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UFC: Deiveson explica por que não quer lutar com Moreno e diz que racismo 'virou constante' após episódio com técnico – ESPN.com.br

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Brasileiro falou com exclusividade à ESPN (1:29)
Durante as preparações para a terceira luta da trilogia entre Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno, um episódio com o treinador do lutador mexicano marcou negativamente as provocações.
O argentino Marcelo Rojo, então companheiro de equipe e membro do corner de Moreno, usou um filtro no Instagram para represnetar o brasileiro com o rosto de um macaco e foi acusado de racismo. O episódio mexeu com Deiveson, que afirma que esse é o principal motivo para ele não querer que a luta ganhe uma trilogia.
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“Como eu expliquei, o treinador dele foi racista comigo. Fez uma postagem no Instagram dele com um macaco com o meu rosto e eu não achei legal, não gostei da atitude dele. Brandon Moreno em rede social também falou coisas que chegaram a mim, me colocando como um ser humano que não vale nada. Não entendo a enrolada que ele fez, não gostei da palavra que ele usou para falar de mim. É um atleta que eu não tenho respeito por ele, mas não o critico“, disse, em entrevista exclusiva à ESPN.
“Ele tem a vida dele, tem as coisas dele. Ele que fique para lá, eu respeito ele para lá, que ele fique para lá, mas me deixe em paz. Não fique me criticando, não coloque palavras pesadas como ele colocou. Ele é um cara que, para mim, não tem conversa. Não converso com ele. Não gosto, mas não critico. E é uma luta que já estou saturado. Quarta luta com esse cara, não quero. Não é uma luta legal, não gosto dele“, prosseguiu.
Deiveson também revelou que o episódio com Rojo foi o primeiro desta natureza em sua carreira, mas que o racismo “virou uma constante” em suas postagens no Instagram.
Foi a primeira vez que aconteceu comigo. Já tinha lutado com vários gringos e ele (treinador do Moreno) foi o primeiro (a ser racista) e, desde então, isso vem acontecendo. Tenho mais de 20 mexicanos bloqueados em rede social porque entram no meu Instagram me chamando de macaco, mandando mensagens para mim. Eu bloquei porque são pessoas que não valem nada, não somam. Então bloqueio, não dou ouvidos”, finalizou.
Lutador brasileiro falou com exclusividade à ESPN

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Penha de França reage a comentário homofóbico nos Santos Populares – Notícias ao Minuto

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17:34 – 14/06/22 por Marta Ferreira
País LGBTQIA+
Em pleno mês de orgulho LGBTQIA+, um vídeo em que o cantor Marco Morgado afirma que os “maricas podem ficar de fora” tornou-se o centro da polémica e já levou a Junta da Freguesia da Penha de França, em Lisboa, a reagir. 
“Homem que é homem agarra na febra! Os maricas podem ficar de fora”, foram as palavras proferidas pelo cantor no arraial da Penha de França, esta segunda-feira, dia 13 de junho, à noite. 
Após a denúncia nas redes sociais do influencer e youtuber ‘Kiko is Hot’, o vídeo tornou-se viral, com várias figuras conhecidas a manifestarem-se. 
A Junta da Freguesia da Penha de França emitiu, esta manhã, uma nota sobre o sucedido em que afirma que “repudia os comentários homofóbicos e despropositados do cantor Marco Morgado”.
“Se tivéssemos conhecimento deste tipo de comportamento jamais seria incluído no evento. A atuação da Junta de Freguesia da Penha de França no combate a todo o tipo de discriminação é amplamente conhecida. O nosso pedido de desculpas a toda a comunidade LGBTQI+ e demais envolvidos”, lê-se ainda no comunicado partilhado no Instagram. 
Uma publicação partilhada por JF Penha de França (@jfpenhafranca)

