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Assédio moral e discriminação são debatidos no Judiciário catarinense – Portal CNJ – CNJ

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“Campanhas internas de conscientização sobre o que caracteriza o assédio moral podem ser um caminho eficaz para combatê-lo”, afirmou nesta segunda-feira (30/5) a desembargadora Salise Monteiro Sanchonete, conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela palestrou, por videoconferência, em uma roda de conversas sobre assédio e discriminação no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Para a conselheira, o primeiro passo é fazer com que as pessoas entendam o assédio moral e o que o caracteriza. “Muitas vezes, nem o agressor nem a vítima entendem a gravidade do que acontece.”
Entre outras situações, podem ser considerados assédio moral a sobrecarga reiterada de profissional ou com tarefas que podem ser consideradas humilhantes; ignorar a presença, evitando a comunicação ou isolando profissionais no ambiente de trabalho; impor punições vexatórias; não considerar problemas de saúde das pessoas; criticar a vida particular; atribuir apelidos pejorativos; delegar tarefas impossíveis de ser cumpridas ou impor prazos incompatíveis etc.
A desembargadora Hildemar Meneguzzi de Carvalho, presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e a todas as formas de discriminação no 2º grau, falou sobre a importância da prevenção e explicou que a principal tarefa das comissões é o acolhimento e a escuta. “Não cabe às Comissões a função de julgar.”
A professora universitária e analista jurídica Elizete Lanzoni Alves ressaltou que o TJSC é um dos primeiros tribunais do país a trabalhar a mediação em um processo disciplinar, com uso de práticas restaurativas. Ela disse que não adianta coibir apenas o fato que deu origem ao assédio, mas o contexto que o gerou. “O assédio é a ponta de um iceberg.”
“Relações de trabalho ruins podem ter consequências na saúde”, garantiu a diretora de Saúde do TJSC, Graciela de Oliveira Richter Schmidt. Ela destacou o programa Acolhe, serviço lançado em abril de 2021 e que oferece atendimentos focais, de forma remota, individual e sigilosa, à magistratura, servidores e servidoras. Ela analisou a mudança cultural pela qual estamos passando. Comportamentos não aceitos hoje, há anos alguns eram. “Isso mostra uma evolução e merece destaque.”
A juíza Ana Luísa Schmidt Ramos destacou a importância e a influência de gestores e gestoras para fomentar um bom ambiente de trabalho. As práticas de liderança, elencou a magistrada, podem ser autoritárias (baseadas na coerção, focadas na punição); do tipo laissez faire (cada um atua como quer, sem rumo); ou mais eficientes e democráticas (em que o líder dá as coordenadas, estabelece metas e ouve as equipes).
O assédio moral pode acontecer de três maneiras. Assédio descendente: “de cima para baixo”, quando a chefia ataca os subordinados. Assédio ascendente: quando os subordinados assediam a chefia. E assédio paritário: ocorre de forma horizontal, quando um grupo isola e assedia um colega.
As Comissões de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e a todas as formas de discriminação do TJSC têm como objetivo assegurar o desenvolvimento das atividades laborais de forma digna, saudável, segura e sustentável, de modo a coibir condutas assediadoras, racistas, misóginas, homofóbicas e abusivas que atentem contra a liberdade, a privacidade, a individualidade, a integridade e a dignidade. Para isso, fomentam um ambiente pautado no diálogo, na cooperação e no respeito mútuo.
Fonte: TJSC
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LoL: Após denúncia de racismo, LOUD demite jogador após quatro horas – The Enemy

