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“Das pessoas trans que recorreram ao SNS, mais de metade sofreu discriminação” – Esquerda

“Das pessoas trans que recorreram ao SNS, mais de metade sofreu discriminação”  Esquerda
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Palmeiras responde a Jorginho e reclama de xenofobia de técnico do Atlético-GO – 17/06/2022 – Diário do Grande ABC

Sexta-Feira, 17 de Junho
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esportes@dgabc.com.br | 4435-8384
Palmeiras responde a Jorginho e reclama de xenofobia de técnico do Atlético-GO
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17/06/2022 | 14:10

O Palmeiras respondeu com repúdio e sentiu um tom xenófobo na declaração do técnico Jorginho, do Atlético-GO, nessa sexta-feira, um dia após a equipe paulista vencer o rival goiano por 4 a 2, de virada, no Allianz Parque, em São Paulo, pela 12ª. rodada do Campeonato Brasileiro. Depois do confronto, Jorginho, em entrevista coletiva, criticou principalmente o treinador português Abel Ferreira, do alviverde.
“Não é à toa que não só ele, mas toda a comissão técnica vem sendo expulsa constantemente, porque falta esse tipo de respeito. Você bater palma para o árbitro é sacanear o cara. É uma coisa que me revolta como treinador, como brasileiro, ele vir no nosso país e estar desrespeitando nosso país, desrespeitando nossos árbitros, dizendo que (o árbitro Roman Abatti Abel) é cego, xingando de tudo quanto é nome e nada acontece”, disse.
Jorginho se referiu à confusão que ocorreu, por volta dos 30 minutos do segundo tempo, entre as duas comissões técnicas. O desentendimento rendeu a expulsão de auxiliares técnicos de ambas equipes. Para o treinador do clube goiano, porém, Abel Ferreira era o único em campo que deveria ser punido com o cartão vermelho.
A diretoria do Palmeiras, porém, enviou uma nota pública nessa sexta-feira.
“A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica.
Nascemos pelas mãos de imigrantes que não somente fundaram um dos clubes mais vitoriosos do mundo, como também contribuíram com a formação da sociedade brasileira e da identidade nacional”, iniciou a nota.
“A nossa história de 107 anos foi construída por jogadores, profissionais e torcedores de diferentes nacionalidades e etnias, sem distinção. Portanto, não toleramos declarações preconceituosas que incitem a aversão a estrangeiros.
Nossos gramados não são feudos reservados a pessoas de um só país. Pelo contrário, neles há espaço para todos que tenham vontade e capacidade de melhorar o futebol brasileiro”, completou a nota palmeirense.
Líder isolado do Brasileiro com 25 pontos, o Palmeiras volta a campo às 20h de segunda-feira contra o São Paulo, no Morumbi. O Atlético-GO é o 17º (13 pontos) e enfrenta o Juventude, em casa, no domingo, às 18h.

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Governo angolano suspende emissão de programas de evangelização da IURD – Observador