Entretanto, também o cantor em causa já se veio manifestar fazendo um pedido de desculpas pelo sucedido. “Não sou homofóbico e tenho amigos gays”, escreveu num ‘instastory’ Marco Morgado, referindo-se ao comentário proferido como uma “brincadeira”. 
Veja acima o vídeo com as declarações polémicas. 
Leia Também: Evra denuncia episódios de homofobia quando jogava no West Ham
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RJ: mãe de santo foge de seu terreiro por conta de ameaças – Terra

RJ: mãe de santo foge de seu terreiro por conta de ameaças  Terra
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Shapovalov acusa Queen’s Club de discriminação: «Não deixam as jogadoras treinar no clube…» – Bola Amarela

Denis Shapovalov não vive um bom momento dentro do court, ao acumular cinco derrotas consecutivas numa altura em que Wimbledon se aproxima rapidamente. No entanto, o canadiano fez questão de se preocupar com um outro tema relacionado com o ATP 500 do Queen’s Club, onde agora perdeu à primeira com Tommy Paul.
Ora, o canadiano fez duras críticas à organização do torneio por não permitir que qualquer mulher treinasse nas instalações, acusando mesmo os responsáveis do clube de discriminação.
“É irónico que o Queen’s Club tenha o nome de uma mulher poderosa e extraordinária, mas depois esteja abertamente a discriminar mulheres tenistas profissionais ao não as deixarem treinar no clube quando se precisam de preparar para Wimbledon. É altura de rever esta política”, acusou no Twitter.
Ironic that @TheQueensClub is named after a powerful, extraordinary woman yet is openly discriminating against professional female tennis players by not allowing them to train at the club when they need to prepare for @Wimbledon. Time to review this policy #tennis #genderequality
— Denis Shapovalov (@denis_shapo) June 17, 2022

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Palmeiras: Abel Ferreira é alvo de xenofobia mais uma vez. Até quando? – Palmeiras Online

Entendam esse cenário. Abel Ferreira chegou no final de 2020 após demissão do técnico Vanderlei Luxemburgo. Chegou sem qualquer prestígio por parte da imprensa e com enorme desconfiança de nossa própria torcida. Aos poucos foi trabalhando, conquistando resultados e conseguiu convencer ao Palmeiras sobre sua capacidade.
Disse que não atravessou o Atlântico para brincar e ressaltou o trabalho forte ao lado da comissão técnica, jogadores e funcionários. Desde sua primeira entrada na Academia, Abel respeitou a todos, desde o jardineiro até o presidente. Todos tem a mesma importância para os portugueses no Palmeiras.
Logo ganhou sua primeira Libertadores da América. Foi Campeão da Copa do Brasil com sobras. Ganhou o segundo título continental. Levantou a taça da Recopa Sul-Americana e foi Campeão Paulista ao enfiar 4 a 0 no São Paulo no Allianz Parque na decisão. Foi sorte? Claro que não.
Abel Ferreira e seus colegas de trabalho trouxeram nova filosofia ao Brasil. A filosofia do estudo e do trabalho pesado. Do trabalho consciente com pessoas, com dicas profissionais dentro e fora dos gramados. Avisou aos garotos sobre o excesso de Tik Tok, sobre o excesso de exposição e sugeriu que guardassem dinheiro, já que a carreira de jogador é curta.
Prestou-se a trabalhar no futebol brasileiro mesmo contra todos da sua família. Ninguém queria, de fato, que ele viesse. O Brasil é um hospício. Jogo de três em três dias, árbitros nada profissionais, não se pode expor opinião nem nada parecido. Ainda assim optou por defender o Maior Campeão do Brasil e tornou-se um dos maiores treinadores de um dos maiores clubes do mundo.
+ Após chegada de López, Palmeiras segue a procura de novos reforços; veja posições
+ Palmeiras recebe oferta da Europa por zagueiro
+ Abel dedica a vitória do Palmeiras para a torcida: “foi espetacular”
Depois de levar 4 a 2 do Palmeiras no Allianz Parque, o técnico Jorginho, do Atlético-GO, esbravejou em sua coletiva e praticou a xenofobia de forma escancarada, sem escrúpulos.
“Não é à toa que ele e toda a comissão são expulsos constantemente. Bater palma para árbitro, querer sacanear ele. Me revolta como treinador, brasileiro, vem no nosso país e está desrespeitando o nosso país. Chamou de cego e nada aconteceu. Perdeu é o choro do perdedor, mas quero deixar meu protesto,” disse.
É isso mesmo Jorginho !!!
É O CHORO DO PERDEDOR !!