Frosty, do League of Legends, foi acusado de racismo em partida da Solo Queue contra fNb em 2020
Na noite da segunda-feira (30), a LOUD anunciou dois reforços para sua equipe Academy de League of Legends, o Atirador Beenie e o Suporte Frosty. Não tardou para que diversos comentários surgissem acusando Frosty de um ato racista cometido em 2020 contra fNb, Topo da FURIA, durante partida de Solo Queue. Após cerca de quatro horas de investigação interna, a equipe anunciou o desligamento do jogador às 23h35.
Devido aos acontecimentos passados dos quais não estávamos cientes e que vieram a tona no dia de hoje, comunicamos o desligamento do suporte recém contratado para a nossa line do CBLOL Academy de League of Legends.
No post compartilhado pelo público datado de 24 de outubro de 2020, um jogador chamado “consensualclown” ofende fNb de “macaco”, termo racista, durante uma partida nas filas ranqueadas. O nome era uma conta de um jogador chamado “jelp”, que mais tarde, em busca de se tornar um jogador profissional de League of Legends, alterou o seu nick para “Frosty”.
Falta de clareza no processo de contratação
Pouco após as denúncias começarem a aparecer, Jean Ortega, um dos sócios da LOUD, publicou um tweet no qual comentava uma possível precipitação da organização em contratar o jogador sem haver checagem interna do histórico de Frosty, o que ficou claro após a organização comentar que “não estava ciente” no post de demissão.
O desligamento, que ocorreu exatamente 4h e 34min após a sua contratação, fez com que Frosty publicasse o seu lado do ocorrido. Segundo compartilhado em relato e prints no Twitter pelo jogador, após o ocorrido com fNb em 2020 Frosty procurou o hoje topo da FURIA para pedir desculpas e passar por um processo de conscientização. Em algumas das imagens compartilhadas, é possível ver trocas de conversas entre os dois jogadores e um aparente acerto de contas, permitindo inclusive que Frosty disputasse partidas no Inhouse brasileiro – um servidor fechado para os melhores jogadores das filas ranqueadas brasileiras.
força de vontade. Deixo claro aqui que não sou uma pessoa que desiste fácil principalmente sabendo de tudo que eu tive que deixar pra tras pra estar aqui hoje. Em relação a organização, desde o começo todos estavam cientes de toda situação e nao mediram esforços pra impedir que+
Outro fator que chamou atenção foi a denúncia de Frosty de que a LOUD, na verdade, estaria ciente de todo o seu histórico desde o começo de sua contratação, o que vai contra o posicionamento final da organização no anúncio da demissão.
Ademais, o jogador teria sido demitido “após uma ligação de dois minutos, e não me falaram nem como vou voltar para casa“, já que se encontra na capital paulista que é sede para o gaming office da organização.
O The Enemy entrou em contato com Frosty e com a LOUD para seguir a apuração dos fatos, e publicará uma nova matéria com o desenrrolar da situação.
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Distrito 10 | Diretor revela detalhes sobre a sequência; Confira! – Estação Nerd

Em entrevista ao Screen Rant, Neill Blomkamp‎‎ falou sobre a sequência de Distrito 9. Confira:
‎”Ainda estou trabalhando nisso… a resposta é que (acontecerá) dentro de um futuro próximo.‎”
Distrito 9 mostra os acontecimentos depois que uma nave alienígena pousa na África do Sul em 1982, abordando temas como xenofobia e segregação social.‎ Depois de fazer apenas três filmes em 10 anos, Blomkamp está de volta com força total, já que o Distrito 10 é apenas um dos vários projetos em que ele está trabalhando. Ele estreou recentemente Demonic, um filme de terror sobrenatural filmado durante o auge da pandemia.
Distrito 10 ainda está nos estágios iniciais de pré-produção e não possui data de estreia definida.
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Vídeo de ataque racista contra menina no Rio viraliza: 'Ela é mais bonita e tem a pele branca' – G1

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Luana Xavier diz que foi confundida com funcionária em aeroporto: 'Racismo' – UOL

Colaboração para Splash, em São Paulo
29/05/2022 19h48
A atriz e apresentadora Luana Xavier relatou um episódio em que foi confundida com a funcionária de um restaurante no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
“Vamos lá, nosso racismo de cada dia. Estou no aeroporto e vim comer em um restaurante. Quando estou na bancada, buscando o meu lanche, um cara falou assim: ‘O chope é quanto?’. Eu falei: ‘Oi?’. E ele, apontando para o cardápio: ‘O chope é quanto?’. Eu falei: ‘O senhor acha que eu trabalho aqui?'”, contou Luana.

“O uniforme de quem trabalha aqui é todo preto e com boné. E eu tô vestida com um casaco vermelho amarrado, blusa branca e sem boné. E ele partiu do princípio que eu era atendente. Isso não é desmerecendo o trabalho de ninguém, mas é só para registrar como as pessoas partem do princípio que a estamos sempre na posição de servir”, apontou a atriz.
Uma publicação compartilhada por Luana Xavier (@luaxavier)
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Sociologia #44: Racismo ambiental – Brasil Escola – Brasil Escola

Os impactos ambientais recaem sobre grupos sociais mais vulneráveis de forma mais intensa, e isso possui grande relação com a questão das políticas públicas ambientais. Para compreender melhor essa situação, não perca esta análise sobre racismo ambiental!
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Você pode escutar os podcasts do Brasil Escola pelo próprio site e também pelo SpotifyDeezerCastboxGoogle Podcast e Apple Podcast, basta pesquisar por Brasil Escola e clicar em seguir.
Os podcasts são arquivos de áudio que ficam disponíveis na internet para serem escutados a qualquer hora, diferentemente de um programa de rádio ou TV, por exemplo. Eles podem abordar vários assuntos, como música, notícias, esportes, finanças e, no caso do Brasil Escola, conteúdos educacionais.
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Acusado de racismo, Rafael Ramos recebe apoio do presidente do Corinthians: "Isso pode acabar com uma carreira" – Jornal de Notícias

