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A partir de 2023, deixa de ser possível ter sala para fumadores num restaurante, café, bar ou discoteca, se o estabelecimento não tiver, pelo menos, cem metros quadrados de área destinada aos clientes ou um pé-direito de três metros. Conheça as novas regras.
iStock
As salas para fumadores nos restaurantes, bares e discotecas têm regras mais apertadas. Com os objetivos de prevenir o tabagismo e de proteger os não-fumadores da exposição ao fumo ambiental do tabaco, os proprietários de estabelecimentos de restauração e bebidas que queiram ter uma sala para fumadores no seu espaço têm até ao final do ano para se adaptarem à nova legislação. Entre outros requisitos está a exigência de a área do estabelecimento destinada a clientes ser superior a cem metros quadrados ou o pé-direito medir mais de três metros. 
Quem precisar de adaptar os seus espaços tem até 31 de dezembro para o fazer, uma vez que as novas medidas entram em vigor no início de 2023. Os estabelecimentos que não se prepararem para a mudança deixarão de poder permitir fumar no seu interior.
Passam a ser os responsáveis pelos estabelecimentos a decidir qual a área destinada aos fumadores. Contudo, se o próprio espaço não tiver cem metros quadrados de área mínima destinada aos clientes ou um pé-direito de três metros, as salas para fumadores deixam de ser possíveis.
Mas há mais: quer a lotação definida quer os sistemas de ventilação instalados têm de ser validados por um engenheiro ou engenheiro técnico inscrito na respetiva Ordem Profissional e detentor de especialização em Engenharia de Climatização.
À porta da sala é necessário que haja uma clara indicação da respetiva lotação máxima pretendida e deverá ser exibido o seguinte aviso: “Local exclusivamente destinado ao ato de fumar ou vapear. Proibida a entrada a menores de 18 anos. A qualidade do ar no interior desta sala pode prejudicar a saúde dos seus utilizadores.”
Não é permitida a partilha de espaços para fumadores e não-fumadores: a ligação entre as salas onde é permitido fumar e os restantes espaços localizados no mesmo edifício tem de ser feita através de uma antecâmara com, no mínimo, quatro metros quadrados, devidamente ventilada e com portas automáticas à entrada e à saída. Para evitar a contaminação dos espaços, ditam as novas regras que a porta de entrada da sala onde o consumo de tabaco é permitido e a porta de saída não podem estar abertas em simultâneo.
O ano de 2007 marcou a publicação da chamada lei do tabaco, que veio regular a rotulagem dos produtos de tabaco e impedir a publicidade a este tipo de produtos. Desde 2015 que, em teoria, é proibido fumar nos espaços públicos fechados, salvo se fossem cumpridos determinados requisitos que faltava especificar. Depois de dois anos em que a pandemia dominou as atenções, preocupado que estava o Governo com a propagação do SARS-CoV-2 e o impacto da covid-19 na restauração, o Executivo vem agora ditar novas regras sobre as salas de fumadores nos estabelecimentos.
De acordo com o último relatório do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo, entre 2014 e 2019, o consumo de tabaco diminuiu, mesmo entre os jovens. Apesar disso, o mesmo documento estima que o tabaco contribua para a morte anual de mais de oito milhões de pessoas em todo o mundo. Verifica-se agora também um aumento do consumo, depois da acentuada redução verificada durante a primeira fase da pandemia.
É proibido fumar no local de trabalho, mas é permitido fumar ao ar livre. Segundo o Código do Trabalho, a interrupção ocasional do período de trabalho diário pode ocorrer para satisfação de necessidades pessoais inadiáveis do trabalhador (por exemplo, para ir à casa de banho ou tomar uma refeição) ou mediante consentimento do empregador.
O Código do Trabalho é omisso quanto às pausas para fumar, mas, apesar de não se tratar, à partida, de necessidades pessoais inadiáveis, esta é uma prática corrente e genericamente aceite em Portugal. Há, até, empresas que o preveem nos respetivos regulamentos internos ou em qualquer outro instrumento de regulamentação coletiva.
Nos casos em que não haja qualquer regra específica quanto às pausas para fumar, deverá imperar o bom senso do trabalhador e da entidade empregadora, de modo a evitar eventuais abusos. De recordar, contudo, que a lei proíbe a discriminação dos fumadores no âmbito das relações laborais.
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Jordan Peele revela trailer do novo filme de terror "Não! Não Olhe! " – Rap Mais

O misterioso novo projeto de Jordan Peele, Não! Não Olhe! acaba de ganhar um trailer. Os fãs fizeram diversas especulações após a revelação de um pôster, mas agora eles sabem finalmente do que o filme realmente trata, já que o trailer completo nos dá informações sobre o próximo filme de terror de ficção científica. Se você não quer saber nada sobre o ‘Não! Não Olhe!’ , volte agora e não assista ao novo trailer!
Como você pode ver, é tudo sobre OVNIs.  Após encontrar uma forma misteriosa no céu, os proprietários do rancho James e Jill Haywood (Daniel Kaluuya e Keke Palmer) decidem aproveitar ao máximo esta oportunidade. Configurando câmeras de segurança, eles estão determinados a obter provas do que está por aí. “Ninguém vai conseguir o que nós vamos conseguir”, diz Jill. “Prova inegável de alienígenas na câmera.”

