Polícia de SP abre inquérito para investigar Camilo Cristófaro por racismo após vereador ter dito 'não lavar a calçada…é coisa de preto, né?' – G1

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Praça Nereu Ramos recebe ato contra o racismo neste sábado – Engeplus

O Movimento Negro de Criciúma realiza neste sábado, dia 14, um ato contra o racismo. O evento acontece na Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma, a partir das 9 horas. Na ocasião, serão realizadas apresentações culturais, exposições, intervenções artísticas e assessoria jurídica. 
Quem também está à frente da ação é Fabrício Silvério Lucas, pai da menina Thaise Romanha Damiani, vítima de racismo nas redes sociais. “Vim fazer esse convite para estar conosco neste ato contra o racismo, que aconteceu com a minha filha. Faço esse convite a todos que nos deram força, gostaria do apoio de vocês neste sábado. Diga não ao racismo. Racismo é crime”, alerta. Confira o vídeo:

Relembre o caso
Thaise foi vítima de um comentário racista em um vídeo postado nas redes sociais, que tinha como objetivo mostrar o vestido da personagem Bela que ela usaria na festa da escola. No comentário, a menina foi chamada de ‘macaca’, gerando revolta e indignação.
Os pais da menina registraram um boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia e o caso tramita em segredo de justiça na Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami).
Leia mais
'Qual a diferença da minha filha para os outros?', questiona pai que teve filha chamada de macaca
Polícia Civil instaura inquérito sobre caso em que criança foi chamada de macaca
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Racismo: Mulher tem orçamento para festa recusado por ser negra – Catraca Livre

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A churrasqueira profissional Tatiana Pretona, de 32 anos, teve um orçamento para um evento recusado por ser negra. A resposta da empresa contratante não dá margem para pensar outra coisa que não seja racismo puro e simples. Leia:
“Seu orçamento foi um dos melhores que recebemos, porém infelizmente não estaremos contratando seus serviços pois nosso cliente não gosta de pessoas da cor da sua pele. Sentimos muito obrigada pela atenção”, diz a mensagem.
Dona do Lage da Preta, na zona sul de São Paulo, ela enviou o orçamento para atender 50 pessoas no domingo de Páscoa.
“E aí será que é brincadeira? Ou é a realidade que ninguém Vê? Tire suas conclusões”, escreveu Tatiana em seu perfil no Instagram ao divulgar a resposta da empresa.
Racismo é crime previsto pela Lei 7.716/89 e deve sempre ser denunciado, mas muitas vezes não sabemos o que fazer diante de uma situação como essa, nem como denunciar, e o caso acaba passando batido.
Para começar, é preciso entender que a legislação define como crime a discriminação pela raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, prevendo punição de 1 a 5 anos de prisão e multa aos infratores.
A denúncia pode ser feita tanto pela internet, quanto em delegacias comuns e nas que prestam serviços direcionados a crimes raciais, como as Delegacias de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que funcionam em São Paulo e no Rio de Janeiro.
No Brasil, há uma diferença quando o racismo é direcionado a uma pessoa e quando é contra um grupo.
Assim como definido pela legislação de 1989, racismo é a conduta discriminatória, em razão da raça, dirigida a um grupo sem intenção de atacar alguém em específico. Seu objetivo é discriminar a coletividade, sem individualizar as vítimas.
Esse crime ocorre de diversas formas, como a não contratação de pessoas negras, a proibição de frequentar espaços públicos ou privados e outras atividades que visam bloquear o acesso de pessoas negras. Nesses caso, o crime é inafiançável e imprescritível.
Quando o crime é direcionado a uma pessoa, ele é considerado uma injúria racial, uma uma vez que a vítima é escolhida precisamente para ser alvo da discriminação.
Essa conduta está prevista no Código Penal Brasileiro, artigo 140, parágrafo 3, como um crime contra a honra, sendo o fator racial uma qualificadora do crime.
É importante ressaltar que em casos de racismo, além da própria vítima, uma testemunha pode denunciar o crime. O mesmo não vale para o crime de injúria racial, pois somente a vítima pode se manifestar sobre o ataque na justiça. Conheça outros canais para denunciar casos de racismo.

