Adecco Portugal | Como impedir a perda de uma geração de Mulheres no mundo do trabalho? – Mais Algarve

Abrem a 8 de junho, as candidaturas para entidades promotoras de «Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas»
O IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. –, lança novamente o Programa «Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas», que promove práticas no âmbito da proteção da natureza, florestas e respetivos ecossistemas, através da sensibilização das populações em geral e da preservação contra os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental, da monitorização e recuperação de territórios afetados.
O Programa destina-se a jovens com idade compreendida entre os 14 e os 30 anos, inclusive, que atestem condições de idoneidade para o exercício do voluntariado para a natureza e florestas.
Entre as entidades promotoras, podemos encontrar entidades constantes do Registo Nacional das Organizações Não-Governamentais de Ambiente e Equiparadas e também do Registo das Organizações de Produtores Florestais; Associações de jovens inscritas no Registo Nacional do Associativismo Jovem; Câmaras Municipais; Juntas de Freguesia; estabelecimentos públicos e privados (que cumpram o previsto na legislação enquadradora do voluntariado, nomeadamente o previsto na Lei n.º 71/98 de 3 de setembro) de ensino; entre outras entidades que prossigam objetivos abrangidos pela área de intervenção deste programa, mediante despacho do Conselho Diretivo do IPDJ, I.P.
A partir de 8 de junho e até novembro, decorre a fase para apresentação de candidaturas ao Programa, sendo os projetos operacionalizados entre 28 de junho a 30 de novembro. 
Para candidaturas, poderá aceder a https://programasjuventude.ipdj.gov.pt/.
Para mais informações, poderá consultar https://ipdj.gov.pt/voluntariado-jovem-para-a-natureza-e-florestas ou contactar a Direção Regional do Algarve do IPDJ, através do telefone 289 891 820 ou do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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Mais de 21.000 alunos elegem as três ações mais prioritárias em defesa do Oceano, no Dia Mundial dos Oceanos.
“Recuperar a vida marinha”; “investir num futuro com menos poluição”; e “proteger pelo menos 30% do oceano até 2030”: são as três prioridades consideradas mais importantes pelos alunos.
Numa iniciativa conjunta da Fundação Oceano Azul, através do programa “Educar para uma Geração Azul”, Direção Geral da Educação, programa Estudo em Casa, Clubes Ciência Viva na Escola, e Escola Azul, mais de 21 mil alunos elegeram as três principais prioridades de ação para a defesa do Oceano.
Tendo como ponto de partida as seis áreas prioritárias identificadas pelo movimento Rise UP-Juntos pelo Oceano, lançado pela Fundação Oceano Azul em 2020, os alunos mobilizaram-se para escolher as três medidas que consideram mais urgentes para combater a crise do oceano.
”Recuperar a vida marinha”, “investir num futuro com menos poluição” e “proteger pelo menos 30% do oceano até 2030”, foram as prioridades mais votadas. Os resultados foram apresentados esta manhã, no Dia Mundial dos Oceanos, num evento que contou com a participação do Ministro da Educação, João Costa, do presidente executivo da Fundação Oceano Azul, Tiago Pitta e Cunha, da profissional de bodyboard e ocean leader Joana Schenker e representantes de outras entidades.
Desta votação, resultará um documento assinado por todos os alunos participantes e que será entregue a um alto representante da ONU durante a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorrerá em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho.
Na cerimónia, João Costa, Ministro da Educação, salientou que “esta iniciativa e este dia são importantíssimos pois permitem atestar o trabalho de ação concreta que se está a fazer nas escolas para toda a temática dos oceanos. Os alunos são formados e mobilizados para construir e para transformar o mundo, um trabalho que envolve todas as disciplinas do currículo e que se traduz em projetos muito concretos.”
Tiago Pitta e Cunha, presidente executivo da Fundação Oceano Azul, destacou a grande adesão à iniciativa, sublinhando a importância da mobilização dos alunos: “os jovens estão a mobilizar-se pelo oceano e temos de os ouvir. O tempo para tomar medidas é agora, não podemos adiar mais ou estaremos a comprometer o nosso futuro, e o futuro das próximas gerações.”