Claro, não seria um filme de Jordan Peele se as coisas não derem errado, e à medida que o trailer avança, vemos que não é tão simples quanto eles esperavam. Kevin (Brandon Perea) é levado ao rancho para configurar seu novo sistema de câmera de detecção de OVNIs, enquanto Craig (Michael Wincott) é seu próprio especialista em OVNIs. Mas os alienígenas aparentemente não gostaram de nada disso. “Acho que os irritamos”, diz Jill.
O que se desenrola é uma montagem de vídeos mostrando os alienígenas causando estragos no Haywood Ranch, de maneiras perturbadoramente criativas. Um pára-brisas quebrado e um ringue de rodeio destruído não são nada comparados ao que parece ser o sequestro de toda uma plateia de rodeio. Isso para não falar de Daniel Kaluuya, a cavalo, sendo perseguido por um enorme disco voador.
“Não! Não Olhe! ” segue os dois filmes de terror de sucessos anteriores de Peele: “Get Out” – que ganhou o Oscar em 2018 por roteiro original e também estrelou Kaluuya – e “Us”, seu filme de 2019 que popularizou o termo “tether”, em referência ao performances do elenco como versões ordinárias e demoníacas de seus personagens. Peele usou o gênero de terror para comentar questões sociais, como racismo e xenofobia, e é conhecido por sua atenção inabalável aos detalhes em seus filmes, que muitas vezes fazem referência ao trabalho de autores como Alfred Hitchcock e Stanley Kubrick.
A Universal lançará o filme nos cinemas em 22 de julho de 2022 . O filme está sendo referido em materiais de imprensa oficiais como “um novo pesadelo pop” e “um épico de terror expansivo”.
Trailer final de #NOPEFILM, próximo filme do diretor Jordan Peele.pic.twitter.com/kBB8Sk18TC
— MuItiverso Geek (@muItiversogeek) June 9, 2022

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Injúria racial e racismo estrutural – Política Estadão

*
Leonardo Tajaribe Jr.*
09 de junho de 2022 | 07h00
Leonardo Tajaribe Jr. FOTO: DIVULGAÇÃO
Recentes acontecimentos estampados nos noticiários destacam as reações desencadeadas por determinados substratos sociais em contextos de discriminação em razão da raça ou etnia à qual um indivíduo pertence e que, supostamente, autoriza que este seja descartado e desvalorizado frente aos demais integrantes do grupo.
Tais ocorrências são mais frequentes em ambientes e locais considerados de alto padrão e que, quando visitados por pessoas pertencentes à certas etnias, desencadeia uma série de tratamentos degradantes de discriminação simplesmente por haver uma compreensão implícita de que determinado local não deveria ser frequentado por aquele “tipo de pessoa” (sic).
Menciona-se, a título de ilustração, o recém ocorrido episódio no Metrô de Belo Horizonte, que remonta aos nauseantes tempos de apartheid, em que negros e brancos não podiam frequentar os mesmos ambientes e que, caso o fizessem, deveriam manter certa distância e não compartilhar dos mesmos assentos e espaços uns dos outros.
Episódios semelhantes aos explicitados escancaram um racismo estrutural embutido nas sociedades (não só no Brasil), e que indicam uma repulsa infundada aos integrantes de certas etnias por entender que estes são dotados de características vis e repugnantes, tais como aptidão para atividades ilícitas, desonestidade e falta de higiene, conforme escancarado no ocorrido no Metro de Belo Horizonte.
Nesta linha, o crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/89, a qual define os crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor, determinando penas de até cinco anos de reclusão para o autor, apresenta-se como um importante instrumento pedagógico e repressivo contra um comportamento socialmente inadequado em um Estado Democrático de Direito.
Ademais, é necessário esclarecer a distinção entre os crimes de racismo e de injúria racial, este último previsto no Art.140, §3º do Código Penal e aquele previsto em legislação específica.
Enquanto o racismo se refere a condutas discriminatórias dirigidas à determinado grupo ou coletividade, consistindo, no mais das vezes, em obstar ou impedir o acesso à locais, cargos e serviços, a injúria racial consiste na utilização de elementos de raça para ofender à dignidade de determinada pessoa.
Alguns pontos entre os dois crimes merecem ser destacados.
Em primeiro lugar, chama a atenção a pouca diferença entre a reprimenda máxima de um e de outro. Na medida em que o crime de racismo possui pena máxima cominada de 5 anos de reclusão, o delito de injúria racial prevê pena máxima de 3 anos.
É bem verdade que isto acarreta diversas consequências processuais relevantes. Ao passo que cabe prisão preventiva em face do sujeito acusado de crime de racismo, o mesmo não pode ser determinado contra o indivíduo que comete injúria, por impositivo legal previsto no Código de Processo Penal, segundo o qual só cabe prisão preventiva para crimes cuja pena máxima seja de no mínimo 4 anos.
De outro lado, o crime de racismo é inafiançável, imprescritível, insuscetível de graça e anistia, a medida em que o crime de injúria não o é, podendo o acusado pagar fiança e responder ao processo em liberdade.
É importante que se destaque recente entendimento emanado do Supremo Tribunal Federal no sentido de equiparar o crime de injúria racial ao crime de racismo, tornando-o imprescritível.
Esta pretensão também vem sendo perseguida por iniciativas legislativas que tramitam no Congresso, como o Projeto de Lei nº 4.373/20, aprovado no Senado Federal no mês de maio, e que objetiva incluir a conduta de injúria racial dentro do delito de racismo, merecendo as mesmas reprimendas e consequências processuais.
Em síntese, as condutas discriminatórias, de qualquer tipo e motivação, mas especialmente aquelas em razão de raça ou etnia, fazem parte – indevidamente – do cotidiano popular de todos os países, demandando um tratamento rigoroso do Estado, mas não só a título repressivo, mas também com o intuito de educar e conscientizar acerca das consequências psicológicas, emocionais e sociais que podem impactar a vítima e a sociedade como um todo.
*Leonardo Tajaribe Jr., advogado criminalista. Especialista em Direito Penal Econômico (COIMBRA/IBCCRIM). Pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal (UCAM). Membro da Comissão de Direito Penal e Processual Penal da 32.ª Subseção da OAB/RJ e delegado de Prerrogativas da OAB/RJ
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Direitos Humanos: a proteção das pessoas com deficiência prevista em convenção – Administradores.com