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Zelenski compara invasão russa a ações nazistas na Segunda Guerra Mundial – Yahoo Noticias

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, em um vídeo divulgado para marcar o Dia da Memória e da Reconciliação, neste domingo (8), comparou as ações da Rússia de Vladimir Putin no país às da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
Ele não falou o nome de seu homólogo russo, mas descreveu a invasão da Ucrânia como uma "encenação sangrenta do nazismo, uma repetição fanática desse regime" durante as imagens, gravadas perto de prédios destruídos na cidade de Borodianka
"Não apenas a repetição dos crimes, mas também tentativas de superar o 'professor', tirá-lo do pedestal de maior mal da história humana e estabelecer um novo recorde mundial de xenofobia, ódio, racismo e mortes", seguiu.
No vídeo de mais de 10 minutos, o outsider político que lidera a Ucrânia não fez apenas acenos à população do país, mas também a outras nações, como Reino Unido, França e Polônia.
Referindo-se a diversos ataques da Alemanha nazista a esses territórios, disse que o mesmo repetia-se agora na Ucrânia, ainda que com outros atores, em uma retomada do pano de fundo histórico que já vinha usando ao discursar como convidado em diversos parlamentos.
Zelenski usava uma camisa com a frase "eu sou ucraniano", escrita em inglês. "Décadas após a Segunda Guerra, a escuridão voltou para a Ucrânia", ele disse.
Primeira-dama usou tempo convocado em rede nacional de rádio e TV convocado pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos
BRASÍLIA (Reuters) – Dados preliminares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que o número de eleitores brasileiros aptos a votar nas próximas eleições aumentou em cerca de 1,5 milhão entre março e abril, sendo mais de meio milhão composto por jovens de 16 e 17 anos. De acordo com o TSE, o Brasil registrava em 30 de abril o número de 149.
A Fifa confirmou nesta segunda-feira que o jogo entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022 deverá ser realizado, depois que sua Comissão de Apelação rejeitou o recurso apresentado por ambos os países.
Lago Mead fornece água potável para 20 milhões de pessoas de Las Vegas a Los Angeles.
Nathany foi levada às pressas para hospital em Goiânia, mas não resistiu
Em entrevista gravada na semana passada e exibida nesta segunda-feira, no programa "Bem, Amigos",…
Fred Henrique tem 27 passagens por diversos tipos de crimes nos últimos 12 anos, que inclui tráfico de drogas, abandono de incapaz, estelionato, ameaça e lesão corporal.
Vicky e Casey White mantinham um caso amoroso na prisãoView on euronews
Foguete New Shepard, da Blue Origin, decola no Texas, em 31 de março de 2022, para a missão NS-20
Mais de oito milhões de ucranianos tiveram de deixar suas casas e encontrar abrigo em outras regiões do país, desde o início da invasão russa, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Os civis se afastaram, principalmente, das regiões sul e leste, as mais atingidas pelos combates. Após ter sido esvaziada de quase metade de sua população, alguns moradores começam a retornar a Kiev. Porém, a guerra está longe de acabar, afirma o serviço secreto americano. Murielle Paradon e Sam
Lideranças do setor já estão se reunindo com integrantes dos ministérios
Ela chegou a ser medicada, mas teve uma parada cardíaca e morreu
Imagens registradas por testemunhas mostram a fuga dos usuários
O mês de maio, dedicado ao trabalhador, levanta a questão de como conciliar a geração de empregos com a redução de custos de manutenção e também de criação de novos postos de trabalho. “Esse é um desafio muito grande que se percebe no mundo inteiro, de como viabilizar os empregos desonerando as empresas, ou seja, melhorando a situação tributária e jurídica das empresas”, disse à Agência Brasil o professor da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro (FGV Rio) Paulo Renato Fe
RIO — Com entraves políticos e jurídicos para concorrer ao Palácio Guanabara, o ex-governador…
Criminosa confessou o crime e disse que contou com ajuda de uma adolescente
WASHINGTON (Reuters) – Os Estados Unidos acreditam que o presidente russo, Vladimir Putin, está se preparando para um longo conflito na Ucrânia, e uma vitória russa em Donbas, no leste do país, pode não encerrar a guerra, disse a diretora de Inteligência Nacional dos EUA, Avril Haines, nesta terça-feira. "Avaliamos que o presidente Putin está se preparando para um conflito prolongado na Ucrânia durante o qual ele ainda pretende alcançar objetivos além de Donbas", disse Haines a parlamentares dos
O jornal The New York Times alterou às pressas a resposta desta segunda-feira (9) de seu jogo Wordle porque se tratava da palavra "feto", polêmica devido à ameaça sobre o direito ao aborto nos Estados Unidos, em avaliação na Suprema Corte.
Outras duas pessoas ficaram feridas com a explosão
Veja quem está em pré-campanha para o governo do Rio Grande do Sul

