Big Brother: Cinha acusada de xenofobia para com Bruna – Infocul.pt

Big Brother: Cinha acusada de xenofobia para com Bruna, devido a uma situação ocorrida no Em Família, de ontem.
Cinha Jardim acabou por dizer que não gostava que fosse Bruna Gomes a ganhar o ‘Big Brother — Desafio Final’.
A Bruna? Não. Há tantos portugueses aqui para jogarem…”, comentou.
Mais tarde a família da concorrente recorreu às redes sociais para se pronunciar sobre o acontecimento.
Bru é uma mulher que merece tudo de melhor nesse mundo, inclusive ganhar o BB Desafio Final”, começaram por escrever.
Não se deixe levar por comentários negativos e principalmente xenofóbicos, juntos somos mais fortes!”, finalizaram, os familiares da brasileira.

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Índia desculpa-se de comentários islamofóbicos por membros do governo – Notícias ao Minuto

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10:23 – 06/06/22 por Hélio Carvalho
Mundo Índia
O governo indiano está esta segunda-feira a retratar-se e a desculpar-se pelos comentários de dois membros do Bharatiya Janata Party (BJP), o partido liderado pelo primeiro-ministro, Narendra Modi, que terão insultado o profeta Maomé – declarações essas que motivou um motim em Kanpur, onde foram detidas mais de 50 pessoas.
Um dos membros do partido foi suspenso depois dos comentários – que não estão a ser repetidos por qualquer órgão de comunicação por ofenderem a comunidade muçulmana. Nupur Sharma, a porta-voz oficial do BJP, um partido de origem nacionalista hindu, foi então removida temporariamente do BJP, enquanto que Naveen Jindal, diretor de comunicação do partido em Nova Deli, foi expulso.
As declarações de Sharma e de Naveen Jindal (que replicou a mensagem da porta-voz num tweet) enfureceram o mundo árabe internacional, e os parceiros económicos da Índia no Médio Oriente.
No Qatar, o ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou, citado pela BBC, que “permitir este tipo de comentários islamofóbicos sem punição constitui uma grave ameaça à proteção dos direitos humanos, e pode levar a maior marginalização, criando um ciclo de violência e ódio”.
Os comentários foram mal acolhidos também no Afeganistão, onde o governo ultraortodoxo dos talibãs – que regressaram ao poder com uma visão restrita da sharia – pediram que o governo de Nova Deli para “não permitir que fanáticos insultem a religião sagrada do Islão”.
We urge the Indian government not to allow such fanatics to insult the holy religion of Islam and provoke the feelings of Muslims.2/2

Já o governo da Arábia Saudita, através do Twitter, elogiou a suspensão de Nupur Sharma e reafirmou a “permanente rejeição da discriminação contra os símbolos da religião islâmica”.
#Statement | The Ministry of Foreign Affairs expresses its condemnation and denunciation of the statements made by the spokeswoman of the #Indian Bharatiya Janata Party (#BJP), insulting the Prophet Muhammad peace be upon him. pic.twitter.com/VLQwdXuPuq

Ao longo desta segunda-feira, o governo indiano tem usado os seus embaixadores para acalmar os ânimos da comunidade internacional, que já tem apontado o dedo às políticas de Modi, criticando a discriminação da comunidade muçulmana no norte da Índia, especialmente na região de Caxemira.
Citado pela Reuters, o ministério dos Negócios Estrangeiros indiano deixou claro que os comentários ofensivos dos dois membros do partido não refletem a visão do governo e que repudia qualquer forma de discriminação islamofóbica.
Ainda assim, a reação chegou tarde para a população em Kanpur, no norte da Índia, onde um violento motim depois da oração de sexta-feira feriu várias pessoas, tendo sido detidas outras 55 pessoas. Vídeos nas redes sociais demonstram que todos os detidos são muçulmanos, que foram agredidos pela polícia antes de serem detidos.
Violence broke out in #Kanpur during shutdown called by Muslim community protesting against @NupurSharmaBJP blasphemous comments against Prophet Muhammad SAW. When Muslim shopkeepers were closing their shops after Friday prayers, the Hindutva mob started pelting stones at them. pic.twitter.com/MdEfRuQBwr