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Adecco Portugal | Como impedir a perda de uma geração de Mulheres no mundo do trabalho? – Mais Algarve

Abrem a 8 de junho, as candidaturas para entidades promotoras de «Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas»
O IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. –, lança novamente o Programa «Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas», que promove práticas no âmbito da proteção da natureza, florestas e respetivos ecossistemas, através da sensibilização das populações em geral e da preservação contra os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental, da monitorização e recuperação de territórios afetados.
O Programa destina-se a jovens com idade compreendida entre os 14 e os 30 anos, inclusive, que atestem condições de idoneidade para o exercício do voluntariado para a natureza e florestas.
Entre as entidades promotoras, podemos encontrar entidades constantes do Registo Nacional das Organizações Não-Governamentais de Ambiente e Equiparadas e também do Registo das Organizações de Produtores Florestais; Associações de jovens inscritas no Registo Nacional do Associativismo Jovem; Câmaras Municipais; Juntas de Freguesia; estabelecimentos públicos e privados (que cumpram o previsto na legislação enquadradora do voluntariado, nomeadamente o previsto na Lei n.º 71/98 de 3 de setembro) de ensino; entre outras entidades que prossigam objetivos abrangidos pela área de intervenção deste programa, mediante despacho do Conselho Diretivo do IPDJ, I.P.
A partir de 8 de junho e até novembro, decorre a fase para apresentação de candidaturas ao Programa, sendo os projetos operacionalizados entre 28 de junho a 30 de novembro. 
Para candidaturas, poderá aceder a https://programasjuventude.ipdj.gov.pt/.
Para mais informações, poderá consultar https://ipdj.gov.pt/voluntariado-jovem-para-a-natureza-e-florestas ou contactar a Direção Regional do Algarve do IPDJ, através do telefone 289 891 820 ou do e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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var prefix = ‘ma’ + ‘il’ + ‘to’;
var path = ‘hr’ + ‘ef’ + ‘=’;
var addye0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435 = ‘faro’ + ‘@’;
addye0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435 = addye0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435 + ‘ipdj’ + ‘.’ + ‘pt’;
var addy_texte0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435 = ‘faro’ + ‘@’ + ‘ipdj’ + ‘.’ + ‘pt’;document.getElementById(‘cloake0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435’).innerHTML += ‘‘+addy_texte0f36e4c8289c4c43892ff8e7e645435+’‘;
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IPDJVoluntariosIPDJVoluntariosIPDJ
Mais de 21.000 alunos elegem as três ações mais prioritárias em defesa do Oceano, no Dia Mundial dos Oceanos.
“Recuperar a vida marinha”; “investir num futuro com menos poluição”; e “proteger pelo menos 30% do oceano até 2030”: são as três prioridades consideradas mais importantes pelos alunos.
Numa iniciativa conjunta da Fundação Oceano Azul, através do programa “Educar para uma Geração Azul”, Direção Geral da Educação, programa Estudo em Casa, Clubes Ciência Viva na Escola, e Escola Azul, mais de 21 mil alunos elegeram as três principais prioridades de ação para a defesa do Oceano.
Tendo como ponto de partida as seis áreas prioritárias identificadas pelo movimento Rise UP-Juntos pelo Oceano, lançado pela Fundação Oceano Azul em 2020, os alunos mobilizaram-se para escolher as três medidas que consideram mais urgentes para combater a crise do oceano.
”Recuperar a vida marinha”, “investir num futuro com menos poluição” e “proteger pelo menos 30% do oceano até 2030”, foram as prioridades mais votadas. Os resultados foram apresentados esta manhã, no Dia Mundial dos Oceanos, num evento que contou com a participação do Ministro da Educação, João Costa, do presidente executivo da Fundação Oceano Azul, Tiago Pitta e Cunha, da profissional de bodyboard e ocean leader Joana Schenker e representantes de outras entidades.
Desta votação, resultará um documento assinado por todos os alunos participantes e que será entregue a um alto representante da ONU durante a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que decorrerá em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho.
Na cerimónia, João Costa, Ministro da Educação, salientou que “esta iniciativa e este dia são importantíssimos pois permitem atestar o trabalho de ação concreta que se está a fazer nas escolas para toda a temática dos oceanos. Os alunos são formados e mobilizados para construir e para transformar o mundo, um trabalho que envolve todas as disciplinas do currículo e que se traduz em projetos muito concretos.”
Tiago Pitta e Cunha, presidente executivo da Fundação Oceano Azul, destacou a grande adesão à iniciativa, sublinhando a importância da mobilização dos alunos: “os jovens estão a mobilizar-se pelo oceano e temos de os ouvir. O tempo para tomar medidas é agora, não podemos adiar mais ou estaremos a comprometer o nosso futuro, e o futuro das próximas gerações.”
Durante o evento, os alunos partilharam experiências destes programas educativos e refletiram sobre ações concretas para as três prioridades mais votadas, destacando-se a vontade de aprender mais sobre o oceano em todas as disciplinas. Deixaram como sugestões, a exclusão do plástico nas cantinas, a marcação de dias regulares de ações de limpeza de praia com os alunos, e ainda uma maior fiscalização nas áreas marinhas protegidas existentes ou a utilização de redes de pesca biodegradáveis.
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A Fundação Calouste Gulbenkian lança o Gulbenkian Carbono Azul, um projeto que vai mapear todos os ecossistemas marinhos e costeiros com potencial para sequestrar dióxido de carbono da atmosfera em quantidades superiores às das florestas. No âmbito deste projeto, será ainda disponibilizada uma carteira de intervenções de proteção e restauro destes ecossistemas de carbono azul, à qual as empresas e outros agentes económicos interessados poderão recorrer para compensar a sua pegada carbónica e/ou investir em carbono azul em Portugal.
Neste mapeamento, feito de norte a sul de Portugal Continental, os ecossistemas estarão caracterizados (localização, dimensão, condição em que se encontra, taxa anual de sequestro de carbono, entre outras características), de modo a definir as medidas de proteção e restauro adequadas. A disponibilização desta informação tem como intuito fomentar o investimento em conservação e restauro ecológico destes habitats marinhos e costeiros, vitais para o combate à crise climática e proteção da biodiversidade e para alcançar as metas do Acordo de Paris de 2015.
A Fundação Gulbenkian fará o primeiro investimento nesta carteira nacional de carbono azul, financiando um projeto-piloto de conservação ou restauro numa destas áreas marinhas, de forma a compensar o volume da pegada carbónica não mitigável da Fundação em 2021 (2.238 toneladas de dióxido de carbono equivalente, que incluem as emissões de gases de efeito estufa provenientes da eletricidade ou calor adquiridos e consumidos).
O Gulbenkian Carbono Azul atuará como impulsionador do mercado de carbono azul em Portugal – tem prevista a construção de uma rede de potenciais financiadores (empresas) interessados em apoiar estes projetos e vai facilitar o seu crescimento.
Liderado e coordenado pela Fundação Calouste Gulbenkian, este projeto é desenvolvido em parceria com o CCMAR – Universidade do Algarve e a ANP | WWF – Associação Natureza Portugal, em associação com a WWF.
O lançamento do Gulbenkian Carbono Azul inscreve-se na participação da Fundação Calouste Gulbenkian na Conferência do Oceano das Nações Unidas, que decorre em Lisboa entre 27 de junho e 1 de julho. A apresentação do Gulbenkian Carbono Azul ao público será feita no dia 27 de junho, às 16h45, no auditório do Fórum Oceano no Pavilhão de Portugal. Pode consultar todos os eventos com a participação da Gulbenkian na Conferência da ONU no ficheiro em anexo.

