MP de SP pede arquivamento de inquérito contra humorista investigado por racismo contra judeus – Globo

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O Blog da Turma da Coluna defende a diversidade, mas não esconde sua preferência pela democracia, pelo Rio, pelo samba, pelo Flamengo, pelas árvores, pelos bichos, pelo feijão com arroz e pela miscigenação – não necessariamente nesta ordem
Ancelmo Gois
Ancelmo Gois é, modéstia à parte, sergipano de Frei Paulo, casado com Tina, pai de Antonio e Bia, avô de Bento, Carol, Francisco e Rosa. Gosta de carne de sol, carnaval, cuscuz de milho, livros biográficos e suco de umbu
Ana Cláudia Guimarães
Editora do blog, Ana Cláudia Guimarães, jornalista, trabalha com Ancelmo Gois desde que ele chegou ao jornal. Ganhou o Prêmio Tim Lopes com a reportagem Mulheres no Tráfico, ao lado do jornalista Eduardo Auler. Repórter em tempo integral
Nelson Lima Neto
Jornalista, é formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Passou pelas redações do Lance!, Fox Sports e está, desde 2013, na Infoglobo. Assinou a Coluna do Servidor Público, no Jornal Extra, entre 2016 e 2019.
Sem noção
Por Nelson Lima Neto

O humorista Leo Lins

O Ministério Público de São Paulo pediu o arquivamento do inquérito aberto pela Polícia Civil contra o humorista Leonardo de Lima Borges Lins, conhecido como Leo Lins.
O inquérito foi aberto após a polícia ser acionada em função das falas de Lins em seu show de humor, de nome “O show mais repudiado no Brasil”.
Nele, o artista faz “piadas” contra judeus, utilizando fatos históricos, em especial o Holocausto, para ironizar o grupo.
“Uma vez eu fiz show na Alemanha e no teatro tinha acento pra judeu, era o cinzeiro. Era pequeninho, mas cabia uns dezoito. Socando bem, cabia uns dezoito. Era bem econômico.(…) O Hitler tentou puxar palmas aqui na frente”, disse Lins em um dos momentos do seu show.
O inquérito contra Lins apurou possível crime de racismo cometido por Lins. Na avaliação do MP, porém, “as falas lançadas pelo investigado durante as apresentações humorísticas, malgrado repudiáveis e reveladoras de profunda insensibilidade e apatia, não se subsomem ao conceito normativo de discriminação nos moldes em que previsto na lei”.
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Espetáculo 'O Fazedor de Teatro' mostra o paradigma da existência humana – Correio Popular

A peça aborda o palco como o microcosmo da sociedade em linguagem irônica
Paulo Marcello atua em família na peça que marca os 30 anos da Cia. Razões Inversas (João Caldas)
Uma das peças mais representadas do autor austríaco Thomas Bernhard (1931-1989), “O Fazedor de Teatro” será exibida na quarta-feira (22), às 19h, no Teatro de Arena do Sesc Campinas. O texto, que explora a metalinguagem para prestar uma homenagem ao ‘fazer teatral’, foi escolhido para festejar os 30 anos da Cia. Razões Inversas e pertence à fase de maturidade dramática do autor. Escrita em 1984, a peça reflete no teatro o paradigma do absurdo da existência humana. 
“O Fazedor de Teatro” também marca os 40 anos de palco de Paulo Marcello, que foi um dos fundadores da companhia, criada por alunos formados pela primeira turma da graduação em Teatro da Unicamp e que já montou 23 espetáculos. “Para mim, este é um trabalho muito especial e desafiador, ainda mais porque o último ano foi de recuperação de um câncer na garganta. Depois de fazer cirurgias e radioterapia, é um uma vitória particular realizar um texto de quase duas horas de duração”, relata o ator.
Para Paulo Marcello, o texto cria uma reflexão importante sobre a arte. “Thomas Bernhard cresceu na Áustria, mas odiava o país. Ele dizia que era um lugar atrasado, de pessoas ignorantes e nazistas, de xenofobia e desprezo pela arte – tanto que quando era vivo proibiu que seus textos fossem encenados lá. E, de certa forma, vivemos no Brasil um momento um pouco parecido, de desvalorização da arte”, comenta.
A peça traz a história de Bruscon – personagem principal – ator do teatro nacional alemão que, após sua aposentadoria, faz turnês pelo interior da Áustria e da Alemanha. Além de exercer todas as funções relativas ao fazer teatral, acumula as preocupações administrativas e financeiras da companhia, que é familiar: os componentes do grupo são sua esposa, sua filha e seu filho. 
Uma das reflexões fundamentais da montagem é como o teatro serve de espelho da sociedade, ainda que frequentemente distorcido.
PROGRAME-SE
O Fazedor De Teatro
Quando: sábado, dia 22/06, às 16h
Onde: Teatro do Sesc Campinas – Rua Dom José I, 270/333 – Bonfim
Ingressos: entre R$ 9,00 e R$ 30,00
Informações: (19) 3737-1500 e www.sescsp.org.br/campinas