A Índia tem uma população de cerca de 1,3 mil milhões de pessoas, o segundo com maior população no mundo, atrás da China. Dessas, 200 milhões são muçulmanos, o que representa cerca de 15% de um país onde a polarização política em torno da religião tem piorado – é ainda a terceira maior população muçulmana no mundo e a maior comunidade muçulmana em minoria.
Segundo a BBC, as trocas comerciais entre a Índia e os países a oeste, predominantemente muçulmanos, são uma fatia muito grande da economia indiana. As trocas com o Conselho de Cooperação do Golfo, onde estão também países como o Qatar, Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, moveu cerca de 87 mil milhões de dólares entre 2020 e 2021.
Estes países são dos maiores importadores de produtos indianos e, vice-versa, a Índia é dos maiores importadores de energia proveniente de países árabes.
As reações nos países árabes também têm sido mais veementes devido à pressão popular nas redes sociais, onde hashtags a criticar a Índia e a pedir ação tornaram-se os temas mais abordados.
Leia Também: Índia considera “infeliz” relatório dos EUA sobre liberdade religiosa
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Movimento Estudantil propõe criação de mecanismo nacional para denúncias anónimas de assédio – Público

O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior esteve reunido no fim-de-semana na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu, em sede de Encontro Nacional de Direcções Associativas, para debater posições sobre diferentes áreas do Ensino Superior.
O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior propôs durante um encontro nacional em Viseu a criação de um mecanismo nacional especializado e gabinetes de âmbito regional para denúncias anónimas de assédio sexual ou discriminação nas instituições.
O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior esteve reunido no fim-de-semana na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu, em sede de Encontro Nacional de Direcções Associativas (ENDA), para debater posições sobre diferentes áreas do Ensino Superior.
Na sequência de diversos casos de assédio nas instituições de ensino superior (IES), o Movimento propôs a criação de “um mecanismo nacional especializado e respectivos gabinetes de âmbito regional para que os estudantes que se sentem vítimas de assédio ou discriminação possam denunciar anonimamente”.
Pediram igualmente a realização de um estudo sobre assédios moral e sexual nas IES, a implementação de obrigatoriedade de um Código Ético de Conduta Académica em todas as Instituições de Ensino Superior, assim como a inclusão de acções preventivas.
Durante o encontro, os estudantes apresentaram propostas de alterações do Regulamento de Bolsas a Estudantes do Ensino Superior, solicitaram a garantia de financiamento para a criação e manutenção de Gabinetes de Apoio Psicológico e exigiram a definição clara de critérios para alertar para o insucesso escolar.
Relativamente ao Financiamento do Ensino Superior, os estudantes pediram um aumento da dotação financeira às IES em sede de Orçamento de Estado e a revisão do modelo de financiamento destas.
Durante o encontro, os estudantes Ricardo Nora e João Machado foram eleitos para o Conselho Consultivo do Instituto Português do Desporto e Juventude e para o Conselho Consultivo do Ensino Superior, respectivamente.
Foi igualmente aprovada com 52 votos a favor e duas abstenções a realização do próximo Encontro Nacional de Dirigentes Associativos no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa.
No decorrer da reunião durante o fim-de-semana em Viseu várias associações académicas do país abandonaram o ENDA em protesto contra o modelo daquele fórum, que acusam de não ser legítimo.
As associações académicas de Coimbra, Açores, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Madeira, Minho e Trás-os-Montes e Alto Douro abandonaram no sábado o ENDA, que reúne o movimento associativo nacional dos estudantes do ensino superior, em protesto contra aquilo que consideram ser um modelo de fórum “centralizador”, que favorece as federações associativas, afirmaram estas estruturas, em comunicado enviado à agência Lusa.
Nesse comunicado, as associações académicas “questionam a legitimidade das moções” que venham a ser aprovadas na reunião ordinária do ENDA, depois de a terem abandonado no sábado.
“O ENDA não pode ser um espaço onde as associações que representam 25% dos estudantes de todo o ensino superior a nível nacional equivalem a menos de 10% da votação. Infelizmente, o actual modelo, fortemente centralizador e federalista, marcado por discussões que se tornam, por vezes, demagogas e vazias, proporcionadas por jogos de interesse, não cumpre os seus princípios”, pode ler-se no comunicado.
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MP apura denúncia de racismo institucional contra São Bernardo – 07/06/2022 – Diário do Grande ABC