QUANDO VÃO DAR UM BASTA NA XENOFOBIA??

Se um Palmeirense fala isso já é chamado de torcedor da “LAZIO DA BARRA FUNDA”

CONTRA TUDO E CONTRA TODOS !#Seremos #SegueOlider #SegueMeuPal pic.twitter.com/gnEgSBgFed
Desrespeitando nosso país? Abel apenas cobrou o que era justo no momento. Lembrando que nesse mesmo jogo, o meia Gustavo Scarpa foi derrubado após puxão dentro da área e o árbitro não deu pênalti. O VAR revisou e, incrivelmente, também não assinalou a penalidade. E o Abel que é chato?
Aliás, quais títulos Jorginho tem na carreira de treinador? Fica bem claro e identificado o ciúme e a inveja pelo trabalho da comissão técnica palmeirense. Abel comanda o Palmeiras, Maior do Brasil, e já conquistou série de títulos que poucos treinadores conseguiram. Infelizmente, no nosso país, quem trabalha sério e colhe resultados é insultado e ofendido. Certo mesmo está quem pula de time em time à cada dois meses e não deixa nenhum rastro de sucesso.
© Copyright – Palmeiras Online | www.palmeirasonline.com
Parceiro: Depositphotos

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Solange Couto, a dona Jura de O Clone, é tachada de amante e revela discriminação: “Da mesma cor que eu” – TV Foco

A atriz Solange Couto concedeu uma entrevista ao podcast “Papagaio Falante” nesta semana e contou sobre um caso de racismo que sofreu em sua vida que nunca se esqueceu.
A discriminação racial contra Solange Couto, a eterna dona Jura de “O Clone” (2001), recentemente reprisada pela TV Globo, recordou o caso de preconceito sofrido, e foi dentro de uma agência bancária. “Eu fui vítima de racismo na primeira vez de um igual. Por uma pessoa da mesma cor que eu. É muito ruim”, desabafou a atriz.

Solange Couto contou que se deslocou até a agência bancária, no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, onde ela tinha diversos conhecidos. “O gerente era super meu amigo. Eu levei dois meses sem ir à agência e fui lá confirmar se tinha entrado um pagamento. Cheguei, vi um paletó na cadeira, vi um negro de camisa, gravata e tal e falei. ‘Cadê o Pezino?’ O cara olhou pra minha cara, desceu até o pé, voltou e o olhou pra minha cara: Por que, tu é pega dele?”, questionou o funcionário à atriz.
+Em meio a vaias, Roberto Carlos assume que gravaria com Anitta e revela que assiste Pantanal: “Paro tudo”

Solange Couto ficou sem entender os motivos da injúria e questionou ao funcionário da agência: “Eu perguntei o que era ‘pega’ e ele disse que o gerente era ele. E eu falei ‘Péssimo, péssimo’. Ele ensinou com todas as letras que eu era uma comida do gerente”, relembrou a atriz, sendo acusada de ser amante do antigo gerente.

