Partido Más Madrid quer placas em árabe, bengali e uólofe no centro da capital espanhola para combater o "racismo e a xenofobia" – Observador

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"Um dever democrático" e o reconhecimento da "pluralidade linguística". O partido Más Madrid quer que os cartazes e os placares no centro da cidade estejam também em árabe, em bengali e em uólofe.
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O partido propõe adquirir livros e materiais em árabe, bengali e uólofe
Europa Press via Getty Images
O partido propõe adquirir livros e materiais em árabe, bengali e uólofe
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O partido de esquerda Más Madrid quer incluir mais línguas (árabe, bengali e o dialeto africano uólofe), faladas por comunidades de imigrantes “maioritárias”, em todos os cartazes, placares e placas de trânsito do centro da capital espanhola. O objetivo é “incentivar a diversidade intercultural” e erradicar “toda a forma de racismo e de xenofobia”.
A proposta, que o partido considera “justa para o reconhecimento da diversidade”, foi esta quarta-feira discutida pela autarquia e o plano seria implementá-la já a 21 de fevereiro, dia em que se comemora o Dia Internacional da Língua Materna em Espanha. “Reconhecer e proteger a pluralidade linguística não é só uma questão de princípios, é também um dever democrático para cuidar dos direitos de todas as comunidades”, argumenta o Más Madrid.
????Visto el revuelo de la extrema derecha sobre nuestra propuesta en centro, anquilosados en el siglo pasado. ¿De qué trata? Queremos que cartelería de centros municipales en Lavapiés estén en las lenguas árabe, bengalí y wolof, idiomas migrantes mayoritarios. No es nuevo???????????? pic.twitter.com/Rk5iu46b6e
— Más Madrid (@MasMadrid__) February 9, 2022

“Queremos reconhecer expressamente o valor da diversidade cultural como um dos sinais da identidade da nossa cidade”, reforça o partido, que dá exemplos de outras cidades, como Londres ou Nova Iorque, em que tal prática já está implementada.
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Além desta medida, o Más Madrid propõe adquirir, segundo informa o El Mundo, livros e materiais em árabe, bengali e uólofe, de forma a “ampliar o catálogo das bibliotecas públicas municipais”.
Durante a campanha para as últimas eleições madrilenas, nas quais o Más Madrid conquistou 24 lugares no governo autónomo da capital e ficou em segundo lugar (superando, inclusive, o PSOE), a candidata Mónica García distribuiu panfletos em variadas línguas, de modo a dar a conhecer as suas propostas às comunidades imigrantes que residem na capital.
Esta proposta foi criticada pela candidata do VOX às últimas eleições, Rocio Monasterio. Na sua conta pessoal do Twitter, escreveu que as pessoas “se matam a trabalhar” e pagam “impostos” para verem que esses recursos dedicados a “promover a imigração ilegal que traz insegurança” aos bairros de Madrid. “Basta já”, afirmou.
Te matas a trabajar, cotizas durante años, te hinchas a pagar impuestos para luego ver que esos recursos se dedican a promover la inmigración ilegal que trae inseguridad a nuestros barrios y a potenciar "las lenguas árabe, bengalí y wólof” ¡Basta ya! https://t.co/FEdBTmAtIU
— Rocio Monasterio (@monasterioR) February 9, 2022

Em resposta, também no Twitter, o Más Madrid escreveu várias publicações em que explicava a medida, acusando o partido de extrema-direita de ter ficado parado no “século passado”.
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