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Tribunal declara ilegal discriminação de licenciados pré e pós Bolonha – Jornal de Negócios

Tribunal declara ilegal discriminação de licenciados pré e pós Bolonha  Jornal de Negócios
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Deputado do Chega queixa-se de discriminação racial no parlamento – TSF Online

Gabriel Mithá Ribeiro falhou eleição para vice-presidência da Assembleia da República e afirma que o chumbo tem “interpretação racial” e que está posta em causa a “liberdade do homem negro”.
© Leonardo Negrão/Global Imagens (arquivo)
Pode um chumbo no parlamento português ter uma componente de discriminação racial? Para o deputado Gabriel Mithá Ribeiro, do Chega, pode e tanto pode que é essa a justificação que encontra para o facto de o nome dele ter sido chumbado para a vice-presidência da Assembleia da República.
Ventura diz que “maioria de bloqueio” impediu eleição de vices do Chega
À segunda não foi de vez. Candidato do Chega a vice da AR novamente chumbado
Deputados chumbam Pacheco de Amorim e Cotrim de Figueiredo para vice-presidentes da AR
“Isto tem de ter uma interpretação racial num regime que anda há décadas a defender que é antirracista, que é a favor das minorias, contra a discriminação e financia organismos com esse propósito. Fica aqui claro hoje que uma coisa é o discurso e a outra é a prática”, sublinha Mithá Ribeiro.
Ao lado de Diogo Pacheco de Amorim, primeiro nome do Chega chumbado para o cargo, e de André Ventura, Mithá Ribeiro até usa uma expressão racista para diferenciar negros de direita e negros de esquerda: “Se uma pessoa é negra e é de direita [o deputado diz esquerda por lapso] é tratado, desculpem a força da expressão, mas esta expressão tem um significado, é tratada como se tratam os pretos, isto é, eu interpreto isto pessoalmente como um símbolo de rejeição”, afirma o deputado para quem está ser impedida “a liberdade do homem negro”.
Ouça a reportagem da TSF.
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No entender do deputado de origem moçambicana, “se uma pessoa é negra e de esquerda, é tratada com alguma dignidade, se é negra e politicamente neutra, tende a ser apagada das instituições”. “O homem negro ou é de esquerda ou é neutro, se é de direita não conta no jogo”, argumenta ainda o deputado que tem obra académica sobre racismo e questões raciais, embora não acredita que exista racismo estrutural em Portugal.
Mithá Ribeiro, que distingue “racismo” de “questões raciais”, foi repetidas vezes confrontado com a pergunta sobre se considera ter sido vítima de um ato racista no parlamento português, mas não responde taxativamente. “Não sou obrigado a dizer sim ou não à sua pergunta, o que digo é que uma coisa é dizer questão racial, outra é dizer racismo”, defende Mithá Ribeiro.
Ventura, ao lado, quando confrontado sobre se comunga da perspetiva do deputado, não responde, deixa a bola nas mãos de Pacheco de Amorim, o outro nome rejeitado desta tarde que também foi confrontado com a pergunta sobre se reconhece que as minorias podem ter dificuldades no percurso por causa da cor de pele.
“Isso é uma questão que não me compete a mim discutir, o doutor Gabriel Mithá Ribeiro, como disse e especificou, é especialista nessa área e eu não me vou meter em áreas que não conheço com pensamento que não conheço”, diz Pacheco de Amorim que, a não querer falar do que não sabe, deu por terminada esta conferência de imprensa de quase meia hora nos Passos Perdidos da Assembleia da República.

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Câmara aprova urgência de projeto que proíbe alterações na Bíblia – Folha

