13 de maio e queremos um Brasil sem racismo | Artigos – Mundo Sindical

Estamos chegando em mais um 13 de maio, este que completa 134 anos da abolição da escravidão no país, conhecida como Lei Áurea e assinada pela princesa Isabel.


O ano da abolição foi 1888, 19 anos depois, meu avô nasceu em 1907, ou seja, eu estou há três gerações dos meus ancestrais que foram libertos no 13 de maio, faz pouco tempo, mas a questão é outra.


Desde então, o que foi feito para a inserção dessas pessoas negras na sociedade de forma igualitária? Nada, criaram Leis e estudos para facilitar a imigração de europeus e tornar o Brasil um país mais branco, entre eles estava Monteiro Lobato. Essas pessoas acreditavam que a solução para o país era ter menos negros. 


Por muito tempo acreditou-se na tal igualdade racial no país, que aqui todos vivem sem racismos e preconceitos, mas com a internet, celular e principalmente, com mais conhecimento, os casos de racismo agora estão ainda mais em evidência.


Eu mesmo, demorei para perceber o que era racismo de verdade, só tinha alguma noção ao ler sobre o período da escravidão e de como os negros eram tratados nos Estados Unidos e somente com 36 ou 37 anos comecei a me dar conta das coisas que acontecem por aqui.


Sair de casa sem documento, nunca para um homem preto, ou quantas vezes alguém não senta ao meu lado no ônibus. Outras veem você andando atrás delas e acham que é bandido e que você irá roubar ela.


Desde a eleição do Bolsonaro as questões raciais são tratadas com desdém. As pessoas não tem mais vergonha de proferir falas racistas e o próprio presidente faz isso ao se referir aos negros pesando em arrobas.


Neste 13 de maio devemos relembrar as dores vividas pelo povo preto desta terra. Lutar por aquilo que acreditamos e manifestar nosso nojo com o racismo é essencial para todos aqueles que são considerem antirracista.


Vamos à luta! 


Estamos chegando em mais um 13 de maio, este que completa 134 anos da abolição da escravidão no país, conhecida como Lei Áurea e assinada pela princesa Isabel.


O ano da abolição foi 1888, 19 anos depois, meu avô nasceu em 1907, ou seja, eu estou há três gerações dos meus ancestrais que foram libertos no 13 de maio, faz pouco tempo, mas a questão é outra.


Desde então, o que foi feito para a inserção dessas pessoas negras na sociedade de forma igualitária? Nada, criaram Leis e estudos para facilitar a imigração de europeus e tornar o Brasil um país mais branco, entre eles estava Monteiro Lobato. Essas pessoas acreditavam que a solução para o país era ter menos negros. 


Por muito tempo acreditou-se na tal igualdade racial no país, que aqui todos vivem sem racismos e preconceitos, mas com a internet, celular e principalmente, com mais conhecimento, os casos de racismo agora estão ainda mais em evidência.


Eu mesmo, demorei para perceber o que era racismo de verdade, só tinha alguma noção ao ler sobre o período da escravidão e de como os negros eram tratados nos Estados Unidos e somente com 36 ou 37 anos comecei a me dar conta das coisas que acontecem por aqui.


Sair de casa sem documento, nunca para um homem preto, ou quantas vezes alguém não senta ao meu lado no ônibus. Outras veem você andando atrás delas e acham que é bandido e que você irá roubar ela.


Desde a eleição do Bolsonaro as questões raciais são tratadas com desdém. As pessoas não tem mais vergonha de proferir falas racistas e o próprio presidente faz isso ao se referir aos negros pesando em arrobas.


Neste 13 de maio devemos relembrar as dores vividas pelo povo preto desta terra. Lutar por aquilo que acreditamos e manifestar nosso nojo com o racismo é essencial para todos aqueles que são considerem antirracista.


Vamos à luta! 

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