AFP: Presidente do Chile pode desculpas a mulher com HIV esterilizada sem consentimento durante o parto – Agência AIDS – Agência de Notícias da Aids


O Estado do Chile fez nesta quinta-feira (26) um pedido público de desculpas a uma mulher que esterilizada sem consentimento, após dar à luz em um hospital público, por viver com HIV.
A mulher é conhecida como Francisca (sua verdadeira identidade é mantida em sigilo). Ela deu à luz em 2002, aos 20 anos, em um hospital público da cidade de Curicó, já com o diagnóstico de soropositiva. Durante a cesariana, foi esterilizada pelos médicos sem o seu consentimento.
“Começar pedindo desculpas a Francisca pela grave violação dos seus direitos e também pela negação de justiça e por todo o tempo que você teve que esperar por isso”, disse o presidente do Chile, o esquerdista Gabriel Boric , como representante do Estado, no ato público de reconhecimento de responsabilidade internacional realizado no palácio presidencial de La Moneda.
“Quantas pessoas como você não conhecemos?”, questionou o presidente sobre os casos que não vêm a público de situações semelhantes de violência obstétrica e discriminação.
O caso de Francisca, que não esteve presente no ato de reparação, foi levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos pelo Centro de Direitos Reprodutivos e Vivo Positivo em 2009, depois que o Estado não permitiu o seu acesso à Justiça nem a reparação por sua denúncia.
Em 2021, o Chile assinou o Acordo de Solução Pacífica, no qual assumiu sua responsabilidade internacional pela violação dos direitos humanos ocorrida nesse caso.
Carmen Martínez, do Centro de Direitos Reprodutivos dos Estados Unidos, leu uma carta de Francisca durante o ato: “Nós, portadores do HIV, continuamos sendo olhados com desprezo. Quero acreditar com convicção que isso mudará, que os erros do passado não voltarão a ser cometidos, que nenhuma mulher será esterilizada sem o seu consentimento.”
Fonte: AFP
O Maio Laranja alerta para o aumento de casos de abuso sexual de crianças e adolescentes. A campanha foi instituída em função do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 18 de maio.
O Tribunal de Justiça de São Paulo alegou discriminação e concedeu liminar (decisão provisória) proibindo a Prefeitura de São Paulo de perguntar a seus funcionários aprovados em concurso público se eles têm “aids”, “hepatite” e “alterações menstruais”.
Na última semana, me senti na década de 1980. A sensação de desarranjo temporal, no entanto, não foi motivada por um telefone com fio de discar, nem pela presença do Michael Jackson na televisão, mas por dois temas que encontrei nos trending topics do Twitter.
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