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Etarismo: Psicóloga explica preconceito sofrido por diversas famosas – ISTOÉ Independente – ISTOÉ

Comportamento
Etarismo: Psicóloga explica preconceito sofrido por diversas famosas (Crédito: Montagem reprodução Instagram)
Letícia Sena
Andréa Beltrão, Claudia Raia, Denise Fraga, Dira Paes, Fafá de Belém, Ingrid Guimarães, entre outras famosas, seja nas redes sociais ou ao dar entrevistas, já revelaram terem sofrido etarismo, que é discriminação e preconceito contra pessoas com idade avançada.
O etarismo é identificado dentro de padrões sociais, de beleza, no mercado de trabalho, com isso, muitas mulheres se sentem julgadas ao surgirem as primeiras rugas e cabelos brancos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em um relatório de 2021, estima-se que uma em cada duas pessoas pratique alguma atitude relacionada ao etarismo no mundo.
IstoÉ Gente conversou com a neuropsicanalista da USP Priscila Gasparini Fernandes, que explicou tudo sobre o assunto. Confira!
“No dia a dia infelizmente é muito comum ouvirmos a frase: “Você não tem mais idade para isso”, ou evitar um caixa eletrônico onde um idoso está utilizando pois teoricamente irá demorar. A taxa de contratação de idosos para o mercado de trabalho é extremamente baixa. O estereótipo de que a idade é um problema afeta muito a vida dos idosos, o medo de falhar e ser julgado faz com que eles se afastem do convívio social, gerando tristeza e depressão”, começou a profissional.
“Etarismo, idadismo ou ageísmo são usados para definir o preconceito em relação a idade avançada dos indivíduos, se refere aos estereótipos (como pensamos), preconceito (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação aos idosos. O etarismo está relacionado com a capacidade do ser humano em tomar decisões, atividades profissionais e realizar tarefas rotineiras. É muito comum, por exemplo, tratar os idosos como uma criança, como se reafirmasse um retrocesso no desempenho cognitivo, intelectual e social. O idoso é tão capaz de viver independente como qualquer outro cidadão”.
+ Suspeitos confessam ter matado jornalista britânico e indigenista na Amazônia, diz BandNews

“Com o aumento da expectativa de vida da população como um todo, devemos criar uma melhor conscientização nas pessoas, e um respeito maior pelo idoso, por seu conhecimento e experiencia adquirida pela vivencia que teve. Negar o envelhecimento de outras pessoas é negar a própria vida, pois haverá o mesmo processo de envelhecer para todos, devemos semear o respeito e a consideração, pois iremos colher, ensinando nossos filhos a não vincular a idade com a capacidade, trabalhando sempre a inclusão e o amor ao próximo”, finalizou Priscila Gasparini.
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Venda de vídeos racistas com africanos constrange chineses – Folha

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Um documentário da BBC África sacudiu as relações sino-africanas ao expor um esquema de vendas de vídeos racistas nas plataformas de e-commerce chinesas. Liderada pelos jornalistas Runako Celina e Henry Mhango, a investigação mostrou que chineses viajavam até vilas pobres na África e pagavam US$ 0,50 (R$ 2,50) por dia para que crianças negras gravassem termos racistas em vídeos que seriam comercializados online.