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A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola anunciou que os programas de evangelização que eram transmitidos em duas plataformas de televisão por cabo foram suspensos.
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AMPE ROGÉRIO/LUSA
AMPE ROGÉRIO/LUSA
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola anunciou esta quinta-feira que os programas de evangelização que eram transmitidos em duas plataformas de televisão por cabo foram suspensos sem prévia notificação.
Num comunicado assinado pelo bispo António Ferraz, líder da ala brasileira da IURD, não reconhecida pelo Governo angolano, a igreja diz ter tido conhecimento de uma nota do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (Minttics), datada de 10 de junho, solicitando a suspensão imediata das emissões do programa FÉTv, transmitido nas plataformas Multichoice (DSTv) e TV Cabo.
“Os programas da IURD foram suspensos, sem nenhuma prévia notificação, privando desta forma milhares de lares da programação da Igreja, além da total falta de fundamentação para o referido ato”, salienta o documento.
A IURD diz ainda que “a rebelião sem precedentes” que se instalou em 2019, e levou à separação em duas alas, apresentando-se ambas com a mesma designação, “tem afligido os milhares de fiéis de Cabinda ao Cunene, sendo esse mais um golpe desumano e brutal contra as centenas de missionários, milhares de obreiros, jovens e simpatizantes da igreja por toda a Angola”. Promete também continuar em busca da restituição da legalidade, sem detalhar quais as ações subsequentes.
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Em declarações à Lusa, o pastor Olívio Alberto diz que a igreja não foi notificada e foi surpreendida com a retirada do programa, já que o Minttics comunicou a suspensão diretamente aos operadores.
No ofício dirigido às plataformas de televisão, a que a Lusa teve acesso, o Minttics ordena a “suspensão imediata” do canal na sequência de um protesto apresentado pelo bispo Valente Bizerra Luís (líder da ala reformista e identificado como entidade responsável pela IURD legalmente reconhecida), “segundo o qual, os produtores dos conteúdos atuais deste canal, não representam a Igreja Universal”.
Olívio Alberto fala de “perseguição religiosa”, já que os representantes da IURD foram absolvidos de vários crimes de que eram acusados e questiona: “onde está o documento legal que atesta o sr. Valente Bizerra como líder da Igreja Universal?”.
Em abril do ano passado, o Minttics suspendeu as licenças de três canais de televisão, entre as quais a Record TV Africa, ligada à igreja fundada pelo brasileiro Edir Macedo, alegando inconformidades legais, entre as quais o facto de o diretor executivo da empresa não ser angolano e ter jornalistas estrangeiros não credenciados no país.
A Record TV tinha exibido diversas reportagens desfavoráveis ao Governo de Angola, afirmando que os brasileiros eram vítimas de xenofobia no país. A IURD (ala brasileira) alega ser reconhecida em Angola desde 1992 e ter o bispo António Miguel Ferraz como seu legítimo representante, eleito em assembleia geral.
No entanto, o Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR) não reconhece esta ala, tendo antes legitimado a liderança do bispo Valente Bizerra Luís, que coordenava a comissão de reforma que entrou em conflito com a direção brasileira da IURD em 2019. Em 27 de maio de 2022, o INAR emitiu uma “declaração de idoneidade da confissão religiosa”, com validade de um ano, declarando ser Valente Bizerra Luís o representante legal da IURD.
Ambas as alas – a de origem brasileira, liderada agora pelos angolanos Alberto Segunda (líder espiritual) e António Ferraz (presidente da direção), e os reformistas dirigidos por Bizerra Luís – reclamam ser as legítimas representantes da igreja fundada por Edir Macedo. Em tribunal, correm ainda processos relacionados com a propriedade dos templos, que estiveram apreendidos por ordem da Procuradoria-Geral da República (PGR) e reabriram recentemente.
A IURD tem estado envolvida em várias polémicas em Angola, desde que em novembro de 2019 um grupo de dissidentes se afastou da direção brasileira com troca de acusações mútuas relativas à prática de atos ilícitos.
Os angolanos, liderados pelo bispo Valente Bezerra, afirmavam que a decisão de romper com a representação brasileira em Angola encabeçada pelo bispo Honorilton Gonçalves, fiel ao fundador Edir Macedo, se deveu a práticas contrárias à religião, como a exigência da prática da vasectomia, castração química, práticas de racismo, discriminação social, abuso de autoridade, além da evasão de divisas para o exterior do país.
As alegações sempre foram negadas pela IURD Angola que acusou os reformistas de “ataques xenófobos” e agressões a pastores e intentou também processos judiciais contra os dissidentes. A IURD Angola acusou anteriormente as autoridades judiciais angolanas de terem feito apreensões ilegais e atentarem contra a liberdade religiosa.
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Pesquisadores apresentam livro que elenca os desafios da prática antidiscriminatória no Direito – GZH

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Racismo e pedofilia: as polêmicas das novelas infantis do SBT – UOL

De Splash, em São Paulo
13/06/2022 04h00
Sucesso na TV aberta e também nas plataformas de streaming, as novelas infantis do SBT revelaram sucessos como Larissa Manoela e João Guilherme, mas também ficaram marcadas por algumas polêmicas.
Em depoimentos nas últimas semanas, atrizes que trabalharam nas tramas da emissora relataram que os bastidores das produções do canal de Silvio Santos escondiam alguns segredos desagradáveis.