Durante o evento, os alunos partilharam experiências destes programas educativos e refletiram sobre ações concretas para as três prioridades mais votadas, destacando-se a vontade de aprender mais sobre o oceano em todas as disciplinas. Deixaram como sugestões, a exclusão do plástico nas cantinas, a marcação de dias regulares de ações de limpeza de praia com os alunos, e ainda uma maior fiscalização nas áreas marinhas protegidas existentes ou a utilização de redes de pesca biodegradáveis.
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A Fundação Calouste Gulbenkian lança o Gulbenkian Carbono Azul, um projeto que vai mapear todos os ecossistemas marinhos e costeiros com potencial para sequestrar dióxido de carbono da atmosfera em quantidades superiores às das florestas. No âmbito deste projeto, será ainda disponibilizada uma carteira de intervenções de proteção e restauro destes ecossistemas de carbono azul, à qual as empresas e outros agentes económicos interessados poderão recorrer para compensar a sua pegada carbónica e/ou investir em carbono azul em Portugal.
Neste mapeamento, feito de norte a sul de Portugal Continental, os ecossistemas estarão caracterizados (localização, dimensão, condição em que se encontra, taxa anual de sequestro de carbono, entre outras características), de modo a definir as medidas de proteção e restauro adequadas. A disponibilização desta informação tem como intuito fomentar o investimento em conservação e restauro ecológico destes habitats marinhos e costeiros, vitais para o combate à crise climática e proteção da biodiversidade e para alcançar as metas do Acordo de Paris de 2015.
A Fundação Gulbenkian fará o primeiro investimento nesta carteira nacional de carbono azul, financiando um projeto-piloto de conservação ou restauro numa destas áreas marinhas, de forma a compensar o volume da pegada carbónica não mitigável da Fundação em 2021 (2.238 toneladas de dióxido de carbono equivalente, que incluem as emissões de gases de efeito estufa provenientes da eletricidade ou calor adquiridos e consumidos).
O Gulbenkian Carbono Azul atuará como impulsionador do mercado de carbono azul em Portugal – tem prevista a construção de uma rede de potenciais financiadores (empresas) interessados em apoiar estes projetos e vai facilitar o seu crescimento.
Liderado e coordenado pela Fundação Calouste Gulbenkian, este projeto é desenvolvido em parceria com o CCMAR – Universidade do Algarve e a ANP | WWF – Associação Natureza Portugal, em associação com a WWF.
O lançamento do Gulbenkian Carbono Azul inscreve-se na participação da Fundação Calouste Gulbenkian na Conferência do Oceano das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho. A apresentação do Gulbenkian Carbono Azul ao público será feita no dia 27 de junho, às 16h45, no auditório do Fórum Oceano no Pavilhão de Portugal. Pode consultar todos os eventos com a participação da Gulbenkian na Conferência da ONU no ficheiro em anexo.

Q&A
O que é o Carbono Azul?
Qual a importância de conservar ou restaurar estes ecossistemas marinhos? 
DV
 
A FENDOC – Federação Nacional das Associações de Doenças Crónicas, a MAIS PARTICIPAÇÃO, melhor saúde, a Plataforma Saúde em Diálogo e a RD – Portugal – União das Associações de Doenças Raras de Portugal juntaram-se para criar a Rede de Organizações de pessoas que vivem com Doença e Utentes de Saúde. Juntos congregam mais de 90 associações de doentes e utentes de saúde, que têm como objetivo comum ter uma voz ativa na defesa e promoção dos seus direitos junto dos decisores políticos.
Esta Rede assume-se como um fórum de reflexão e entendimento na defesa e promoção dos direitos das pessoas com doença e utentes de saúde, através de um acesso atempado a cuidados de saúde de qualidade, da promoção da literacia em saúde, da sensibilização para a importância de um sistema eficiente de diagnóstico precoce, da valorização do papel do cuidador informal, enquanto parceiro fundamental do percurso de cuidados, e da capacitação das associações e da defesa da sua participação nos processos de decisão em saúde.
Conhecedores das necessidades e expetativas de quem representam (pessoas com doença, utentes de saúde e cuidadores informais), pretendem apelar à necessidade de se assumir a saúde como uma responsabilidade partilhada assente em modelos colaborativos e intersectoriais.