Os vídeos eram oferecidos em sites como Taobao, da gigante Alibaba (também dona do AliExpress). Em um deles, vários jovens repetem em chinês “eu sou um fantasma negro com QI baixo”, claramente sem saber o significado do que diziam. O termo fantasma/demônio negro (黑鬼, ou hēi guǐ) é o equivalente racista e pejorativo em chinês para “crioulo”.

Em outros vídeos, grupos de jovens negros cantam músicas em chinês que exaltam a “superioridade e a beleza da pele amarela e dos olhos negros”. Um menino malaui que viralizou nas redes sociais chinesas foi gravado dezenas de vezes em mensagens personalizadas vendidas por valores a partir de ¥ 200 (R$ 150).
A família do garoto disse à BBC que ele era obrigado a gravar os vídeos e que o homem chinês responsável pelas produções, conhecido na vila como Susu (tio, em mandarim), beliscava-o quando ele errava a pronúncia das palavras.

A ministra de Gênero, Deficiências, Crianças e Bem-Estar Social do Malawi, Patricia Kaliati, reagiu à reportagem chamando a prática de “insulto à nação malauiana”, ordenando uma investigação do governo sobre o assunto.

Percebendo o potencial destrutivo da denúncia para as relações sino-africanas, a China logo reagiu.

O diretor-geral do Departamento de Assuntos Africanos do Ministério das Relações Exteriores chinês, Wu Peng, disse no Twitter que “é contra a discriminação” e que a China vem “reprimindo esses atos ilegais online nos últimos anos”. Ele prometeu medidas mais efetivas para “punir vídeos de discriminação racial no futuro”.

Por que importa: o continente africano é destino da maioria dos investimentos chineses e representa peça central nas ambições globais do país asiático. Contudo, casos de discriminação e racismo contra negros na China têm aparecido com cada vez mais frequência na agenda da região com Pequim.

Em 2020, viralizaram vídeos de nigerianos sendo expulsos de restaurantes e hotéis em Guangzhou (Cantão), no sul do país, estigmatizados por supostamente “espalharem Covid” pelo local. A Nigéria classificou a situação de “angustiante, perturbadora e inaceitável”.
A China se apressou a resolver o assunto e se desculpou pelo ocorrido, o que pareceu ter acalmado os ânimos. Resta saber se a estratégia vai dar certo neste novo caso.
A China reduziu em 40% a quantidade de partículas nocivas no ar em sete anos. O dado foi divulgado pelo Instituto de Política Energética da Universidade de Chicago em um relatório inédito. A redução significa que, entre 2013 e 2020, os chineses tiraram do ar quase tanta poluição quanto os Estados Unidos desde 1970.

Liderado pelo professor Michael Greenstone, o estudo mostrou que o corte nos níveis de poluição foi alcançado graças às restrições ao uso de carros movidos a combustíveis fósseis e à redução da dependência da queima de carvão na matriz energética nacional.

À Bloomberg os pesquisadores aplaudiram o sucesso chinês, destacando que ele “é um forte indicativo das oportunidades que podem surgir para nações que impõem fortes políticas antipoluição”.

Mesmo assim, há trabalho a fazer. O instituto mostrou que, mesmo com o avanço, Pequim segue sendo três vezes mais poluída do que Los Angeles, recordista nos Estados Unidos. A média nacional de partículas no ar também segue alta, batendo seis vezes o máximo recomendado pela Organização Mundial da Saúde.
A província chinesa de Henan está sendo acusada de fraudar o sistema de código de saúde para conter manifestantes que pediam reparação após uma fraude bancária. O código de saúde é um aplicativo que registra testes de Covid, vacinação e deslocamento de todos os residentes na China, funcionando como espécie de “passe”.

De acordo com o portal Sixth Tone, o Departamento de Segurança Pública de Henan teria mudado propositalmente o status de manifestantes vindos de outras províncias de “verde” (baixo risco) para “vermelho” (alto risco).