Atenção: o texto pode ter conteúdo “gatilho” para pessoas sensíveis aos temas de pedofilia e abuso sexual.
Em entrevista ao Barbacast, a ex-atriz mirim Duda Wendling fez uma grave denúncia. Ela defende que o SBT encobriu casos de pedofilia que aconteceram na época das gravações de “Cúmplices de um Resgate”, de 2015.
“Dentro do SBT, na época que eu trabalhava lá, tiveram dois pedófilos. Um era o nosso preparador de elenco. Ele já estava na prisão, morreu há um mês, estava passando por uma doença”, revelou Duda.
Na época, Duda tinha entre 8 e 9 anos. Segundo a atriz, os abusos não aconteciam na emissora e sim na academia de atores do preparador. Pelo relato de Duda, ele se aproveitava do momento em que as crianças precisavam ficar de olhos fechados para um exercício para tocar em suas partes íntimas.
“A minha mãe foi até a psicóloga (do SBT) perguntar se era verdade (a pedofilia), e ela disse que não e que se minha mãe ficasse espalhando e apavorando outros pais, eu iria ser mandada embora da novela. Obviamente que calei minha boca. Quando ele morreu, minha mãe fez um desabafo na internet e as outras mães começaram a procurar ela”, disse Duda, que ainda relatou a existência de outro caso de pedofilia na emissora.
“Um pedófilo que acompanhava um ator foi preso em flagrante em casa, com dois figurantes crianças da novela. Ele estava em chamada de vídeo com as duas crianças, as mães entenderam, chamaram a polícia. A polícia foi lá fez revista e achou roupas de crianças”, relembrou.
Procurado por Splash, o SBT disse que “as situações retratadas que, supostamente envolvem a emissora, são totalmente infundadas. A emissora condena com severidade qualquer tipo de assédio e comportamento abusivo e mantém canais de denúncias voltados para seus colaboradores, e tomará as medidas cabíveis.”
Bel Moreira, atriz que deu vida a Raquel em “As Aventuras de Poliana” e reprisa o papel em “Poliana Moça”, se assumiu bissexual aos 22 anos.
Bem resolvida com sua sexualidade, Bel relembrou que nem sempre pôde ter liberdade para se expressar como gostaria.
“Eu tinha a necessidade de falar, mas achava que muitas portas seriam fechadas para mim. Era assustador. Não lidava bem com o armário, nem com a pressão. Fui orientada a não falar abertamente sobre isso. A partir do momento que eu ouvi que poderia falar abertamente sobre minha bissexualidade, me senti sufocada”, revelou em papo com a “QUEM”.
Queria, ao mesmo tempo, expor quem eu era e me esconder. Era muito estranho não falar sobre minha sexualidade. Na minha família, nas minhas amizades isso jamais foi uma questão. Foi um susto precisar me esconder.

Uma cena de “Aventuras de Poliana” exibida em 2018 também deu o que falar. Na novela, uma aluna negra reclama após ser acusada injustamente de roubo só pela cor de sua pele. Confrontada pela coordenadora da escola, ela acaba ouvindo a frase que gerou polêmica.
“Sabe qual é um dos maiores culpados pelo preconceito? A nossa cabeça! E para que os outros parem de ver a nós, negros, como diferentes, nós precisamos parar de nos ver como diferentes”, diz a coordenadora.
As redes sociais ficaram lotadas de comentários e críticas argumentando que a novela perpetuava o racismo como sendo culpa dos próprios negros e o SBT rebateu minimizando a controvérsia.
“Se instalou uma polêmica que não existe. A novela é uma obra de ficção para entreter e não polemizar. No capítulo 61, ainda no mesmo contexto que foi ao ar ontem, a coordenadora do colégio quis convencer a menina que aquele estereótipo de que o negro é sempre culpado à primeira vista não pode prevalecer, mostrando-a uma nova perspectiva”, defendeu a emissora em nota oficial.
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Professor da Universidade do Porto associa transexualidade a “doença mental” – Porto Canal