Sexta-Feira, 10 de Junho
|
setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319
MP apura denúncia de racismo institucional contra São Bernardo
Movimentos sociais protocolaram documento criticando decisões da Prefeitura; administração afirmou que ainda não foi notificada
Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/06/2022 | 00:01

O MP (Ministério Público) de São Bernardo instaurou, no último dia 27 de maio, um PAA (Procedimento Administrativo de Acompanhamento) para apurar denúncia de racismo institucional contra a Prefeitura de São Bernardo. O documento foi apresentado por movimentos sociais organizados e protocolada no dia 25 de maio. Segundo o MP, as determinações de diligências, incluída a expedição de ofício, foram cumpridas neste mesmo dia. A Prefeitura de São Bernardo informou que ainda não foi notificada.
A denúncia foi apresentada por três instituições: o projeto Meninos e Meninas de Rua, o MNU (Movimento Negro Unificado) e a UNEafro (União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora). Coordenador geral do projeto Meninos e Meninas de Rua, Marco Antonio da Silva, o Markinhos, 50 anos, explicou que o documento foi construído ao longo de sete meses e teve como ponto de origem a falta de políticas públicas para a população negra e indígena da cidade. “O acompanhamento que a gente faz com as famílias, crianças e adolescentes do projeto deixa claro essa total ausência de iniciativas por parte do poder público”, acusou.
Markinhos cita a tentativa da Prefeitura de tirar o projeto do imóvel onde está instalado há 30 anos, na Rua Jurubatuba, no Centro, como uma das demonstrações de ataque às instituições que executam ações de combate ao racismo no município. O imóvel foi cedido ao projeto por meio de decreto, mas a administração tucana alega que o projeto social está irregular com questões documentais e que também teria restrições junto ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), o que prejudica a continuidade do Meninos e Meninas de Rua no local. Atualmente, o projeto se beneficia de uma liminar que suspendeu a reintegração de posse, no fim do de 2021.
Coordenador do GT (Grupo de Trabalho) Pan-africanista do MNU em São Bernardo, Carlos Roberto Ketu, 49, afirma que a expectativa é que o MP acate a denúncia, apure os fatos relatados e que a Prefeitura possa adequar as políticas de combate ao racismo à realidade que a população negra vive atualmente. “As manifestações do Carnaval já não ocorrem mais; as leis que determinam qualificação dos professores para ensino de história africana e indígena não são seguidas; não há orçamento para as celebrações do 20 de novembro, Dia da Consciência Negra”, citou, enumerando inações do poder público.
Ketu relembra que em 2021 a cidade realizou, no dia 20 de novembro, a Oktoberfest, festa tradicional alemã. Segundo o coordenador do MNU, nas escolas, o tema trabalhado era a dengue. “Isso é um descaso, fere a memória da população negra na cidade”, afirma. “Na medida em que não existem políticas públicas que possam atender essa população, cerca de 340 mil pessoas, elas estão sendo ignoradas”, conclui.
Markinhos destacou que, segundo dados oficiais, a cidade tem, pelo menos, 34% da população formada por pessoas negras e que a inexistência de políticas públicas específicas para esse público é uma demonstração clara da prática de racismo institucional. “Não tem informação sobre a população negra no município, quais são as carências, de que políticas essas pessoas precisam, nem da população indígena, que são nossos irmãos”, comentou.
Integrante da Comissão da Criança e do Adolescente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo, Ariel de Castro Alves concordou com a ação. “De fato, temos tido vários episódios que denotam racismo e discriminação por parte da Prefeitura, como a tentativa de impedir a realização do encontro de jovens poetas e rappers, conhecido como Batalha da Matrix, por meio da atuação da GCM (Guarda Civil Municipal) e da PM (Polícia Militar); a tentativa de despejar o projeto Meninos e Meninas de Rua de prédio público concedido pela Prefeitura há várias décadas; o fechamento da Casa do Hip Hop; a extinção da Fundação Criança; o fim das bolsas e atividades do Peat – Programa de Educação de Adolescentes para o Trabalho; os despejos nos bairros periféricos com violência da GCM; além da falta de políticas públicas para pessoas em situação de rua. São provas de que a Prefeitura está promovendo exclusão social dos jovens pobres e negros da cidade”, comentou. 
Prefeitura afirma que ainda não foi notificada pelo MP
A Prefeitura de São Bernardo informou, por meio de nota, que ainda não foi notificada pelo MP (Ministério Público). A administração afirmou que o município instituiu no ano passado ouvidoria exclusiva para receber denúncias de racismo e injúrias raciais. Que na esfera legal, a pasta também possui a seção de Assuntos para a Igualdade Racial e Minorias, responsável por colocar em prática as políticas públicas de promoção à igualdade racial.
A nota também cita que o Plano Municipal de Educação prevê, nos currículos escolares da educação básica, conteúdos sobre a história e as culturas afro-brasileira e indígenas. “A criação de Plano Municipal de Promoção à Igualdade Racial e de conselho específico para esse tema estão em estudo e foram algumas das demandas debatidas na V Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial de São Bernardo, realizada em fevereiro. Atualmente, a Secretaria de Cidadania e da Pessoa com Deficiência também participa de edital do governo federal para atração de investimentos voltados para a promoção de políticas étnico-raciais. Além disso, o município integra o debate regional permanente sobre políticas públicas regionais.”
A denúncia foi apresentada nas Varas da Infância e Juventude, Inclusão Social, Direitos Humanos e Arquitetura e Direitos Humanos. A Vara de Infância e Juventude complementou a informação da instauração do PPA (Procedimento Administrativo de Acompanhamento) e afirmou que está analisando a denúncia para a definição do melhor encaminhamento a ser adotado. “Trata-se de representação relativa a racismo institucional com apontamentos em diferentes áreas de atuação do Ministério Público que demanda atenta apreciação”, detalhou a nota.
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Defesa português acusado de racismo ainda pode ser castigado – A Bola