Pelo menos 12 manifestantes contaram à reportagem que o status mudou assim que eles tentaram escanear códigos para acessar estações ferroviárias ou hotéis. Assim, muitos foram impedidos de viajar, e quem conseguiu chegar foi ameaçado com a possibilidade de quarentena.

A estratégia acendeu a luz amarela no país. Nas redes sociais, vários chineses se manifestaram temerosos de que a plataforma de saúde comece a ser usada como forma ainda mais efetiva de controle de movimentos.
Liderados por Cuba, 69 países membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU se juntaram a uma declaração conjunta que repudia a “interferência externa em questões relativas a Xinjiang, Hong Kong e Tibet”. O texto cobra “respeito aos propósitos e aos princípios da Carta da ONU”, especialmente ao “direito do povo de cada Estado em escolher independentemente o caminho para o desenvolvimento de acordo com suas condições nacionais”.

Por que importa: o movimento foi uma reação a críticas de países ocidentais à visita da alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, a Xinjiang. Estados Unidos, Canadá, Austrália e vários países da Europa ocidental acusam Bachelet de ser “branda” com as violações aos direitos humanos na China, sobretudo na repressão à minoria étnica uigur.

A declaração não vai mudar a forma como o Ocidente vê tais violações, mas certamente fura a bolha e mostra que a China não está nem de longe isolada no cenário internacional no que tange aos pontos mais sensíveis da sua política doméstica.

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Liberação da vacina ainda depende de área técnica, afirma Queiroga; ampliação para maiores de 40 deve ser anunciada nesta semana

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"Só atendia mulheres!": David Gomes é vítima de discriminação e expõe tudo – TV 7 Dias

Domingo, 19, de Junho de 2022
EM BANCA ED 1840
Sónia Jesus e Vítor: Revolta e lágrimas
Início > Notícias > “Só atendia mulheres!”: David Gomes é vítima de discriminação e expõe tudo
David Gomes viveu um episódio (no mínimo) insólito esta quinta-feira, dia 9 de junho. O cantor e ator conta tudo o que aconteceu.
David Gomes foi vítima de discriminação na manhã desta quinta-feira, dia 9 de junho, num gabinete de estética. O cantor e ator, de 25 anos, expôs tudo nas redes sociais.
“Encontrei ali uma [profissional de] manicure/pedicure ao pé de casa que disse que atendia na hora, mas… só atendia mulheres!” escreveu David Gomes nos seus InstaStories, ferramenta no Instagram, ao mesmo tempo que se filmava com cara de total indignação.
“Pelo amor de Deus, não estou nem a acreditar”, completou, pasmado com o facto de não poder arranjar as unhas pelo simples facto de ser homem.
O músico revelou ainda à TV 7 Dias que a esteticista recusou-se a atendê-lo enquanto tratava dos pés de uma cliente.
Veja aqui o vídeo: 

 
 
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Após influenciadora zombar de vagas para autistas, pais relatam à polícia discriminação constante: ‘Interpretam como má-criação’ – G1

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“É preciso dar um outro rosto ao Brasil” – Combate Racismo Ambiental