Q&A
O que é o Carbono Azul?
Qual a importância de conservar ou restaurar estes ecossistemas marinhos? 
DV
 
A FENDOC – Federação Nacional das Associações de Doenças Crónicas, a MAIS PARTICIPAÇÃO, melhor saúde, a Plataforma Saúde em Diálogo e a RD – Portugal – União das Associações de Doenças Raras de Portugal juntaram-se para criar a Rede de Organizações de pessoas que vivem com Doença e Utentes de Saúde. Juntos congregam mais de 90 associações de doentes e utentes de saúde, que têm como objetivo comum ter uma voz ativa na defesa e promoção dos seus direitos junto dos decisores políticos.
Esta Rede assume-se como um fórum de reflexão e entendimento na defesa e promoção dos direitos das pessoas com doença e utentes de saúde, através de um acesso atempado a cuidados de saúde de qualidade, da promoção da literacia em saúde, da sensibilização para a importância de um sistema eficiente de diagnóstico precoce, da valorização do papel do cuidador informal, enquanto parceiro fundamental do percurso de cuidados, e da capacitação das associações e da defesa da sua participação nos processos de decisão em saúde.
Conhecedores das necessidades e expetativas de quem representam (pessoas com doença, utentes de saúde e cuidadores informais), pretendem apelar à necessidade de se assumir a saúde como uma responsabilidade partilhada assente em modelos colaborativos e intersectoriais.
Carlos Oliveira, presidente da FENDOC – Federação Nacional das Associações de Doenças Crónicas, esclarece os objetivos que levaram à criação desta rede “encontrar um espaço de diálogo, de análise entre as quatro instituições onde possam ser encontrados pontos comuns e se acordem linhas de atuação, para que os doentes possam ser efetivamente parte do sistema não só nos processos funcionais, mas também na construção desses mesmos processos ou na criação de novos”.
Margarida Santos da coordenação da MAIS PARTICIPAÇÃO, melhor saúde reforça “é evidente uma lacuna na intervenção das associações de doentes nos sistemas de saúde e de decisão em Portugal. Torna-se, por isso, fundamental a interação entre diferentes associações, para que a sua posição seja mais consolidada, em prol de uma melhor política de saúde, que irá beneficiar todos os envolvidos no sistema”.
“Os tempos que temos vivido trouxeram grandes desafios à nossa sociedade, com instituições e cidadãos a serem colocados à prova diariamente, mas também a colaborarem de forma efetiva em prol de uma causa comum: a proteção da saúde de todos. Acreditamos que o nosso saber e a nossa experiência diária no terreno são essenciais à definição de uma estratégia comum e sustentável para o sistema de saúde. E é esta a altura certa para a mudança! O cidadão tem de estar envolvido efetivamente nos processos de decisão e acreditamos, por isso, que em equipa ganhamos força, convicção e capacidade para melhor alcançarmos os nossos objetivos comuns e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos”, afirma Maria Rosário Zincke, presidente da Plataforma Saúde em Diálogo.
De acordo com Paulo Gonçalves, presidente da RD – Portugal – União das Associações de Doenças Raras de Portugal, “há, na essência, três razões que nos levam a integrar esta rede: a procura de motivos e propósitos comuns entre as Associações e Movimentos de apoio e defesa do Serviço Nacional de Saúde; a construção de propostas exequíveis centradas nos cidadãos que utilizam os Serviços Públicos e a comunicação fluída entre os representantes dos cidadãos e os titulares de cargos em instituições. Muito tem sido feito por pessoas bem intencionadas que desconhecem a aplicabilidade no terreno de determinadas fórmulas. Queremos mais do que ser consultados, fazer parte do desenho, do acompanhamento, da execução e da melhoria contínua.”
A formalização desta Rede teve lugar numa sessão que reuniu representantes das quatro organizações na Assembleia da República, onde foram debatidas as preocupações e as necessidades comuns destas organizações e de que forma é que, trabalhando de forma concertada, podem fazer a diferença e contribuir para a concretização dos seus objetivos.
LPM
Na primeira vaga da pandemia, em 2020, houve um colapso no emprego feminino. A primeira e mais óbvia justificação é que as mulheres trabalham de forma desproporcional em setores especialmente atingidos pela COVID-19.
O relatório do Grupo Adecco Resetting Normal: Defining the new era of work, realizado em 2021, concluiu que homens e mulheres experienciaram a pandemia de forma distinta e foram as mulheres que mais sentiram na pele as consequências: mais mulheres a sentir-se em burnout (39% vs 36%); que o seu bem-estar mental declinou (34% vs 29%) e que ansiavam regressar ao escritório (46% vs 38%).
Outra parte importante da causa desta saída das mulheres do mercado de trabalho é que em muitas sociedades ainda são as mulheres a suportar o peso do trabalho doméstico e dos cuidados familiares e que continua a afastá-las do regresso ao trabalho.
1 em cada 4 homens tem dificuldade em aceitar uma liderança feminina
O inquérito, também de 2021, ‘Mulheres na Liderança. A análise das diferenças de género no topo das empresas’* confirma o fardo que recai sobre as mulheres: cerca de 28% do universo de quase 580 mulheres inquiridas, dizem ser cuidadoras, ou seja, são responsáveis por cuidar de outras pessoas que não os seus próprios filhos.