Carlos Oliveira, presidente da FENDOC – Federação Nacional das Associações de Doenças Crónicas, esclarece os objetivos que levaram à criação desta rede “encontrar um espaço de diálogo, de análise entre as quatro instituições onde possam ser encontrados pontos comuns e se acordem linhas de atuação, para que os doentes possam ser efetivamente parte do sistema não só nos processos funcionais, mas também na construção desses mesmos processos ou na criação de novos”.
Margarida Santos da coordenação da MAIS PARTICIPAÇÃO, melhor saúde reforça “é evidente uma lacuna na intervenção das associações de doentes nos sistemas de saúde e de decisão em Portugal. Torna-se, por isso, fundamental a interação entre diferentes associações, para que a sua posição seja mais consolidada, em prol de uma melhor política de saúde, que irá beneficiar todos os envolvidos no sistema”.
“Os tempos que temos vivido trouxeram grandes desafios à nossa sociedade, com instituições e cidadãos a serem colocados à prova diariamente, mas também a colaborarem de forma efetiva em prol de uma causa comum: a proteção da saúde de todos. Acreditamos que o nosso saber e a nossa experiência diária no terreno são essenciais à definição de uma estratégia comum e sustentável para o sistema de saúde. E é esta a altura certa para a mudança! O cidadão tem de estar envolvido efetivamente nos processos de decisão e acreditamos, por isso, que em equipa ganhamos força, convicção e capacidade para melhor alcançarmos os nossos objetivos comuns e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, afirma Maria Rosário Zincke, presidente da Plataforma Saúde em Diálogo.
De acordo com Paulo Gonçalves, presidente da RD – Portugal – União das Associações de Doenças Raras de Portugal, “há, na essência, três razões que nos levam a integrar esta rede: a procura de motivos e propósitos comuns entre as Associações e Movimentos de apoio e defesa do Serviço Nacional de Saúde; a construção de propostas exequíveis centradas nos cidadãos que utilizam os Serviços Públicos e a comunicação fluída entre os representantes dos cidadãos e os titulares de cargos em instituições. Muito tem sido feito por pessoas bem intencionadas que desconhecem a aplicabilidade no terreno de determinadas fórmulas. Queremos mais do que ser consultados, fazer parte do desenho, do acompanhamento, da execução e da melhoria contínua.”
A formalização desta Rede teve lugar numa sessão que reuniu representantes das quatro organizações na Assembleia da República, onde foram debatidas as preocupações e as necessidades comuns destas organizações e de que forma é que, trabalhando de forma concertada, podem fazer a diferença e contribuir para a concretização dos seus objetivos.
LPM
Na primeira vaga da pandemia, em 2020, houve um colapso no emprego feminino. A primeira e mais óbvia justificação é que as mulheres trabalham de forma desproporcional em setores especialmente atingidos pela COVID-19.
O relatório do Grupo Adecco Resetting Normal: Defining the new era of work, realizado em 2021, concluiu que homens e mulheres experienciaram a pandemia de forma distinta e foram as mulheres que mais sentiram na pele as consequências: mais mulheres a sentir-se em burnout (39% vs 36%); que o seu bem-estar mental declinou (34% vs 29%) e que ansiavam regressar ao escritório (46% vs 38%).
Outra parte importante da causa desta saída das mulheres do mercado de trabalho é que em muitas sociedades ainda são as mulheres a suportar o peso do trabalho doméstico e dos cuidados familiares e que continua a afastá-las do regresso ao trabalho.
1 em cada 4 homens tem dificuldade em aceitar uma liderança feminina
O inquérito, também de 2021, ‘Mulheres na Liderança. A análise das diferenças de género no topo das empresas’* confirma o fardo que recai sobre as mulheres: cerca de 28% do universo de quase 580 mulheres inquiridas, dizem ser cuidadoras, ou seja, são responsáveis por cuidar de outras pessoas que não os seus próprios filhos.
A distribuição do tempo dedicado aos cuidados de outros é a variável que melhor explica o facto de esta responsabilidade ser um dos obstáculos à progressão da carreira: ultrapassa as 21 horas semanais para 42% das inquiridas com filhos menores e para 34% das cuidadoras. Isto significa que é como se as mulheres trabalhadoras, para além do seu contrato a tempo inteiro, tivessem também um contrato a tempo parcial adicional não remunerado. Não obstante este estudo ter sido feito em Itália, tendo em conta os hábitos socioculturais e familiares, não é de todo arbitrário plasmar os resultados para a sociedade portuguesa, sendo de considerar o agravamento do conservadorismo nacional que ainda mina o mercado de trabalho.