Por Eleonoro de Lucena e Rodolfo Lucena, no Tutameia
Os assassinatos de Bruno Pereira e de Dom Phillips são “um reflexo da violência que a Amazônia passa. Não é o primeiro caso. No ano passado tivemos o caso do rio Abacaxis, onde foram assassinados diversos indígenas, que até hoje não se solucionou. Desapareceu da mídia, como vai desaparecer daqui a pouco o caso do Bruno e do Phillips também. Esse modo de avançar nas terras indígenas, essa pesca predatória que acontece na região e o garimpo que acontece na região têm levado a uma violência muito grande. Uma violência em relação aos povos indígenas, mas também uma violência em relação às pessoas que têm procurado acompanhar a situação. A impunidade tem aumentado a violência”.
É o que afirma dom Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e recém nomeado cardeal pelo papa Francisco. Nesta entrevista ao TUTAMÉIA, ele fala das razões da violência, comenta as falas de Bolsonaro –“não condizentes com o que significa ser brasileiro”—e questiona declaração recente do ministro da Defesa:
“Ora, as Forças Armadas não precisam ser prestigiadas. As Forças Armadas são do Estado brasileiro. Significa que elas estão a serviço do estado brasileiro. O que as Forças Armadas têm a ver realmente com a justiça eleitoral?”.
Para dom Leonardo, “o momento da eleição vai ser decisivo”. “Nós não queremos garantir uma bancada católica. Nós queremos garantir uma bancada que realmente seja ética, que esteja interessada no Brasil, que tenha uma preocupação em relação aos pobres, que esteja disposta a dar um outro rosto ao Brasil”.
Na sua visão, há uma tensão no país. “É importante que nós não nos deixemos agredir”, alerta. Na conversa com TUTAMÉIA, ele analisa o avanço das igrejas evangélicas na Amazônia, avalia as mudanças que o papa Francisco está realizando na igreja católica e fala de seu próximo encontro com o sumo pontífice (acompanhe a íntegra no vídeo e se inscreva no TUTAMÉIA TV).
Duas vezes secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e doutor em filosofia, dom Leonardo aponta:
“Devemos ser sinal de esperança. Não podemos desanimar diante das dificuldades. Assim como não desanimamos no momento da pandemia, mas nos solidarizamos e soubemos ser tão fraternos. Deveríamos sempre de novo acender a esperança em nós. Com toda a violência que existe, com as agressões que existem, com as guerras, não devemos perder a esperança na humanidade, num mundo melhor.”
A seguir, alguns trechos da entrevista:
ASSASSINATOS DE BRUNO E DOM
“Eram duas pessoas profundamente comprometidas com a verdade, comprometidas com o futuro, com o futuro desses povos. É uma região onde avança cada vez mais a violência. A mídia, finalmente, começou a mostrar a violência que acontece”.
“Não são as únicas pessoas. Teve essa repercussão porque tinha um estrangeiro. Um estrangeiro da Europa. Talvez se fosse de uma outro país não tivesse essa repercussão. É uma aflição, porque vejo crescer a violência. Não só no interior, mas também da cidade de Manaus”.
FALAS DE BOLSONARO E VIOLÊNCIA
“As declarações do presidente não me parecem muito condizentes com a aflição que devem estar sentindo as famílias dessas duas pessoas. Mas também não me parecem muito condizentes com o sentido do que significa ser brasileiro, muito menos do que significa uma relação digna em relação aos povos indígenas e o cuidado com o meio ambiente. Assusta a demora em começar a acompanhar”.
“A violência muito grande, não se fiscaliza. Roraima tem um número assustador de garimpos, e não se faz quase nada”.
“A impunidade tem aumentado a violência. Quando não existe respeito, existe a ganância, a destruição dos povos indígenas. Há necessidade de a lei agir, a justiça agir. Aqui está faltando fiscalização e punição”.
“É claro que, quando você escuta umas declarações, você tem a sensação de que agora dá para fazer, que não vai acontecer nada. Isso ajuda a uma expansão muito grande da violência. Na nossa região e em outras terras indígenas também. Espero que haja uma ação mais efetiva”.
ELEIÇÃO PARA MUDAR ROSTO ECONÔMICO
“Os povos indígenas estão cada vez estão mais organizados, tem mais palavra, estão se manifestando”.
“Esse momento da eleição vai ser decisivo. Esse momento de eleição é muito importante. Estamos incentivando os leigos a participar da política e se candidatarem. Nós não queremos garantir uma bancada católica. Nós queremos garantir uma bancada que realmente seja ética, que esteja interessada no Brasil, que tenha uma preocupação em relação aos pobres, que esteja disposta a dar um outro rosto ao Brasil”.