Rafael Ramos nega ter proferido insultos racistas
Foto: Instagram
O defesa português Rafael Ramos não saiu do banco no empate de domingo com o São Paulo (1-1), após ter passado por dias complicados na sequência das acusações de racismo por parte de Edenílson, jogador do Internacional.
O lateral direito, de 27 anos, foi mesmo detido após esse encontro, realizado em 14 de maio, devido aos alegados insultos, os quais refutou, explicando que o adversário entendeu mal o que disse.
Insultos. Rafael Ramos detido por chamar “macaco” a jogador do Internacional
Uma perícia realizada pela defesa de Rafael Ramos mostrou que o jogador terá dito a Edenílson “pô, caralho”, e não “macaco”, como o atleta do Internacional alegou. O caso continua a ser investigado pelas autoridades.
Ontem, após o empate com o São Paulo (1-1), Duílio Alves, presidente do Corinthians, saiu em defesa do lateral português, lembrando que “é preciso ter cuidado, porque isso pode acabar com uma carreira”.
“Acompanhamos o Rafael desde o primeiro momento. A perícia foi contratada pela defesa (do jogador), mas é oficial, tem muita validade, e não mostra que ele cometeu um crime. Vamos esperar pelas investigações”, explicou o dirigente, à imprensa brasileira.
O encontro com o São Paulo chegou a ser interrompido devido a cânticos homofóbicos e à utilização de engenhos pirotécnicos por parte de adeptos do Corinthians.
“Somos totalmente contra esse tipo de cânticos, tal como somos contra o racismo e a agressões a mulheres. Temos conversado com os adeptos e feito campanhas, mas é preciso insistir para acabar com qualquer discriminação. Estamos em 2022, não faz mais sentido. É hora de parar”, disse o presidente do “Timão”.
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Marcelo pede "tolerância zero" com a discriminação no Dia contra a Homofobia – Observador

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©2022 Observador
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No Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, Marcelo Rebelo de Sousa pediu que Portugal tivesse "tolerância zero em relação a qualquer modo de discriminação".
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O PR diz que "persiste a discriminação contra muitas pessoas LGBTI"
RODRIGO ANTUNES/LUSA
O PR diz que "persiste a discriminação contra muitas pessoas LGBTI"
RODRIGO ANTUNES/LUSA
O Presidente da República assinalou esta terça-feira o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, pedindo um Portugal “com tolerância zero em relação a qualquer modo de discriminação” e a união em torno deste desígnio.
“Neste Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, o Presidente da República sublinha a importância de nos batermos, enquanto comunidade, por um Portugal com tolerância zero em relação a qualquer modo de discriminação, sob que pretexto for”, pode ler-se numa nota na página oficial da Presidência da República.
De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, “persiste a discriminação contra muitas pessoas LGBTI”, seja no foro privado como no espaço público, na escola, no emprego, na saúde.
“Num tempo ademais tão atreito a tantas formas de ódio, é imperioso que nos juntemos em prol deste desígnio, nas políticas concretas de combate à discriminação, mas também nos nossos gestos diários, no modo como nos relacionamos e convivemos, por uma cidadania aberta, inclusiva e sem preconceito”, apelou.
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O Presidente da República pede que este dia internacional sirva para recordar aquilo que aproxima as pessoas e pare relembrar “o convívio fraterno na diferença”.
O primeiro-ministro, António Costa, hasteou esta terça-feira a bandeira arco-íris na residência oficial, em São Bento, assinalando o Dia Internacional contra a Homofobia, e assumiu o compromisso de desenvolver políticas públicas contra a discriminação.
Câmara de Lisboa volta a hastear bandeira arco-íris no Dia contra a Homofobia

Também o presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, assinalou este dia apontando que a Constituição salienta que todos os cidadãos têm a mesma dignidade e ninguém pode ser prejudicado pela sua orientação sexual.
Portugal desceu quatro lugares no índice europeu sobre a situação jurídica e políticas das pessoas LGBTI, devido à falta de plano de ação contra a discriminação, estando ainda assim em nono lugar entre 49 países.
De acordo com dados divulgados pela ILGA Europa, que anualmente analisa e classifica no seu Mapa Arco-Íris a situação jurídica, social e política das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo (LGBTI) em 49 países europeus, Portugal caiu do 4.º lugar para o 9.º lugar em 2021.
A iniciativa serve para assinalar o Dia Internacional e Nacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, que se comemora em 17 de maio, e demonstra que têm sido dados passos importantes nos direitos das pessoas LGBTI em vários países.
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