Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março de 2022: declaração do alto representante em nome da União Europeia – Consilium.europa.eu

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Numa Europa abalada pela agressão militar não provocada e injustificada da Federação da Rússia contra a Ucrânia e a sua população, a UE reitera, no Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, o seu empenho firme em agir contra todas as violações dos direitos humanos e em combater o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância que lhes está associada, seja onde for que se produzam.
Neste mesmo dia, dedicado à memória do massacre de Sharpeville, reunimos os Estados-Membros, os países parceiros, as organizações internacionais e a sociedade civil na segunda Cimeira da UE contra o Racismo, a fim de nos debruçarmos mais aprofundadamente sobre a luta contra o racismo e as desigualdades estruturais persistentes e fazermos o balanço dos progressos alcançados desde a adoção do Plano de Ação da UE contra o Racismo.
2022 é o Ano Europeu da Juventude: ao longo da Cimeira prestar-se-á especial atenção ao papel fundamental que os jovens desempenham na luta contra o racismo e a discriminação e analisar-se-ão domínios de ação críticos, como a aplicação da lei, o racismo ambiental e o racismo na educação e na cultura.
No Plano de Ação da UE contra o Racismo apela-se a uma melhor aplicação da legislação da UE, a um policiamento justo, à proteção dos grupos minoritários e à adoção de medidas nacionais mais firmes, definidas em planos de ação nacionais. Trata-se de uma oportunidade para reapreciar as nossas políticas e atividades na perspetiva da não discriminação e da igualdade de oportunidades, bem como para lançar novas iniciativas em setores como a educação, a saúde e a inclusão social.
O discurso de ódio racista e os crimes de ódio têm de acabar. Para isso, estamos a reforçar a aplicação das leis já em vigor e a alargar a resposta em matéria de direito penal a nível da UE de molde a podermos enfrentar novos desafios.
A cooperação com os nossos parceiros é fundamental para as estratégias e políticas da UE em matéria de luta contra a discriminação racial. Traduz-se em múltiplas ações, desde a promoção da ratificação e da aplicação da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial a um maior apoio à participação das organizações da sociedade civil na luta contra as atitudes xenófobas para com os migrantes.
Tal como reiterado pelo Conselho na recomendação relativa à igualdade dos ciganos e nas conclusões sobre o racismo e o antissemitismo que recentemente adotou, a UE está plenamente empenhada em acabar com o racismo, sob todas as suas formas. Uniremos esforços com as instituições, organizações e cidadãos anónimos interessados para garantir que todos os seres humanos possam usufruir da mesma dignidade e dos mesmos direitos.
A Turquia, a Macedónia do Norte, o Montenegro, a Sérvia e a Albânia1 – países candidatos –, a Bósnia-Herzegovina – país do Processo de Estabilização e de Associação e potencial candidato –, e a Islândia, o Listenstaine e a Noruega – países da EFTA membros do Espaço Económico Europeu –, bem como a Ucrânia, a República da Moldávia e a Geórgia, subscrevem a presente declaração.

1 A Macedónia do Norte, o Montenegro, a Sérvia e a Albânia continuam a fazer parte do Processo de Estabilização e de Associação.
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Estudo reconhece importância da igualdade de género nas autarquias do Oeste – Jornal Alvorada