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A Câmara dos Deputados, que sofre forte influência da bancada religiosa, aprovou nesta quarta-feira (4) a tramitação em regime de urgência de um projeto genérico que visa a proibir alterações ou edições da Bíblia.
A urgência foi aprovada por 358 votos contra 32. Agora, o texto já pode ser apreciado pelo plenário da Câmara dos Deputados.
O requerimento de urgência permite à Câmara votar o mérito da proposta sem a necessidade de que ela tramite pelas comissões. O texto que solicita a tramitação a jato é assinado por partidos da direita à esquerda.
O texto é de autoria do Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) e tem um único artigo. O dispositivo veda “qualquer alteração, edição ou adição aos textos da Bíblia Sagrada, composta pelo Antigo e pelo Novo Testamento em seus capítulos ou versículos, sendo garantida a pregação do seu conteúdo em todo território nacional.”
O texto não especifica qual versão da Bíblia deve ser considerada como referência para as demais, nem como se dará a referida garantia de pregação nem se haveria restrição a essa pregação. Também não estabelece punição a eventual descumprimento.
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Na justificativa ao seu projeto, o deputado diz que os cristãos consideram a Bíblia a Palavra de Deus na Terra, “o que torna qualquer alteração na redação deste Livro um ato mais que absurdo, flagrantemente uma intolerância religiosa e porque não dizer uma grande ofensa para a maioria dos brasileiros, independente da sua religião.”
Essa não foi a primeira tentativa de acelerar um projeto envolvendo a Bíblia neste ano na Câmara. Em 10 de março, um dos itens da pauta de votações era requerimento assinado por líderes e ex-líderes de 16 partidos pedindo tramitação em caráter de urgência a projeto que proibia e criminalizava o uso da palavra “Bíblia” e da expressão “Bíblia sagrada” fora do contexto aceito pelas religiões.
O projeto também era do Pastor Sargento Isidório. Esse projeto estabelecia como punição o enquadramento nos crimes de estelionato (pena de 1 a 5 anos de prisão) e de discriminação religiosa (até um ano de prisão).

Presidenciáveis de todos os matizes ideológicos têm disputado o apoio do eleitorado religioso, em especial o evangélico.​
“Nós temos uma preocupação com o que está acontecendo no país, uma preocupação com as injustiças sociais que estão prejudicando a vida das pessoas. Por isso, respeitando a fé de todos, respeitando a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, e principalmente não usando o nome de Deus em vão, nós votamos não à urgência desse projeto enquanto partido”, afirmou o deputado Aliel Machado (PV-PR), durante a sessão.
“O PTB quer parabenizar o pastor Isidório por esse projeto de lei importantíssimo. Nós, que somos conservadores, cristãos, temos que realmente conservar a palavra bíblica na íntegra”, afirmou a deputada Soraya Manato (PTB-ES).
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Assessora parlamentar denuncia Uber por discriminação política: 'não levo petista' – Mais Goiás

A advogada e assessora parlamentar da vereadora Livia Duarte (PSOL-PA) viralizou no Twitter após divulgar caso de discriminação política na plataforma da Uber. No sábado, 7, Amanda Larêdo, 24, compareceu à transmissão do evento da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores em Belém, no Pará.
Após o lançamento, a advogado especialista em Direito Eleitoral foi com dois amigos a um restaurante no bairro da Cidade Velha, longe da sede do partido.
Ao pedir um Uber para voltar para casa, Amanda relata que o motorista do aplicativo passou direto do ponto de embarque e ao ser questionado via mensagem se justificou: “não levo petista”.
“Eu vestia uma camisa vermelha, mas não estava com nenhum adereço que associasse à minha posição política. Estava com dois amigos e um deles vestia a camisa com o rosto de Lula, mas o carro era apenas para mim. Precisava do carro, mas não da humilhação por uma presunção de que eu seria petista. Não sou filiada a nehum partido”, afirma em entrevista ao GLOBO.
Após a troca de mensagens, o motorista cancelou a corrida e a assessora entrou em contato com a plataforma, assim como relatou o ocorrido nas redes sociais. O caso viralizou neste domingo.
Para ela, a plataforma respondeu que irá “tomar as medidas necessárias para que isso não volte a acontecer” e que o colaborador pode ser notificado por violação dos Termos de Uso ou até banido “em caso de reincidência”.
Insatisfeita com a mensagem “protocolar”, Amanda Larêdo diz que vai entrar com uma ação judicial contra a Uber. De acordo com a advogada, trata-se de uma violação ao direito do consumidor: “prática abusiva”.
“É inaceitável recusar um passageiro por preferências políticas. Na hora fiquei sem palavras, não esperava. Meu amigo que me lembrou de printar. Hoje penso que poderia ter sido pior, imagina o que ele (o motorista) poderia ter feito comigo sozinha dentro do carro. Foi um livramento”, reitera.
A advogada não é filiada a nenhum partido político e relata ser usuária do aplicativo há anos. O tuíte original já tem mais de setenta mil curtidas.
Procurada pelo GLOBO, a Uber informou, em nota, que tem uma política de tolerância zero a qualquer forma de discriminação e que defende o respeito à diversidade. A empresa reiterou que os motoristas têm direito a ter sua posição política, mas não podem se negar a atender um cliente em “razão de seu credo, raça, nacionalidade, religião, necessidade especial, orientação sexual, identidade de gênero, estado civil, idade ou inclinação política”.
Você por dentro de tudo!

