Kelly McGillis fora de “Top Gun”: “Estou velha, gorda e pareço ter a idade que tenho” – MoveNotícias – Move Notícias

Mais de 30 anos depois, a saga “Top Gun” continua a fazer sucesso, mas sem a protagonista feminina do filme original, Kelly McGillis.
Em 2019, a atriz, hoje com 64 anos, afirmava que nem sequer havia sido convidada para a sequela do icónico filme, “Maverick”, que estreou no mês passado.
Nunca o fariam. Estou velha, gorda e pareço ter a idade que tenho“, justificou Kelly McGillis, acrescentando não lamentar ter ficado de fora do elenco: “Prefiro sentir-me confortável na minha própria pele, com esta idade, em vez de valorizar tudo o resto“.
McGillis está longe dos holofotes há vários anos, e vive na Carolina do Norte com as duas filhas. Diz ter deixado a carreira de atriz e Hollywood por “uma jornada de autodescobrimento” e pela própria sobriedade.
 
 
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Tom Cruise, de 59 anos, tem novo par romântico. No filme original Kelly McGillis interpretava Charlotte “Charlie” Blackwood, o par romântico de Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise), desta vez foi Jennifer Connelly a escolhida para ser o novo interesse amoroso o do protagonista.
Joseph Kosinski, realizador de “Top Gun: Maverick”, deu outra explicação para a atriz não fazer parte da sequela: “Não queria que todas as narrativas fossem sempre a olhar para o passado. Era importante introduzir algumas personagens novas“.
“Top Gun: Maverick” está em exibição nas salas de cinema portuguesas desde 26 de maio.

Discriminação pela idade é a maior parte das vezes velada
O privilégio de ir acrescentando anos à nossa vida, passou a ser um problema quando, quem tem mais de 50, começa a sentir discriminação por estar a envelhecer.
Essa discriminação passou a ser chamada de etarismo —mas também é chamada de idadismo ou ageísmo— e é bastante comum: de acordo com um relatório elaborado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma em cada duas pessoas no mundo já apresentou ações discriminatórias que pioram a saúde física e mental dos idosos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o idadismo tem três dimensões: estereótipo (pensamentos), preconceito (sentimentos) e discriminação (ações e comportamentos).
A pressão da “juventude eterna” é especialmente exigida às mulheres. A mulher torna-se socialmente mais velha do que o homem, e aqui, está bem visível esta situação.
 
 
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