“Um rosto de mais equilíbrio. Há pessoas que têm um bom modo de viver e pessoas passando fome em Manaus. É um desequilíbrio muito grande. Esse rosto é o rosto das políticas públicas em benefício aos pobres”.
“Não se trata apenas de dar dinheiro. É mudar esse rosto, que é um rosto econômico ou financeiro. Quando o governo vai se tornar de novo um rosto da nossa humanidade, isto é, vai cuidar do humano, não cuidar apenas do aspecto financeiro-econômico”.
“Esses interesses econômicos que existem precisam mudar. O interesse econômico deve ser o interesse do bem comum, do bem de todos, para que todos possam participar ativamente da vida social, para que todos possam ter a dignidade de viver, a dignidade da saúde, da educação”.
ATAQUE GRAVÍSSIMO AO STF
“O que me preocupa em relação ao judiciário, especialmente em relação ao supremo, não pelo que se diz a respeito dos ministros, mas a diminuição em relação à instituição. É um ataque a uma instituição essencial para a sociedade brasileira, para a nação”.
“Ainda mais quando se diz que não cumprir o que o Supremo determinar. Isso é gravíssimo”.
FIQUEI ENOJADO COM O NOTICIÁRIO
“Eu não sou de ver noticiário. No tempo do processo da Lava Jato, eu fiquei um pouco enojado do modo como se apresentavam sempre os processos e as notícias. Fiquei muito enojado com o modo que se fazia. Não se buscava a verdade na notícia. Então, não assisto mais noticiário. Procuro ver outros modos de acompanhar o que está acontecendo”.
ELEIÇÕES, GOLPE E DEMOCRACIA
“Existe uma tensão. É importante que nós não nos deixemos agredir. Não se deixar levar pela agressão é uma possibilidade de oferecer à sociedade um espírito mais distendido”.
“Não sei se existe hoje ambiente para um golpe. Em 64, eu era um adolescente de 14 anos. Naquela época, fomos levados para rua para rezar o terço, quase como um agradecimento pelo golpe. Não levou muito tempo, os bispos, a igreja começou a acordar, quando começaram a bater nas portas e começaram a aparecer as mortes, as prisões, as agressões”.
“O trabalho todo que nós temos que fazer hoje é não criar um ambiente de agressividade, não se deixar tomar pela agressão. E deixar o ambiente de tal forma que não haja razão para dizer: ‘Não, é preciso tomar o poder’. Tenho a impressão que hoje a sociedade está um pouco mais acordada. Existe hoje uma consciência maior”.
“É claro que ainda não existe uma consciência suficiente em determinadas camadas no sentido da preservação da democracia. Os interesses econômicos, às vezes, são muito grandes. Então, se houver possibilidade de ganhar mais com esse governo, então se vai para esse lado. Eu penso que nós, que queremos cuidar do país, temos que cuidar da democracia”.
EVANGÉLICOS E INDÍGENAS
“Existem igrejas evangélicas que são profundamente evangélicas, conforme o evangelho. Existem igrejas evangélicas que estão mais interessadas no ganho, no dinheiro do que no evangelho mesmo. Existem também as igrejas chamadas históricas, luteranas, anglicanas, essas em menor número aqui”.
“As igrejas evangélicas têm crescido bastante. O que me preocupa em relação às igrejas evangélicas é a questão da cultura indígena, que evangelho está sendo levado”.
“A igreja católica, no passado, teve os seus erros no modo de evangelizar. Não evangelizou por atração, mas quase por imposição. E hoje existe reação por causa disso. Hoje, a igreja católica está muito mais voltada ao diálogo, muito mais atenta”.
“O que preocupa é quando nós queremos anunciar o evangelho e começamos a achar que os ritos deles, os cantos, o modo de viver deles tem tudo a ver com o diabo, com pecado. Não conseguem entender uma cultura que é decisiva para a continuidade e sobrevivência de um povo. Isso é destrutivo porque perdem as suas raízes”.
CARDEAL E ESPERANÇA
“Se o cardeal é o que ajuda o papa, com isso ele tem também, no meio social, uma representatividade no sentido da fala, de presença. Sinto que a sociedade está vendo assim”.
“Se nos deixarmos guiar pela esperança, nós conseguiremos fazer com que a humanidade caminhe para um respeito maior, para uma convivência melhor, que haja menos ganância, menos destruição, menos pobreza e nos deixemos guiar pela fé.”