Professor da Universidade do Porto associa transexualidade a “doença mental”
O professor Manuel Eduardo Correia, da Universidade do Porto, está a ser acusado de discriminação contra a comunidade transexual na sequência de comentários proferidos nas redes sociais. Em causa está uma polémica que surgiu na conta de twitter de Catarina Maia, professora convidada da Faculdade de Ciências e dirigente da Iniciativa Liberal.
Inicialmente, a docente convidada referiu que o Plano de Igualdade de Género recentemente adoptado pela Universidade do Porto é baseado em “pseudociência” e que nem sequer respeita “as regras gramaticais do português em que o género masculino é o inclusivo”. Mais tarde, no contexto de uma discussão sobre o recuo no processo da mudança de género, também conhecido por “detransitioning”, Eduardo Correia referiu-se a este grupo como “doentes mentais com prognóstico muito reservado”.
Perante estas acusações, o Porto Canal contactou o Professor Associado do Departamento de Ciências de Computadores que até há menos de um ano era também membro da equipa reitoral da Universidade do Porto. Em resposta, Eduardo Correia falou em “histerismo” e “políticas de cancelamento promovidas pelo twitter.”
Posteriormente, a Faculdade de Ciências referiu em comunicado que se afasta de “qualquer posição transfóbica,” seguindo o plano de igualdade de género da Universidade do Porto. Questionada a respeito dos comentários do professor Manuel Eduardo Correia, a instituição salienta que “na academia não há espaço para atos de discriminação, principalmente os que têm por base o estatuto social, sexo, origem étnica ou orientação sexual.”
Ao Porto Canal, fonte da reitoria da Universidade do Porto garantiu que o caso vai ser analisado para apurar se há motivo para a abertura de um inquérito.
Perante a polémica, Diogo Vieira da Silva, da Associação Variações, exige consequências e afirma que as universidades devem fazer mais para travar todo o tipo de discriminação.
Exame de Português: alunos de Matosinhos entre o agrado e o descontentamento
Os alunos de uma escola de Matosinhos ficaram entre o agrado e o descontentamento depois do Exame de Português realizado na manhã desta sexta-feira. Cerca de 43 mil alunos realizaram o exame a nível nacional.
Incendiário detido por suspeita de ter ateado fogos em Penafiel e Marco de Canaveses
Um incendiário foi detido pela Polícia Judiciária do Porto, suspeito de ter ateado 24 fogos em Penafiel e Marco de Canaveses.
Já foi levado ao juiz para ser ouvido no primeiro interrogatório judicial.
Bombeiros Voluntários do Porto de portas fechadas e em protesto contra a atual direção
O corpo dos 20 Bombeiros Voluntários do Porto está de portas fechadas e em protesto contra a direção. Dizem não terem condições para manter o apoio à população.
Marcelo promulga Orçamento do Estado de 2022 que considera “uma ponte precária” para 2023
Presidente da República tenciona promulgar Orçamento do Estado de 2022 ainda hoje
Exame de Português: alunos de Matosinhos entre o agrado e o descontentamento
Medina considera “natural” exigência dos médicos e insiste que problema do Serviço Nacional de Saúde não é financeiro
Ministra da Saúde recusa “explorar óbitos e sofrimento” e culpa pandemia por adiamento de soluções

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Integrantes da Comissão de Igualdade Racial e Enfrentamento ao Racismo são eleitos em Uberaba – G1

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Alunos querem professora afastada de escola, após prisão por racismo – Campo Grande News

Capital
Secretaria de Educação abriu processo administrativo disciplinar para investigar situação
Alunos de escola estadual querem o afastamento de uma professora de 40 anos acusada de proferir ofensas racistas contra motorista de aplicativo de 30 anos na Capital no último dia 20. Ela foi autuada por discriminação por conta de raça, cor e etnia, que equivale ao racismo, e ganhou liberdade após pagar a fiança. De acordo com uma aluna, que não será identificada por ser adolescente, na manhã desta terça-feira (7), a diretoria da unidade avisou alunos que a professora será afastada.
Segundo a SED (Secretaria de Estado de Educação), seis atas com pedidos de afastamento da profissional foram registradas pela Escola Estadual São José. “Fomos acolhidos, e a administração da escola parou para nos ouvir”, conta a aluna. Antes disso, na semana passada, uma turma chegou a se recusar a ter aulas com a professora; os estudantes se posicionaram em frente à coordenação em protesto contra a permanência dela na função. A mulher começou a dar aulas na unidade no início deste ano.
“Durante a aula, ela foge do assunto da matéria, fala coisas absurdas, já chegou a falar mal de um aluno para a sala toda, além de ser extremamente grosseira e rude com os alunos”, afirmou a estudante. “A diretoria passou na sala hoje de manhã avisando que a professora não daria mais aula pra nós, garantiu que ela não entra mais em sala para dar aula”, completou a aluna.
Outro lado – Ao Campo Grande News, a professora conta que dá aulas em outras três unidades escolares e o que está acontecendo na São José são reclamações de alunos descontentes. “Isso aí é porque eles receberam nota 6, entregaram as atividades depois do prazo, atividades essas que eu nem deveria ter recebido porque o prazo já tinha passado, e eu recebi mesmo assim. Mas agora eles estão achando as notas que receberam ruins”, garantiu a educadora. De acordo com ela, entre os adolescentes que querem sua saída, estão alunos “indisciplinados, que não copiam, só ficam no celular e não querem assistir às aulas.”
Ela ainda reclamou ter uma situação ocorrida fora do ambiente escolar sendo vinculada com suas atividades profissionais. “O que uma coisa tem a ver com a outra? Esse episódio com o Uber tem a ver com a minha vida privada, não é uma coisa que não aconteceu dentro da escola”, definiu.
Secretaria – O Campo Grande News também questionou a SED sobre a situação da professora, a acusação de injúria racial e os pedidos de afastamento movidos pelos alunos.
Em nota, a secretaria não confirmou o afastamento, apenas afirmou que “está ciente e acompanhando o desdobramento por meio da Superintendência de Gestão de Pessoas. Tendo em vista o ocorrido, a SED já deu início a abertura de um PAD (Processo Administrativo Disciplinar), a fim de averiguar o ocorrido.” O órgão ainda afirmou que as atas registradas não foram assinadas, “pois a professora se encontra de licença médica”, finalizou a nota.
Caso – Na tarde do dia 20 de maio, a professora solicitou uma corrida em sua residência no Bairro Monte Castelo. O destino final era a escola onde a professora trabalha. A cliente, então, pediu para que o motorista estacionasse o veículo em um local proibido, mas ele se negou, já que poderia ser multado e acabou sendo alvo de uma série de ofensas.
De acordo com a vítima, a mulher começou a gritar por ele e chamá-lo de “nego”, em tom pejorativo e, ao notar que estava sendo ignorada pelo motorista, perguntou se ele olharia para ela, caso ela “retirasse a roupa”. A Polícia Militar foi acionada pelo motorista e encaminhou a mulher para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) do Centro. No local, ela ainda teria debochado do rapaz, dando risadas. Ela foi liberada após pagamento de fiança.
Sexta, 17 de Junho
Todos os direitos reservados. As notícias veiculadas nos blogs, colunas ou artigos são de inteira responsabilidade dos autores. Campo Grande News © 2020.
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Etarismo: Psicóloga explica preconceito sofrido por diversas famosas – ISTOÉ

