Activa | Jornal australiano obriga Rebel Wilson a assumir namoro com Ramona Agruma – Activa

Depois de vários meses em que manteve uma postura reservada sobre a vida pessoal, Rebel Wilson confirmou publicamente que namora com uma mulher.
Porquê agora? Ao que tudo indica, poderá não ter sido 100 por cento uma escolha da atriz. Poucos dias depois da revelação, o jornal The Sydney Morning Herald publicou uma coluna assinada por Andrew Hornery, alegando que planeava avançar a notícia do romance em primeira mão.
Segundo Hornery, a publicação australiana entrou em contacto com Wilson para obter uma reação, dando-lhe uma janela de dois dias para responder antes de a história vir a público. “Grande erro”, afirmou, acusando a estrela de “atropelar” a história ao assumir diretamente o relacionamento com Ramona Agruma“A escolha que ela fez de ignorar os nossos pedidos discretos, genuínos e honestos, foi, do nosso ponto de vista, dececionante”.
O jornalista acrescentou ainda que era “pouco provável” que Wilson “enfrentasse o tipo de discriminação e muito menos homofobia — subconsciente ou aberta — que infelizmente ainda afeta tantos gays, lésbicas e pessoas que não se identificam como heterossexuais”.
Já a estrela de Hollywood parece ter confirmado que foi obrigada a partilhar esta informação na resposta a um tweet da jornalista Kate Doak, que criticou a coluna do The Sydney Morning Herald. Wilson agradeceu a Doak pelo apoio, admitindo que “foi uma situação muito difícil, mas estava a tentar lidar com ela graciosamente”.
Após a conduta do jornal ter sido alvo de duras críticas, o editor Bevan Shields respondeu, alegando que a coluna de notícias sobre celebridades contactou a atriz e “teria feito as mesmas perguntas se o novo parceiro de Wilson fosse um homem”. Entretanto, ainda no meio de muitas opiniões desfavoráveis, o colunista Andrew Hornery acabou por escrever um novo texto e pediu desculpa pela forma como lidou com o assunto.
“Arrancar as pessoas do armário não é o negócio do ‘Herald’. Enquanto homem gay, estou bem ciente de como a discriminação dói profundamente. A última coisa que eu queria fazer era infligir essa dor a outra pessoa”. Hornery reconheceu ainda que o jornal deu “alguns passos em falso na abordagem”, particularmente ao incluir o deadline semanal da coluna no e-mail enviado à equipa de relações públicas de Wilson, o que, admite o jornalista, pode “ter sido interpretado como uma ameaça”.
“O tom da minha coluna acertou ao lado. Permiti que a minha desilusão lançasse uma sombra sobre o artigo. Isso não foi justo e peço desculpa”.

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