O inquérito referido diz ainda que 1 em cada 4 homens tem dificuldade em aceitar uma liderança feminina: 46% refere serem ainda menos ouvidas do que os seus pares masculinos e 38% das mulheres entrevistadas identificam o principal obstáculo no facto de os homens, com as mesmas características (competências, qualificações, experiência…), continuarem a ter o privilégio de chegar à gestão de topo; por 36%, por outro lado, o principal obstáculo é representado pelo fardo dos cuidados com a família e pela falta de instrumentos de conciliação eficaz. Finalmente, 21% consideram o estereótipo das características masculinas impostas às mulheres que se querem afirmar como um obstáculo.
O regresso das mulheres a um mundo de trabalho mais digital
A discriminação e o trabalho de cuidados com filhos, pais, familiares ou amigos são, como seria de esperar, os principais antagonistas das carreiras. Cai-se sempre no mesmo estereótipo sociocultural: as mulheres são, comparativamente com os homens, mais sobrecarregadas e penalizadas por isso no mundo do trabalho.
Décadas de presença das mulheres no mercado de trabalho foram postas em causa pela pandemia. Em nome das novas gerações, este progresso tem de continuar, porque o regresso lento das mulheres acentua um problema crescente que a Covid veio acelerar: a digitalização da economia tem vindo a excluir as mulheres devido ao défice sistémico do sexo feminino nas formações STEM (science, technology, engineering and mathematics).
Quanto mais importante é o digital na economia, menor é a probabilidade de os cargos mais importantes serem ocupados por mulheres. Como se pode então, para além de um trabalho de fundo de governos e empresas em desenvolver políticas de conciliação trabalho-cuidados a terceiros, evitar que as mulheres se sintam excluídas desta rápida mudança para o digital?
A Adecco propõe 4 formas…
Primeiro, há que definir modelos a seguir de forma a mobilizar as jovens para estudar tecnologia. Por mais superficial que possa parecer, é verdadeiramente importante que o mundo da ficção possa alavancar uma revolução cultural. Se pensarmos que a arte imita a vida, no caso podemos afirmar que a igualdade e inclusão de géneros pode começar com a arte e ficção: há muitas mulheres cientistas que o são porque seguiram exemplos de outras cientistas ou de personagens fictícias, como Abby Scuito, da série Investigação Criminal Los Angeles. A astronauta Mae Jemison, a primeira mulher afroamericana a ir ao espaço através do programa especial dos Estados Unidos, já reconheceu ter sido inspirada pela atriz Michelle Nichols, na série Star Trek.
Segundo, os governos têm de acelerar a ação regulatória relativamente à discriminação salarial, solicitando, por exemplo, às empresas que provem estar a pagar a homens e mulheres de forma igual por trabalho de igual valor. Os governos devem ainda investir na prestação de cuidados de forma a promover o regresso das mulheres ao mercado de trabalho, e priorizar as mulheres em programas de upskilling e reskilling.
A discriminação positiva é necessária. Se continuarmos à mesma velocidade, a igualdade de géneros vai chegar dentro de 267 anos (Closing the Gender Gap | World Economic Forum).
Terceiro, tem de se pensar em formas mais adequadas de proporcionar formação digital adequada à vida das mulheres. Os podcasts são um exemplo – para muitas mulheres, estes são uma oportunidade de absorver informação enquanto se ocupam de tarefas diárias.
Muitas mulheres estão afastadas das profissões digitais porque pressupõem que estas são funções onde se trabalha de forma isolada em frente a um computador, o que nem sempre corresponde à realidade. Muitas envolvem uma série de outras competências.
Quarto, os homens têm de se questionar sobre como podem contribuir para trazer mais mulheres ao mercado de trabalho. Veja-se o caso da luta pelos direitos civis dos anos 60 – que envolveu inicialmente a luta de pessoas negras pelos seus próprios direitos – e o movimento Black Lives Matter, que se estendeu a outras áreas da sociedade e as levou a reconhecer a sua própria necessidade de mudar.
Ser um patrocinador é mais do que ser um aliado. Um patrocinador é alguém que fala (bem) de si quando não está presente na sala. As mulheres fazem isto por outras mulheres, e os homens também o podem fazer.
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