Totalmente sem chão, indignada com a situação brutal que foi tratada, Solange Couto exigiu que sua conta fosse encerrada naquele momento pelo atual gerente que a destratou. “Eu falei: ‘querido, eu sou cliente e vou tirar minha conta dessa agência, não quero assunto com você porque minha panela de pixe tá furada”, esculachou a atriz, rememorando no podcast o preconceito sofrido.
A filha de Solange Couto, Morena Mariah, em 2013, aos 22 anos, expôs em suas redes sociais sobre sua bissexualidade, revelando ao público que estava namorando uma mulher, após ter tido uma relação com um homem. Atualmente, aos 31 anos, a filha da atriz contou como foi complicado para ela se assumir e ser exposta nas notícias.
+Xuxa Meneghel descobre que namorado tinha outra mulher e revela que foi enganada: “Ele não falava”

“Essa é a cara de uma mulher bissexual. Descobri que era bi aos 18/19 anos. Na época, minha vida virou do avesso. Noticiaram nos jornais que eu era lésbica (que nunca fui) como se fosse algo compatível com ser uma criminosa”, afirmou a filha de Solange Couto, sobre sua batalha em busca da aceitação e o preconceito que passou.
VÍDEO YOUTUBE: Gospel Bruna Karla é atacada após dizer que gays vão para o inferno 
Apreciador da cultura pop das décadas passadas e muito antenado no mundo atual das celebridades, sou ainda um cinéfilo crítico, colecionador de filmes, livros e discos de vinil. SBTista de coração, Chespirito formou meu caráter e bom humor.
Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.
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Técnico é vítima de racismo ao visitar namorada em condomínio no Vale dos Lagos – Jornal Correio

Depois de trabalhar durante o dia, o técnico de telecomunicações Lucas Vitório Santa, 25 anos, foi visitar a namorada no condomínio Mata Atlântica 1, na região do Vale dos Lagos, na noite de sábado (11). Samara Mota, 26, jogou a chave do apartamento pela janela para que o rapaz pudesse abrir o portão, mas ele resolveu aproveitar que um casal saía do prédio para entrar no local. Lucas foi, então, abordado por um morador que, exaltado, chegou a pular o portão após sair, agrediu o rapaz e ainda sacou uma arma. 
A vítima conta que, quando entrou no condomínio, foi questionado pelo morador para qual apartamento ele estava indo. Como Lucas Vitório estava portando a chave da casa da namorada, disse apenas que estava indo visitá-la. Foi aí que o homem começou a se irritar, como mostra a filmagem da câmera de segurança do prédio. 

“A primeira coisa que passou na minha cabeça foi não ter entendido por que estava passando por aquilo. Eu frequento aqui tem dois anos e nunca tinha passado por isso, foi uma situação muito difícil. Eu estava extremamente cansado porque tinha passado o dia inteiro trabalhando”, conta Lucas.
Depois que Lucas não informou o número do apartamento, o homem pulou as grades do portão e partiu para cima da vítima, que foi agredida duas vezes. O morador também sacou uma arma e apontou para Lucas. O rapaz conta que teve medo de morrer. 
“O machucado maior é por dentro. É uma mistura de raiva, ódio e sentimento de impotência. Eu podia ter morrido por causa de uma besteira, por causa de uma ignorância”, desabafa o rapaz. 
O casal está abalado e teme represálias do vizinho, que, segundo eles, é policial. Depois que teve a arma apontada para si, Lucas Vitório disse qual era o apartamento da namorada. A mulher que acompanhava o agressor então interfonou para Samara e pediu para ela descer. 
“Eu procurei ficar o mais calmo possível. Não demonstrei agressividade em nenhum momento. O tempo todo ele falou algo e foi agressivo, eu só falava que não tinha que dar explicações a ele”, relembra Lucas. 
Mesmo depois da explicação do casal, o homem continuou hostilizando Lucas e não pediu desculpas, segundo a vítima. “Mesmo depois que ela desceu, ele continuou falando e me hostilizando. Quando outro morador chegou no prédio, ele ficou falando de mim como se eu fosse um marginal. Disse que eu não sabia quem ele era, em tom de ameaça”, conta. 
Lucas Vitório e Samara foram até a 10ª Delegacia (Pau da Lima), onde registraram uma ocorrência. A reportagem procurou a Polícia Civil para obter mais informações sobre o caso, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. 
Samara entrou em contato com a síndica duas vezes na noite de sábado (11). A moradora queria que a agressão fosse oficializada em uma ata do condomínio, mas a responsável pelo prédio se negou. A reportagem tentou entrar em contato com a síndica, que não respondeu. 
“Quando eu expliquei para a síndica que meu namorado não quis falar qual era o apartamento, ela disse que ele deveria ter dito para evitar problemas. Mas ele não é obrigado a dizer para onde vai ou não, ele é livre e não estava fazendo nada de errado”, afirma Samara. 
O casal acredita que Lucas Vitório tenha sido vítima de racismo. “Talvez se fosse uma pessoa branca, bem arrumada e que não tivesse passado o dia inteiro no trabalho, ele não teria tomado essa atitude”, afirma Lucas. A reportagem tentou entrar em contato com o morador do prédio, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. 
“Eu estou muito chocada e estressada com isso tudo. Ninguém merece passar por isso, ainda mais ele que é uma pessoa tranquila e estava voltando do trabalho. Ele veio para cá aproveitar o final de semana comigo, mas foi tudo por água a baixo”, desabafa Samara.
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Trabalhadores do INATEL Albufeira exigem aumento salarial ao Governo – Algarve Primeiro