A distribuição do tempo dedicado aos cuidados de outros é a variável que melhor explica o facto de esta responsabilidade ser um dos obstáculos à progressão da carreira: ultrapassa as 21 horas semanais para 42% das inquiridas com filhos menores e para 34% das cuidadoras. Isto significa que é como se as mulheres trabalhadoras, para além do seu contrato a tempo inteiro, tivessem também um contrato a tempo parcial adicional não remunerado. Não obstante este estudo ter sido feito em Itália, tendo em conta os hábitos socioculturais e familiares, não é de todo arbitrário plasmar os resultados para a sociedade portuguesa, sendo de considerar o agravamento do conservadorismo nacional que ainda mina o mercado de trabalho.
O inquérito referido diz ainda que 1 em cada 4 homens tem dificuldade em aceitar uma liderança feminina: 46% refere serem ainda menos ouvidas do que os seus pares masculinos e 38% das mulheres entrevistadas identificam o principal obstáculo no facto de os homens, com as mesmas características (competências, qualificações, experiência…), continuarem a ter o privilégio de chegar à gestão de topo; por 36%, por outro lado, o principal obstáculo é representado pelo fardo dos cuidados com a família e pela falta de instrumentos de conciliação eficaz. Finalmente, 21% consideram o estereótipo das características masculinas impostas às mulheres que se querem afirmar como um obstáculo.
O regresso das mulheres a um mundo de trabalho mais digital
A discriminação e o trabalho de cuidados com filhos, pais, familiares ou amigos são, como seria de esperar, os principais antagonistas das carreiras. Cai-se sempre no mesmo estereótipo sociocultural: as mulheres são, comparativamente com os homens, mais sobrecarregadas e penalizadas por isso no mundo do trabalho.
Décadas de presença das mulheres no mercado de trabalho foram postas em causa pela pandemia. Em nome das novas gerações, este progresso tem de continuar, porque o regresso lento das mulheres acentua um problema crescente que a Covid veio acelerar: a digitalização da economia tem vindo a excluir as mulheres devido ao défice sistémico do sexo feminino nas formações STEM (science, technology, engineering and mathematics).
Quanto mais importante é o digital na economia, menor é a probabilidade de os cargos mais importantes serem ocupados por mulheres. Como se pode então, para além de um trabalho de fundo de governos e empresas em desenvolver políticas de conciliação trabalho-cuidados a terceiros, evitar que as mulheres se sintam excluídas desta rápida mudança para o digital?
A Adecco propõe 4 formas…
Primeiro, há que definir modelos a seguir de forma a mobilizar as jovens para estudar tecnologia. Por mais superficial que possa parecer, é verdadeiramente importante que o mundo da ficção possa alavancar uma revolução cultural. Se pensarmos que a arte imita a vida, no caso podemos afirmar que a igualdade e inclusão de géneros pode começar com a arte e ficção: há muitas mulheres cientistas que o são porque seguiram exemplos de outras cientistas ou de personagens fictícias, como Abby Scuito, da série Investigação Criminal Los Angeles. A astronauta Mae Jemison, a primeira mulher afroamericana a ir ao espaço através do programa especial dos Estados Unidos, já reconheceu ter sido inspirada pela atriz Michelle Nichols, na série Star Trek.
Segundo, os governos têm de acelerar a ação regulatória relativamente à discriminação salarial, solicitando, por exemplo, às empresas que provem estar a pagar a homens e mulheres de forma igual por trabalho de igual valor. Os governos devem ainda investir na prestação de cuidados de forma a promover o regresso das mulheres ao mercado de trabalho, e priorizar as mulheres em programas de upskilling e reskilling.
A discriminação positiva é necessária. Se continuarmos à mesma velocidade, a igualdade de géneros vai chegar dentro de 267 anos (Closing the Gender Gap | World Economic Forum).
Terceiro, tem de se pensar em formas mais adequadas de proporcionar formação digital adequada à vida das mulheres. Os podcasts são um exemplo – para muitas mulheres, estes são uma oportunidade de absorver informação enquanto se ocupam de tarefas diárias.
Muitas mulheres estão afastadas das profissões digitais porque pressupõem que estas são funções onde se trabalha de forma isolada em frente a um computador, o que nem sempre corresponde à realidade. Muitas envolvem uma série de outras competências.
Quarto, os homens têm de se questionar sobre como podem contribuir para trazer mais mulheres ao mercado de trabalho. Veja-se o caso da luta pelos direitos civis dos anos 60 – que envolveu inicialmente a luta de pessoas negras pelos seus próprios direitos – e o movimento Black Lives Matter, que se estendeu a outras áreas da sociedade e as levou a reconhecer a sua própria necessidade de mudar.
Ser um patrocinador é mais do que ser um aliado. Um patrocinador é alguém que fala (bem) de si quando não está presente na sala. As mulheres fazem isto por outras mulheres, e os homens também o podem fazer.
GetSmart
 
