Antigos sem-abrigo usam teatro como alerta para preconceito – Jornal de Notícias

Projeto do núcleo da Rede Europeia Anti-Pobreza luta contra a discriminação.
Dyana Kosta cresceu num orfanato na Bulgária. Aos 12 anos, começou a consumir drogas e quando atingiu a maioridade foi obrigada a sair. Conta que foi vítima de “tráfico humano” e que acabou em Leiria, a prostituir-se e a viver na rua. Também Jorge Cardinali foi sem-abrigo. Sobreviveu como arrumador de carros, agarrado ao vício da droga, o mesmo que, durante anos, amarrou Beatriz Passão. Conseguiram deixar a rua e refazer as suas vidas. Livraram-se do vício, mas não do preconceito. O “rótulo da discriminação” continuou a marcá-los. A eles e a Alice Catarino, agora reformada que foi desempregada de longa duração.
Os quatros integram o elenco da peça de teatro “Todos somos um”, surgida no âmbito da campanha “Despir os preconceitos, vestir a inclusão”, desenvolvida pelo Núcleo Distrital de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN). A eles juntaram-se Laura Neto, aluna de Educação Social a estagiar na instituição, e Carmo O’Neill, profissional de teatro.
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