OesteCIM Oesteigual 2022
A importância da igualdade de género é reconhecida por 97% dos trabalhadores dos municípios do Oeste e 91% afirma não haver discriminação nas autarquias, revelou um estudo divulgado pela OesteCIM – Comunidade Intermunicipal do Oeste.
O estudo elaborado no âmbito do Projecto ‘Oeste Mais Igual’ tem por base cerca de 1.000 inquéritos realizados a colaboradores das autarquias, professores e alunos, gestores de empresas, dirigentes associativos e cidadãos em geral.
Entre os 291 técnicos e dirigentes das autarquias inquiridos, 48,6% de mulheres consideram a igualdade de género muito importante, mas nos homens a percentagem desce para 19,9%. O mesmo acontece com a conciliação da vida familiar e profissional, considerada muito importante por 62% das mulheres, mas que colhe a mesma importância em 19% dos homens.
Já no que toca à questão sobre se os homens têm mais facilidade em serem promovidos, apenas 1% do género masculino concorda, enquanto nas mulheres a percentagem sobe para 9%, de acordo com o relatório a que a agência Lusa teve acesso e que dá ainda nota que 91% do total dos trabalhadores inquiridos nega alguma vez ter sido vítima de discriminação.
Em contexto escolar foram obtidas 295 respostas de docentes, maioritariamente femininas (237), entre as quais 78% dos professores dão muita importância ao tema e 68% dizem já ter constatado situações de discriminação. A amostra de estudantes envolveu 370 alunos, com predominância masculina (204), sendo que destes 39% de raparigas e 33% de rapazes dão muita importância à igualdade de género. Porém, 74% dos alunos não tem conhecimento de qualquer programa de promoção da igualdade e apenas 12% sabem da sua existência.
No que toca a gestores de empresas, foram recolhidas 80 respostas (55% de mulheres), sendo que, do universo total, 89% das mulheres e 78% dos homens consideram muito importante a conciliação da vida profissional e pessoal, mas a maioria das empresas não especificou a existência de medidas nesse sentido.
O inquérito aos cidadãos obteve 347 respostas (200 mulheres, 146 homens e um não binário), dos quais 74% considera muito importante a igualdade de género e 92% a conciliação, mas mais de 50% desconhece que a mulher está em desvantagem no mercado de trabalho.
Na região onde há mais mulheres (52%) que homens (48%) no ensino superior, o desemprego afecta 14 em cada 100 mulheres (contra 12 homens) e as primeiras ganham em média menos dois euros que os segundos.
Com base no diagnóstico apresentado, a OesteCIM vai avançar com um plano de acção que passam pela criação de um observatório e pela implementação de plano municipais para a igualdade de género nos 12 municípios, anunciou hoje o secretário executivo Paulo Simões. A OesteCIM pretende ainda “criar uma plataforma com as grandes empresas da região para acompanhamento das políticas públicas” que visam a igualdade de género, situação “mais complexa nas empresas privadas do que no sector público onde pode ser feito por decreto”, afirmou, defendendo também como essencial “a criação de incentivos fiscais e majoração de fundo comunitários” às empresas que promovam a igualdade de género.
O diagnóstico agora apresentado é uma das acções do projecto ‘Oeste Mais Igual’, um projecto-piloto que tem como parceiros o ‘Centre for Gender and Equality’, da Noruega. O projecto, com um custo total de 249.857,74 euros, é financiado a 100% pelo programa internacional EEA Grants no âmbito dos projectos para a promoção da igualdade entre mulheres e homens ao nível local.
Recorde-se que a OesteCIM é composta pelos municípios de Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos, Peniche, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.
Texto: ALVORADA com agência Lusa
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Chega e Ventura pediam a Supremo que negasse o seu racismo. Tribunal manteve condenação – Diário de Notícias