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Câmara do Porto vota celebrar protocolo de Cooperação para Igualdade e Não Discriminação – Observador

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Câmara Municipal do Porto vai votar protocolo de Cooperação para a Igualdade e a Não Discriminação que define como obrigação do município nomear dois conselheiros locais para a igualdade.
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JOSÉ COELHO/LUSA
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O executivo da Câmara Municipal do Porto delibera na segunda-feira celebrar o protocolo de Cooperação para a Igualdade e a Não Discriminação com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
Na proposta, o vereador da Coesão Social da Câmara do Porto, Fernando Paulo, salienta que o município “pretende dar continuidade e ainda aprofundar o âmbito da intervenção na área da igualdade e não discriminação”.
Nesse sentido, o executivo vai deliberar na reunião privada de segunda-feira sobre a celebração do Protocolo de Cooperação para a Igualdade e a Não Discriminação com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
“As autarquias locais (…) devem assegurar a integração da perspetiva de género em todos os domínios de ação do município, designadamente através da adoção de planos municipais para a igualdade, assumindo um papel impulsionador enquanto agentes de desenvolvimento e entidades privilegiadas para a concretização de ações e medidas que permitam a territorialização, identificação e apropriação local dos objetivos da Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação 2018-2030 “Portugal + Igual”, salienta o vereador.
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Fernando Paulo observa ainda que compete à autarquia “colaborar no apoio a programas e projetos de interesse municipal, em parceria com entidades da administração central”.
No âmbito do Protocolo de Cooperação para a Igualdade e a Não Discriminação, é obrigação do município nomear dois conselheiros locais para a igualdade, um interno e outro externo.
Ao mesmo tempo, o município terá de criar uma Equipa para a Igualdade na Vida Local (EIVL) e conceber, adotar e implementar um Plano Municipal para a Igualdade e Não Discriminação, alinhado com a estratégia nacional e respetivos planos de ação.
O protocolo tem a duração de quatro anos e é renovado automaticamente por iguais e sucessivos períodos, “salvo se algumas das partes não pretender renová-lo”.
Não pode ser surpresa: o estado a que isto chegou
Como o PSD começa a controlar empresas de Lisboa
O golpe na economia russa (e como Putin o esconde)
Um SNS a caminho da morte
Apreendidas 5.000 doses de drogas no Porto
São João condiciona trânsito no Porto. Saiba como
Quartel dos Bombeiros Voluntários encerra no Porto
Porto: Ocupação no Alojamento Local abaixo de 2019
Turismo algarvio com falta de trabalhadores
Deputado do PS defende demissão de Temido
Mortes 26% acima do normal, Covid só causou metade
Número de mortes aumentou 19,7% em maio 
Aeroportos. “Governo está a empurrar problema”
16h. SEF. Contingência pode comprometer segurança 
Boris confia na legalidade de voos de deportação
Criptomoedas. Um novo inverno pode estar a chegar
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