Rafael Ramos, lateral português de 27 anos, ainda pode ser castigado por racismo no contexto da acusação de que foi alvo por parte do jogador Edenílson, do Internacional, que o acusou de lhe ter chamado ´macaco´ durante um jogo. O português foi mesmo detido no estádio após o jogo e foi iniciado um processo-crime.
 
Apesar do Instituto Geral de Perícias (IGP) do Rio Grande do Sul ter concluído que não será possível identificar o que Rafael Ramos disse a Edenilson, do Internacional, o delegado Roberto Sahagoff vai levar o caso adiante.
 
Roberto Sahagoff, da 2.ª delegacia de Polícia Civil de Porto Alegre, irá encaminhar o processo no início da próxima semana. «O relatório do IGP não vincula o resultado. Foi uma perícia. Temos indícios da prática de injúria racial», afirmou Sahagoff ao Globoesporte.
 
Após finalização do processo, este será analisado e enviado para o Ministério Público, que irá decidir se existem provas contra Rafael Ramos, defesa do Corinthians orientado por Vítor Pereira, ou, por outro lado, o arquivamento.
 
Importa recordar que o defesa português está a ser investigado por racismo. Rafael Ramos foi acusado por Edenilson de o ter chamado de «macaco» durante o jogo disputado no Estádio Beira-Rio, a 14 de maio.
Macacos estão no fcporto…
Maqacos por todo o lado ia dar maqacada, e ainda aqui vamos.
Rio grande do sul@ a é a estado do juiz que libertou o lula! Lula era aquele homem que tinha um apartamento no guaraja e não sabia! Isso prova que por ser portuga tem que ser castigado!
Só macaquices. Haja pachorrinha
Este edenilson so mostra ser xenófobo. So age assim por ser com um tuga. Inflexível pq nao gosta de tugas. Rafael ramos no fim devia meter lhe um processo por difamação e xenofobia.