É a segunda instância a confirmar a condenação do partido e do seu líder no processo que lhes foi movido pela família Coxi. Agora segue-se, de acordo com a advogada dos Coxi, a execução da sentença: vai exigir a Ventura o pagamento de 20 mil euros por ter, já após condenado, reiterado as ofensas 4 vezes.
O presidente do Chega, André Ventura.
© TIAGO PETINGA/LUSA
“É necessário, em nossa opinião, que haja uma decisão judicial absolutamente inequívoca e esclarecedora quanto ao valor que é atribuído à questão discriminatória que subjaz às alegadas ofensas à honra e ao direito à imagem (…), tendo em linha de conta o cariz xenófobo e racial inerente que põe em causa interesses de particular relevância social.”
política. Supremo mantém condenação de Chega e Ventura no caso da família a quem chamaram “bandidos”
nacional. Ventura recorre para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem
fernanda câncio. O racismo subsumido dos tribunais portugueses
Foi este um dos fundamentos apresentados por André Ventura e pelo partido que lidera, o Chega, para pedir ao Supremo Tribunal de Justiça uma “revista excecional” da sentença que em maio os condenou por “ofensas ilícitas ao direito à honra e à imagem” de sete membros – todos negros – da família Coxi, assim como do acórdão do Tribunal da Relação que em setembro a confirmou, frisando o carácter racialmente e socioeconomicamente discriminatório das ofensas. Por outras palavras, o partido e o líder pediam ao Supremo que negasse a motivação racista dos seus atos; este negou, em acórdão de 6 de dezembro – ao qual o DN teve acesso – tal desiderato, mantendo a condenação e portanto, no entender dos réus, a qualificação racista e xenófoba das ofensas dirigidas aos Coxi.
Recorde-se que em causa está a exibição, por Ventura, num debate (na SIC) da campanha das presidenciais com o candidato incumbente, de uma foto dos Coxi com Marcelo Rebelo de Sousa, captada aquando de uma visita do chefe de Estado ao Bairro da Jamaica em 2019, para o acusar de estar com “bandidos” e “bandidagem”; o líder do Chega repetiria os insultos no dia seguinte num programa da TVI. Já o partido usou a mesma imagem dos Coxi com Marcelo numa publicação no Twitter, para apresentar a família como o avesso de “portugueses de bem”. Em nenhum momento, nem nas TV nem na publicação no Twitter, os réus identificaram aquelas pessoas pelo nome ou de qualquer outro modo – como se para qualquer espectador que visse a imagem fosse óbvio o motivo pelo qual eram alvo de tal caracterização.
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Na sua argumentação perante o Supremo, Ventura e o Chega consideram que foi o Tribunal da Relação ao responder, em setembro, ao seu recurso da condenação, a tornar clara a qualificação discriminatória: “O Tribunal da Relação imputa aos recorrentes, de forma muito clara e objetiva, quanto às alegadas ofensas à honra e ao direito à imagem dos autores (…), uma motivação discriminatória em função da cor da pele e da situação socioeconómica dos autores (…).” Algo que para os réus “tem de ser entendido como muito grave, na medida em que, quando falamos, especialmente, “de cor de pele” como vertente discriminatória, estamos, na realidade, a assumir esse tratamento discriminatório como xenófobo (…)”.
A alegação de Ventura e Chega é pois de que a Relação foi mais longe que a primeira instância.
De facto esta, pela pena da juíza Fátima Preto, não tinha valorizado o pedido dos Coxi de que fosse reconhecida a motivação de discriminação racial e social nas ofensas de que foram alvo. Na sua sentença, a magistrada escreveu: “O cariz discriminatório das declarações não é o mais relevante do processo, nem resulta dos autos que tal discriminação seja necessariamente determinada pela cor da pele ou pela condição socioeconómica dos visados, embora estes elementos ressaltem de imediato aos olhos dos recetores da mensagem. O que é essencial é o carácter ilícito das declarações com referência à fotografia dos autores que foi exibida e a ofensa aos direitos de personalidade destes e é isso que importa reconhecer.”
Fátima Preto não resolvia assim, na sua sentença, uma questão essencial: por que motivo tinha sido escolhida e exibida pelos réus aquela foto, e usados aqueles qualificativos em relação àquelas pessoas?
Mas o Tribunal da Relação, perante o recurso dos réus – em que estes negavam ter querido discriminar a família “por motivos raciais ou sócio-económicos” e a acusavam de “inventar” esse facto para “aumentar o mediatismo” da ação, lembrando estar “pendente no Tribunal Constitucional ação intentada pela ex-deputada europeia Dra. Ana Gomes, pedindo a declaração de inconstitucionalidade do Partido Chega, por inúmeros motivos entre os quais e principalmente pela sua natureza racista” – considerou que não existia, como estes reivindicavam, “omissão de pronúncia” (por o tribunal inferior não ter respondido claramente ao pedido dos Coxi, ou afastando a motivação racista ou confirmando-a). E, portanto, decidiam os juízes desembargadores, não havia nulidade da sentença: “É manifesto que na decisão foi expressamente tratada a questão da necessidade, ou não, da inclusão das referidas qualificações nos segmento decisório, tendo-se concluído pela sua desnecessidade. Daí que não ocorra qualquer omissão de pronúncia.”
Apesar de aceitarem essa “desnecessidade”, os magistrados fizeram porém questão de clarificar: “(…) as imputadas, e reconhecidas, ofensas ao direito à honra e ao direito à imagem dos autores, por um lado, absorvem a vertente discriminatória em função da cor da pele e da situação socioeconómica dos autores, e por outro tal autonomização não é essencial para efeitos de subsunção jurídica.” Traduzindo: havia mesmo vertente discriminatória em função da cor da pele e do estatuto socioeconómico mas não era preciso dizê-lo porque estava incluída na caracterização das ofensas como ilícitas.
Será, tudo leva a crer, o fim do processo, o que leva a advogada dos Coxi, Leonor Caldeira, a declarar que “agora se vai executar a sentença”. O que significa, explica, exigir a André Ventura 20 mil euros – a dividir pelo Estado e pelos Coxi – por ter, depois de condenado, reiterado publicamente ofensas à família por quatro vezes. O que nos termos da sentença de 24 de maio do Tribunal Criminal de Lisboa, agora confirmada pelo Supremo, implica pagar cinco mil euros por cada desobediência à proibição, decretada pelo tribunal, de voltar a atentar à honra dos lesados.
No entender de Leonor Caldeira, Ventura começou a desobedecer ao tribunal logo a seguir ao exarar da sentença, quando a 25 de maio afirmou à TSF: “Nunca deixarei de dizer que são bandidos. Por isso, não tenciono pedir desculpa.”
Acabaria no entanto, menos de cinco meses depois, a seguir à decisão do Tribunal da Relação confirmando a condenação, por publicar, tal como o Chega, aquilo que apresentou como uma retratação, negando que se tratasse de um pedido de desculpas e afirmando que só o fazia por ser obrigado.
Pode ainda não ser o fim do caso para Ventura e o Chega, porém: em junho, como o DN noticiou, o Ministério Público admitiu ter aberto um inquérito criminal às declarações de Ventura sobre os Coxi. Tal aconteceu, informou a Procuradoria-Geral da República, depois de a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação remeter ao MP várias queixas, recebidas após o debate das presidenciais, acusando Ventura do crime de discriminação.