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'Nos chamou de macacas': hacker racista invade atividade da Unegro – Estado de Minas

‘Nos chamou de macacas’: hacker racista invade atividade da Unegro  Estado de Minas
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Brian Jackson no B.Leza: a casa do amor constrói-se colectivamente – Rimas e Batidas

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Com a progressiva entrada de pessoas ao som de uma playlist de músicas banhadas em groove a ressoar do PA da sala do B.Leza no passado dia 4 de Junho, podia-se adivinhar uma noite calorosa para receber Brian Jackson naquela que seria a segunda data na sua primeira vez em Portugal (antecedida por uma passagem do músico pelo Passos Manuel, no Porto, a 27 de Maio). Quando o músico americano subiu a palco, o número notoriamente afluído de pessoas na plateia congregou-se de imediato em torno dele, com este a anunciar que o presente concerto seria o último desta tour. Adiante-se, porém, que tal constatação não corresponde a um sinal de fadiga, pois o que se seguiu foi uma celebração inquestionavelmente sentida da música negra nos seus mais diversos recantos – soul, jazz, blues, funk – que, durante mais de uma hora, iria deixar qualquer um dos presentes a absorver essa carga emotiva.
Desde o começo da sua actuação que Jackson não se coibiu de realçar, de forma notavelmente carinhosa e humilde, a importância que Gil Scott-Heron teve na sua vida enquanto amigo e parceiro artístico – afinal de contas, a sua colaboração com o ilustre poeta foi a mais duradoura e aclamada etapa da sua carreira, sendo o repertório deste concerto centrado unicamente em obras da autoria da dupla –, e foi ao reflectir sobre a influência que a meia-noite possuía no processo criativo dos dois que avançou para o primeiro tema, “Offering”. Embora este espectáculo tenha sido predominantemente comandado pelo calor reconfortante proveniente da sua voz e do Rhodes que toca, o músico já se faz sentir acompanhado nesta primeira investida por Rodrigo Brandão, que, após gesticular um certo aquecimento cósmico por breves momentos, acompanhou as palavras  entoadas por Jackson numa discreta tradução para português, reforçando o sentimento de chamamento para a união transparecido neste poema, assim como no seguinte, “Peace Go With You Brother (As-Salaam-Alaikum)”.
Findado um primeiro capítulo de soul-jazz espiritual, Brandão retirou-se de palco e, quando Jackson introduziu o próximo tema como uma criação nascida da necessidade de escrever com o seu influente cúmplice sobre o fascínio que sentiam por gigantes da pop afro-americana como John Coltrane, Otis Redding, Miles Davis, Billie Holiday ou Aretha Franklin, o entusiasmo do público começou a crescer por saber certamente o clássico que os esperava: “Lady Day And John Coltrane”. Aqui, a interacção musical foi articulada dos dois lados do recinto, não apenas através do canto colectivo do refrão como também do bater de palmas solicitado à plateia por Jackson de modo a permitir a existência de um beat. Um momento tão energético com este pedido a ser repetido na forma de estalidos para embalar a ambiência mais densa de “We Almost Lost Detroit” – o sustento rítmico é o mínimo que se pode oferecer a um músico a fazer transparecer canções com tanta alma num formato minimalista.
A meio caminho desta jornada, Jackson mostrou-se confortável a defender que o génio de Scott Heron se destaca dos demais pela sua capacidade de relatar experiências não-pessoais de forma excepcionalmente genuína, e justificou a sua tese com base em três provas: a primeira destas, “Pieces Of A Man”, que retratava o desespero da precariedade laboral levado ao seu extremo, e à qual é requerida especial atenção na sua escuta; a segunda, “Your Daddy Loves You”, descrevendo o valor de um amor paterno que ainda não sabia como experienciar directamente; e a última prova, “Home Is Where The Hatred Is”, embora estabelecida como uma descrição meticulosa dos perigos do abuso de substâncias (escrita previamente à luta de Scott-Heron com o mesmo problema), foi revisitada como uma análise a qualquer lar que perpetue ambientes tóxicos a partir do momento em que Brandão regressou não apenas como “tradutor” de Jackson, como também para oferecer um comentário mordaz sobre as opressões sistémicas do racismo, da xenofobia, do classismo, da homofobia ou da transfobia na nossa sociedade, pintando um quadro particularmente revoltante do seu país de origem, mas ultimamente contrariando a “casa do ódio” para incentivar a “casa do amor” que, naquele cantinho do Cais do Sodré, celebra a cultura africana.