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Senado aprova Lei Geral do Esporte, que prevê pena para cartola corrupto e combate ao racismo – Folha

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O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) o projeto de lei que institui a Lei Geral do Esporte, que consolida numa legislação todas as normas referentes às práticas esportivas. O texto aborda desde o conceito de atleta até a política de prevenção ao doping, fundos de financiamento da atividade, crimes no esporte e combate ao racismo nos estádios.
O projeto de lei foi aprovado em votação simbólica na Casa. Ele segue para a Câmara dos Deputados.
A relatora do projeto, senadora Leila Barros (PDT-DF), conceituou o esporte como “toda forma de atividade predominantemente física que, de modo informal ou organizado, tenha por objetivo atividades recreativas, a promoção da saúde, o alto rendimento esportivo ou o entretenimento”.
Uma das novidades é a previsão no texto do crime de corrupção privada. Segundo o texto, cometerá crime o representante de organização esportiva privada que exigir, solicitar, receber ou mesmo aceitar promessa de vantagem indevida para realizar ou omitir ato inerente às suas atribuições. A pena varia de dois a quatro anos e multa.
Entre as organizações esportivas privadas sem fins lucrativos estão o COB (Comitê Olímpico Brasileiro), o CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), clubes de futebol e outras entidades nacionais de administração do desporto. No ano passado, foi sancionada a lei que permite aos clubes de futebol se constituírem como empresas, com fins lucrativos.
O projeto prevê também a criação do Sinesp (Sistema Nacional do Esporte), que será responsável pela gestão e promoção de políticas públicas para o esporte. Cabe à esfera federal as normas gerais. Já a coordenação e execução dos programas fica a cargo dos estados, distrito federal e municípios.
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O Sinesp terá instâncias deliberativas permanentes com participação do governo e sociedade civil.
O texto também cita a criação do Fudesporte (Fundo Nacional do Esporte), que depende da aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que ainda tramita no Senado.
Ele tem como objetivo viabilizar a todos o acesso à prática esportiva. Além de criar programas de transição de carreira para atletas, fomentar estudo, pesquisa e avanço tecnológico na área do esporte, entre outros objetivos. O fundo pode ter uma série de receitas, como emendas parlamentares, doações, patrocínios.
Um dos avanços do projeto é o dispositivo que trata sobre racismo, xenofobia e intolerância no esporte. Há a previsão da criação da Anesporte (Autoridade Nacional para Prevenção e Combate à Violência e à Discriminação no Esporte), ligada a Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, com o objetivo de formular e executar políticas públicas sobre o tema.

Leila incorporou ao substitutivo a ideia defendida pelo senador Romário (PL-RJ), que dispõe sobre a vedação de imposição de penas disciplinares a atletas por livre expressão. O objetivo, segundo ela, é garantir a atletas, treinadores, árbitros e demais pessoas envolvidas nas competições esportivas o direito à liberdade de expressão, expressamente assegurado pela Constituição Federal.
“Restrições à manifestação de pensamento só podem se justificar na medida em que essa manifestação se revele perturbadora ou impeditiva do próprio evento esportivo, ou quando, por seu conteúdo ou forma, já constitua um ilícito mesmo em contextos alheios ao esporte”, justificou a senadora.
O texto também incorpora o Bolsa-Atleta à Lei Geral do Esporte. Na prática, pouca coisa muda: o programa segue dividido em categorias que vão do alto rendimento ao atleta estudantil, com valores que variam de R$ 370 a R$ 15 mil por mês. O principal ponto é que o incentivo, destinado sobretudo para modalidades olímpicas e competitivas, deixa de ser uma lei isolada e passa a ser uma política de Estado permanente.

O texto possui 218 artigos e define conceitos, como o de atleta e de treinador, aponta os direitos e a segurança do espectador, direito à exploração da imagem do atleta, da disponibilidade da imagem para fins jornalísticos.
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Torcedor do Independiente imita macaco em ato racista para torcida do Ceará na Argentina; veja vídeo – Diário do Nordeste

Um episódio de racismo ocorreu nesta quarta-feira (25) no jogo entre Independiente-ARG e Ceará em Avellaneda, na Argentina. Um torcedor do time argentino imitiou um macaco para a torcida alvinegra presente no estádio Libertadores de América.
O episódio foi flagrado por cearenses no local. É o 2º caso de ofensa racista em 2022 envolvendo o futebol cearense em competições internacionais. Pela Libertadores, um torcedor do River Plate arremessou uma banana na torcida do Fortaleza, na Argentina.