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Marcelo considera insuficientes passos contra discriminação – Diário de Notícias

Presidente da República enaltece a entrega incansável das mulheres na sociedade portuguesa.
© RODRIGO ANTUNES/LUSA
O Presidente da República assinala esta terça-feira o Dia Internacional da Mulher com uma mensagem em que elogia o seu papel na sociedade e luta pela igualdade, considerando “ainda insuficientes” os passos dados contra a sua discriminação.
dia internacional da mulher. “A vida política durante anos foi talhada por homens e para homens”
leonor beleza. Leonor Beleza: “A discriminação existe nos ensaios clínicos  e medicamentos”
forças armadas. Mulheres representam 13,2% das Forças Armadas
Neste dia, cabe reconhecer a todas e a cada uma das mulheres do nosso país o seu papel na liderança dessa luta em prol do tanto que ainda há a conquistar”, afirma Marcelo Rebelo de Sousa, numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.
No início deste texto, o chefe de Estado refere que este Dia Internacional da Mulher é celebrado “num ano ainda marcado pelos efeitos da pandemia de covid-19” e “agora infelizmente manchado pela invasão da Ucrânia” pela Rússia.
Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.
Depois, Marcelo Rebelo de Sousa “enaltece a entrega incansável das mulheres na sociedade portuguesa – na esfera pública e na esfera privada – enquanto personalidades, trabalhadoras, cuidadoras, nossas avós, mães, tias, irmãs, primas, amigas, companheiras, a quem devemos amor, educação, orientação, exemplo de vida e força nas nossas vidas e, não raro, vítimas, elas mesmas, nas suas casas e empregos, de violência, assédio e discriminação“.
Os passos dados na nossa democracia para mitigar a discriminação contra as mulheres e salvaguardar a igualdade na lei, na Constituição, e na família, na revisão do Código Civil, na paridade no emprego, nos salários, nos cargos de direção, na política, nas responsabilidades familiares e domésticas, na proteção contra a violência”, segundo o Presidente da República “foram decisivos, mas são ainda insuficientes”.
Marcelo Rebelo de Sousa realça “a luta pelos direitos das mulheres e seu reconhecimento”, que “inspirou historicamente outras lutas contra injustiças inaceitáveis”.
“A todas as mulheres, particularmente àquelas cujas existências são pautadas pelo desalento e pelo medo silenciosos, o Presidente da República estende hoje a sua admiração solidária, a sua gratidão sincera e uma palavra de esperança e coragem“, acrescenta.
No início do seu segundo e último mandato como Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa aumentou para mais de 60% as mulheres na sua nova equipa.
Em outubro do ano passado lançou um programa designado “Mulheres de coragem”, que juntou personalidades femininas de várias áreas, idades e origens à conversa com estudantes do ensino secundário.
Nessa ocasião, o Presidente da República sublinhou a diminuição do número de eleitas nas últimas eleições autárquicas e identificou “um compasso de espera ou um recuo na intervenção política das mulheres”, que lamentou.

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Polícias que prenderam Ricardo dos Santos estão sob alçada disciplinar – Maisfutebol

