sua fé ?
E isso não é inconstitucional nos EUA ?
Estudei em colégios católicos em que havia alunos de outras religiões. É verdade que havia um certo constrangimento por parte de algumas professoras, porém eu e outros alunos sempre defendemos os direitos dos colegas de outras religiões.
Parece-me que esse é o ponto principal a ser debatido.
Responder
Decisão da Suprema Corte dos EUA justifica um pedido satânico
Com aborto em pauta, estados dos EUA estão cada vez mais desunidos
Nacionalismo cristão compromete separação Estado-igreja nos EUA
Opinião: Quando uma oração foi declarada inconstitucional
Leis e decisões acendem debate sobre liberdade religiosa nos EUA
Suprema Corte dos EUA decide não separar Estado e igreja
Suprema Corte vai decidir se governo pode favorecer religiões
Governo da Turquia pode criar regime inspirado na teocracia
Justiça dos EUA vai decidir se reuniões oficiais podem iniciar com orações
Lei geral das religiões está de acordo com princípios constitucionais
Ninguém é obrigado a respeitar feriado religioso

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'Repúdio por discriminação', diz Xuxa sobre homofobia de religiosos – Correio Braziliense

No último sábado, 18, Xuxa Meneghel usou seu perfil no Instagram para criticar falas homofóbicas de personalidades religiosas. A apresentadora publicou o vídeo que mostra trechos de cantores e líderes religiosos discursando contra a comunidade LGBT+. Nesse compilado, ela trouxe a entrevista de Bruna Karla para o podcast de Karina Bacchi, em que a cantora gospel se posicionou contra casamentos homoafetivos.
A loira afirmou que está indignada com os discursos e por ver que existem pessoas que apoiam esse pensamento.
“Eu vi e li as mensagens de algumas pessoas. 80% estavam bem indignadas com esse vídeo e algumas, por incrível que pareça, concordavam com as palavras dessas pessoas. Queria deixar meu repúdio e desprezo por qualquer tipo de discriminação, preconceito e homofobia que possa existir no mundo, em nome de Deus”, disse.

“A bíblia sofreu algumas mudanças que só me faz ter a certeza que o que realmente Jesus falou é: ‘amar ao próximo como a ti mesmo!’. Se Deus é amor, onde tem amor nas palavras dessas pessoas do vídeo? Se Deus é o caminho, o ódio que essas pessoas pregam leva aonde?”, continuou Xuxa.
Por fim, a apresentadora trouxe a legenda da publicação de Hermes Carvalho Fernandes, psicólogo, teólogo e bispo de uma igreja, que pediu para que seus seguidores e cristãos não confundissem “discurso homofóbico com Evangelho”.
“Um segrega, o outro acolhe. Um empurra para o abismo, o outro resgata. Um retroalimenta o ciclo do ódio, da violência, do bullying, o outro promove a empatia. Um encoraja a hipocrisia, o outro, a autenticidade”, escreveu Hermes Carvalho.
Além de Xuxa, outros artistas já se posicionaram sobre a fala de Bruna Karla. Quando a cantora gospel deu uma entrevista para o podcast de Karina Bacchi, ela revelou ter recusado cantar no casamento de um amigo por causa da orientação sexual dele.
Bruna não aceitou o convite por se tratar de um casamento entre pessoas do mesmo sexo. A cantora ainda aconselhou o rapaz a se relacionar com “uma mulher cheia do poder de Deus”, justificando que ao se casar com outro homem, o rapaz estaria “escolhendo o caminho da morte eterna”. No Twitter, Anitta repudiou as falas de Bruna Karla e afirmou “não ter paciência” para este tipo de comentário.
“Não me mande respeitar alguém que não respeita os outros. … Se você não me respeita, eu não te respeito de volta. E um beijo. Porque na minha religião e na minha cultura pode ter gay, travesti, trans, mulher com mulher… E aí, tá respeitando a minha? Não, não tenho paciência. Não existe religião, cultura ou bíblia que possa dizer para um ser humano que Deus está te pedindo para repudiar os outros dessa maneira”, escreveu.
Camilla de Lucas também falou sobre o assunto e demonstrou estar assustada sobre como o fanatismo religioso age.
“Gente, estou horrorizada. O fanatismo de vocês pode matar pessoas. Vocês não se dão conta disso? Querem falar da bíblia, que o povo vai para o inferno, mas então vocês vão junto por não respeitarem o próximo. Cada um pode viver sua religião, sem obrigar o próximo a viver também”, escreveu.
Gil do Vigor também comentou sobre o assunto em resposta a um tuíte de Camilla de Lucas: “Amiga, você falou tudo! É muito complicado e sabe o que mais? Queria que estes irmãos viessem debater a bíblia comigo para que eles entendam que o princípio do amor e respeito foi decretado por Cristo como o maior de todos os mandamentos”.
Em outro comentário no Twitter, o economista citou o apóstolo João para rebater Bruna Karla. “De fato, quando Jesus aparecer, alguém irá se envergonhar e não é seu amigo gay, mas sim você por sua atitude preconceituosa! João 14 fala que Deus nos chama de amigos e a palavra amigo é forte demais para ser sustentada com base no preconceito e falta de amor ao próximo”, escreveu.
Ludmilla compartilhou o trecho da entrevista de Bruna Karla e disse que falas como a da cantora gospel a deixam “revoltada”. “Esse é o tipo de discurso que me embrulha o estômago e me deixa revoltada. Pessoas como ela, que se dizem ‘porta-voz’ de Deus, descartam e fazem mal às pessoas o tempo inteiro pelo simples fato de elas serem quem elas são.”
“Quantos de nós vamos precisar morrer gritando que isso não é uma escolha?! Mais quanto tempo vamos precisar sofrer pelo direito de amar? Amor ao próximo? Que próximo? Respeito? Pra quem? Chega de ódio. Chega de homofobia. Chega de transfobia. Nós imploramos. Chega”, finalizou a cantora.
O cantor Jão também falou sobre o assunto e descreveu as falas de Bruna Karla como um ato “muito criminoso”. “O discurso dessa cantora gospel em um podcast é muito criminoso. Não dá pra ficar no ‘ah, é só ignorar, é a religião dela?’, porque essa fala enlouquece e mata muita gente que começa a se odiar. É uma homofobia escancarada e deveria ser passível de processo”, escreveu.
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Homem é indiciado por racismo após gravar áudio com ofensas a suposta policial militar do RS – G1

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