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Ministra do Ensino Superior redige carta com recomendações para combater o assédio – Jornal Universitário do Porto

Elvira Fortunato recomenda um conjunto de iniciativas para prevenir eventuais situações de assédio moral e sexual como códigos de conduta, canais para denúncias, procedimentos disciplinares e iniciativas de sensibilização.



Mais sobre:

A ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, redigiu uma carta que foi entregue a todas as instituições de ensino superior na qual constam quatro recomendações para combater os casos de assédio moral e sexual em contexto académico. 
A ministra recomenda a adoção de “códigos de conduta e boas práticas visando a prevenção e combate ao assédio moral e sexual em contexto académico, quer entre docentes, funcionários e estudantes, quer entre pares”. Também menciona a urgência na facilitação de “canais para apresentação de denúncias de assédio, com mecanismos ágeis de avaliação imparcial que permitam tramitar adequadamente as situações em causa”.
É ainda promovido o desenvolvimento de “procedimentos disciplinares que se revelem necessários em função da veracidade e gravidade das situações”. Por fim, a ministra refere a promoção de “iniciativas de sensibilização junto dos estudantes, docentes, investigadores e demais funcionários, garantindo que as instituições continuem a ser espaços de liberdade, incompatíveis com situações de assédio moral e sexual”.
Na carta, dirigida aos reitores e presidentes das instituições de ensino superior nacionais, a governante expressa a sua disponibilidade para trabalhar em conjunto “na procura, criação e desenvolvimento de medidas concretas e eficazes que permitam prevenir e tratar eficazmente situações de assédio moral e sexual”.
Assim, a ministra defende que “as instituições de ensino superior devem pugnar por serem espaços de liberdade e de promoção dos valores de igualdade e respeito, sem qualquer tipo de discriminação em razão do género, orientação sexual, nacionalidade ou outra”.
Este documento surge após uma onda de denúncias de casos de assédio sexual e moral em várias faculdades do país, que fizeram levantar um movimento de indignação nacional. Na Universidade do Porto (UP), recentemente, uma aluna denunciou o professor por abuso sexual, na Faculdade de Letras. No ano letivo passado, a UP registou quatro processos de inquérito relacionados com assédio sexual, segundo declarações à agência Lusa.
Artigo escrito por: Cristiano Marques
Editado por: João Múrias

A versão online do JUP nasce da necessidade de chegar a todas as pessoas que não encontram o seu JUP nos locais de distribuição habitual e a todas aquelas que, às 10 da manhã ou 4 da madrugada, pretendam inteirar-se do melhor e do pior que se faz nas políticas educativas e sociais, bem como na Academia, na cidade, no país e no mundo.
DIREÇÃO NJAP
presidente Gonçalo Norton Lages
vice-presidente Pedro Ferreirinha
vogal JUP Mariana Durães
vogal galerias Lara Lopes
vogal Águas Furtadas Bernardo Machado
vogal publicidade Maria Filipa Albergaria
tesoureira Ana Regina Ramos
CONSELHO FISCAL
presidente Jéssica Maciel
1.º secretário Bárbara Baltarejo
2.º secretário Joana Magalhães
ASSEMBLEIA GERAL
presidente Rui Oliveira
1.º secretário Catarina Vasconcelos
2.º secretário Érica Teixeira
DIREÇÃO JUP
Fernando Costa e Maria Teresa Martins
EDITORES
Sociedade: Beatriz Oliveira, Inês Santos e Carina Seabra
Cultura: Fernando Costa, Inês Sincero, Marta Sofia Ribeiro e Sara Arnaud
Política: Filipe Pereira
Educação: João Francisco Múrias e Tiago Filipe Oliveira
Desporto: Tiago Sousa
Ciência e Saúde: Maria Teresa Martins
Multimédia: Ângela Pereira e Inês Aires
Opinião: Inês Lopes e Mariana Batista
Comunicação: Helena Lima
INFORMÁTICA
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APOIOS
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