Cinco agentes da polícia de Londres enfrentam ações disciplinares após a detenção em julho de 2020 do atleta português Ricardo dos Santos e da esposa britânica Bianca Williams por alegada discriminação racial.
O atleta do Benfica de 27 anos, especialista dos 400 metros, e velocista britânica de 28 anos foram detidos a 4 de julho de 2020 no oeste de Londres enquanto viajavam de automóvel com o bebé de três meses, tendo sido algemados e revistados pela polícia, que não encontrou nada de irregular.
Vídeos da operação partilhados nas redes sociais causaram escândalo e a atleta acusou a polícia de ter parado o casal por causa da cor de pele.
Os cinco agentes serão convocados perante uma comissão disciplinar, informou esta quarta-feira o Gabinete Independente de Comportamento Policial (IOPC), órgão responsável pelas denúncias contra a polícia.
Um oficial da polícia de Londres, Bas Javid, disse que «lamentava a angústia que o incidente causou a Williams e a Santos».
Num comunicado, os advogados do casal saudaram a decisão e pediram à polícia londrina que reflita «sobre a cultura do racismo que ainda é uma realidade dentro da organização».
O IOPC lançou em julho de 2020 uma grande investigação sobre a dimensão da discriminação racial na polícia britânica, na sequência do movimento Black Lives Matter.
Como parte das manifestações antirracistas desencadeadas em todo o mundo pela morte de George Floyd, um norte-americano asfixiado por um polícia nos Estados Unidos, vários casos de possível violência policial contra minorias provocaram indignação no Reino Unido.
O presidente da Câmara Municipal de Londres, Sadiq Khan, responsável pela polícia de Londres, saudou a investigação do IOPC e a conclusões. «É importante (…) que estes polícias sejam julgados o mais rapidamente possível» e que o «novo chefe de polícia de Londres tenha um plano mais eficaz para enfrentar os sérios problemas dentro da polícia londrina».
A ex-comissária da Scotland Yard, Cressida Dick, anunciou a demissão em fevereiro após um relatório negativo do IOPC que denunciava o comportamento racista, misógino e discriminatório dentro da força policial.
As imagens do incidente com o atleta português:

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Racismo de negros contra brancos ganha força com identitarismo – Folha

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Poeta, romancista e antropólogo, é autor de “A Utopia Brasileira e os Movimentos Negros”, “Sobre o Relativismo Pós-Moderno e a Fantasia Fascista da Esquerda Identitária” e “As Sinhás Pretas da Bahia”
[RESUMO] Ataques de negros contra asiáticos, brancos e judeus invalidam a tese de que não existe racismo negro em razão da opressão a que estão submetidos. Sob a capa do discurso antirracista, esquerda e movimento negro reproduzem projeto supremacista, tornando o neorracismo identitário mais norma que exceção.

Todo o mundo sabe que existe racismo branco antipreto. Quanto ao racismo preto antibranco, quase ninguém quer saber. Porém, quem quer que observe a cena racial do mundo vê que o racismo negro é um fato.
A universidade e a mídia norte-americanas insistem no discurso da inexistência de qualquer tipo de “black racism”. Casos desse racismo se sucedem, mas a ordem-unida ideológica manda fingir que nada aconteceu.
O dogma reza que, como pretos são oprimidos, não dispõem de poder econômico ou político para institucionalizar sua hostilidade antibranca. É uma tolice. Ninguém precisa ter poder para ser racista, e pretos já contam, sim, com instrumentos de poder para institucionalizar o seu racismo.
A história ensina: quem hoje figura na posição de oprimido pode ter sido opressor no passado e voltar a ser no futuro. Muçulmanos escravizaram e mataram multidões de pretos durante séculos de tráfico negreiro na África.
No entanto, a visão atualmente dominante, marcada por ignorância e fraudes históricas, quando não pode negar o racismo negro, argumenta que o racismo branco do passado desculpa o racismo preto do presente. Mas o racismo é inaceitável em qualquer circunstância. A universidade e a elite midiática, porém, negaceiam.
Em “Coloring the News”, William McGowan lembra uma série de ataques racistas de pretos contra brancos no metrô de Washington. Em um deles, um grupo de adolescentes negros gritava: “Vamos matar todos os brancos!”. O Washington Post, contudo, não tratou o conflito como conduta racial criminosa e sim como “confronto de duas culturas”.
McGowan sublinha que a recusa em reconhecer a realidade do racismo antibranco é particularmente evidente na cobertura midiática de crimes de pretos contra brancos.
De nada adianta a motivação racial ser ostensiva, como no caso de ataques a idosos brancos no Brooklyn, quando um membro da gangue preta declarou: “Fizemos um acordo entre nós de não roubar mulheres pretas. Só pegaríamos mulheres brancas. Foi um pacto que todos fizemos. Só gente branca”.