Depois de um testemunho desta amplitude emocional, fazia sentido que se sucedesse outra canção de descontentamento social, desta vez veiculada por um tom mais introspectivo, que é “Winter In America”, onde, a meio da performance, Jackson incidiu num solo de flauta cuja delicadeza serve imaculadamente o andamento do devido tema – acompanhado novamente pelas palmas do público, claro. Porque a luta por um mundo melhor deve ser encarada de forma positiva, o músico contrapõe o momento anterior com “It’s Your World”, onde todos concordam: “You are truly free/ To be what you wanna be.”
Chegávamos, então, à recta final, onde Jackson foi acompanhado pelos músicos da banda B.Leza para uma rendição de “The Bottle” ritmicamente disco-funk, com direito a outro solo de flauta bem-sucedido pela sua carga bluesy e seguimento para call-and-response das melodias tocadas. Após o cessar do último verso da canção, Jackson saiu de palco ao som da banda e da alegria expressada pela ovação do público; não era difícil perceber o porquê: com tanta simbiose de emoções partilhadas entre todos, era inevitável que os dois lados saíssem de coração cheio. 
Uma publicação partilhada por Rodrigo Brandão (@gorilaurbano)
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NBC
“Espelho”

Caroline Lethô
“Nordic Wood”

Scúru Fitchádu
“Sorrizu Margôs”

Micro
Pontos nos Is
SP Deville
Conjunto Corona
“Pontapé nas Costas” @ Musicbox

Mike El Nite
“Mambo nº1” feat. ProfJam @Musicbox

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Monólogo 'A Idade da Peste' promove reflexão sobre racismo e branquitude – Terra

Monólogo ‘A Idade da Peste’ promove reflexão sobre racismo e branquitude  Terra
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Movimento Estudantil propõe criação de mecanismo nacional para denúncias anónimas de assédio – Observador

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O Movimento propôs a criação de mecanismos nacionais e gabinetes regionais para denúncias de assédio sexual e discriminação, assim como a realização de um estudo sobre assédios moral e sexual nas IES.
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O Encontro Nacional de Direções Associativas acontece para debate de posições sobre diferentes áreas do Ensino Superior
PAULO NOVAIS/LUSA
O Encontro Nacional de Direções Associativas acontece para debate de posições sobre diferentes áreas do Ensino Superior
PAULO NOVAIS/LUSA
O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior propôs durante um encontro nacional em Viseu a criação de um mecanismo nacional especializado e gabinetes de âmbito regional para denúncias anónimas de assédio sexual ou discriminação nas instituições.
O Movimento Associativo Estudantil Nacional do Ensino Superior esteve reunido no fim de semana na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu, em sede de Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA), para debater posições sobre diferentes áreas do Ensino Superior.
Na sequência de diversos casos de alegado assédio nas Instituições de Ensino Superior (IES), o Movimento propôs a criação de “um mecanismo nacional especializado e respetivos gabinetes de âmbito regional para que os estudantes que se sentem vítimas de assédio ou discriminação possam denunciar anonimamente”.
Pediram igualmente a realização de um estudo sobre assédios moral e sexual nas IES, a implementação de obrigatoriedade de um Código Ético de Conduta Académica em todas as IES, assim como a inclusão de ações preventivas.
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Durante o encontro, os estudantes apresentaram propostas de alterações do Regulamento de Bolsas a Estudantes do Ensino Superior, solicitaram a garantia de financiamento para a criação e manutenção de Gabinetes de Apoio Psicológico e exigiram a definição clara de critérios para alertar para o insucesso escolar.
Relativamente ao Financiamento do Ensino Superior, os estudantes pediram um aumento da dotação financeira às IES em sede de Orçamento de Estado e a revisão do modelo de financiamento destas.
Durante o Encontro, os estudantes Ricardo Nora e João Machado foram eleitos para o Conselho Consultivo do Instituto Português do Desporto e Juventude e para o Conselho Consultivo do Ensino Superior, respetivamente.
Foi igualmente aprovada com 52 votos a favor e duas abstenções a realização do próximo Encontro Nacional de Dirigentes Associativos no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa.
No decorrer da reunião durante o fim de semana em Viseu várias associações académicas do país abandonaram o ENDA em protesto contra o modelo daquele fórum, que acusam de não ser legítimo.
As associações académicas de Coimbra, Açores, Algarve, Aveiro, Beira Interior, Évora, Madeira, Minho e Trás-os-Montes e Alto Douro abandonaram no sábado o ENDA, que reúne o movimento associativo nacional dos estudantes do ensino superior, em protesto contra aquilo que consideram ser um modelo de fórum “centralizador”, que favorece as federações associativas, afirmaram estas estruturas, em comunicado enviado à agência Lusa.
Associações académicas abandonam encontro nacional e criticam a sua legitimidade