A punição prevista no regimento da Conmebol para injúrias raciais é uma multa de US$ 30 mil (cerca de R$ 150 mil). Com muitos casos contra brasileiros nos torneios internacionais, a torcida alvinegra até exibia uma faixa em manifestação contra os casos racistas.
O treinador assinou contrato até o fim de 2022
O clube busca um substituto para Dorival Júnior, que acertou com o Flamengo
Confira o programa desta sexta-feira (10)
As informações levam em conta dados das páginas oficiais dos clubes
O time cearense é um dos piores mandantes da Série A de 2022
A pesquisa registrou nove treinadores que estão livres no mercado

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Motivo de desligamento não é mais anotado na Carteira de Trabalho – Agência Brasil

Ex.Saúde, Presidente, Governo
Uma portaria publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (6) alterou alguns pontos da legislação trabalhista. Entre as mudanças mais relevantes está a retirada da obrigação de informar na Carteira de Trabalho o motivo de desligamento do trabalhador. Há também algumas alterações que, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência, envolvem “apenas procedimentos internos” da pasta.
A Portaria nº 1.486 altera a portaria anterior (Portaria nº 671/2021), que regulamenta disposições relativas à legislação trabalhista, à inspeção do trabalho, às políticas públicas e às relações de trabalho.
“As modificações visam aperfeiçoar diferentes aspectos da legislação infralegal, como: regras para os fabricantes de dispositivos de controle de ponto, adequação da gestão de dados do Ministério à LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais], e melhorar o atendimento às entidades sindicais”, informou, à Agência Brasil, o ministério.
Há, ainda segundo a pasta, também a preocupação em “evitar discriminação ao empregado” nas justificativas lançadas como motivo para desligamento na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).
A portaria prevê que “para o trabalhador, há apenas uma mudança de procedimento a ser cumprido pelo empregador, para que o motivo de desligamento não seja registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social física. As demais modificações afetam apenas procedimentos internos do ministério”, informa o Ministério do Trabalho.
Muitas das alterações previstas estão relacionadas à substituição de documentos físicos (então anexos à Portaria 671) necessários a rotinas previstas na legislação trabalhista por documentos digitais (entre eles, os modelos de instrumento de cooperação) a serem disponibilizados no sistema gov.br.
Há também alterações de pontos relativos a controle de jornada eletrônico, que passa a adotar “registro eletrônico” de ponto para tal fim. “As alterações realizadas visam promover maior clareza e equidade quanto aos requisitos dos sistemas de registro eletrônico de ponto e atingem os fabricantes e desenvolvedores de sistemas de registro eletrônico de ponto”, detalha o ministério.
Além disso, especificações técnicas referentes aos arquivos Arquivo Fonte de Dados (AFD) e Arquivo Eletrônico de Jornada (AEJ), que são códigos, marcações e protocolos, e do Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade, passam a ser publicados e estar disponíveis aos fabricantes em portal oficial do governo federal (gov.br)”, acrescenta, esclarecendo que a definição de padrão de assinatura dá “maior clareza e segurança para o uso dos padrões de assinatura”.
Alguns ajustes foram feitos à legislação, de forma a adequá-la à LGPD, conforme orientado anteriormente pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). “Foram estabelecidos requisitos ao termo de compromisso do usuário e das responsabilidades da entidade solicitante, especialmente nos processos de compartilhamento de dados com organizações da sociedade civil”, detalha o ministério.
Com relação aos registros sindicais, o ministério destaca, entre as alterações apresentadas, a de permitir que as entidades sindicais possam publicar os seus editais de convocação em jornais de veiculação digital e, também, que a publicação em jornal de tiragem de abrangência nacional supra a necessidade da publicação em cada unidade federativa, quando se tratar de entidade de abrangência interestadual.
Está também prevista a viabilização da possibilidade (no momento da atualização sindical) de que o estatuto social da entidade possa ser substituído por Carta Sindical.
Edição: Fernando Fraga
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Pele negra em jalecos brancos: experiência e relato sobre racismo na medicina – Jornal da USP