O “detalhe” não foi mencionado nas reportagens do jornal The New York Times, e a postura foi a mesma quando três adolescentes brancos foram atacados por uma gangue de jovens pretos no Michigan. Os rapazes pretos curraram a moça branca e fuzilaram um jovem branco.
O New York Times não indigitou o caráter racial do crime e o relegou a uma materiazinha de um só dia. Se os papéis fossem invertidos, uma gangue de jovens brancos currando uma mocinha preta e assassinando um jovem negro, o assunto seria explorando amplamente —e em mais de uma reportagem. Lá, como aqui, o “double standard” midiático é um fato.
Merece destaque o racismo preto antijudaico, que não é de hoje. Em Crown Heights, no verão de 1991, os pretos promoveram um formidável quebra-quebra que se estendeu por quatro dias, durante o qual gritavam “Heil Hitler” em frente a casas de judeus.
Mas a elite midiática, do New York Times à ABC, contornou sistematicamente o racismo, destacando que séculos de opressão explicavam tudo.
Vemos o racismo negro também contra asiáticos. Na história racial de Nova York, negros aparecem tanto como vítimas quanto como agressores criminosos. Judeus e asiáticos, ao contrário, quase que só se dão mal.
Em um boicote preto a um armazém do Brooklyn, cujos proprietários eram coreanos, os pretos foram inquestionavelmente racistas. Diziam aos moradores do bairro que não comprassem coisas de “pessoas que não se parecem com nós” e chamavam os coreanos de “macacos amarelos”.

Curiosamente, por mais de três meses, a grande mídia não deu a menor atenção ao boicote. Um jornalista do New York Post denunciou: “Se fosse boicote da Ku Klux Klan a um armazém de um negro, logo se tornaria assunto nacional. Por que as regras são outras quando as vítimas são coreanas?”.
Não são poucos, de resto, os comerciantes coreanos que perderam a vida em enfrentamentos com “consumidores” negros. Há casos de militantes pretos extorquindo amarelos. Extorsão e violência racistas, é claro.
Sob a capa do discurso antirracista, o racismo negro se manifesta por meio de organizações poderosas como a Nação do Islã, supremacista negra, antissemita e homofóbica.
Discípula, de resto, de Marcus Garvey —admirador de Hitler (seu antissemitismo chegou a levá-lo a procurar uma parceria desconcertante com a Ku Klux Klan) e de Mussolini—, que virou guru de Bob Marley e do reggae jamaicano, fiéis do culto ao ditador Hailé Selassié, o Rás Tafari, suposto herdeiro do Rei Salomão e da Rainha de Sabá.
A propósito, a Frente Negra Brasileira, na década de 1930, não só fez o elogio aberto de Hitler, inclusive tratando Zumbi como um “Führer de ébano”, como apoiou o Estado Novo de Getúlio Vargas, versão tristetropical do fascismo italiano —e o próprio Abdias do Nascimento, guru de nossos atuais movimentos negros, foi militante integralista.
O líder da Nação do Islã, Louis Farrakhan, sempre exibiu também um franco e ostensivo racismo antijudaico. Hoje, o Black Lives Matter pede a morte dos judeus em manifestações públicas.

Em um artigo recente no jornal Le Monde (“Biden, au coeur du combat identitaire”), Michel Guerrin sublinhou que o “antissemitismo está bem presente no poderoso movimento Black Lives Matter“.
A turma discursa contra o “genocídio” palestino, “organiza manifestações onde podemos ouvir ‘matem os judeus’, é próxima do líder da Nação do Islã, Louis Farrakhan, que fez o elogio de Hitler, e tem como cofundadora da sua seção em Toronto, Canadá, Yusra Khogali, que praticamente chegou a pedir o assassinato de brancos”.
O racismo antijudaico de pretos pobres dos guetos pode contar com alguma pequena motivação cotidiana, mas o que pesa mesmo é o antissemitismo generalizado nas lideranças da esquerda multicultural-identitária.
Tudo bem criticar o governo de Israel. Os próprios israelenses costumam fazê-lo, vivendo em um regime democrático, ave raríssima no Oriente Médio. Outra coisa é pregar o desaparecimento de Israel, como querem o Irã e alguns movimentos de esquerda. Aqui, o antissemitismo. O ódio multicultural-identitário a Israel parece não ter limites.
Tomo Yusra Khogali —jovem mulata sudanesa que não diz uma palavra sobre as atrocidades de negros contra negros em seu país natal, vivendo antes no Canadá, onde se compraz em xingar a opressão branca— como um caso exacerbado disso tudo.
Ela não só confessou que tem ímpetos de assassinar todos os brancos. Expôs também uma fantasia “acadêmica” que bem pode ser classificada como a primeira imbecilidade produzida por um “neorracismo científico”.