Comportamento
Etarismo: Psicóloga explica preconceito sofrido por diversas famosas (Crédito: Montagem reprodução Instagram)
Letícia Sena
Andréa Beltrão, Claudia Raia, Denise Fraga, Dira Paes, Fafá de Belém, Ingrid Guimarães, entre outras famosas, seja nas redes sociais ou ao dar entrevistas, já revelaram terem sofrido etarismo, que é discriminação e preconceito contra pessoas com idade avançada.
O etarismo é identificado dentro de padrões sociais, de beleza, no mercado de trabalho, com isso, muitas mulheres se sentem julgadas ao surgirem as primeiras rugas e cabelos brancos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em um relatório de 2021, estima-se que uma em cada duas pessoas pratique alguma atitude relacionada ao etarismo no mundo.
IstoÉ Gente conversou com a neuropsicanalista da USP Priscila Gasparini Fernandes, que explicou tudo sobre o assunto. Confira!
“No dia a dia infelizmente é muito comum ouvirmos a frase: “Você não tem mais idade para isso”, ou evitar um caixa eletrônico onde um idoso está utilizando pois teoricamente irá demorar. A taxa de contratação de idosos para o mercado de trabalho é extremamente baixa. O estereótipo de que a idade é um problema afeta muito a vida dos idosos, o medo de falhar e ser julgado faz com que eles se afastem do convívio social, gerando tristeza e depressão”, começou a profissional.
“Etarismo, idadismo ou ageísmo são usados para definir o preconceito em relação a idade avançada dos indivíduos, se refere aos estereótipos (como pensamos), preconceito (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação aos idosos. O etarismo está relacionado com a capacidade do ser humano em tomar decisões, atividades profissionais e realizar tarefas rotineiras. É muito comum, por exemplo, tratar os idosos como uma criança, como se reafirmasse um retrocesso no desempenho cognitivo, intelectual e social. O idoso é tão capaz de viver independente como qualquer outro cidadão”.
+ Suspeitos confessam ter matado jornalista britânico e indigenista na Amazônia, diz BandNews

“Com o aumento da expectativa de vida da população como um todo, devemos criar uma melhor conscientização nas pessoas, e um respeito maior pelo idoso, por seu conhecimento e experiencia adquirida pela vivencia que teve. Negar o envelhecimento de outras pessoas é negar a própria vida, pois haverá o mesmo processo de envelhecer para todos, devemos semear o respeito e a consideração, pois iremos colher, ensinando nossos filhos a não vincular a idade com a capacidade, trabalhando sempre a inclusão e o amor ao próximo”, finalizou Priscila Gasparini.
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