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A "epidemia" da obesidade na Europa – Nações Unidas – ONU Portugal – ONU Portugal

A-Z índice do site
O grupo regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa lançou ontem o relatório sobre a obesidade na Europa (WHO European Regional Obesity Report 2022) argumentado que a obesidade neste lado do mundo é epidémica. Felizmente, o relatório conclui que esta epidemia é “reversível“. 
Mais de metade dos portugueses – especificamente 57.5% dos adultos- têm excesso de peso e 25.8% são obesos. E por pior que sejam estes números, ainda pior é saber que não somos uma anomalia, mas sim a norma. O relatório da OMS sobre a obesidade revela que, na Europa, 58.7% dos cidadãos têm excesso de peso e 23.3% são obesos. Nenhum dos 53 Estados-membros europeus da OMS estão “a caminho de cumprir o objectivo da OMS de travar o aumento da obesidade até 2025.
No novo relatório da OMS sobre a obesidade na Europa, encontramos o relato da Diana, uma portuguesa que luta contra a obesidade. Ela conta-nos como a obesidade afeta a sua saúde mental. Quando andava na escola a Diana era vítima de bullying devido ao seu peso. Hoje enfrenta discriminação no trabalho, tendo sido rejeitada de um trabalho numa loja de cosmética devido ao seu aspeto físico. A Diana descreve como estas experiências a levaram a desenvolver uma fobia social e admite que atualmente se isola e tem fobia social devido à discriminação que já sofreu ao longo da vida.
Um declínio na saúde mental é só uma das várias consequências da obesidade. A OMS enfatiza também no seu relatório o risco elevado de asma, dores musculares, doenças cardiovasculares como a hipertensão, diabetes e até de 13 tipos diferentes de cancro, como a cancro da mama e tiroide que está associado ao excesso de peso. No relatório sobre a obesidade de 2022 a OMS revela que o excesso de peso leva a 1,2 milhões de mortes anuais na Europa, “correspondendo a mais de 13% da mortalidade total na Região.”
Travar o aumento da obesidade é crucial para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Agenda 2030 e os Plano Europeu da OMS para 2020-2025. Para apoiar os países europeus nos seus esforços contra a obesidade, a OMS propôs, nas conclusões do relatório, diferentes políticas que se poderão implementar para lidar com este problema “complexo”. Algumas das sugestões são:

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‘Do Outro Lado, do Lado de Cá’ – Brasil Estadão

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Luiz Alexandre Souza Ventura
09 de maio de 2022 | 20h53
Roni Munk e Priscilla Celeste são pais de Renan. Foto: Divulgação.
‘Do Outro Lado, do Lado de Cá’, publicação independente de Priscilla Celeste e Roni Munk, lançada na semana passada, neste momento está à venda somente na versão impressa na Livraria da Vila da Rua Fradique Coutinho, da Vila Madalena, em São Paulo, mas chega em breve às livrarias online e terá website próprio.
Priscilla Celeste e Roni Munk são pais de cinco filhos, entre eles Renan, o caçula, hoje com 17 anos, um jovem negro que chegou à família quando tinha dois anos. Em janeiro de 2013, Renan tinha sete anos e foi com os pais à concessionária BMW Autocraft, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Enquanto o casal conversava com o gerente da loja, Renan ficou na área de espera, mas cansou e caminhou na direção aos pais, o que foi suficiente para um funcionário abordá-lo.
O gerente que atendia Priscilla e Renan disse ao menino “Aqui não é lugar pra você. Saia da loja” e ainda completou “Esses meninos pedem dinheiro e incomodam os clientes”.
O casal se retirou da loja com o filho, denunciou o ato racista, processou a loja que, dois anos depois, foi condenada por danos morais e a pagar uma indenização de 22 salários-mínimos, dinheiro doado pela família à Associação Nova Vida, instituição que apoia crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
No livro ‘Do Outro Lado, do Lado de Cá’, eles contam essa história e, no meio disso, estão depoimentos de várias pessoas negras que relatam episódios racistas.
Roni Munk atualmente se dedica à fotografia e a publicação tem imagens das pessoas quando chegaram para a sessão e durante o relato do episódio racista, em uma contraposição das expressões que mostra como o racismo afeta quem é atacado.
Página do livro ‘Do Outro Lado, do Lado de Cá’, de Priscilla Celeste e Roni Munk, com uma breve explicação sobre a participação de Renan no processo e algumas frases do jovem. Foto: Divulgação.








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