Vejam a preciosidade pseudobiológica de madame Khogali: os brancos não passam de um defeito genético dos pretos. “A branquitude não é humana. De fato, a pele branca é sub-humana”. Porque a brancura é um defeito genético recessivo. “Isto é fato”, afirma solenemente.
Diz que as pessoas brancas possuem uma “alta concentração de inibidores de enzima que suprimem a produção de melanina” e que a melanina é indispensável a uma estrutura óssea sólida, à inteligência, à visão etc.
Enfim, apareceu a mulata racista para inverter o “racismo científico” branco do século 19 —e dizer que os brancos, sim, é que são uma raça inferior. Mas Yusra é apenas um exemplo, entre muitos, e ela teve a quem puxar.
O fato é que não dá para sustentar o clichê de que não existe racismo negro porque a “comunidade negra” não tem poder para exercê-lo institucionalmente. Mesmo que a tese fosse correta, o que está longe de ser o caso, existem já meios para o exercício do racismo negro.
Engana-se, mesmo com relação ao Brasil, quem não quer ver racismo, separatismo e mesmo projeto supremacista em movimentos negros. O retorno à loucura supremacista aparece, agora, como discurso de esquerda.
Se quiserem manter a complacência, podem falar disso como de realidades apenas embrionárias, mas a verdade é bem outra. Militantes pretos, como pastores evangélicos, querem o poder.

Não devemos fazer vistas grossas ao racismo negro, ao mesmo tempo que esquadrinhamos o racismo branco com microscópios implacáveis. O mesmo microscópio deve enquadrar todo e qualquer racismo, venha de onde vier.
Como em um texto do escritor negro LeRoi Jones: “Nossos irmãos estão se movimentando por toda parte, esmagando as frágeis faces brancas. Nós temos que fazer o nosso próprio mundo, cara, e não podemos fazê-lo a menos que o homem branco esteja morto”.
Resta, então, a pergunta fundamental. O neorracismo identitário é exceção ou norma? Infelizmente, penso que é norma. Decorre de premissas fundamentais da própria perspectiva identitária, quando passamos da política da busca da igualdade para a política da afirmação da diferença.
Ao afirmar uma identidade, não podemos deixar de distinguir, dividir, separar. Não existe identitarismo que não traga em si algum grau e alguma espécie de fundamentalismo.
Nesse fundamentalismo, se o que conta é a afirmação de um essencialismo racial, reagindo ressentido a estigmatizações passadas, dificilmente os sinais supremacistas não serão invertidos. As implicações disso me parecem óbvias.
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Depois de 11 casos de assédio em 2021, Vale cria novo canal de denúncias – VEJA

A Vale registrou, ao longo de 2021 em suas operações pelo mundo, ao menos 11 casos de assédio sexual ou discriminação que resultaram em demissão ou rescisão do contrato do autor das violências.
A mineradora decidiu criar então um canal externo para receber novas denúncias de práticas do tipo em seus ambientes de trabalho.
Uma empresa foi contratada para manter uma linha telefônica de prontidão fora da estrutura da companhia com uma equipe especializada em acolhimento e escuta humanizada de vítimas de abusos.
O chamado Canal Acolhimento começará a funcionar nesta quinta-feira. A empresa já tinha um canal formal de denúncias sobre condutas inadequadas de funcionários, mas sentiu a necessidade de criar mais um mecanismo. A iniciativa faz parte da política que a empresa vem perseguindo de tolerância zero com discriminação.
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Torcedor do River que jogou banana na torcida do Fortaleza é banido por seis meses – O POVO

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O torcedor do River Plate que jogou uma banana contra a torcida do Fortaleza, em partida realizada no dia 13 de abril, pela Copa Libertadores, no Estádio Monumental de Nuñez, foi identificado e punido pelo clube argentino. De acordo com o jornal Olé, da Argentina, o homem, que não teve o nome divulgado, foi suspenso por 180 dias da sua condição de sócio e não vai poder frequentar o estádio nesse período, e terá a obrigação de realizar um curso de conscientização sobre as consequências da xenofobia.
O vídeo do momento em que o homem atira a banana repercutiu nas redes sociais e gerou comunicados de repúdio de Fortaleza, River Plate e outros clubes. Com ajuda das imagens, o clube argentino identificou o torcedor e o convocou a prestar esclarecimentos, e, com isso, definiu a devida sanção.

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As medidas tomadas não invalidam a multa que o River Plate deve receber por ferir o código 14 do Código Disciplinar da Conmebol, que diz que qualquer comportamento discriminatório de membros da torcida em relação a raça, gênero, orientação sexual, etnia, idioma, crença ou origem, equivale a uma multa de no mínimo 30 mil dólares para a instituição.