O artigo Pele negra, jalecos brancos: racismo, cor(po) e (est)ética no trabalho de campo antropológico, publicado na Revista de Antropologia, traz um relato revelador de uma pesquisadora de doutorado negra e sua experiência de acompanhamento clínico, com enfoque nos aspectos antropológicos, em um centro médico de pesquisa de campo. A autora do trabalho, Rosana Castro, observou e transcreveu seu cotidiano como pesquisadora negra, deparando-se com situações que a levaram a refletir como o racismo de gênero afetou seu trabalho, suas conclusões sobre a pesquisa farmacêutica, a medicina e a antropologia. Rosana, enquanto vestida com um jaleco branco, analisou “o campo da medicina como espaço marcado pela branquidade e estendendo tal crítica à antropologia.”

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A pele negra recoberta por jalecos brancos suscitou o contraste das mais variadas opiniões e atitudes em relação às pessoas brancas vestindo essa mesma roupa, dentro de um contexto em que “a branquidade é normalizada”. A pesquisadora acompanhou as médicas no relacionamento com os pacientes, realizando uma observação do ponto de vista antropológico, isto é, humano em sua totalidade: as atitudes, os costumes, as crenças de todo gênero – sociais, políticas e culturais. O intuito da investigação foi verificar como as pessoas conviviam naquele lugar – médicos e pacientes, além de enfermeiros e funcionários – a partir dessa perspectiva abrangente, sempre esbarrando no racismo que permeou a presença da pesquisadora no centro médico.
Muitas vezes, a pesquisadora, negra de jaleco branco, foi confundida com uma recepcionista ou uma enfermeira, raras vezes vista como médica, em um universo praticamente habitado por médicas brancas que adotavam, quase todas, cabelos loiros longos, sapatos de salto alto e unhas compridas pintadas, em contraste com Rosana Castro, que se vestia seguindo seus próprios padrões: cabelos black power, calça jeans e camiseta, por exemplo. A partir do comentário: “a gente quase não vê médico da nossa cor, né?”, abre-se uma discussão sobre as cotas para ingresso no ensino superior público como “fundamentais para contrapor essa inércia sistêmica“, o que remete ao lugar dos negros na sociedade que, junto dos preconceitos sobre gênero e sexualidade, se mostraram como fatores essenciais para a compreensão do relacionamento “entre os profissionais e pacientes do Cronicenter e deles comigo“, afirma a autora no texto. 
O artigo aborda a questão do uso do jaleco pela pesquisadora no consultório ligada a um contexto sexual por médicas e pacientes relacionado à cor da pele, em uma clara conjuntura de racismo de gênero. Ora, “pele branca, jalecos brancos: branquidade e racismo na medicina” é uma frase significativa da experiência pela qual passou Rosana Castro. Além disso, constata-se que a pele negra está vinculada ao trabalho doméstico, e “a pele branca diria respeito à postura e à aparência necessárias à autoridade característica ao profissional da medicina”. Mesmo portando uma segunda pele – o jaleco branco – por cima de sua pele negra, a autora nunca foi chamada de doutora ou participou de discussões sobre casos clínicos no centro clínico. A posição no espaço físico, sempre ao lado ou mais atrás de uma médica, no consultório, não permitia que fosse vista como alguém em treinamento profissional na área ou como “uma quase-médica“.
Quando o médico é negro, há uma tendência à suspeita de incompetência profissional, na presunção dos brancos de que “o preto seria naturalmente desajustado para o exercício médico“. O professor negro, o médico negro, em uma concepção velada, mas imposta, não podem cometer uma falha ou um erro. As políticas de cotas raciais em universidades federais e estaduais não foram suficientes para aumentar o número de médicos negros, pois, no campo da medicina no País, os brancos, assim como os graduandos e docentes de Antropologia, pertencentes a categorias economicamente mais privilegiadas, continuam sendo maioria, situação agravada pelo ataque feroz do atual governo às cotas raciais. A autora finaliza chamando a atenção para os necessários registro e “estudo dos modos com que nossos corpos experimentam e produzem antropologias, da graduação à docência, dos bancos de sala de aula à pesquisa de campo“.
CASTRO, R. Pele negra, jalecos brancos: racismo, cor(po) e (est)ética no trabalho de campo antropológicoRevista de Antropologia, São Paulo, v. 65, n. 1, e192796, 2022. ISSN: 1678-9857. DOI: https://doi.org/10.11606/1678-9857.ra.2022.192796. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/192796. Acesso em: 30/05/2022
Contato
Rosana Castro – Professora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 
rosana.rc.castro@gmail.com