Nesse comunicado, as associações académicas “questionam a legitimidade das moções” que venham a ser aprovadas na reunião ordinária do ENDA, depois de a terem abandonado no sábado.
“O ENDA não pode ser um espaço onde as associações que representam 25% dos estudantes de todo o ensino superior a nível nacional equivalem a menos de 10% da votação. Infelizmente, o atual modelo, fortemente centralizador e federalista, marcado por discussões que se tornam, por vezes, demagogas e vazias, proporcionadas por jogos de interesse, não cumpre os seus princípios”, pode ler-se no comunicado.
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Em nota, vereadora de Campinas responde a ataque contra HQ Territórios Negros – Carta Campinas

.Por Guida Calixto.
Na reunião ordinária da Câmara Municipal, no dia 1 de junho, após um pronunciamento de ódio atacando a História em Quadrinhos Territórios Negros, produzido por nosso mandato, soubemos do requerimento de informações produzido por este vereador bolsonarista questionando sua distribuição nas escolas de Campinas.
O próprio requerimento que nos ataca é, por si só, uma demonstração cabal do quanto é importante a Educação Antirracista em nossa sociedade. Pois, o requerimento refere-se a “palestra sobre escravidão onde foi distribuído o material [HQ Territórios Negros, Nossos Passos vêm de Longe]”.
É certo que é preciso lembrar a dívida histórica que o país tem com a população negra ao reivindicar políticas públicas reparatórias por séculos de escravização. Porém o foco da narrativa na HQ Territórios Negros é enaltecer nossa ancestralidade, que deixou grandes contribuições à formação do povo brasileiro e à humanidade no seu conjunto, deixando como fruto inúmeros Territórios que lutam contra o extermínio sistemático, tanto material como subjetivo, sofrido pelo povo negro em nossa sociedade.
A menção à odiosa escravidão é quase inexistente na referida HQ. A bela história dos descendentes de africanos é milhares de anos anterior a este lamentável capitulo da história do capitalismo mercantil. A abordagem que trata a escravidão como o ponto de partida da história da população negra apresenta-se como perspectiva racista e é condenada pelos estudiosos das relações étnico raciais. Para os racistas, tudo o que se relaciona à negritude diz respeito apenas à escravidão, enquanto que para nós, sabemos que nossos passos vêm de longe e seguirão para mais longe ainda.
O músico Emicida, em recente álbum, sintetiza bem essa visão nas estrofes iniciadas com os versos:
“Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes/ Achar que essas mazelas me definem/ É o pior dos Crimes/ É dar troféu pra nosso algoz e fazer nois sumir”.
A HQ Territórios Negros é um mapeamento que aponta ações, espaços e organizações negras de relevância social na história de Campinas, e a única ideia que ocorre à esse vereador, em seu Requerimento é a temática da escravidão. Isso é um evidente sinal da falta de um mínimo de Letramento Racial.
No entanto, acreditamos que o mapeamento e difusão dos Territórios Negros de Campinas encontra sua maior relevância nos espaços de educação, onde o Estado busca implementar políticas publicas que reflitam compromissos assumidos tanto por ocasião da Declaração e Programa de Ação da III Conferência Mundial  de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, ocorrida em Durban, em 2001, ocasião em que o Brasil tornou-se signatário, como também por ocasião da aprovação da Lei Federal 10.639/03, que obriga Ensino da história e cultura africana e afro brasileira em todas as escolas.
Nesse sentido nosso material tem sido muito bem avaliado, o que tem gerado muitos convites para apresentações em escolas, bibliotecas, eventos culturais, casas de cultura e espaços religiosos. Para a extrema direita bolsonarista que ataca o nosso material, que mobiliza setores da supremacia branca, do integralismo fascista, como vimos em variados momentos na Câmara Municipal, informamos que vocês não nos intimidarão com seus discursos e práticas de ódio.
Veja abaixo vídeo do protesto que aconteceu na Câmara de Campinas, nesta quarta-feira, 8, contra a…
(foto luiz granzotto – pmc – div) Na  última sessão do Conselho de Política Cultural…
Uma nova pesquisa presencial da Quaest, patrocinada pelo Banco Genial e divulgada nesta quarta-feira,…
“Bandido bom é bandido morto” pode, mas “fogo aos racistas”, não. O partido…
Bravo vereadora! A luta é dura,mas não temos o direito de esmorecer! Arriba y adelante!
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