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Gkay sofre xenofobia e denuncia criminoso: "Processo vem aí. Se brincar, até cadeia" – QUEM Acontece

Gkay (Foto: Reprodução/Instagram)

Gessica Kayane, a Gkay, mostrou em seu Instagram nesta quarta-feira (27) um print de uma mensagem xenofóbica que recebeu. N​os textos ​compartilhad​os pela infuencer e humorista, uma pessoa fala mal de seu sotaque nordestino.
“O processo vem aí. Se brincar, até cadeia”, declarou Gkay, ao expor as publicações preconceituosas.
Em vídeos, Gkay falou mais do assunto e disse estar revoltada, mas que não vai deixar o criminoso passar ileso. “Eu admito todo tipo de crítica​ ​aqui na internet. D​o​ meu corpo, minha cara, meu cabelo. Mas coisa relacionada ​à​ minha origem, ao meu sotaque e ao meu ​N​ordeste​ ​é processo​, torcendo para cadeia. Porque xenofobia é crime. ​P​ode me esculhambar, mas não toque no meu ​Nordeste. Não admito​”, esbravejou ela.
Gkay exibiu ainda um print da dela do perfil da pessoa, que estava bloqueada. “Não adianta usar fake, nem correr​, ​porque a gente já está rastreando o IP. Porque tem como fazer isso, viu, gente? Tem como rastrear bem bonitinho de onde a pessoa é. ​Nã​o​ cometeu crime? Agora, a gente vai atrás de vocês. ​Não adianta se esconder​”, avisou.
Ela respondeu ainda para quem estava pedindo para ela não dar bola para tais comentários. “Vamos parar com esse neg​ó​cio ​de ​’pessoas assim ​não ​merecem atenção'”.  ​M​erece​m,​ sim. Racista, ​xenofóbico e ​homofóbico​ têm que estar dentro da cadeia. Vamos dar atenção, si​m”, completou.

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Covid-19: Racismo nos oxímetros pode ter causado mortes desnecessárias – Diário de Notícias

Ministro da Saúde britânico anunciou que vai lançar uma investigação ao racismo sistémico e preconceito racial em aparelhos médicos, de forma a perceber porque pessoas de cor e mulheres têm piores resultados de saúde.
© TOBY MELVILLE / POOL / AFP
Este domingo, no programa de Andrew Marr na BBC, o ministro da Saúde britânico afirmou que o preconceito racial nos oxímetros poderá ter causado mortes desnecessárias por covid-19.
“O que descobri foi um preconceito racial em alguns instrumentos médicos. Não é intencional, mas existe e os oxímetros são um bom exemplo disso”, declarou Sajid Javid, que é de origem paquistanesa. “Se eu tivesse um oxímetro portátil aqui, e se você o usasse, ele daria uma leitura precisa. Se for eu a colocar o meu dedo, é mais provável que dê uma leitura imprecisa. Isso não é aceitável a nenhum nível”, afirmou o ministro, citado pelo The Guardian.
Marr perguntou então a Javid se morreram pessoas devido as estas leituras imprecisas. “Penso que é possível, sim. Não tenho todos os factos”. “Muitos destes aparelhos médicos – e existem mesmo alguns medicamentos e procedimentos e livros didáticos – são fabricados em países de maioria branca. E eu acho que este é um problema sistémico”.
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“Um terço das pessoas nas unidades de cuidados intensivos covid eram de minorias étnicas negras, o dobro da representação na população geral. Quero garantir que fazemos algo em relação a isto”, declarou o ministro da Saúde no programa de Andrew Marr.
Na edição de hoje do The Sunday Times, é noticiado que Sajid Javid ordenou a abertura de uma investigação ao preconceito racial em equipamento médico devido ao receio de que milhares de doentes pertencentes a minorias étnicas morreram de covid quando deviam ter sobrevivido.
Esta investigação surge depois de dados da Public Health England mostrarem que as mortes por coronavírus entre pessoas de cor foram duas a quatro vezes mais altas do que entre a população branca em Inglaterra.
“A pandemia trouxe esta questão à tona, mas a questão do preconceito nos dispositivos médicos foi esquecida por demasiado tempo. Embora tenhamos padrões muito elevados para essas tecnologias neste país – e as pessoas devem continuar a procurar o tratamento de que precisam – precisamos urgentemente saber mais sobre o viés nesses dispositivos e qual o impacto que isso está a ter na linha de frente”, escreveu o governante no The Sunday Times, acrescentando que a investigação vai centrar-se também no preconceito de género, nomeadamente, como as ressonâncias magnéticas podem ser disponibilizadas a grávidas ou a mulheres a amamentar.
O ministro da Saúde britânico, de origem paquistanesa, está a trabalhar em parceria com o seu homólogo americano, Xavier Becerra, o primeiro latino no cargo, para introduzir regras internacionais que obriguem os equipamentos médicos a serem testados em todas as raças antes de serem colocados no mercado.

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