Revistas da USP
A seção Revistas da USP é uma parceria entre o Jornal da USP e a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (Águia) que apresenta artigos de autores de diversas instituições publicados nos periódicos do Portal de Revistas USP.

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Avaí pede desculpas por cantos homofóbicos da torcida em jogo contra o São Paulo – ESPN.com.br

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Neste domingo, o Avaí emitiu uma nota de esclarecimento se desculpando por cantos homofóbicos da torcida da equipe catarinense no empate por 1 a 1 contra o São Paulo deste sábado, pelo Brasileirão. A atitude de torcedores foi registrada em súmula pelo árbitro da partida Anderson Daronco.
“O clube, por meio de sua Diretoria, atletas e torcida condenam tais práticas e por isso o clube atua constantemente no engajamento para a conscientização e comunicação com seus torcedores e visitantes”, declarou o Avaí em nota.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
EM RELAÇÃO AOS GRITOS HOMOFÓBICOS MENCIONADOS NA SÚMULA.
Saiba mais:https://t.co/I2nRCuTAPb#TimedaRaça pic.twitter.com/cHC0ykwphj
— Avaí Futebol Clube (@AvaiFC) June 5, 2022
Na súmula, Daronco relatou dois momentos em que a torcida proferiu os cantos homofóbicos à equipe gaúcha de arbitragem. Os assistentes do jogo foram Rafael da Silva Alves e Michael Stanislau, ambos do Rio Grande do Sul.
“Relato que aos 52 minutos do 2º tempo, paralisei a partida em virtude de cantos homofóbicos direcionados à equipe de arbitragem, cantados pela torcida do Avaí, da seguinte forma: “gaúcho, viado! gaúcho viado”, registrou.
“Informo que após o término da partida, quando a equipe de arbitragem deixava o campo de jogo, o mesmo canto homofóbico “gaúcho viado, gaúcho viado”, foi cantado pela torcida do Avaí, situada próximo ao túnel de acesso do vestiário da arbitragem”, diz a súmula.
A equipe catarinense garantiu que “irá intensificar e trabalhar ainda mais para que atos de discriminação sejam definitivamente eliminados dos estádios brasileiros e mundiais”.
O Avaí entra em campo novamente na quarta-feira, para enfrentar o Atlético-GO, fora de casa, às 20h30 (de Brasília), pela 10ª rodada do Brasileirão.
Confira a nota do clube:
O AVAÍ FUTEBOL CLUBE registra, inicialmente, que condena veementemente qualquer tipo de discriminação ou atos de natureza preconceituosa.
O clube, por meio de sua Diretoria, atletas e torcida condenam tais práticas e por isso o clube atua constantemente no engajamento para a conscientização e comunicação com seus torcedores e visitantes.
A torcida do Avaí é reconhecida nacionalmente por sua força e pela beleza de suas grandes festas no apoio ao time. Não é necessário que se utilize de qualquer cântico homofóbico ou de cunho discriminatório, e por isso pedimos desculpas àqueles que de alguma forma se sentiram constrangidos.
Por isso, o Avaí Futebol Clube, que já tem abordado o tema por meio de suas redes sociais, sistemas de som e telões no estádio, irá intensificar e trabalhar ainda mais para que atos de discriminação sejam definitivamente eliminados dos estádios brasileiros e mundiais.
Todos merecem respeito e é isso que faz o futebol uma grande paixão. A mesma paixão que temos que ter pelo respeito ao próximo“.

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